As férias dos Desafiantes de Yuvalin acabaram e o trabalho de verdade recomeçou. Agora, as aventuras estão mais complexas e você confere mais uma parte da história aqui.
O dia estava lindo. Talvez pelo meu encontro com Goro na noite anterior, apesar de todo vexame que nós demos na Foice e Martelo no dia anterior. E foi para lá que me dirigi nessa manhã, pois tínhamos novas missões a cumprir.
Na porta da taverna, já estava Kroll à espera. De repente, a Ràthania sai pela porta de cara amarrada, abraça meu braço e suspira reclamando dos homens. Com uma risada de concordância, entendi que algo não tinha sido muito bom na noite dela e de Stefan e cochichei alto o suficiente para que todos pudessem ouvir sobre o quanto é difícil estar cercada o tempo inteiro por homens, ainda mais naquela equipe.
Perguntei por Ezequias e decidimos passar pela loja dele a caminho da Guilda, para encontrá-lo em um desses lugares. Eis que, neste trajeto, nos deparamos com uma placa diferente, com uma seta girando muito rápido.
A Placa Indicadora dizia ser tombada pela Guilda e apontar para o que mais se procura no mundo por quem colocar a mão na placa. O pessoal logo se ouriçou e quis aproveitar a oportunidade. Joseph e eu resolvemos perguntar a quem estivesse por perto sobre a veracidade das informações da placa e todos disseram que deveria ser uma brincadeira de um devoto de Hynnin. Fiquei só curiosa, vendo o pessoal descobrindo a seta girando até parar em alguma direção.
Desconfiada, olhando para os lados e para os meninos, fiquei parada por um tempo. Joseph conseguiu me convencer a colocar a mão no local indicado. A seta girou, girou e girou até parar apontando para sudeste. Bom, já esperava. Depois disso, continuamos procurando por Ezequias Heldret.
Ele estava na Minérios Maravilhosos. Tirou os óculos e nos recebeu dizendo que queria falar conosco. Colocou na minha mão uma bolsa de incentivo e contou sobre ter ficado amigo de Drrrun e, decidido a investigar melhor as runas arcanas na mineradora, enviou um grupo com ele para as minas. No entanto, eles não haviam retornado ainda depois de 3 dias. Ele estava bem preocupado, porque muitos na Guilda dos Mineradores deveriam estar contrariados, uma vez que Ezequias não aquiescia diante das vontades deles.
Deveríamos, então, cumprir duas missões para ele nas minas: descobrir o que aconteceu com o grupo que ele enviou e resgatá-los e uma investigação de uma ferramenta artefato para aço-rubi na mina anã. Ezequias já pegou sua mochila, como confirmando que nós faríamos o serviço, e começamos a nos organizar para passar um tempo nas minas.
Caminhamos até as Minas Heldret por um local lindo, bem arbóreo, com muitas flores e animais. Mas algo estranho aconteceu: vi anões saindo de trás dos arbustos, era uma emboscada e tinha uma anã já posicionada com um escudo e martelo. Mas, acredite se quiser, Stefan atirou na anã e acertou em cheio.
Na mesma hora, ela reagiu com seu martelo de guerra contra ele. Joseph começou a tocar seu alaúde élfico e iniciamos um combate contra os anões. Usei magia para consagrar a área, mas fui atingida por um dos anões com o machado de batalha nas pernas, sentindo uma dor absurda.
Stefan atirou mais uma vez na anã líder do bando e ela começou a sangrar e a gritar, soltando impropérios contra todos nós. Edward gritou com ela também e ela recuou um pouco. Apesar de ter lá minhas questões com o Stefan, fiquei preocupada quando um dos anões acertou ele. Kroll não perdeu tempo e dividiu um dos anões ao meio, me dando um banho de sangue.
Meio atordoada com isso, tentei encantar as plantas para segurar os anões, mas eles não ficaram presos e, sim, os meninos. Saí para o lado do Stefan para curá-lo e um anão veio atrás de mim, porém, ao tentar me acertar com o machado, conjurei uma magia que bloqueou seu ataque.
Edward sofreu um ataque e Toshinori não conseguiu derrubar a líder e também foi atacado a distância. Joseph hipnotizou a anã e eu curei o Stefan, enquanto a Ràthania incentivava o namorado. Retornando para perto do restante da equipe, percebi o quão inútil havia sido conjurar as plantas e desfiz a magia.
Ao verem a líder hipnotizada e que estávamos dizimando os outros colegas, os anões que sobraram começaram a fugir. Toshinori derrubou a anã e grita para não matarmos ela, enquanto Stefan atira de novo contra um dos anões fujões.
A líder anã gritou que se rendia e Joseph a mandou se ajoelhar e começou a fazer perguntas. Imediatamente, fui ajudar e ordenei que ela ficasse parada e começasse a falar. Kroll e Ràthania queriam muito matá-la, mas o paladino e Ezequias pediram para que não a matassem, pelo menos, não enquanto a gente interrogasse.
Stroka, a anã, delatou que a namorada dela teria sido contratada para a emboscada. A outra anã estaria dentro das minas enquanto Stroka se encarregaria do ataque a nós. Eu perguntei o que faríamos com ela para Ezequias e Toshinori sugeriu que a levássemos para ajudar numa possível batalha dentro da mina e o grupo conseguimos convencê-la com uma certa dose de ameaça.
Só vi o Stefan guardando a pistola, quando Ràthania reclamou que ele não havia atirado na Stroka. O estranhamento geral com relação ao comportamento, digamos, de alguém normal do Stefan fez com que Toshinori rapidamente cochichasse comigo um comentário sobre o assunto. Bom, a namorada dele era pior do que ele, então, ele estava parecendo mais normal. Só não sabíamos por quanto tempo isso ia durar.
Conseguimos, então, a anã como aliada para cooperar, caso não matássemos a namorada dela, em troca de não termos problemas com a outra e alguns tibares. Aproveitei para curar os feridos e, finalmente, retomamos a nossa jornada.
As Minas Heldret apareceram no horizonte e já reconhecemos os espaços, enquanto acompanhava Ezequias numa conversa sobre o seu trabalho ali. Decidimos começar a investigar pelo nível mais alto da mina. Entramos no elevador e começamos a descer. E foi uma longa descida caverna abaixo. O que me deixou um pouco nervosa.
Continue aqui no Blog para saber o que acontece nos próximos capítulos desta jornada.
Até breve!
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