Especial: Setembro dos Games – Jogos de batalha

No último post, o Especial: Setembro dos Games II – Jogos de tabuleiro, tratamos dos saudosos jogos que não exigem tecnologias avançadas para jogar e a galera se diverte em grupo. Neste post, queremos falar de um tipo de jogo que abre um leque de possibilidades: o de batalha. Está preparado para mais um momento nostalgia?

Quando penso em batalha, lembro de The Age of Empires. Faz sentido para você? Creio que boa parte dos jogos que jogamos, no PC ou nos videogames, em dupla ou em grupo, são uma espécie de batalha. Entretanto, quando eu era criança, apesar de só querer jogar Age of Empires só para construir coisas (The Sims pra quê?), eu via meu irmão travar batalhas imperiais nesse jogo.

24988,O

Antes dele, eu conheci batalha naval, e assim voltamos aos jogos de tabuleiro. Acho que nunca venci uma partida de batalha naval. Outro jogo legal de batalha em tabuleiro no mesmo esquema é o Combate. Ele segue a mesma linha do batalha naval, mas, ao invés de ser na água com navios, você tem que acertar os grandes do exército em terra. Particularmente, era um dos meus favoritos. Aí depois veio o War

combate

Com a evolução dos videogames, a coisa ficou mais emocionante. Os gráficos cada vez mais realísticos e a possibilidade de você usar um joystick com formato de arma tornaram as coisas um pouco mais interessante. A geração de jogos como Tomb Raider, CS, GTA, God of War, entre outros, possibilitou aos gamers a chance de fazer suas próprias missões sem depender de uma equipe ou exército para batalhar. E então vieram os jogos de guerra: Medal of Honor, Metal Slug (se classifica como batalha?), Battlefield, SWAT 4 e você pode listar mais todos os jogos que você já jogou e tem vontade de jogar.

07183815997652

medal-of-honor-airborne-18

Só de escrever esse post já deu uma vontade infinita de voltar a jogar esses jogos. Por favor, traz um videogame para mim! Haha’ Aproveita essa quinta-feira e sua vida para jogar seus jogos favoritos de batalha. Esses jogos ensinam estratégia, trabalham reflexos e persistência. E depois dizem que fazem mal.

Aline Gomes

Conheça nossa página no Facebook: facebook.com/qualeadasquintas

Especial: Setembro dos Games II – Jogos de tabuleiro

Antes da revolução tecnológica alcançar os terráqueos, nós é que inventávamos os jogos. Alguns jogos são jogados ainda. É triste pensar que geralmente só jogamos esses jogos (que muito provavelmente os avós dos nossos avós inventaram) quando não temos internet. Estou falando de jogos que aproximam pessoas e estimulam a inteligência dos jogadores: Os jogos de tabuleiro, ou os jogos de grupos. No Especial: Mês da Criança, falei sobre a Hora da brincadeira, em que citei alguns dos jogos listados a seguir.

Na minha infância, minha alegria nas noites de férias não era ver novela, BBB ou qualquer outra coisa a não ser jogar partidas e mais partidas de CanCan. Um jogo de cartas muito semelhante ao Uno, que ganhou mais jogadores e admiradores alguns poucos anos atrás. É um jogo para a família e os amigos, então, a gente se juntava para passar de verdade um tempo junto.

Tudo bem, esse não era um jogo de tabuleiro. Mas jogos como Damas, Ludo, Xadrez, Trilha, Resta Um, Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Perfil, Imagem & Ação foram substituídos aos poucos por outros jogos que exigiam energia elétrica ou de bateria.

Damas, Trilha e Resta Um exigem concentração, assim como Xadrez, apesar de que xadrez é um jogo que lida mais com a parte matemática da cabeça. Ludo já é um pouco de sorte. Para quem não conhece, Ludo é um jogo que você tem que colocar os bonequinhos ou torres todas no centro do tabuleiro, depois de dar uma volta nele e tentar ser esmagado por alguém. (Eu adoro esse jogo.) Ah o Pega-Varetas. Motivo de discórdia sempre. Assim como CanCan e Uno, esse não é um jogo de tabuleiro, é um jogo de mesa. é um passatempo ótimo para pessoas que tremem muito.
11875003_965665133492311_6318574808559581170_o
Há também os jogos novos que fizeram a galera voltar aos tabuleiros como o War. Em meio às mais diversas versões do jogo, não elejo uma melhor, pois todas são bem viciantes. Você começa às 7 da noite e termina – uma única partida – às 5 da manhã. Você une e separa as pessoas ao mesmo tempo com o jogo. A briga já começa quando eu quero o vermelho e outra pessoa também. Assim como os demais jogos de tabuleiro, War exige que você tenha atenção, estratégias e sorte, ou você terá que voltar 10 casa… ou perder a vez (pera…?).

