Um truque de mestre: a última jogada?

Quem dá as cartas em Truque de Mestre – 2º Ato é quem faz os melhores truques. Dylan e os 4 Cavaleiros do Olho estão de volta em uma aventura surpreendente e o Qual é a das quintas? vai contar agora o que achou do filme.

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É inevitável compararmos o primeiro ao segundo filme. Então, vamos começar pela comparação. O 2º Ato tem menos surpresas que a primeira parte da série, pelo menos, até a metade do filme. Como uma continuação, a maior surpresa foi o final do antecessor (sem spoilers). Depois de mais de um ano, os cavaleiros começam a duvidar da existência do Olho e de sua governabilidade. Um integrante sai, outro chega e os demais querem algo a mais.

Um truque que deu errado e a jogada seguinte é a de um homem poderoso que forjou sua morte para ser esquecido e continuar lucrando. A intenção, ao raptar os Cavaleiros, é de mostrar que nenhum truque é maior ou melhor que a tecnologia (e o dinheiro). Então, para serem livres outra vez, os 4 têm que roubar algo tecnológico – uma nova e brilhante tecnologia (para o mal) – para dar ainda mais dinheiro a quem os raptou.

A ideia do filme é ótima. Um pouco confusa até você ver o que você não via antes. Essa é a graça do filme, aliás, dos dois filmes. A trilha sonora me arrepiou, excelentes escolhas. Os efeitos também são bons, como os truques.

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O tempo inteiro o filme te faz questionar quem está mentindo, enganando, quem é o mocinho e quem é o vilão. Creio que seja por causa da primeira experiência com Truque de Mestre. Ainda assim, você começa a fazer cogitações sobre cada um dos personagens e vê, ou todas se confirmarem, ou elas caírem por terra facilmente.

A próxima jogada ninguém sabe quem vai fazer, nem se vai fazer. Porém, o final dá uma ideia de que há sempre algo a esperar. Uma última comparação entre um filme e outro: o primeiro me dá vontade de assistir sempre e o segundo também.

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Esse post vai desaparecer em 5 segundos. Agora você vê. Agora você não vê.

Aline Gomes

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Minha história no cinema

O cinema é uma grande paixão mundial. Quando vamos ao cinema assistir a um filme, nós rimos, choramos, namoramos, passamos um tempo com a família, os amigos… Pensando nisso, o Qual é a das quintas? perguntou a alguns cinéfilos qual foi a primeira experiência deles no cinema.

A maior parte dos entrevistados foi ao cinema quando era bem pequeno. O Davi Silveira se lembra de ter ido ao cinema pela primeira vez com o pai para assistir a Vida de Inseto e comenta: “Eu lembro que a tela parecia maior do que imaginava. Aí quando cresci, descobri que não era tão grande, só eu que era pequeno mesmo”.

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Pelo menos nos últimos 30 anos, é notável que muitas crianças foram ao cinema antes dos 10 anos de idade. Isso, é claro, não está baseado em um estudo, mas em uma observação. A facilidade de encontrar cinemas nas grandes cidades possibilitou uma difusão da indústria do cinema e uma proliferação de filmes voltados ao público infantil.

O cinéfilo Henrique Aquino disse que foi ao cinema pela primeira vez quando tinha 5 anos, para assistir a Leitão: O Filme. Ele explica que as crianças, em geral, sentem medo da sala escura e do som alto. Você, possivelmente, passou por isso. “Minha fita de vídeo favorita era a fita do Tigrão: O Filme, e por isso me animei para assistir esse filme. Lembro que não gostei tanto quanto o filme do saltitante, mas ficou marcado na minha memória”, conta.

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Entre os entrevistados, tivemos dois que mencionaram o mesmo filme em sua primeira experiência no cinema: Jurassic Park. Joseane Rios foi com a tia, Lilian Castro e conta:”Um garoto sentou do me lado, contou o filme todo. Morri de medo. Toda hora ia ao banheiro!”. O outro cinéfilo que assistiu Jurassic Park no seu primeiro encontro com o cinema foi o Ramon Cavalcanti, que disse ter sido uma experiência traumatizante. “Eu era pequeno, acho que no máximo 5 anos. Saí correndo umas 5 vezes da sala”. Ramon conclui dizendo: “hoje eu amo dinossauro”. Medo vencido!

