Especial: Setembro dos Games II – Desculpas de gamer

Vamos lá. Você que já jogou e joga videogame sabe o que é isso: “você só ganhou porque esse controle é ruim” ou “você tá jogando com o controle principal, só por isso ganhou”, e por aí vai. Como bom player que é, com certeza já falou ou ouviu essas e inúmeras outras desculpas.

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Não é infantilidade ou não saber perder (às vezes é… mas são exceções). Faz parte da brincadeira colocar a culpa no controle, na mosca que tá passando… olha! Isso acirra ainda mais a competição e aumenta a amizade. A pessoa deixa de ser colega… passa a ser cúmplice.

Tanto vira cúmplice, que naqueles jogos single player você pede pro seu amigo passar de fase para você. “Cara, é só passar pelo chefão”. Não há nada de errado nisso… não é desonesto.

Há uma desculpa que quem já jogou em videogames antigos vai entender muito bem: “A culpa é do videogame. Ele me enganou. Mostrou uma coisa, mas mudou, véi, não sei como aconteceu”. Ou você só errou mesmo.

A graça é continuar jogando. Não para de jogar, galera. Chama os amigos para aquela bagunça. Zoa pelas desculpas, zoa pelo controle que não funciona, zoa pelo gráfico. Mas gamer que é gamer sempre vai arranjar uma desculpa para jogar.

Aline Gomes

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Os gamers comentam: jogos viciantes

“Vou jogar só mais uma partida.” E quando vê, já jogou a noite inteira. Você, meu caro leitor, já passou por uma situação dessa? Todo gamer já passou por isso. Aliás, nem precisa ser um gamer para se viciar em jogos. Com a variedade e a facilidade de acesso aos jogos, o número de viciados em jogos aumentou. O Qual é a das quintas? de hoje conversa com os gamers sobre os jogos os quais eles mais viciaram.

Videogames, jogos de computador, jogos de celular, de Facebook, de Orkut… Enquanto você não passar daquela fase, não para de jogar. E quando passa de fase, quer continuar jogando. Não importam os compromissos, você quase chega atrasado a todos. Acredite, você não é o único.

Jogos de simulação, por exemplo, são altamente viciantes. The Sims, SimCity, Roller Coaster Tycoon são alguns dos mais viciantes. “Joguei por muito tempo e quase fui arquiteto por conta da inspiração que o jogo me deu”, comenta Davi Silveira sobre seu vício em The Sims. O player Matheus Sant’Anna também foi viciado durante um tempo em SimCity e nos conta como foi parar de jogar: “Parei de jogar quando percebi que tava perdendo noites virando nisso”.

Há aqueles que nunca pararam de jogar, como a player Ane Mello que joga League of Legends apenas porque parecia interessante há pelo menos dois anos. Ou o Matheus Giron que joga há quatro anos Clash of Clans por ser uma variação de Age of Empires e Age of Mythology. Ou Crash Bandicoot, que ele não conseguia descansar enquanto não zerava. “Fiquei mais de um ano jogando direto”, admite. Só não joga com muita frequência por conta do trabalho.

Outra categoria de jogos é a de jogos para mobile. Desde o Snake, ou popularmente conhecido como “jogo da cobrinha”, até o tal do Candy Crush, quem nunca se viciou em algum deles. Snake é um clássico, tem gosto de infância. Depois vieram milhares de joguinhos superviciantes. Angry Birds, 2048, Apalavrados, Perguntados são apenas alguns exemplos de jogos que muitos se viciaram.

Alguns gamers também se viciaram em jogos de corrida, como Need For Speed. São jogos que você não vê a hora passar enquanto joga. Você ganha uma corrida, foge da polícia, bate com o carro, troca de carro, mas não larga o jogo.

Parece que o pessoal se viciou também nos tais jogos do Facebook. E os convites para jogar que chegam são inúmeros, principalmente, para as pessoas que não querem jogar. Fica o apelo: nem todos querem jogar.

Para você que é ou já foi um viciado em jogos, NÃO ENTRE EM PÂNICO, há cura. Há mais coisas para viver além de ficar vidrado numa tela de computador, videogame ou celular. Jogos são ótimos! Sem dúvida. Mas não se esqueça de muitas outras coisas que você pode fazer longe das telinhas.

