Épico e aquático – Sou uma sereia num RPG

Aceitei o desafio de jogar, pela primeira vez, um jogo de RPG. Além de ser um desejo antigo, essa ideia também faz parte de um projeto pessoal nos meus estudos de storytelling (se você quiser saber mais sobre isso, sugiro assistir ao vídeo).

Esse post, então, inicia o meu relato dessas experiências, contando não só como está sendo pra mim, mas também sobre a história em si, que eu já estou gostando bastante.

Antes de qualquer coisa, estou jogando Tormenta20, um jogo de fantasia épica. Olha só essa introdução para entender um pouco:

Arton. Mundo de problemas, pensam uns. Mundo de desafios, dizem outros. Desafios que convidam a serem vencidos.
Os puristas avançam em sua cruzada de ódio. A sinistra nação de Aslothia ergue hordas de mortos-vivos. Os cruéis finntroll caçam escravos para seu império subterrâneo. A Tormenta instala-se no próprio Panteão, ameaçando devorar tudo e todos.
As forças militares do Reinado podem pouco contra tais ameaças. Para sobreviver, este mundo precisa de heróis. Aventureiros. Em cada pessoa existe a semente de um campeão épico. Reunidos em uma equipe imbatível, eles cruzam masmorras, reinos, até mundos, rumo à derrota do mal.

E, agora, eu vou contar para você um pouco sobre o pano de fundo da minha personagem, a Helga Iris.

Helga Iris
Imagem criada pelo nosso mestre Thiago Rangel

Helga Iris cresceu na comunidade isolada Villent onde aprendeu, desde criança, a esconder sua identidade sereia e, com sua mestra, Silena, a cuidar e aprender com a natureza, reverenciando a deusa Allihanna, e preparando elixires capazes de curar qualquer tipo de maldição ou doença.

A sereia não conheceu os pais ou outras sereias e tritões até um evento que mudou radicalmente sua visão de mundo e a tornou uma guerreira pronta para grandes aventuras.

Em busca de descobrir mais sobre sua origem, Helga fez uma viagem para a tribo mais próxima, que divisava com um grande rio.

A sereia fez uma excursão pela região e, ao se aproximar do rio, ouviu um grupo que falava sobre cuidar que os humanos não soubessem que eles eram sereias/tritões. Com o susto que tomou ao ouvir aquela informação, escorregou do seu esconderijo e foi vista pelo grupo.

Em uma longa conversa, ela se identificou como sereia e os demais explicaram a ela como ela pode ter se perdido da família, se apresentando como a própria família dela.

No entanto, um perigo surgiu – e era exatamente sobre o que eles discutiam quando ela chegou -: o pai dela, o antigo líder da tribo, tinha sido aprisionado em sono profundo pois havia desenvolvido uma poção que transformaria homens em animais, o que tornaria as sereias e os tritões senhores sobre a terra seca próxima a mares e rios, porém a prisão dele estava enfraquecendo.

Eles levaram Helga para conhecer a prisão e eles viram quando a sala começou a ceder e toda a água que ajudava a aprisioná-lo em magia do sono a vazar. Imediatamente soou um alarme e uma parte do grupo foi enviada para tirar os humanos da área e a outra, deter o pai de Helga e estabilizar a prisão. O medo era apenas de que os humanos os identificassem como sereias e tritões.

E foi para apoiar na retirada dos humanos da região que Helga recebeu sua arma, um bordão.

Depois desse episódio, Helga passou um tempo com seus irmãos até receber um chamado para uma nova aventura, em que pode mostrar para sua família sereia que pode ser uma guerreira honrada em terra seca.


E aí? Preparado para as aventuras?

Aguarde os próximos posts aqui do blog para saber mais sobre como essa história vai ficar.

Os gamers comentam: jogos viciantes

“Vou jogar só mais uma partida.” E quando vê, já jogou a noite inteira. Você, meu caro leitor, já passou por uma situação dessa? Todo gamer já passou por isso. Aliás, nem precisa ser um gamer para se viciar em jogos. Com a variedade e a facilidade de acesso aos jogos, o número de viciados em jogos aumentou. O Qual é a das quintas? de hoje conversa com os gamers sobre os jogos os quais eles mais viciaram.

Videogames, jogos de computador, jogos de celular, de Facebook, de Orkut… Enquanto você não passar daquela fase, não para de jogar. E quando passa de fase, quer continuar jogando. Não importam os compromissos, você quase chega atrasado a todos. Acredite, você não é o único.

Jogos de simulação, por exemplo, são altamente viciantes. The Sims, SimCity, Roller Coaster Tycoon são alguns dos mais viciantes. “Joguei por muito tempo e quase fui arquiteto por conta da inspiração que o jogo me deu”, comenta Davi Silveira sobre seu vício em The Sims. O player Matheus Sant’Anna também foi viciado durante um tempo em SimCity e nos conta como foi parar de jogar: “Parei de jogar quando percebi que tava perdendo noites virando nisso”.

Há aqueles que nunca pararam de jogar, como a player Ane Mello que joga League of Legends apenas porque parecia interessante há pelo menos dois anos. Ou o Matheus Giron que joga há quatro anos Clash of Clans por ser uma variação de Age of Empires e Age of Mythology. Ou Crash Bandicoot, que ele não conseguia descansar enquanto não zerava. “Fiquei mais de um ano jogando direto”, admite. Só não joga com muita frequência por conta do trabalho.

Outra categoria de jogos é a de jogos para mobile. Desde o Snake, ou popularmente conhecido como “jogo da cobrinha”, até o tal do Candy Crush, quem nunca se viciou em algum deles. Snake é um clássico, tem gosto de infância. Depois vieram milhares de joguinhos superviciantes. Angry Birds, 2048, Apalavrados, Perguntados são apenas alguns exemplos de jogos que muitos se viciaram.

Alguns gamers também se viciaram em jogos de corrida, como Need For Speed. São jogos que você não vê a hora passar enquanto joga. Você ganha uma corrida, foge da polícia, bate com o carro, troca de carro, mas não larga o jogo.

Parece que o pessoal se viciou também nos tais jogos do Facebook. E os convites para jogar que chegam são inúmeros, principalmente, para as pessoas que não querem jogar. Fica o apelo: nem todos querem jogar.

Para você que é ou já foi um viciado em jogos, NÃO ENTRE EM PÂNICO, há cura. Há mais coisas para viver além de ficar vidrado numa tela de computador, videogame ou celular. Jogos são ótimos! Sem dúvida. Mas não se esqueça de muitas outras coisas que você pode fazer longe das telinhas.