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Talvez, as crianças de hoje em dia nem saibam o que as crianças de 10 ou 20 anos atrás passaram no cinema. Mas, no final das contas, todos nós adoramos estar lá, torcendo pelos personagens, chorando e rindo. Sempre bom curtir esses momentos, até os traumatizantes.

Você se lembra da primeira vez que foi ao cinema? Tem uma história de amor ou ódio à primeira vista? Conta pro Qual é a das quintas?. Nós amamos histórias. Nós amamos cinema.

Aline Gomes

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Os jornalistas que amamos (ou não) no cinema

No dia 1º de junho, é comemorado, no Brasil, o Dia da Imprensa. Pensando nisso, começamos a lembrar de grandes (ou péssimos) jornalistas que encontramos nos filmes. O Qual é a das quintas? preparou uma lista de personagens jornalistas, que trabalham em jornais e revistas, de filmes que adoramos (ou não).

Clark Kent e Lois Lane
Estamos acostumados a gostar mais deles nos quadrinhos, mas em alguns filmes, como os primeiros do Superman, mostram um pouco da personalidade dos dois. Ainda estamos tentando entender como ninguém percebe, ao menos no cinema, que Clark é o Superman.

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Peter Parker e John Jonah Jameson “JJJ”
O Clarim Diário também é muito mais conhecido no universo das HQs. Porém, a primeira trilogia de Homem-Aranha deu um destaque especial ao jornal. “JJJ”, dono e editor do Clarim, é o cara que quer ver os super-heróis sofrerem, e o Peter Parker é o cara que faz o Homem-Aranha aparecer.

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Andrea “Andy” Sachs e Miranda Priestly
A foca (novata) Andy Sachs se torna assistente da poderosa Miranda Priestly e vive uma louca aventura. O universo da revista Runway nunca viu tanta transformação, tanto na aparência da moça, quanto no comportamento da editora chefe.

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Jenna Rink
O mundo de Jenna Rink vira de cabeça para baixo quando ela vai dos 13 aos 30 (a idade do sucesso) num passe de mágica. Todos os seus maiores desejos viram realidade, inclusive ser jornalista na revista Poise, e na Sparkle também… o que é meio constrangedor.

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Spotlight
A equipe de jornalismo investigativo do The Boston Globe, Spotlight, entra de cabeça no caso do abuso de padres a crianças na região. Um drama que o Qual é a das quintas? já fez sua crítica.

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A lista não para por aí. O cinema gosta de colocar jornalistas como personagens de suas histórias. E nós amamos tudo isso. Manda mais que tá pouco!

Aline

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Stark vs Rogers – e todo mundo só queria ver o Homem-Aranha

A expectativa de que Capitão América: Guerra Civil superasse, de alguma forma, Batman vs Superman no cinema teve seus (bons) motivos. O que já se sabe é que um filme só foi feito porque o outro estaria em produção. Vamos às considerações do Qual é a das quintas? sobre Capitão América: Guerra Civil.

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Ao contrário do que muitos disseram, o filme não é recheado de piadinhas. Tem, sim, muitas. Mas não é uma comédia, como Homem-Formiga. Por causa dele, inclusive, é que o nível de risos na sala de cinema aumentam, dele e do Homem-Aranha. A Marvel tem essa característica de fazer mais humor, mesmo na ação. Lembre-se que são mais de 90 anos fazendo animações e live-actions musicais e humorísticas. E se você quer comparar a Batman vs Superman, piada é o que não falta nos dois filmes.

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A trilha sonora é muito boa, condiz com as situações, com as cenas. O roteiro que deixou um pouco a desejar. As motivações para tanta briga e luta não eram tão fortes assim, da mesma forma como no filme concorrente. As cenas de batalha são boas, os erros não são perceptíveis à primeira vista.

Apesar de ter me surpreendido, essa não é a produção da série que mais me chamou a atenção ou que me fez sair do cinema achando que foi o melhor filme do mundo. O filme é ótimo! Tem o Homem-Aranha, gente! E ele é um personagem chave para o que a Marvel vem preparando para o futuro.