A revolução dos jogos de simulação: o virtual que se torna real

Os jogos sempre no levam a experimentar novas sensações. A cada dia que passa, com o advento tecnológico, parece que a sensação de estar dentro do jogo é ampliada. Muitos são os jogos que nos permitem viver simulações incríveis e é sobre eles que os nossos queridos players vão comentar nesse post.

Simulador é algum tipo de equipamento que permite que o usuário simule um determinado comportamento. Já fizemos um post falando sobre simulação, mas de construção e controle de vida virtual, o The Sims. Através desse tipo de jogo, é possível desenvolver, principalmente, o lado criativo.

E os jogos que simulam e desenvolvem outras capacidades que o player pode ter? Estamos falando de jogos como Dance Dance Revolution, Guitar Hero, jogos de corrida onde é possível simular um volante e os pedais. Imagina a sensação de dirigir com quase todo o equipamento de um carro, mas sem um carro. O player Lucas Svicero comenta sobre a sensação que jogos de simulação passam ao jogador: “Cada jogo tem um modo de envolver o espectador, usando sejam narrativas ou simulação. Jogos de simulação são muito envolventes, é muito prazeroso jogá-los.

Jogos em que você pode simular a dança são excelentes para auxiliar o player melhorar sua coordenação motora. Além disso, são um excelente exercício. Dance Dance Revolution “mora no coração” de muitos players, pois alcançou uma geração que viveu aquela novidade. Conforme a tecnologia foi evoluindo, foram se desenvolvendo outros jogos em que o “dançarino” precisa se esforçar um pouco mais além de pisar em setas. Surgiram jogos como o Just Dance. A simulação em Just Dance te permite realmente dançar, com movimentos completamente novos e exigentes. O player Matheus Sant’Anna, por exemplo, é um verdadeiro fã desses jogos. Para ele o fato de poder mandar bem e sempre ganhar nesses jogos é algo emocionante. “A emoção de ser melhor do que a maioria em alguma coisa em alguma coisa, já que na vida real eu não sou, mas no simulador sim.”

Outro jogo que permite uma experiência de simulação fantástica, e que atraiu fãs pelo mundo inteiro, é Guitar Hero. A player Ane Mello curte bastante esse tipo de jogo. Ela acredita que o jogo estimula “a pessoa a procurar aprender a tocar um instrumento, o que é muito bom, visto que tocar instrumentos melhora a saúde mental e inclusive espiritual, é um meio de você expressar seus sentimentos.” Para alguns, a junção do ato de ouvir música e poder colocar isso em um jogo em que você possa fazer a música é sucesso na certa. Em contrapartida, há quem considere esse modelo de simulação muito limitada e que dificulta a capacidade de criação, apesar de ajudar a desenvolver.

Cada dia que passa temos novos jogos de simulação excelentes. Jogos de esportes, por exemplo, nos permitem simular jogos de tênis, de boliche e muitos outros. É possível viver novas experiências, conhecer cenários e situações que não vivemos no nosso dia a dia. Além de ser um ótimo motivo para reunir os amigos e jogar, esses jogos levam o player a desenvolver ainda mais sua criatividade.

As grandes aventuras pedem um bom som

Imagine a cena: você liga seu videogame (Super Nintendo, MegaDrive, Playstation 1, 2, 3, 4, X-box etc.), começa a jogar e, de repente, silêncio. Cadê a musiquinha (clássica) do Mario? E se ela nunca tivesse existido? Já pensou nisso? Como o mundo dos videogames seria sem graça se não houvesse a tal da trilha sonora. É por isso que o Qual é a das quintas? dessa semana traz para você um pouquinho das soundtracks que fizeram/fazem história nos games.

Assim como no cinema, o universo gamer se torna muito mais empolgante e emocionante quando acompanhado de uma boa trilha sonora. Em um post anterior do blog (O som das grandes histórias), já falei sobre o cinema e esse desafio e beleza que é ter a associação da imagem à música.

Muitos jogos são lembrados inclusive pela trilha. Por exemplo, Need For Speed é aquele jogo que tem uma trilha bem marcante. Todas as versões de NFS têm músicas que se encaixam perfeitamente às corridas, vitórias e fugas da polícia. E as músicas, em sua maioria, são bem características, a ponto de um player estar ouvindo uma música no rádio e pensar que era muito parecida com as do jogo. Outra trilha notável é a de Tony Hawk’s. Horas e horas fazendo manobras com o som das ruas, das pistas e das rampas. Os jogos de futebol também entram nessa lista. Por trás da narração do jogo e dos menus sempre tem músicas que marcam gerações.

