Rogue One: a esperança é a última que morre

A expectativa para ver o que teria acontecido entre o Episódio III e o Episódio IV de Star Wars nas telas se traduziu em uma nova experiência chamada Rogue One. O Blog Qual é a das quintas? não perdeu tempo e foi descobrir como destrincharam o enredo e por que estavam falando tanto sobre a história.

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Como a prévia de um filme da década de 80, Rogue One inspira esse ar da época, com alguns efeitos especiais a mais. Um desses efeitos acaba ficando claro quando o Governador Tarkin, interpretado por Peter Cushing, fica quase humano mesmo sendo feito em CGI.

Vimos como o Darth Vader tomava banho. Imagino que essa era uma curiosidade também. Apesar da sua participação ser pequena, é bem consistente. Sem misericórdia ou bondade, o personagem mostra quem é que manda no pedaço em cada uma das poucas cenas que aparece.

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O roteiro, pelo menos no início, deixou um pouco a desejar. Parece que o espectador fica na expectativa até metade do filme, pelo menos, para que alguma coisa aconteça. Depois, porém, somos recompensados com ação e cenas muito bem-feitas.

Podemos rir e chorar nesse filme. Há uma ideia de que os heróis da Rebelião precisam sofrer para que a esperança não morra, para que o sonho da liberdade seja garantido, ainda que a maior parte deles não possa desfrutar de nada disso. A história é sobre pessoas que querem justamente ser livres do poder do Império e de como eles lutam por isso. Não é uma história para ser feliz, mas heroica.

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Vale a pena assistir? Com certeza. Pode não ser o melhor filme do ano, mas está entre os melhores. É uma mega produção que buscou concentrar suas forças em mostrar como a luta pela liberdade é longa e importante no universo Star Wars. Agora, é esperar o Episódio VIII e os spins que podem surgir pelo caminho.

Eu sou um com a Força e a Força está comigo.

Aline Gomes

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Nossos malvados favoritos

Pela linha natural das coisas, no eixo narrativo, os mocinhos existem para serem amados e os vilões, para serem odiados. Mas, analisando os filmes que mais amamos, podemos perceber que não é bem assim que acontece. Você já percebeu o quanto as pessoas gostam de vilões e as vezes até deixam de lado o mocinho? Você pode estar incluso nesse grupo.

Comecemos com um clássico: Darth Vader. O Lorde Negro que simplesmente colocou medo em (quase) todos no Império é um dos personagens mais amados no mundo inteiro. Medo? Até que pode existir um pouquinho, mas ele é um ser, digamos, carismático. Vai dizer que em uma festa à fantasia você nunca quis ir de Vader?

Vader

Pelo título deste post, eu sei que devemos falar do Gru. Ele é vilão. Mas é o vilão mocinho. Difícil entender. A questão é que há vilões que o desafiam. Mas eles também conquistam o coração da criançada e dos adultos também, com suas trapalhadas. Mas o Gru deixou de ser vilão. Ainda assim, ele sempre foi amado.

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O meu favorito é o Loki. Sim. O vilão que tem mais fangirls que o herói. Não há como não se apaixonar por ele, por piores que sejam seus planos de dominar o mundo. Creio que ele nem seja um vilão, mas é um personagem que cativa a todos com seu poder de persuasão e depois apanha para caramba, que só quer atrapalhar e brincar com a vida das pessoas.

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Caberia aqui, também, falar de Ultron, do Barbossa, do Coringa… Sim, você pode amar o Batman, mas o Coringa conquistou seu coração também. Em um post antigo eu me referi à Malévola: entre a mocinha e a vilã, exatamente porque ela faz essa ponte entre o nosso ódio pela bruxa que amaldiçoou a princesa e se tornou a mocinha que a galera se apaixonou fácil (afinal, é a Angelina Jolie que a interpreta).

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No fundo, no fundo, não importa o quanto a gente ame o mocinho, sempre haverá espaço para um vilão. Da mesma forma que há momentos que sentimos ódio do mocinho por n motivos, o vilão também nos conquista. Entenda, mocinho, não é nada contra você… Só há muito amor envolvido.

Aline Gomes

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