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Cada personagem tem suas características mais acentuadas. Principalmente, os recrutas. Mas não podemos esquecer que Tony Stark está muito mais sombrio nessa produção. Suas questões mal resolvidas e toda a culpa que ele carrega (por todas as burrices) são coisas que vão e voltam o tempo inteiro na trama. As atitudes que ele toma são fundamentais para desencadear todas as situações que comprometem os Vingadores.

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Capitão América: Guerra Civil é um filme com características de filme do Capitão América. Todos têm essa pegada mais dark e mais sofredora, cheias de idas e vindas da S.H.I.E.L.D. e da Hydra. Vale a pena assistir? Vale! Muito, por sinal. Afinal, você precisa desse conteúdo para entender os próximos capítulos. Creio que seja necessário que eu assista a esse filme mais vezes para tirar melhores conclusões. Por ora, é isso.

Aline Gomes

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Santo remédio, Batman!

Concluindo a frase do Robin, “Rir é um santo remédio!” E é mesmo. Sorrir é saudável e faz bem tanto pra quem pratica a ação quanto pra quem recebe o sorriso. E tem jeito melhor de sorrir que assistindo a alguma cena engraçada? Ou lendo um livro muito bom? O Qual é a das quintas? pesquisou sobre o sorriso e constatou que estamos muito bem servidos de filmes, séries e livros que nos fazem sorrir.

Há pesquisas que dizem que o riso auxilia no emagrecimento (MDS), melhora a autoestima, diminui o estresse e a dor e relaxa. A risada libera endorfina, o hormônio que diz “tá tudo bem”.

Eu cresci assistindo a bons seriados de comédia: Um maluco no pedaço, Eu, a patroa e as crianças, As visões da Raven, 3 é demais, Alf: o ETeimoso, Chaves, Chapolin… a lista é longa. Recentemente, o Qual é a das quintas? fez um post sobre Fuller House, a série Netflix que trouxe de volta as risadas de pessoas do mundo todo que assitiam 3 é demais na infância e juventude. Além dessas séries, há algumas um pouco mais antigas que achamos graça de tudo: roteiro, gírias da época, efeitos visuais… Tá lá em Seriados antigos – bom humor e nostalgia.

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Além dos seriados, os filmes, até os menos prováveis, têm aquela pegada de uma piadinha aqui, outra ali… Se fôssemos listar todos, seria post gigantesco. Porém, quero destacar um que realmente me surpreendeu. Batman vs Superman: a origem da justiça, apesar de toda escuridão, arranca risadas facilmente em determinadas cenas. Isso é legal, para quebrar um pouco o clima, suavizar e é um diferencial de filmes que têm piadas o tempo inteiro.

Nada contra filmes que contam piadas de 2 em 2 minutos. Alguns, porém, exageram na dose, tornando o filme sem graça. Alguns filmes da Marvel já passaram do ponto por causa disso. Entretanto, os filmes continuam sendo muito bons, pois as piadas são inteligentes e cheio de referências (adoro referências!). Como é o caso de Guardiões da Galáxia, que é um filme bem humorado e tem uma boa história.

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Os livros também sempre me fizeram sorrir. Por mínimos detalhes ou histórias realmente engraçadas. O Guia do Mochileiro das Galáxias, por exemplo, a genialidade de Douglas Adams dispensa apresentações. Os livros de Rick Riordan, principalmente para adolescentes, são um exemplo de humor leve, com uma história de fácil compreensão. Lembro (e jamais poderei esquecer) de Marley & Eu. Que livro! Você ri de gargalhar. Não leia em público, isso pode trazer algum constrangimento.

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Não há remédio melhor que sorrir! Dar boas gargalhadas é a recomendação do Qual é a das quintas? para todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Vai… pode rir em público sim. O sorriso contagia. Pode ser o que você e o que as pessoas ao seu redor precisam. Não espere para sorrir para uma câmera. Sorria mesmo sem estar sendo filmado.

Aline Gomes

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A casa tá cheia… de novo!

Os Fuller e a família toda se encontraram outra vez 28 anos depois e isso foi fantástico. Não só por ter os mesmos atores, sendo os mesmos personagens, mas é incrível ver que o roteiro continua ótimo. O Qual é a das quintas? escreve neste post sobre Fuller House, uma das novas (ou talvez nem tão novas) séries Netflix.

