Épico e aquático – Já não sei mais o que estamos fazendo

Em comemoração ao Dia da Toalha, também conhecido como Dia do Orgulho Nerd, o diário da Helga tem mais um episódio lançado (feito inédito aqui no Qual é a das quintas?!).

Depois dos últimos acontecimentos, era hora de seguir em frente, mas a sereia druida, Helga Iris, parece ainda não entender bem o que está acontecendo, perdida em pensamentos sobre Noah.

Confira o relato dela sobre a missão.


Nos encontramos no horário de sempre na Guilda. Sem o Noah tudo parece estranho. Mas seguimos em direção à tal taverna, longe de tudo, onde deveríamos investigar itens proibidos no reino. Taverna Fim do Mundo, no Distrito da Bigorna. A suspeita era de que lá fosse um ponto de venda de pólvora e armas e bombas.

O local era bem esquisitinho. Caindo aos pedaços e só vendia bebidas, nunca comida. O pessoal tentou se misturar e eu fui dar uma volta para conhecer o ambiente. Como todos olhavam para mim de um jeito estranho, resolvi me aproximar do balcão para uma conversa casual. Quem sabe conseguiria alguma coisa com isso.

Enquanto conversava com os goblins no balcão, o chefe do lugar entrou no salão e veio até onde eu estava e, como Stefan estava por perto, já se juntou logo à conversa. O dono da taverna, sujeito meio mal-encarado, goblin, todo vermelho, queria saber o que aventureiros da Guilda estavam fazendo ali e nos propôs um acordo.

Aparentemente, a própria Guilda mantém em segurança e sigilo o comércio ilegal dos itens proibidos, como uma troca de favores. Bom, nós precisávamos conversar sobre a proposta e pedimos um momento em grupo para isso.

Nossa negociação com o Príncipe da Pólvora Galyx

Nos sentamos a uma mesa e começamos a discutir o que fazer. Todos tinham absoluta certeza de que aquele lugar era estranho e que, com uma investigação um pouco mais apurada, era possível compreender que era sim um lugar que, a qualquer pequena faísca, tudo iria pelos ares.

Toshinori foi enfático quanto às injustiças que a Guilda já vinha cometendo e que seria melhor realmente fingir que tudo estava limpo na taverna. Stefan também disse que o relatório deveria ser favorável ao estabelecimento, para não termos problema.

Mal havíamos começado essa discussão quando o anfitrião chegou à mesa para perguntar sobre o resultado da conversa. Observei que as saídas estavam bloqueadas, logo, não seria uma negociação tão amigável assim.

Stefan convenceu o Galyx, (também conhecido por ali como Príncipe da Pólvora Galyx) de que daria um relatório favorável sobre a taverna à Guilda e tudo continuaria como está. Combinamos de voltar com o relatório para ele analisar antes de entregarmos à Guilda. Então, ao sairmos da taverna, combinamos de todos analisarmos o relatório antes de entregar para revisão do senhor Galyx.

Depois disso, seguiríamos para a Guilda, para entregar o relatório da missão, buscar uma nova e, quem sabe, encontrar mais um ou dois membros para a equipe.

Nunca mais teremos Noah lutando ao nosso lado, apesar de poder senti-lo comigo. Mas fará bem à equipe ter mais pessoas para ajudar.


Será que a equipe terá novos participantes? Como será o desenrolar desse relatório para a Guilda?

Aguarde o próximo episódio do diário da Helga sobre os Desafiantes de Yuvalin.

Até breve!

Saiba mais sobre a Helga nos posts abaixo: