Especial: Setembro dos Games – Jogos de batalha

No último post, o Especial: Setembro dos Games II – Jogos de tabuleiro, tratamos dos saudosos jogos que não exigem tecnologias avançadas para jogar e a galera se diverte em grupo. Neste post, queremos falar de um tipo de jogo que abre um leque de possibilidades: o de batalha. Está preparado para mais um momento nostalgia?

Quando penso em batalha, lembro de The Age of Empires. Faz sentido para você? Creio que boa parte dos jogos que jogamos, no PC ou nos videogames, em dupla ou em grupo, são uma espécie de batalha. Entretanto, quando eu era criança, apesar de só querer jogar Age of Empires só para construir coisas (The Sims pra quê?), eu via meu irmão travar batalhas imperiais nesse jogo.

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Antes dele, eu conheci batalha naval, e assim voltamos aos jogos de tabuleiro. Acho que nunca venci uma partida de batalha naval. Outro jogo legal de batalha em tabuleiro no mesmo esquema é o Combate. Ele segue a mesma linha do batalha naval, mas, ao invés de ser na água com navios, você tem que acertar os grandes do exército em terra. Particularmente, era um dos meus favoritos. Aí depois veio o War

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Com a evolução dos videogames, a coisa ficou mais emocionante. Os gráficos cada vez mais realísticos e a possibilidade de você usar um joystick com formato de arma tornaram as coisas um pouco mais interessante. A geração de jogos como Tomb Raider, CS, GTA, God of War, entre outros, possibilitou aos gamers a chance de fazer suas próprias missões sem depender de uma equipe ou exército para batalhar. E então vieram os jogos de guerra: Medal of Honor, Metal Slug (se classifica como batalha?), Battlefield, SWAT 4 e você pode listar mais todos os jogos que você já jogou e tem vontade de jogar.

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Só de escrever esse post já deu uma vontade infinita de voltar a jogar esses jogos. Por favor, traz um videogame para mim! Haha’ Aproveita essa quinta-feira e sua vida para jogar seus jogos favoritos de batalha. Esses jogos ensinam estratégia, trabalham reflexos e persistência. E depois dizem que fazem mal.

Aline Gomes

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Os gamers comentam: jogos viciantes

“Vou jogar só mais uma partida.” E quando vê, já jogou a noite inteira. Você, meu caro leitor, já passou por uma situação dessa? Todo gamer já passou por isso. Aliás, nem precisa ser um gamer para se viciar em jogos. Com a variedade e a facilidade de acesso aos jogos, o número de viciados em jogos aumentou. O Qual é a das quintas? de hoje conversa com os gamers sobre os jogos os quais eles mais viciaram.

Videogames, jogos de computador, jogos de celular, de Facebook, de Orkut… Enquanto você não passar daquela fase, não para de jogar. E quando passa de fase, quer continuar jogando. Não importam os compromissos, você quase chega atrasado a todos. Acredite, você não é o único.

Jogos de simulação, por exemplo, são altamente viciantes. The Sims, SimCity, Roller Coaster Tycoon são alguns dos mais viciantes. “Joguei por muito tempo e quase fui arquiteto por conta da inspiração que o jogo me deu”, comenta Davi Silveira sobre seu vício em The Sims. O player Matheus Sant’Anna também foi viciado durante um tempo em SimCity e nos conta como foi parar de jogar: “Parei de jogar quando percebi que tava perdendo noites virando nisso”.

Há aqueles que nunca pararam de jogar, como a player Ane Mello que joga League of Legends apenas porque parecia interessante há pelo menos dois anos. Ou o Matheus Giron que joga há quatro anos Clash of Clans por ser uma variação de Age of Empires e Age of Mythology. Ou Crash Bandicoot, que ele não conseguia descansar enquanto não zerava. “Fiquei mais de um ano jogando direto”, admite. Só não joga com muita frequência por conta do trabalho.

Outra categoria de jogos é a de jogos para mobile. Desde o Snake, ou popularmente conhecido como “jogo da cobrinha”, até o tal do Candy Crush, quem nunca se viciou em algum deles. Snake é um clássico, tem gosto de infância. Depois vieram milhares de joguinhos superviciantes. Angry Birds, 2048, Apalavrados, Perguntados são apenas alguns exemplos de jogos que muitos se viciaram.

Alguns gamers também se viciaram em jogos de corrida, como Need For Speed. São jogos que você não vê a hora passar enquanto joga. Você ganha uma corrida, foge da polícia, bate com o carro, troca de carro, mas não larga o jogo.

Parece que o pessoal se viciou também nos tais jogos do Facebook. E os convites para jogar que chegam são inúmeros, principalmente, para as pessoas que não querem jogar. Fica o apelo: nem todos querem jogar.

Para você que é ou já foi um viciado em jogos, NÃO ENTRE EM PÂNICO, há cura. Há mais coisas para viver além de ficar vidrado numa tela de computador, videogame ou celular. Jogos são ótimos! Sem dúvida. Mas não se esqueça de muitas outras coisas que você pode fazer longe das telinhas.

A revolução dos jogos de simulação: o virtual que se torna real

Os jogos sempre no levam a experimentar novas sensações. A cada dia que passa, com o advento tecnológico, parece que a sensação de estar dentro do jogo é ampliada. Muitos são os jogos que nos permitem viver simulações incríveis e é sobre eles que os nossos queridos players vão comentar nesse post.

Simulador é algum tipo de equipamento que permite que o usuário simule um determinado comportamento. Já fizemos um post falando sobre simulação, mas de construção e controle de vida virtual, o The Sims. Através desse tipo de jogo, é possível desenvolver, principalmente, o lado criativo.

