Os que não morreram contaram novas histórias sobre piratas

~Pode conter spoiler~ A primeira impressão que se tem no trailer de Piratas do Caribe: A vingança de Salazar é que o título era bem melhor no original (Dead men tell no tales) e que poderia, finalmente, ser aquela história. O Qual é a das quintas? conta como foi assistir ao novo filme da série.

Primeiro, se você só assiste Piratas do Caribe (carinhosamente apelidado de POTC) por causa do ~Capitão~ Jack Sparrow, sugiro que ou mude sua motivação, ou não assista. Esse filme foi feito, a partir do meu ponto de vista, para fãs que esperavam por isso há 10 anos. Sim, 10 anos. Mas se você, assim como eu, assiste à série pelo conjunto da obra vale a pena.

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Supera expectativas? Talvez não. É uma nova história, não tem o enredo fantástico da sequência triológica inicial. A esperança era que se resgatasse o prestígio e a honra de ser POTC depois do fiasco que foi o último filme. Talvez, por causa disso, muitos possam criar expectativas muito altas e se decepcionar.

Como fã, apaixonada por POTC, posso dizer que esperei 10 anos por isso (e não me decepcionei). Veria de novo, de novo e de novo. A motivação é boa, apesar de ser bem parecida com a de No fim do mundo, e poder rever nossos amados personagens principais é reconfortante. A trilha sonora passou por mudanças e, mesmo sendo muito boa, me fez refletir sobre não ficar no saudosismo e esperar que tudo seja igual a antes. Como eu disse aqui, não é.

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Jack e Barbossa estão velhos. Isso já é o suficiente pra que eles estejam mais loucos e menos respeitáveis ainda. É mais fácil não dar muito crédito a eles. Em compensação, os novos personagens principais levam bem a história e trazem de volta a magia à trama. Apesar da previsibilidade do filme, ainda é possível se surpreender.

Cheio de referências internas, a produção é uma continuação mais inteligente. É menos comédia e mais outras coisas, ao contrário do filme anterior. Apesar de a sequência ter perdido um pouco o brilho da trilogia, se você esperou por isso como eu, vá assistir. Mesmo que você não ache que valha a pena ir ao cinema, embarque na Netflix, quando for pra lá.

Aline Gomes

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Nossos malvados favoritos

Pela linha natural das coisas, no eixo narrativo, os mocinhos existem para serem amados e os vilões, para serem odiados. Mas, analisando os filmes que mais amamos, podemos perceber que não é bem assim que acontece. Você já percebeu o quanto as pessoas gostam de vilões e as vezes até deixam de lado o mocinho? Você pode estar incluso nesse grupo.

Comecemos com um clássico: Darth Vader. O Lorde Negro que simplesmente colocou medo em (quase) todos no Império é um dos personagens mais amados no mundo inteiro. Medo? Até que pode existir um pouquinho, mas ele é um ser, digamos, carismático. Vai dizer que em uma festa à fantasia você nunca quis ir de Vader?

Vader

Pelo título deste post, eu sei que devemos falar do Gru. Ele é vilão. Mas é o vilão mocinho. Difícil entender. A questão é que há vilões que o desafiam. Mas eles também conquistam o coração da criançada e dos adultos também, com suas trapalhadas. Mas o Gru deixou de ser vilão. Ainda assim, ele sempre foi amado.

Gru

O meu favorito é o Loki. Sim. O vilão que tem mais fangirls que o herói. Não há como não se apaixonar por ele, por piores que sejam seus planos de dominar o mundo. Creio que ele nem seja um vilão, mas é um personagem que cativa a todos com seu poder de persuasão e depois apanha para caramba, que só quer atrapalhar e brincar com a vida das pessoas.

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Caberia aqui, também, falar de Ultron, do Barbossa, do Coringa… Sim, você pode amar o Batman, mas o Coringa conquistou seu coração também. Em um post antigo eu me referi à Malévola: entre a mocinha e a vilã, exatamente porque ela faz essa ponte entre o nosso ódio pela bruxa que amaldiçoou a princesa e se tornou a mocinha que a galera se apaixonou fácil (afinal, é a Angelina Jolie que a interpreta).

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No fundo, no fundo, não importa o quanto a gente ame o mocinho, sempre haverá espaço para um vilão. Da mesma forma que há momentos que sentimos ódio do mocinho por n motivos, o vilão também nos conquista. Entenda, mocinho, não é nada contra você… Só há muito amor envolvido.

Aline Gomes

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A bordo do Pérola Negra

Levantar âncora! Vamos zarpar. Para águas distantes e mágicas. O Pérola é, segundo o próprio Capitão Jack Sparrow, liberdade. Embarque no Pérola e vamos falar sobre um grande sucesso de bilheteria: Piratas do Caribe.

Se você procura ação, aventura, um pouco de suspense, romance e comédia, vai encontrar tudo isso e mais um pouco em Piratas do Caribe. À bordo do Pérola, desde o primeiro filme, o Capitão Sparrow e o Capitão Hector Barbossa aprontam todas não só no Caribe, mas por todos os mares. A série de filmes apresenta todas as lendas que giram em torno do universo pirata. Como são lendas, em que cada um aumenta um ponto, algumas pessoas acreditam que os filmes não são fiéis, mas são lendas, não são?

O romance que envolve, na primeira trilogia, Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) é atraente, aventureiro, perigoso e, como todo bom romance, emocionante. Um amor que encontra milhares de barreiras e enfrenta as mais variadas desconfianças e, ainda sim, há uma luta e uma espera.

O capitão Jack é um cara que sempre foge a uma boa luta. Mas nunca consegue fugir mesmo. Em A Maldição do Pérola Negra ele quer reaver seu navio, porém há uma maldição que atinge a todos os seus tripulantes, inclusive Barbossa, que foi o que se amotinou e tomou o lugar de capitão.

Já em O Baú da Morte, Jack tem uma dívida a pagar. Várias pessoas e seres animados querem sua cabeça. Ele faz de tudo pra livrar sua pele. Por causa do desenrolar dos fatos nesse longa, faz-se necessário embarcar em direção ao Fim do Mundo, para onde Davy Jones e todos os seus tentáculos leva as almas de pessoas que morrem no mar. Batalhas se travam, parece uma luta sem fim. Além de render boas risadas, há grande emoção.

E em Navegando em Águas Misteriosas a situação é bem diferente. O capitão do Queen Ane’s Revenge, o Barba Negra, que faz atrocidades pelos mares com os navegantes, quer chegar à Fonte da Juventude. Mais gente quer chegar à Fonte também, a corrida e todos os seres mitológicos do filme fazem a história ser bem interessante.

A História e as lendas se misturam nesses filmes e fazem os espectadores se apaixonarem por eles. A trilha sonora de Hans Zimmer é o fator que torna o filme muito mais atraente.

Uma curiosidade sobre os cenários do filme está nesse post aqui no blog: 5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Piratas do Caribe: Os Mortos não Contam Histórias estreia em 2017 e a expectativa é grande. É sempre tudo uma grande surpresa. Baixe sua âncora no cinema mais próximo quando o filme estrear. Não creio que você vá se arrepender.

Aline Gomes

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