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Em 13 episódios, a família Fuller conseguiu nos fazer rir e emocionar – rir muito mais, é claro. Nessa nova fase, os “adultos” saem de cena e as crianças agora têm que administrar uma casa. DJ, Stephanie e Kimmy são responsáveis por 4 crianças muito espertas. A família continua grande mesmo sem pai e tios por perto. As meninas já sabem se defender! (Ou não).

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Se você se pergunta sobre as gêmeas Olsen, não… elas realmente não quiseram aparecer na série (desculpa acabar com seus sonhos). Inclusive, isso gera inúmeras piadas. Piada é o que não falta, aliás. Dificilmente você ficará 5 minutos sem rir.

Um pouco de nostalgia e novidade envolve o espectador. Parece que é só uma nova temporada daquilo que vimos há 28 anos. Alguns viram há menos tempo… É possível já sentir saudade quando o 13º episódio acaba. Na verdade, a saudade começa no 1º episódio, quando você lembra a série que acabou, Full House, em 1995.

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O Qual é a das quintas? aprovou e você devia fazer o mesmo, sem brincadeira. Diversão para a família toda. Uma comédia suave que pode ser assistida e entendida por crianças e adultos. Claro que, se você assistiu a 3 é demais vai entender muito mais fácil certas coisas. Mas a série nova é completamente compreensível por qualquer um e digna de audiência.

Aline Gomes

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Batman vs Superman – Um filme de heróis diferente

Ao contrário do que muitos dizem, Batman vs Superman não é um lixo (sob qualquer hipótese). Não acredite neles! Veja com seus próprios olhos. Vou contar a vocês nesse post o que eu vi com meus próprios olhos (na minha primeira experiência numa sala XD) assistindo a Batman vs Superman: A Origem da Justiça.

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Esse filme não é da Marvel. É bom ressaltar isso porque as pessoas estão tão acostumadas a ver vários filmes da Marvel todos os dias e pensam que o modelo de filme de super-heróis tem que ser este, sem abrir um pouco o horizonte para o que é um filme de super-heróis. Não espere muita cor. O filme é escuro mesmo, é sombrio. E esse era o objetivo (que foi bem alcançado).

A história se passa após o mundo conhecer o Superman. Há, inclusive, cenas da batalha entre o herói e o General Zod, do filme predecessor: O Homem de Aço. E se você não viu esse filme, fique tranquilo, não é impossível entender. É bom ter visto, todavia. Nessa ocasião, as pessoas se perguntam se podem ou não conviver com o Superman na Terra, se é seguro. Afinal, em uma batalha, ele destruiu uma cidade (nisso sim parece um filme da Marvel).

Do outro lado está o Batman. Alguém que tem lembranças terríveis da infância e muitos pesadelos, envolvendo passado, presente e futuro. Ele crê que a melhor maneira de defender o mundo seja eliminar o “falso deus” de Metropolis.

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Além disso, temos Lex Luthor, um cara que quer ver o circo pegar fogo, literalmente. Na empresa deixada pelo seu pai (que não era um cara lá muito legal com ele, na visão dele), Luthor começa a pesquisar um meio para, não só destruir o Superman, mas para acabar com o mundo. Apesar de muitos acharem que o personagem não foi bem representado, porque parecia que ele estava tentando se tornar um Coringa, Lex tem uma personalidade forte e muito interessante.

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Esse encontro brilhante e sombrio, cheio de paredes quebradas e a consciência de não destruir outra vez a cidade é bem explosivo. O início de uma nova era de super-heróis está surgindo e Superman, Batman e Mulher Maravilha (ela está incrível!) estão ali para destruir um vilão em comum.

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A trilha sonora é fantástica. Talvez mais fantástica que o filme. Porque você sente mais emoção pela música que pelas cenas em si. Os efeitos e filtros do longa também são excelentes. Muita explosão, fogo pra todo lado e várias paredes e prédios quebrados.

A DC/Warner surpreendeu com tantas referências. E olha que o rei da referência é da empresa concorrente. Quando o filme termina, você ainda fica olhando para a tela, sentindo a emoção e tentando absorver tudo. A empresa já está planejando os próximos filmes, não só Esquadrão Suicida, que estreia este ano. Vendo com meus próprios olhos, a produção superou as minhas expectativas.

