A casa tá cheia e cada vez melhor

O Qual é a das quintas? comentou a primeira temporada de Fuller House, a série sequência de Full House (3 é demais), da Netflix. No início de dezembro, a série voltou para uma nova temporada mantendo o humor lá em cima. Nós, é claro, não poderíamos deixar de falar sobre ela.

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Facilmente assistível em menos de 48h. O TV Show Time me deu vários selos por assistir dentro desse prazo. Bastou estrear e estávamos lá assistindo, rindo pra caramba.

Após as férias de verão, algumas coisas precisavam ser resolvidas na família Fuller e agregados. Eles souberam manter o nível das piadas e das referências, tornando a temporada ainda mais agradável e engraçada. Em certos momentos pensamos em como as piadas com temática um pouco mais adulta poderiam estar naquele seriado que assistíamos quando criança e que agora entendemos.

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O enredo é instigante e, como os episódios são curtos, a série te prende do primeiro ao último episódio como se fosse uma coisa só (na verdade é, né). Você fica na torcida para que os sonhos dos personagens dêem certo, até que eles dêem ou não.

Se você ainda não assistiu à segunda temporada da família Fuller se aventurando na Netflix, não perca tempo. A qualidade está excelente e você não vai se arrepender. Só pode se arrepender se não ver haha’

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Aline Gomes

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A casa tá cheia… de novo!

Os Fuller e a família toda se encontraram outra vez 28 anos depois e isso foi fantástico. Não só por ter os mesmos atores, sendo os mesmos personagens, mas é incrível ver que o roteiro continua ótimo. O Qual é a das quintas? escreve neste post sobre Fuller House, uma das novas (ou talvez nem tão novas) séries Netflix.

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Em 13 episódios, a família Fuller conseguiu nos fazer rir e emocionar – rir muito mais, é claro. Nessa nova fase, os “adultos” saem de cena e as crianças agora têm que administrar uma casa. DJ, Stephanie e Kimmy são responsáveis por 4 crianças muito espertas. A família continua grande mesmo sem pai e tios por perto. As meninas já sabem se defender! (Ou não).

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Se você se pergunta sobre as gêmeas Olsen, não… elas realmente não quiseram aparecer na série (desculpa acabar com seus sonhos). Inclusive, isso gera inúmeras piadas. Piada é o que não falta, aliás. Dificilmente você ficará 5 minutos sem rir.

Um pouco de nostalgia e novidade envolve o espectador. Parece que é só uma nova temporada daquilo que vimos há 28 anos. Alguns viram há menos tempo… É possível já sentir saudade quando o 13º episódio acaba. Na verdade, a saudade começa no 1º episódio, quando você lembra a série que acabou, Full House, em 1995.

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O Qual é a das quintas? aprovou e você devia fazer o mesmo, sem brincadeira. Diversão para a família toda. Uma comédia suave que pode ser assistida e entendida por crianças e adultos. Claro que, se você assistiu a 3 é demais vai entender muito mais fácil certas coisas. Mas a série nova é completamente compreensível por qualquer um e digna de audiência.

Aline Gomes

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Seriados antigos – bom humor e nostalgia

Muitos de nós não lembramos dos seriados de alguns anos atrás, que enchiam as programações das tevês e os olhos de todos com muita fantasia e imaginação. Alguns sequer eram nascidos. Mas os seriados sempre foram muito populares. O Qual é a das quintas? traz para você um pouco desses seriados para você recordar ou até mesmo saber o que foram.

Grandes histórias premiaram as telinhas. Entre elas, Adventures of Superman, que estreou em setembro de 1952 nos EUA. Foram 6 temporadas e mais de cem episódios. “Mais rápido que uma bala! Mais poderoso que uma locomotiva! Capaz de pular edifícios altos em um único salto! (“Olha! Lá no céu!” “É um pássaro!” “É um avião!” “É o Super-Homem!”) Sim, é o Super-Homem… estranho visitante de outro planeta, que veio à Terra com poderes e habilidades muito além dos homens mortais! Super-homem… que pode mudar o curso de rios caudalosos, dobrar o aço em suas mãos, e que, disfarçado de Clark Kent, o repórter bem-educado de um grande jornal metropolitano, luta uma batalha interminável pela justiça, verdade e o jeito americano! E agora, mais um episódio emocionante, em “The Adventures of Superman!”” era a abertura da série que tinha como ator principal George Reeves. A série, infelizmente, teve seu fim com a morte do ator em 1959.

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Um pouco antes ainda de Adventures of Superman, Dick Tracy chegava às telonas estadunidenses em 1937. Sim, telonas. Os seriados eram exibidos nos cinemas. Foram 15 episódios estrelados por Ralph Byrd, baseados nos quadrinhos Dick Tracy (criados por Chester Gould). A série teve duas sequências em 1939 e em 1941.

A Mulher Biônica teve seu brilho nas tevês entre 1976 e 1978. A jovem que sofreu implantes biônicos após um terrível acidente pode ouvir à distância sons muito baixos e tem uma força inexplicável, além de correr a uma velocidade incrível, ganhou a atenção do público por três temporadas, em mais de 50 episódios.

Outro clássico da tevê é A Feiticeira. Aquela balançadinha no nariz atraiu o público por todas as confusões que ela aprontava por ser uma feiticeira. O seriado ficou no ar entre as décadas de 1960 e 1970 e teve mais de duzentos episódios e 8 temporadas. No Brasil, fazia sucesso até pouco tempo. Esse sucesso, inclusive, deu repercussão nos filmes sobre a personagem.

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A década de 1960 também nos presenteou com Agente 86. Foram 5 temporadas cheias de humor e ação, graças às trapalhadas de um grande agente que trabalhava no C.O.N.T.R.O.L.E. Alguns filmes foram lançados para homenagear o personagem e nos prender em frente às telonas de tanto rir.

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“Santa memória, Batman!” que lembra do seriado, também da década de 1960, Batman e Robin (estrelado por Adam West e Burt Ward). Em duas partes, a série contou com 120 episódios e muitas risadas. Algumas piadinhas sobre os personagens circularam na época de exibição, o que até hoje ainda é motivo para piadas.

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Recentemente, liguei a televisão em minha casa e, passando os canais, parei em um que exibia nada mais, nada menos que A Mulher Maravilha. A telessérie baseada nas HQs da personagem (DC Comics) estreou em 1975, contou com 3 temporadas e era estrelada por Lynda Carter. Recentemente, a Warner, em parceria com a DC, anunciou um novo projeto em desenvolvimento sobre a heroína.

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Nostalgia? Quando tiver um tempinho, que tal procurar algum desses seriados para assistir? Tenho certeza de que não vai se arrepender. Algumas emissoras de televisão ainda exibem muitos deles, alguns são vendidos em lojas e outros são encontrados facilmente na internet (que não é o meio mais legal de assistir, mas talvez hoje seja o único). Esse post deixou um gostinho de saudade e de vontade de iniciar outra série.