O que dizer, então, de Guitar Hero, Dance Dance Revolution e Just Dance? A própria música é o tema do jogo. Muitos são aqueles que aprenderam as músicas de tanto ouvir enquanto jogavam. Já sabem de cor as teclas que apertar ou os passos que dar no momento apropriado. Esses jogos apresentam e exigem aos players total senso de ritmo. Sem ele, é quase impossível ter boa pontuação na música. Fora as competições de quem joga/dança mais que são desafios sempre muito divertidos.

Trazemos dois grandes nomes da música dos videogames neste post. Um deles é Yuzo Koshiro, apaixonado por música e games desde pequeno. Compôs trilhas para jogos como Sonic, Castlevania: Portrait of Ruin, Streets of Rage, e muitos outros. O outro nome é de Yoko Shimomura, “a mais famosa compositora de videogames do mundo”. Ela é conhecida por trilhas de Kingdom Hearts, Final Fight, Street Fighter II, Mario & Luigi: Superstar Saga, entre outros. Graças a eles, alguns dos nossos jogos favoritos são muito mais emocionantes.

Há muito mais jogos com grandes trilhas. GTA e Driver, por exemplo, quem não adora ouvir as músicas? Jogos baseados em filmes, geralmente, trazem as músicas direto das telonas para os consoles.

Os jogos jamais seriam os mesmos sem suas trilhas sonoras. O player poderia até perder a vontade de jogar se não fosse pela música. A música “alimenta” a adrenalina no jogo e o jogador se sente muito mais animado e concentrado para jogar. Música, nesse caso, ajuda mais ainda na concentração do que atrapalha. Música sempre ajudando. Sejam gamers, cinéfilos, leitores, sonhadores…

Especial Mês da Criança – Hora da brincadeira

Sejamos francos: nossa infância não foi exclusivamente baseada em desenhos e super heróis. Fomos crianças saudáveis e gostávamos de brincar (com algumas exceções). Há os que preferiam jogos coletivos que usam o instinto e os reflexos, e há os que eram mais fãs de jogos de inteligência, de cartas e tabuleiros.

Muitas crianças adoram correr. Colocam toda a sua energia correndo e testam seus limites em simples brincadeiras. Pique-pega, queimado são grandes exemplos de jogos que exercitam o corpo, os reflexos fora, é claro, a diversão que eles proporcionam. Jogos como pique-bandeira, pique-esconde, até o pique-corrente são jogos que incentivam as crianças a desenvolver, sem querer querendo, estratégia, e todos eles estimulam o trabalho em equipe. Sair à tarde para a rua e brincar com os amigos esses e muitos outros jogos até anoitecer e só voltar para casa quando a mãe chamava para dentro.

Aqueles que não curtiam muito correr exaustivamente na rua, se divertiam com os jogos de tabuleiro. Aí são muitos. Damas, xadrez, ludo, trilha, Jogo da Vida, Imagem & Ação, Perfil, impossível enumerar todos. Mas esses faziam e fazem a alegria da criançada no tempo livre, ou quando falta luz e não tem videogame ou computador. Hoje, crianças e eternas crianças continuam brincando com esses jogos, apesar de toda a tecnologia existente. Não é impossível nas reuniões ocasionais entre os amigos resolver jogar um desses jogos e, bom… se divertir bastante. Parece que é até mais engraçado quando você não é mais criança.

Outros jogos que parecem não faltar entre crianças pequenas e crianças grandes são os com cartas, como CanCan e Uno. Isso rende horas e horas de diversão. Acaba uma partida e todo mundo quer revanche. Quando se vê, já se foram muitas revanches, ou nenhuma. As brigas são inevitáveis, mas assim como as crianças, todo mundo fica em paz e depois ri como se nada tivesse acontecido. E a zuera… essa não acaba nunca.

O que dizer de War e outros jogos de estratégia? São jogos para crianças um pouco mais velhas, mas rendem diversão que parece não ter fim. Há partidas que duram tardes e até noites inteiras, até atingir o objetivo, que muitas vezes nada mais é que dominar o mundo. Quando parece que está acabando, começa tudo de novo. Batalhas sem fim, disputa por poder, rivais que se tornam aliados e aliados que se tornam rivais, mais uma vez a zuera… Até que alguém, do nada, diz que acabou, que cumpriu o objetivo e todo mundo fica olhando incrédulo para o tabuleiro.