 

Aline Gomes

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Sobre Anne

Quinta-feira, 31 de março de 2016

Querida Kitty,

Imagino que não te escrevam há muitos anos. Desculpe-me ser intrometida, mas li o que Anne Frank te escreveu e estou comovida pelas histórias contadas por ela. Penso que você saiba o que aconteceu quando ela parou de te escrever. Uma moça tão jovem…

Quando estudamos a 2ª Guerra Mundial na escola, temos uma ideia, por vezes, superficial do que aconteceu nela. Com um estudo aprofundado, a partir de pesquisas de especialistas no assunto, podemos compreender um pouco mais. No entanto, penso que não há nada melhor que alguém que viveu a História para dizer como tudo realmente aconteceu.

Esse é o caso de Anne Frank, uma adolescente judia que contou as situações vividas na Guerra em seu diário. Dois anos após o seu fim, seu diário foi publicado em formato de livro e podemos, hoje, entender mais uma parte do quebra-cabeça.

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Anne ganha no seu 13º aniversário um caderno – diário – e resolve ali escrever quase que diariamente sobre sua vida, seus pensamentos, solidão e sentimentos. Facilmente esquecemos se tratar de uma história real, que ela realmente escreveu aquilo. Estamos tão acostumados a ler ficções que parece não passar de historinha. Kitty é a amiga a quem Anne Frank se dirige, uma personagem fictícia que existe apenas para que o discurso não seja impessoal.

Em seu diário, Anne Frank descreve em detalhes como era sua vida antes de ter de se esconder dos nazistas, e como tudo aconteceu depois, como a vida mudou. No Anexo Secreto, na Holanda, esconderijo da sua família durante a Guerra, a jovem vive as mais diversas transformações que uma adolescente passa. Lá, ela descobre seus sentimentos com relação à família, aos amigos, à liberdade, ao desejo de crescer e de amar.

prédio-anexo-secretoPrédio do Anexo Secreto, onde a família Frank ficou escondida entre 1942 e 1944.

A simplicidade com que escreve e conta seus anseios e questionamentos mais íntimos faz com que o leitor se sinta o próprio destinatário das suas cartas. A História do mundo é contada de acordo com a visão de uma adolescente que estava trancafiada, escondida, para não ser levada aos campos de concentração nazistas. A vida para ela continuava ali, ainda que ninguém além dos seus pais, os Van Daan o sr. Dussel e os amigos que os abrigaram no depósitos soubessem da existência daquele lugar.

A menina tinha sonhos, planos para o futuro. Vivia intensamente sua não-liberdade e ainda almejava o ar fresco que entrava pela janela (quando se podia abrir). Sonhava em ser jornalista ou escritora, pois amava escrever. Seu relacionamento com os confinados não era maravilhoso e eles tinham sérios problemas com mantimentos e conforto.

Apesar de tudo, Anne foi feliz e infeliz, amou e desamou, sorriu e chorou, brincou e se escondeu até o último dia de confinamento. É difícil escrever tão pouco sobre um livro tão rico. Um livro que deveria ser lido, não apenas pelos amantes de História, mas pelos amantes da vida.

“Ao olhar para fora, para a profundeza de Deus e da natureza, senti-me feliz, realmente feliz. E, Peter, enquanto eu possuir aqui esta felicidade, alegria, saúde e muito mais, tudo por acréscimo, enquanto possuir isto, acho que é sempre possível recapturar a felicidade. As riquezas podem perder-se, esta felicidade que vem do próprio coração pode velar-se, mas nunca deixará de existir enquanto a vida durar. Enquanto se puder olhar sem temor para os céus, enquanto soubermos que somos puros de coração, teremos sempre a felicidade em nós.” (Anne Frank, 1944)

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Sua Aline.

Spotlight – O Jornalismo Investigativo revelado no cinema

A história do cinema mundial conta com excelentes filmes sobre jornalistas, ou o jornalismo em si. Baseado em fatos, Spotlight: Segredos Revelados, creio eu, faz parte dessa lista. O Qual é a das quintas? tem a honra de comentar neste post o filme ganhador do Oscar 2016 de Melhor Filme, assim como já comentamos o Oscar 2016 de Melhor Animação (que chique!).

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Vamos esclarecer. Nem todo drama tem choro, certo? Porque muita gente “julga pela capa” quando citamos o gênero de um filme. Spotlight é um drama que te faz chorar (não é regra, mas pode acontecer), não por alguma cena triste, de alguém que morre, ou algo parecido. Spotlight: Segredos Revelados te faz chorar de raiva.

