Épico e aquático – Negociamos com anões

Helga Iris, a sereia druida, e os Desafiantes de Yuvalin estão no primeiro andar das Minas Heldret com uma missão. Nada está muito fácil por lá. Então confira mais uma parte dessa história agora.


Stefan é um péssimo investigador. Tínhamos duas portas naquela sala onde derrotamos o antigo dono da Noah. Levou séculos para descobrir que a porta era de pedra e normal. Pesada e difícil, Toshinori também não conseguiu abrir. Já o Edward simplesmente abriu a outra porta e, então, decidimos seguir por lá.

Cada passo que o inventor dava, parava e analisava o chão, para verificar se havia alguma armadilha. Formamos uma fila para passar pelo corredor com Stefan na dianteira e eu precisei ir no meio do grupo, junto com Joseph, porque eu estava com o lampião. O doido parecia lúcido – evento raro -, então chamou o grupo mais para perto. Aparentemente, ele estava ouvindo algo do outro lado de uma porta.

Alguém estava nos esperando chegar. Só ouvi as conversas quando Edward e Toshinori passaram à frente. A voz de uma mulher ressoava e todos ouvimos ela exigir nossa rendição, nossas armas, em troca dos reféns – trabalhadores anões.

Começamos a negociação. Zhura, a anã que recebeu a missão da própria Guilda dos Mineradores, queria dinheiro e começou a bater nos anões reféns. Edward, Toshinori e Stefan, usando Stroka, a mulher de Zhura, como moeda de troca também.

Tentei apaziguar os ânimos e pedi que a nossa negociação não resultasse em feridos, mas que pudéssemos fazer trocas interessantes para todos. Stefan puxou 50 tibares de ouro de sua bolsa e fez um montinho. Eu fiquei chocada, mas os anões foram rápidos e pegaram o dinheiro. Toshinori e Edward também tentaram negociar com seus preços.

Eu já estava um pouco esgotada e deu para perceber que todos consideravam o quanto seria complicado entrar em combate com Zhura e os outros anões mercenários. Estávamos abrindo mão de armas e dinheiro para que os mineradores, vítimas daquele sequestro, e nós saíssemos ilesos.

Quando Stefan ofereceu uma de suas balas de adamante, finalmente, Zhura cedeu e chamou os outros para se retirarem. Saiu dando um recado para Ezequias de que a Guilda dos Mineradores estava contra ele. Drrrun agradeceu, pois ele era um dos reféns, e disse que deveríamos correr para conseguir essa ferramenta que poderia nos ajudar contra a Tormenta e todas as ameaças puristas.

Sem os mercenários, começamos a investigar a sala e outras partes do primeiro andar da mina. Noah estava dormindo e não queria conversar. Mas, na outra porta, encontramos alguns baús com uma pistola, uma corda, uma harpa bem adornada de marfim e zircão e 20 tibares de ouro. Nada mal.

Decidimos voltar para a cidade, pois estávamos muito cansados. Eu não estava nem pensando no que estava fazendo mais, só estava seguindo o grupo. Completamente esgotada. No entanto, exploramos mais o primeiro andar da mina pelo caminho de volta.

Nas salas que entramos, encontramos armas, sacos de dormir, muita poeira e um mural com o desenho de um golem que Stefan se deteve por um tempo, analisando. Parecia ter ficado meio louco outra vez, mas um pouco diferente. Ele só não estava ali por alguns momentos.

O primeiro andar da mina

Toshinori chegou para ajudar e parece que eles chegaram a um certo consenso. Explicaram para nós que se tratava de um projeto de invenção e tecnologia para fazer golens muito bem elaborados. Enquanto isso, Kroll abriu um baú e encontrou 400 tibares. Bom, parece que perdemos um pouco na negociação e ganhamos alguns tesouros em troca.

Finalmente, saímos das minas escoltando os anões. Vimos Cassandra encontrar Drrrun e outras famílias se reencontrando. Enquanto esperávamos Ezequias cumprimentar algumas pessoas, uma jovem humana chamada Lonien veio até nós para nos perguntar sobre o irmão que pode ter ficado perdido nas minas, pois ficou muito estranho desde que foi expulso da Guilda dos Mineradores.

Eu estava tão cansada que fui tomar uma sopa de peixe antes de me retirar junto com – ACREDITE SE QUISER – Stefan e fui ajudá-lo, ainda por cima, com seus ferimentos. Deixei ele lá na oficina do Drrrun e fui até os campos, onde costumo dormir. Tomei um bom banho e já me senti bem melhor, parecia que Oceano estava me abençoando com seus cuidados sobre mim, enquanto eu tentava cuidar de todos.

Na manhã seguinte, voltamos à Guilda, onde encontramos Ezequias super animado para continuar nossa jornada nas Minas Heldret. Stefan alertou o novo presidente da Guilda que ele deveria ficar na cidade para cuidar dos assuntos da cidade enquanto nós resolveríamos as questões importantes na mina. Mas ele recusou o alerta. Disse que queria aventura e não ficar atrás de uma mesa.

Seguimos. Seguimos e encontramos Rudigger, conhecido como o Profeta que anuncia o fim, um elfo idoso de olhos e barbas brancos sobre um chafariz em uma praça. Ele esbravejava que o fim estava próximo e que precisávamos de um exército de tartarugas, pois seus cascos seriam resistentes à Tormenta. Kroll e Stefan adoraram o maluco, mas eu apenas concordei com suas ideias.

Rudigger, o Profeta que anuncia o fim

Todos ao redor gritavam apenas que ele era um velho maluco. Entretanto, eu entendi quando ele falou sobre Allihanna ter previsto a tempestade rubra e que as tartarugas seriam resistentes. E concordei. Então, ele saiu pelas ruas gritando as mesmas frases e o perdemos de vista.


Continue aqui no Blog para saber o que acontece nos próximos capítulos desta jornada.

Até breve!

Saiba mais sobre a Helga nos posts abaixo:

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