Saga Fronteiras do Universo é incrível! Saiba o porquê – parte 1

Se você pudesse viajar entre universos, quais itens não poderia faltar na sua jornada? O box de livros Fronteiras do Universo é perfeito para você que – assim como eu – ama fantasia, aventura, mistério e ficção-científica. Vamos conversar sobre ele neste e no próximo post.

Você, possivelmente, já ouviu falar ou, até mesmo, já assistiu ao filme A Bússola de Ouro. Esse filme é uma adaptação do primeiro livro da série Fronteiras do Universo (Philip Pullman, 1995) para a sétima arte. Há também uma série da HBO inspirada nos livros: His Dark Materials, que vamos falar mais um pouco depois.

O primeiro livro – Bússola de Ouro – é uma aventura fantástica, cheia de mistério. No universo de Lyra, os humanos possuem daemons, que são a própria alma em forma de animal. Ela e Pantalaimon (ou simplesmente Pan) são incluídos em uma busca para salvar seu amigo Roger e outras crianças que desapareceram.

A orientação que eles recebem é de confiar em poucas pessoas, ou até mesmo em ninguém, e, diante de tantas informações confusas e perigos enfrentados, eles passam a entender cada vez menos o mundo dos adultos. Com a língua afiada, Lyra conta histórias para se sair bem, assim, viajando e fazendo novos amigos. Ela sonha em conhecer o Norte, os ursos de armadura e as luzes do norte (também conhecidas como aurora boreal).

Cada um dos títulos dos livros é um item importante nas histórias. A bússola de ouro é um item que mostra a verdade, é misterioso sobre seu funcionamento e extremamente importante. Todo mundo quer colocar as mãos nela e Lyra tenta guardar o item com o maior cuidado, pois é um grande companheiro.

Na próxima parte desse post, que sai semana que vem, vamos comentar o segundo e o terceiro livros e também sobre a série. Fique de olho aqui no blog Qual é a das Quintas?!

Até lá!

Aline Gomes

E se… a gente viajasse no tempo?

Quando se trata de viagem no tempo, é mais difícil me conter em um único post. Inspirada no tema da última publicação aqui do blog (Dark e algumas reflexões que vão além do tempo), continuo desbravando a ideia falando sobre um livro: A máquina do tempo, de H.G. Wells.

O livro teve sua primeira edição publicada em 1895 e é um dos primeiros do gênero. H.G. Wells é, junto com Júlio Verne, considerado um dos pais da ficção-científica no mundo. Ambos se tornaram responsáveis por iniciar o contato de muitas pessoas leigas com as possibilidades que a ciência poderia trazer para o dia a dia delas. Na mente dos autores brotou um “e se…” e as histórias foram surgindo, cheias de imaginação com uma dose de real possibilidade. Muitas das criações futurísticas de autores e roteiristas de séculos passados já se tornaram realidade e outras, não estão tão distantes mais.

Algo que me chamou a atenção no livro é que o autor não apenas narra uma história que pode acontecer um dia, mas ele faz duras críticas à sociedade em que vive o personagem principal, o Viajante no tempo. São críticas tão atuais que nos dão a ideia de que, de fato, apesar de termos evoluído tecnologicamente, como sociedade não avançamos nem um pouco.

É um livro relativamente pequeno e de fácil leitura. Além disso, se você é tão apaixonado por questões relacionadas ao tempo como eu (ou mais que eu, até), pode se encantar com a riqueza de detalhes. Não há tantos detalhes sobre a máquina em si, mas sobre a viagem, o que ver, o que sentir, as reflexões sobre o futuro da humanidade, os medos. A história é envolvente do começo ao fim e nos estimula a pensar em possibilidades para o presente e para o futuro.

O tema é tão interessante, que já virou enredo de diversos filmes, outros livros, série, como falamos em vários posts aqui do Qual é a das quintas?. Temos heróis que viajam no tempo, advogados, cientistas (claro), estudantes… será que o próximo pode ser eu ou você?

Sem spoilers, o narrador conta a experiência do Viajante (nada de nomes) que desenvolveu e construiu uma máquina que o possibilitou viajar para um futuro bem distante. O cenário, apesar de ser familiar ao personagem, está bem diferente de como ele vê na sua era e a humanidade caminhou para uma realidade de tal evolução (se posso chamar assim ao que teria ocorrido), que há uma separação extremamente clara de classes sociais com distinções físicas, culturais, linguísticas, entre outras diferenças. Não havia um objetivo de, ao viajar para tal período, ter uma visão rápida e geral e retornar, porém, algumas questões se entrepõem e dificultam seu retorno, oferecendo grandes perigos e desgastes físicos e emocionais.

“Mesmo quando a inteligência e a força houverem desaparecido, a gratidão e a ternura mútua sobreviverão no coração do homem” (H.G. Wells, A máquina do tempo).

Se você também se interessa por ficção-científica em todas as suas vertentes, eu te convido a iniciar uma conversa comigo sobre o tema. Estou desenvolvendo um projeto e a primeira fase dele é uma pesquisa bem rápida. Clique aqui para responder. Obrigada.

Aline Gomes

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Atlantis é finalmente encontrada em ficção científica

Reza a lenda que existia uma ilha linda, com um clima agradável e uma civilização muito avançada. Mas, pelas mais diversas teorias supostas, ela teria afundado para sempre, levando sua beleza e cultura. Cada um tem um pouquinho para explicar sobre a lenda de Atlantis (ou Atlântida). Mas o Qual é a das quintas?, neste post, vai falar tratar de uma ficção científica que mais poderia ser a versão real de tudo o que aconteceu a essa ilha.

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O autor David Gibbins é conhecido pelas suas obras de ficção científica. Sua abordagem é tão profunda e rica em detalhes que o leitor se sente parte da história e sofre e vence junto com os personagens. Em seu livro Atlantis (2005), Jack Howard é o personagem que dá vida à história. Ele é a emoção do livro e vai atrás, equipado e munido de todo suporte para sua pesquisa da misteriosa ilha desaparecida, depois de alguém descobrir uma pista sobre ela. Toda a aventura, a emoção, a paixão e o ódio vividos pelos personagem são emoções vividas pelo leitor.

Finalmente descobriram a localização da terra desaparecida. Não só descobriram a localização, mas foram até lá, num mergulho, para vivenciar uma experiência que causa inveja. Ele e dois colegas conseguem ver cada detalhe da ilha, da sua civilização e supõem teorias que nos levam a acreditar que realmente seja verdade (e por que não seria?). Além disso, Aslam (não o leão bonzinho) é um terrorista nuclear que quer acabar com todos os planos legais da galera que está na missão de desvendar o mistério atlântico.

Não posso te dar mais detalhes sobre a história. É melhor você ler. Como leitora, é um dos melhores livros que já li. Prova que só não li tão rápido porque queria saborear cada parte da história (poderia comer o livro em, no máximo, 2 dias). Nunca foi tão fácil e legal entender uma das teorias sobres a famosa ilha desaparecida de Atlântida.

Aline Gomes

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