Um outro jogo fantástico e que você pode jogar de diversas formas é o Scrabble, que nada mais é que um Palavras Cruzadas. Só que existe a versão para mesa, com um tabuleiro, fora das revistinhas. Você tira as letras por sorteio e tem que formar palavras e somar pontos. Você pode fazer um bingo no jogo, pode fazer em idiomas diferentes, pode fazer inclusive uma espécia de adedanha. Não falta é diversão e você ainda se diverte aprendendo.
scrabble-android
Se você chega em um lugar com seus amigos e todos não largam o celular, é hora de repensar certas coisas. Pois, que espécie de amizade é essa que mesmo perto continua distante? O que eu quero dizer é que vale a pena largar um pouco o celular e jogar um jogo desses. Por que? Porque nós construíamos amizades muito mais sólidas brincando juntos do que hoje, quando só mexemos no celular o tempo inteiro.
Aline Gomes
Conheça nossa página no Facebook: facebook.com/qualeadasquintas

Especial: Setembro dos Games II – Desculpas de gamer

Vamos lá. Você que já jogou e joga videogame sabe o que é isso: “você só ganhou porque esse controle é ruim” ou “você tá jogando com o controle principal, só por isso ganhou”, e por aí vai. Como bom player que é, com certeza já falou ou ouviu essas e inúmeras outras desculpas.

1088_noti_gamers5

Não é infantilidade ou não saber perder (às vezes é… mas são exceções). Faz parte da brincadeira colocar a culpa no controle, na mosca que tá passando… olha! Isso acirra ainda mais a competição e aumenta a amizade. A pessoa deixa de ser colega… passa a ser cúmplice.

Tanto vira cúmplice, que naqueles jogos single player você pede pro seu amigo passar de fase para você. “Cara, é só passar pelo chefão”. Não há nada de errado nisso… não é desonesto.

Há uma desculpa que quem já jogou em videogames antigos vai entender muito bem: “A culpa é do videogame. Ele me enganou. Mostrou uma coisa, mas mudou, véi, não sei como aconteceu”. Ou você só errou mesmo.

A graça é continuar jogando. Não para de jogar, galera. Chama os amigos para aquela bagunça. Zoa pelas desculpas, zoa pelo controle que não funciona, zoa pelo gráfico. Mas gamer que é gamer sempre vai arranjar uma desculpa para jogar.

Aline Gomes

Conheça nossa página no Facebook: facebook.com/qualeadasquintas

Especial: Setembro dos games – Entre o joystick e as telonas

Já pensou se seu filme favorito virasse um jogo? Ou se seu jogo favorito virasse um filme? Para alguns (muitos) isso já é realidade. O Qual é a das quintas? bateu um papo com os players essa semana sobre os jogos que marcaram suas vidas e que originaram ou foram desenvolvidos a partir de filmes.

A sétima arte contagia os expectadores. É ali, entre o trailer e a saída da sala de cinema, que eles se tornam fãs, ou passam a não gostar do filme. Há aqueles filmes que são tão bons, que merecem ter ‘algo a mais’. “Tem filmes que a gente espera que virem jogos” (Nicolas Raline destaca a expectativa que os fãs têm para a continuação gamer dos seus filmes favoritos). Alguns realmente se tornam games. O Senhor dos Anéis, Star Wars, Minority Report, Harry Potter, O Rei Leão, Aladdin, Monstros S.A. são exemplos de filmes que se tornaram bons jogos, tanto para computador, quanto para os videogames e dominaram até os jogos de tabuleiro – um pouco esquecidos na era digital.

Falando da era digital, cabe destacar os filmes e jogos da LEGO, que dominou o mundo virtual. Muitos filmes e curtas têm suas versões próprias com os bonecos e cenários LEGO. São filmes, geralmente, com um tom mais para a comédia com histórias de aventura, recheadas dos nossos personagens favoritos dos filmes e heróis das histórias em quadrinhos. Os jogos virtuais LEGO dão nova visão, mais leve, aos players. É uma combinação bem interessante para quem gosta dos filmes, dos jogos e de LEGO.

“É mais fácil um filme virar um jogo legal do que um jogo virar um filme legal” (Ana Souza questiona os enredos de alguns filmes baseados em jogos). Aqui temos o outro lado: nossos players acreditam que muitos jogos que tentaram virar filmes não tiveram muito sucesso. Dentre eles, exemplificamos o Resident Evil, que é um jogo bom e o filme, apesar de ser um bom filme de ação, deixa a desejar quanto à história. Street Fighter, Max Payne, Tomb Raider não possuem muita relação com os jogos e, por isso, são duramente criticados.

Mortal Kombat é, segundo os players, uma das salvações dos games no universo cinematográfico. A história do filme, inclusive, baseou o enredo do segundo jogo. O conjunto dos dois deu maior credibilidade à série, e é alvo de elogios.

Há também os desenhos animados, como o Sonic, que causou certo estranhamento ao deixar os joysticks e ir para as telinhas. “Eu sempre vi o Sonic sem falar” (o player Hugo Raphael comenta sobre essa mudança do personagem). Pokémon é um exemplo de desenho que se tornou um dos maiores sucessos gamer desde sua criação.

E se os jogos que nós jogamos na infância fizessem parte de um filme? O filme Detona Ralph, da Disney, lançado em 2012, traz essa sessão nostalgia para os players. Muitos realmente foram ao cinema só para relembrar os jogos que não têm mais acesso. As telinhas deram espaço também para os jogos que marcaram gerações em suas propagandas – e convencem muito bem os telespectadores a consumir os produtos.

A associação dos games com os filmes pode ser um ótima combinação. A expectativa de o player ser o próprio personagem do filme garante a diversão se o jogo for bom, ou as duras críticas quando jogo e filme não combinam muito bem. De qualquer forma, esse é um assunto que dá o que falar.