As maiores barganhas do cinema

Há uma maneira bem comum de conseguir algo que você quer e que outro tem: a barganha. Como representação do nosso mundo real, os filmes também exploram bastante essa arte. O Qual é a das quintas? pesquisou e selecionou algumas dessas barganhas que se tornaram ícones da técnica no cinema.

1 – Piratas do Caribe
Piratas são campeões nessa arte, Jack Sparrow que o diga. Se alguém te perguntar o que foi fazer em algum lugar, diga “Jack Sparrow mandou-me saldar seu débito”.

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2 – Hércules
O ato que tornou o semideus um herói foi uma grande barganha. “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas…” e ele trocou a vida pela de Meg no mundo inferior. Hades só não esperava que ele saísse vivo de lá.

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3 – O Hobbit
Se você já começa uma jornada sendo chamado de ladrão, faz um campeonato de adivinhações como forma de driblar o adversário e sair ileso da caverna, pode considerar ser um mestre da barganha. Mais ainda se você conseguir barganhar com um dragão! Aí, jovem… merece até troféu.

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4 – Batman vs Superman
Como você pode convencer alguém a te soltar no meio de uma briga? Basta saber se o nome da mãe dele é Martha. Mais que um nome, uma lembrança, uma memória e muita sorte: Martha é uma ótima barganha.

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5 – Doutor Estranho
A barganha que vem à nossa mente quando falamos essa palavra é a do Mestre Doutor na célebre cena que podemos classificar como a campeã das barganhas. “Dormammu, eu vim barganhar”.

 

Aprendeu? É com os mestres (e doutores) que a gente aprende essas artes maravilhosas. Se lembra de alguma outra barganha famosa? Conta pra gente.

Aline Gomes

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Um último adeus? A Jornada de Bilbo Bolseiro chega ao fim em A Batalha dos Cinco Exércitos

A jornada dos anões chega ao fim nas telonas. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, terceiro filme da franquia O Hobbit, foi lançado no mês de dezembro em todo o mundo e é sucesso de bilheteria. Há quem diga tratar-se do filme mais aguardado do ano e até que é o melhor. Você concorda? O primeiro post do Qual é a das quintas? de 2015 traz nada mais, nada menos, que a experiência desse filme que, sem dúvida, arrancou muitos risos e lágrimas dos fãs.

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O filme já começa cheio de ação e emoção com o majestoso Smaug lançando sua fúria sobre a Cidade do Lago, ou seja, começa exatamente de onde parou o segundo filme (A Desolação de Smaug). Logo por essa primeira cena, o expectador se depara com a obrigatoriedade de ter visto os filmes anteriores, ou não irá entender nada do que se segue. A trilogia, baseada do livro de J.R.R. Tolkien, narra a aventura de um (ladra)hobbit pela Terra Média em uma busca dos anões pela reconquista de sua amada Erebor. Depois de enfrentarem muitos desafios e, finalmente, retomarem o reino sob a Montanha, mais desafios se colocam dentro e fora da fortaleza dos anões.

Todos têm motivos para a guerra. Elfos, homens, anões querem o que é seu por direito. Mas um inimigo em comum muda por completo a direção da batalha. Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit de Bolsão, do Condado, está no meio disso tudo. Seu papel é de fundamental importância na conciliação entre anões, homens e elfos e, principalmente, de seu amigo, o rei sob a Montanha, Thorin Escudo de Carvalho, e sua obsessão por toda a sua riqueza. Além disso, ele agora tem a posse de um anel, que não é simplesmente um anel, mas O Um Anel, que a gente conhece bem da trilogia O Senhor dos Anéis.

Criaturas míticas de todo tipo são peças chave que movimentam toda a trama. Os cenários são de tirar o fôlego e cheios de surpresas. O que deixa a desejar um pouco é a trilha sonora, que no primeiro filme (Uma Jornada Inesperada), foi praticamente baseada em uma única música, além de ser usada apenas para, digamos, intervalos entre cenas, ou seja, diversas vezes, quando as falas da cena iam começar, a música acabava. Em A Batalha dos Cinco Exércitos, a trilha é mais rica e aponta para as cenas de maior tensão, como durante a batalha, e para os momentos de grande emoção, que não são muitos.

Peter Jackson, o diretor da trilogia O Hobbit e O Senhor dos Anéis, adapta o universo descrito por Tolkien de forma que é possível mergulhar na história e, algumas vezes, perceber sua fidelidade ao livro. Enxergar detalhes nos filmes é importante. Podemos ver ao longo da obra várias ligações entre os próprios filmes de O Hobbit e os filmes de O Senhor dos Anéis. Ah! E o 3D também é um assunto interessante. Se você puder assistir nesse formato, assista! Cenas de luta e ação são ótimas para assistir em 3D.

Bom, a história chegou ao fim. Depois de todas essas aventuras, expectativas criadas, lágrimas inevitáveis e bocas abertas (se você não viu, vai ter que descobrir o que estou falando, de preferência, vendo o filme), a Terra Média fica guardada nos nossos corações. As novas gerações encontram nos longas a vontade de experimentar a literatura de Tolkien em todo o seu esplendor. A verdade é que esse misto de fantasia e realidade não vai abandonar nossa imaginação. Podemos dar um último adeus agora, mas nunca se sabe o que pode vir por aí. Os fãs que o digam.