E os jogos que simulam e desenvolvem outras capacidades que o player pode ter? Estamos falando de jogos como Dance Dance Revolution, Guitar Hero, jogos de corrida onde é possível simular um volante e os pedais. Imagina a sensação de dirigir com quase todo o equipamento de um carro, mas sem um carro. O player Lucas Svicero comenta sobre a sensação que jogos de simulação passam ao jogador: “Cada jogo tem um modo de envolver o espectador, usando sejam narrativas ou simulação. Jogos de simulação são muito envolventes, é muito prazeroso jogá-los.

Jogos em que você pode simular a dança são excelentes para auxiliar o player melhorar sua coordenação motora. Além disso, são um excelente exercício. Dance Dance Revolution “mora no coração” de muitos players, pois alcançou uma geração que viveu aquela novidade. Conforme a tecnologia foi evoluindo, foram se desenvolvendo outros jogos em que o “dançarino” precisa se esforçar um pouco mais além de pisar em setas. Surgiram jogos como o Just Dance. A simulação em Just Dance te permite realmente dançar, com movimentos completamente novos e exigentes. O player Matheus Sant’Anna, por exemplo, é um verdadeiro fã desses jogos. Para ele o fato de poder mandar bem e sempre ganhar nesses jogos é algo emocionante. “A emoção de ser melhor do que a maioria em alguma coisa em alguma coisa, já que na vida real eu não sou, mas no simulador sim.”

Outro jogo que permite uma experiência de simulação fantástica, e que atraiu fãs pelo mundo inteiro, é Guitar Hero. A player Ane Mello curte bastante esse tipo de jogo. Ela acredita que o jogo estimula “a pessoa a procurar aprender a tocar um instrumento, o que é muito bom, visto que tocar instrumentos melhora a saúde mental e inclusive espiritual, é um meio de você expressar seus sentimentos.” Para alguns, a junção do ato de ouvir música e poder colocar isso em um jogo em que você possa fazer a música é sucesso na certa. Em contrapartida, há quem considere esse modelo de simulação muito limitada e que dificulta a capacidade de criação, apesar de ajudar a desenvolver.

Cada dia que passa temos novos jogos de simulação excelentes. Jogos de esportes, por exemplo, nos permitem simular jogos de tênis, de boliche e muitos outros. É possível viver novas experiências, conhecer cenários e situações que não vivemos no nosso dia a dia. Além de ser um ótimo motivo para reunir os amigos e jogar, esses jogos levam o player a desenvolver ainda mais sua criatividade.

Especial: Setembro dos games – Os players recomendam The Sims

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Lançado no dia 2 de setembro, o The Sims 4 já é considerado, por muitos, um sucesso. Com novas ferramentas e possibilidades de criação, os players agora podem, entre outras coisas, criar personagens cheios personalidade, com visuais únicos e cheios de emoções. Mas o que falar de toda a evolução do jogo ao longo dos anos? Nossos simers contam toda a emoção e expectativa envolvidas no jogo. Confira!

A verdade é que os players se apaixonaram à primeira vista por The Sims. “O jogo onde você pode ser o que você sempre quis ser” virou febre no mundo inteiro apenas com a ideia de criar o seu “mundo perfeito” e desenvolver a criatividade e o raciocínio lógico, isso há oito, dez, doze anos. “Ele te possibilita recriar, de certa forma, a realidade em ambiente virtual, ainda que não com todas as coisas da realidade, mas você consegue simular bastante (…), isso desde o primeiro jogo e muito mais agora, no quarto” (Thalles de Araújo).

A sensação, principalmente nas versões mais recentes, é que você participa mesmo do jogo e pode dar o rumo que quiser à história. O player não é um mero observador do que acontece. “O que é mais legal é a interação que você tem com o avatar. (…) É muito engraçado interagir com ele, colocar ele para fazer certas coisas inusitadas, coisas que eu não conseguiria fazer. (…) São algumas coisas bem inusitadas, mas tem algumas bem realistas” (Douglas Faria). Isso não envolve só um personagem, ou uma família, mas é estar no controle de tudo. “Assim, posso dar a eles o caminho que eu mesmo quero seguir” (Filipe Guedes).

“A melhor parte é montar a casa!” (Guilherme Lucas) Há quem diga também que não é tão bom em construir ou desenvolver ambientes e, por isso, nem se importam muito com isso. “Todo simer que vai construir uma casa no The Sims nunca vai estar satisfeito com ela” (explica Douglas Faria). A proposta do jogo, inclusive, era te dar essa sensação de que você é o arquiteto. Bem como outros jogos de simulação e de criação de ambientes como o Roller Coaster Tycoon, SimCity (que também é da Maxis) e o Trainz. “Acho que eu nunca passei tanto tempo num jogo do que eu passei no The Sims 2 criando casas. Sério, eu acho que eu vou virar arquiteto” (Rodrigo Rodfer).

“É divertido matar os personagens, um tanto sádico, mas divertido. (…) Quando o personagem morre, toca uma musiquinha, aparece uma janela no canto inferior direito e a Dona Morte vem se encaminhando para a porta de entrada. Você tem a opção de negociar com ela” em algumas versões, mas perde dinheiro. (Ana Souza)

As atualizações e as expansões possibilitaram mais aproximações com a realidade, como a interação com toda a vizinhança, multitarefa, novos temas (desde animais, até situações sobrenaturais e futurescas). “É o jogo mais flexível para as pessoas” (comenta Rodrigo Rodfer sobre as possibilidades para os players, como simular a própria família). “Quem nunca jogou, jogue, vai gostar. Quem joga, aproveita” (o player Thalles de Araújo recomenda o The Sims 4). Cheio de novos recursos, a quarta edição de The Sims já está disponível para download no Origin e em algumas lojas espalhadas pelo Brasil. Nunca jogou? Não perca mais tempo!