Como não esperar pelo fim do mundo (de Krypton)

A curiosidade para saber o que aconteceu ao planeta Krypton que fez com que Kal-El viesse para a Terra me fez ficar anos querendo comprar e ler Os últimos dias de Krypton. Agora que eu fiz isso, conto para você minhas impressões sobre o livro.

Kevin J. Anderson é quem faz a narrativa detalhada de uma das versões do que aconteceu ao planeta natal do Superman. Há algumas versões do que teria acontecido a Krypton em quadrinhos, animações e filmes diversos e essa segue uma linha que eu ainda não tinha visto.

O livro traz uma jornada no período de um ano dos irmãos cientistas Jor-El (pai de Kal-El) e Zor-El, filhos de Yar-El, desde as descobertas da possibilidade de o sol vermelho Rao entrar em supernova e de haver uma instabilidade no núcleo do planeta, até a iminente extinção de Krypton.

As aventuras, desventuras e tragédias que acontecem possuem muitos detalhes e um tom sarcástico que me conquistaram. A narrativa é em terceira pessoa, mas acontece sob o ponto de vista de um personagem por vez, o que contribui para tornar a emoção da leitura muito mais consistente.

A impressão que tive, e a forma como contei minha leitura no Skoob, foi de alguém desesperado para um final feliz depois de tantas situações complicadas – mesmo sabendo como seria o final.

O livro fornece uma crítica à política e à sociedade burocrata, que desvaloriza o trabalho científico e que também, por outro lado, também cria monstros com o discurso de fazer maldades em prol do bem maior.

Esse foi um dos melhores livros que já li! Super recomendo.

Até breve!

Aline Gomes

Saga Fronteiras do Universo é incrível! Saiba o porquê – parte 2

A bússola de ouro, conhecida principalmente por Aletiômetro, levou Lyra a novas aventuras no segundo livro da saga Fronteiras do Universo. Pensei melhor e acredito que o livro dois mereça um post exclusivo e é sobre ele que eu vou escrever aqui.

Se você não leu o post sobre o primeiro livro, clique no link a seguir: Saga Fronteiras do Universo é incrível! Saiba o porquê – parte 1.

Em A Faca Sutil, segundo livro da série, temos a inclusão de um personagem muito importante: Will. Ele pertence a um universo diferente do de Lyra e não possui um daemon. Ele atravessa uma janela entre os mundos e conhece sua parceira de aventuras, enquanto fugia de uma situação complicada com a polícia para proteger a mãe e com o objetivo de procurar pelo pai.

O item que não poderia faltar na jornada entre esses mundos, em questão no livro, é uma lâmina especial e extremamente afiada, que causa medo a quem sabe sobre seus poderes. Ela é responsável por abrir as janelas entre os universos. E eu não vou te contar como ela entra na história e as consequências dela.

Nesse livro, você passa a se importar com mais personagens e a sofrer suas dores. Os momentos que narram a história de Will, principalmente, trazem essa sensação para o leitor.

A amizade dos dois protagonistas é linda e cristalina. Um não iria a qualquer lugar sem o outro e, com o Aletiômetro de Lyra e a Faca em posse de Will, ambos entendem que há missões que um deve ajudar o outro a cumprir.

Tudo isso enquanto os mundos estão a beira de uma guerra!

O segundo livro é a história com mais momentos “NÃO PODE SER!”. E também a que eu mais gostei, por ser empolgante e chocante, além de nos ofertar o primeiro contato efetivamente com outros universos.

No próximo post (agora sim), vamos tratar do terceiro livro da saga e da série da HBO (His Dark Materials). Não deixe de acompanhar o blog para mais detalhes!

Até breve!

Aline Gomes