O bom de todos esses jogos é que não importa a idade, seremos sempre crianças. Abaixar, levantar, correr, se desviar de uma bola parecem coisas impossíveis quando não temos um bom condicionamento. Mas é sempre bom tentar, não é? Sempre será bom reunir os amigos e brincar. Seja na rua, seja em casa, comendo um pizza… afinal, tudo acaba em pizza.

Especial: Setembro dos games – Entre o joystick e as telonas

Já pensou se seu filme favorito virasse um jogo? Ou se seu jogo favorito virasse um filme? Para alguns (muitos) isso já é realidade. O Qual é a das quintas? bateu um papo com os players essa semana sobre os jogos que marcaram suas vidas e que originaram ou foram desenvolvidos a partir de filmes.

A sétima arte contagia os expectadores. É ali, entre o trailer e a saída da sala de cinema, que eles se tornam fãs, ou passam a não gostar do filme. Há aqueles filmes que são tão bons, que merecem ter ‘algo a mais’. “Tem filmes que a gente espera que virem jogos” (Nicolas Raline destaca a expectativa que os fãs têm para a continuação gamer dos seus filmes favoritos). Alguns realmente se tornam games. O Senhor dos Anéis, Star Wars, Minority Report, Harry Potter, O Rei Leão, Aladdin, Monstros S.A. são exemplos de filmes que se tornaram bons jogos, tanto para computador, quanto para os videogames e dominaram até os jogos de tabuleiro – um pouco esquecidos na era digital.

Falando da era digital, cabe destacar os filmes e jogos da LEGO, que dominou o mundo virtual. Muitos filmes e curtas têm suas versões próprias com os bonecos e cenários LEGO. São filmes, geralmente, com um tom mais para a comédia com histórias de aventura, recheadas dos nossos personagens favoritos dos filmes e heróis das histórias em quadrinhos. Os jogos virtuais LEGO dão nova visão, mais leve, aos players. É uma combinação bem interessante para quem gosta dos filmes, dos jogos e de LEGO.

“É mais fácil um filme virar um jogo legal do que um jogo virar um filme legal” (Ana Souza questiona os enredos de alguns filmes baseados em jogos). Aqui temos o outro lado: nossos players acreditam que muitos jogos que tentaram virar filmes não tiveram muito sucesso. Dentre eles, exemplificamos o Resident Evil, que é um jogo bom e o filme, apesar de ser um bom filme de ação, deixa a desejar quanto à história. Street Fighter, Max Payne, Tomb Raider não possuem muita relação com os jogos e, por isso, são duramente criticados.

Mortal Kombat é, segundo os players, uma das salvações dos games no universo cinematográfico. A história do filme, inclusive, baseou o enredo do segundo jogo. O conjunto dos dois deu maior credibilidade à série, e é alvo de elogios.

Há também os desenhos animados, como o Sonic, que causou certo estranhamento ao deixar os joysticks e ir para as telinhas. “Eu sempre vi o Sonic sem falar” (o player Hugo Raphael comenta sobre essa mudança do personagem). Pokémon é um exemplo de desenho que se tornou um dos maiores sucessos gamer desde sua criação.

E se os jogos que nós jogamos na infância fizessem parte de um filme? O filme Detona Ralph, da Disney, lançado em 2012, traz essa sessão nostalgia para os players. Muitos realmente foram ao cinema só para relembrar os jogos que não têm mais acesso. As telinhas deram espaço também para os jogos que marcaram gerações em suas propagandas – e convencem muito bem os telespectadores a consumir os produtos.

A associação dos games com os filmes pode ser um ótima combinação. A expectativa de o player ser o próprio personagem do filme garante a diversão se o jogo for bom, ou as duras críticas quando jogo e filme não combinam muito bem. De qualquer forma, esse é um assunto que dá o que falar.

Especial: Setembro dos Games – Memórias de player‏

Assoprar a fita, lavar o CD, dividir o joystick com alguém para passar de fase são parte da história de todos os grandes fãs de videogames. O “Qual é a das quintas?” entrevistou alguns players e o resultado, nostálgico, você confere aqui.