Raiva? Por que? Bom, eu estudo Jornalismo, já entendo mais ou menos o que é ser jornalista. Em casos como o da equipe de investigação Spotlight, é muito difícil não criar uma revolta, pelo menos interna, diante de tantas descobertas terríveis.

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Sendo jornalista ou não, ao assistir ao longa, você se vê no lugar de cada um daqueles personagens. Parece que você faz parte da equipe e também tem que correr contra o tempo para evitar mais casos de moléstia contra crianças. Tudo colabora, inclusive, durante o filme, para esse tipo de sentimento. A trilha sonora, por exemplo, típica de dramas, está lá, você quase não percebe, mas dá vida aos seus sentimentos de espectador.

Um filme baseado em fatos é ligeiramente mais complicado que uma ficção. Em uma ficção, o desafio é tornar tudo real ou irreal demais. Já nas não-ficções, o desafio é não virar fantasia demais. Bom, a Spotlight estava lá, investigando, saiu no jornal. Essa é a primeira não-ficção que o Qual é a das quintas comenta. Como autora, nunca gostei muito de não-ficções porque simplesmente não queria chorar com uma história triste. Nesse caso específico, não foi fácil segurar as lágrimas, dados motivos acima citados.

Se valeu o Oscar? Creio que sim. O roteiro é bom, envolvente. A escolha dos atores também foi boa. Acho que a explosão do personagem de Mark Ruffalo deve ter deixado muita gente preocupada… vai que ele vira o Hulk ali.

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Vale entender o dia a dia de uma equipe de investigação em um jornal, os impedimentos, a dificuldade das vítimas entenderem o que é prioridade no jornalismo nacional e a de se entender com quem não quer comentar, geralmente autoridades envolvidas.

Como futura jornalista, senti orgulho da profissão que escolhi. Da luta que é ver justiça sendo feita e ser personagem principal nisso.

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Aline Gomes

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Divertida Mente: os sentimentos do Oscar

O Oscar 2016 foi um marco. Primeiro, porque todo mundo (ou uma parte dele) torcia por Leonardo DiCaprio. E não é que ele levou o prêmio?! Muitos outros motivos tornaram esse Oscar memorável. Um dos motivos foi a estatueta de melhor animação ir para Divertida Mente, longa animação da Disney Pixar. O Qual é a das quintas? assistiu ao filme e comprovou que ele realmente podia muito bem ter levado o prêmio mesmo.

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Depois de fazer brinquedos terem sentimentos, insetos terem sentimentos, carros e aviões terem sentimentos, os próprios sentimentos têm sentimentos. O que acontece na cabeça de uma pessoa? Nós não entendemos nem o que acontece na nossa cabeça! Imagina na das pessoas. Mas Divertida Mente esclarece de forma lúdica como seria o funcionamento dos nossos sentimentos em cada situação da vida.

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Alegria é a personagem que luta para que a pequena Riley seja feliz. Ela não entende muito bem qual a função dos outros sentimentos e quer controlar a Sala de Comando. A Tristeza é a que menos é compreendida nessa história toda. Para a Alegria, a Tristeza só está aí para atrapalhar. E os demais: Medo, Raiva e Nojinho são usados apenas em certas ocasiões.

Entretanto, por um descuido, Alegria e Tristeza são arrancadas da Sala de Comando com as Memórias-Base de Riley. Elas precisam a todo custo retornar para que a menina não sofra sem a Alegria e a Tristeza.

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Em Divertida Mente vemos que a Alegria também chora e que a Tristeza é fundamental para que existam momentos felizes. Ou seja, o filme é divertido, alegre, mas você chora com a Riley e chora com a Alegria. Contraditório? Um pouco. Mas faz todo o sentido quando você assiste ao filme.

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Bom para crianças, bom para adultos, a animação é bem feita, a trilha sonora é ótima e a emoção… Bom, todos os sentimentos se afloram quando vemos esse filme. Imagina o que os nossos sentimentos sentem quando estamos assistindo. Que loucura! Prêmio bem dado? Talvez a Glória Pires não saiba, mas esse filme realmente mereceu.

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Aline Gomes

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