Os saudosos Atari, Super Nintendo, Master System, Mega Drive, Nintendo 64 marcaram uma geração que sente falta de certos detalhes como, por exemplo, assoprar, passar borracha, dar aquela inclinada na pontinha das fitas de jogos ou chamar o amigo para colocar o jogo que só pegava com ele (e até cuspir ou lamber as fitas). “Se a fita travasse na última fase do jogo, chorava” (Marcelo Gomes).

Os anos passaram e os videogames foram se atualizando tecnologicamente: os gráficos, a jogabilidade e as funcionalidades evoluíram consideravelmente. “Hoje, por exemplo, os jogos de futebol são cada vez mais reais, as fisionomias dos jogadores, uniformes de times, até erros que jogadores cometem na vida real são retratados nos jogos como erros de passes, controle de bola, domínio de bola entre outros” (Caio Magalhães).

Mas é consenso que os jogos antigos pareciam muito mais interessantes e emocionantes, eles te prendiam muito mais, “Você não esperava nada e eles te surpreendiam” (Guilherme Lucas). “Eu era capaz de ficar horas seguidas jogando sem me cansar, ou sem sentir vontade de fazer outras coisas. E, hoje em dia, isso não acontece” (Ana Souza). Jogos como Zelda, Super Mario Bros, Sonic, Pokemon, O Rei Leão, Super Mario Kart, Michael Jackson: Moonwalker são sempre lembrados com saudade pelos players, a época das locadoras, alguns até definem como os melhores jogos que já jogaram. Claro que isso varia de jogo para jogo.

Então, outros videogames, mais novos, chegaram para competir com os antigos. Os jogos de uma outra geração, já não marcada mais pelas fitas, são vistos por muitos como os melhores. Alguns tiveram seu primeiro contato com um videogame já na era dos CDs. Podemos destacar Spider Man Friend or Foe, Need For Speed, God of War, Winning Eleven, Transfromers, além dos emuladores, por exemplo, para Playstation dos jogos da Nintendo. “Eu trocava o Playstation 2 com um cara por alguns dias e ele me emprestava o Nintendo dele” (Ruyter Júnior, antes de saber da existência dos emuladores). E o que fazer quando os CDs davam problema? “Jogava debaixo d’água, passava detergente ou até deixava o videogame virado de cabeça para baixo” (Ramon Cavalcanti), passava, até mesmo, pasta de dente e casca de banana (o que não dava muito certo).

“Sinto falta de histórias boas nos jogos. Hoje em dia, está meio clichê” (Flávio Massacessi, sobre os jogos da infância). Muitos sentem falta da infância e de como os amigos se reuniam para jogar. Era um evento! Faziam-se campeonatos, tinha comida, até os erros gráficos dos jogos eram motivo de brincadeiras com os amigos. Também sobre as histórias, “não há mais jogos de terror como antigamente” (Nicolas Raline). Há quem prefira jogar sozinho ou em “cooperação” online (apesar de que, quem não estiver muito acostumado pode ter problemas em desafiar os mais “viciados”), mas nada supera a graça de vencer alguém que está ao seu lado.

Esquecer de salvar um jogo, ou perder o save nos memory cards, ou tê-los cheios demais para continuar salvando as evoluções nos jogos eram situações que faziam nossos players chorarem com frequência. Ainda tinham as baterias botão como memória, que faziam com que os jogadores corressem até o camelô mais próximo para comprar nova memória para o videogame.

Cada vez mais os videogames foram evoluindo e então chegaram algumas das grandes revoluções, principalmente no quesito gráfico: FIFA e PES, por exemplo. Os gamers que já são fanáticos por esportes, não deixam de ter nas suas coleções os jogos esportivos. Eles são mais complexos que os antigos, com jogadas e movimentos mais complicados de fazer, o que torna a vida de quem está jogando bem mais interessante.

A emoção de jogar é quase inexplicável! “É felicidade, algumas vezes nostalgia, algumas vezes ansiedade – no caso do PES – (…) Jogar videogame me traz alegria!” (Matheus Bello, sobre a sensação de jogar). Alguns não têm mais muito tempo de jogar por causa das atividades e responsabilidades do dia a dia. Mas sempre que têm um tempo, jogam e se divertem. E você? Que histórias tem para contar sobre seus fins de semana de “jogatina” na casa dos amigos?

Essas e outras histórias você confere nas próximas semanas, no Especial Setembro dos Games. Participe aqui no Qual é a das quintas? e na página do facebook: facebook/qualeadasquintas