Mestre bom deve ser você

“Todos merecem uma segunda chance”
(Ao mestre com carinho)

No Dia do Mestre, como todos os dias do ano, o Qual é a das quintas? preparou um post para homenagear os mestres da ficção que nos ensinaram tanto quanto os mestres da vida real. Professores amados, não se sintam ofendidos! Sem vocês nós também não saberíamos o que isso significa.

Vamos começar com o ensino da paciência. Sem entender nada, o pequeno gafanhoto é treinado para o Kung Fu. Mestre Miyagi, com toda a sua sabedoria, traz mais ensinamentos do que apenas lutar, mas para todas as áreas da vida.

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E quando o pessoal da Caverna do Dragão precisava de algum help… ele desaparecia. Mas o Mestre dos Magos estava lá para ensinar coisas preciosas, serenas e sábias.

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Ser lutador não é fácil. Mas o Mestre Splinter conseguiu treinar 4 tartarugas gigantes. Mesmo ele sendo um rato (também gigante). Ele cuidou de cada um dos 4 como se fossem seus filhotes e os instruiu como um pai e amigo.

Um dos caras mais sábios que o cinema já viu. Ele consegue ver o que vai na alma da pessoa, suas intenções e desejos. Instruiu muitos no caminho de se tornar um jedi. Que o diga Luke Skywalker, que foi treinado pessoalmente por ele, mesmo sem entender patavinas do que estava fazendo, a não ser querer se tornar um jedi.
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“Tentar não. Faça, ou não faça. Tentativa não há” (Mestre Yoda)
Uma missão muito, mas muito difícil foi entregue ao Mestre Shifu pelo Mestre Huguei, quando ele partiu: transformar um panda desajeitado em Dragão Guerreiro. Põe difícil nisso.
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Esses são alguns exemplos de mestres que deixam marcados em nossos corações lições de sabedoria, respeito, paciência. Os mestres da realidade estão mais próximos dos mestres da ficção do que imaginam. Se eles se lembrarem dos mestres que fizeram sua infância e adolescência mais feliz, com certeza serão mestres ainda melhores.

Aline Gomes


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Livros infantis – Só os clássicos

A única coisa que eu lembro do primeiro livro que eu li é a capa. Não lembro a história e nem o título. Mas lembro perfeitamente o dia que ganhei. Depois dele vieram muitos. E é sobre esses livros, que marcaram minha infância e o início da adolescência, que o Qual é a das quintas? vai falar neste post.

Os clássicos. Eles são aqueles livros que todo mundo já ouviu falar. Pode até não ter lido. Um deles é O Pequeno Príncipe. Esse livro voltou a fazer muito sucesso de um ano ou dois para cá. Sem dúvida, as crianças aprendem e se apaixonam pelo livro. Eu lembro da fita (de vídeo) do filme baseado no livro.

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Um livro que me marcou bastante foi Dom Quixote. Devo ter lido umas 5 vezes. O nobre cavaleiro que desbravou o mundo tendo verdadeiras alucinações desperta a curiosidade e a imaginação de quem se permite viver a história. Com uma linguagem simples, o livro alcança gerações e gerações de gente que prefere encarar os monstros imaginários.

A lista cresceu com Os Três Mosqueteiros e toda a aventura de defender o rei da França e as próprias trapalhadas dos 4 mosqueteiros (nunca entendi: se são 4…). O Conde de Monte Cristo, de Dumas, é um clássico, sem a menor dúvida. Uma história de amor, traição, vingança… melhor que as novelas que passam na tevê.

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O meu pai me apresentou a coleção dele de livros. Que loucura. Eu devorava. As Aventuras de Tom Sawyer, Robinson Crusoé, A Ilha do Tesouro, Alice no País das Maravilhas, Volta ao Mundo em 80 dias, O Máscara de Ferro… esses são clássicos de verdade.
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Muitos autores de livros infantis começaram contando histórias para os filhos antes de dormir. Tolkien fez isso e hoje temos toda a sua literatura em mãos. Alguns autores mais atuais também passaram pelo mesmo processo, como é o caso de Rick Riordan. Afinal, nada melhor do que as crianças para dizerem se gostaram ou não de uma história feita para elas. Agradeço a elas porque eu tive e tenho hoje muitos livros para ler.
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Ficou com saudade? Eu fiquei. Gostaria de voltar ao tempo quando eu tinha muito tempo para viajar por todos esses mundos mágicos e me perder em cada ilha, cidade, festa, palácio. Falei muito de mim nesse post porque não tinha como falar sobre as literaturas da infância sem citar os livros que eu mais gostava de ler. Se você não leu ainda algum desses títulos, não deixe de ler! Complete sua infância!

Aline Gomes
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Dia Internacional da Música – Nós adoramos musicais!

O Dia Internacional da Música foi instituído pelo International Music Council em 1975, no dia 1º de outubro. Pensando nisso, o Qual é a das quintas?, que adora falar sobre música, resolveu fazer um post sobre a música no cinema. Sim, já falamos sobre esse assunto antes (Leia: O som das grandes histórias), mas hoje vamos falar especificamente de musicais.

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Nós crescemos assistindo a musicais. Animações são, em sua maioria, musicais. Os desenhos da Disney são os mais conhecidos e fantásticos já criados no mundo. Quem não fica feliz, nostálgico e até emocionado ouvindo “Hakuna Matata”, “Um Mundo Ideal”, “Amigo, estou aqui”, “Somente o necessário”, entre tantas outras músicas, em conjunto com as imagens fantasiosas e as histórias dos nossos personagens favoritos? Depois da Disney, a Fox e a DreamWorks também entraram nesse universo, cantando “Foi no Mês de Dezembro” (Anastasia) e “Um Rango Legal” (A Era do Gelo 2).

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Fora das animações, conhecemos A Noviça Rebelde e Mary Poppins, com Julie Andrews. Musicais em que aprendemos e sentimos a naturalidade como a música flui das ações e cenas. São histórias que envolvem gerações com frases cantadas (com ou sem sentido). E te desafio a cantar “Supercalifragilisticexpialidocious” energicamente, junto com os personagens. Que mundo fantástico.

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Musicais que são sucesso na Broadway também se destacam nas telonas. Les Misérables (Os Miseráveis) é um exemplo inquestionável de uma grande e fabulosa adaptação de musical. Nele você pode mergulhar na história e na História. A música não é só uma aliada, ela conta e conta a história com uma emoção que mal cabe no ator/cantor.

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Você tem um musical favorito? Conta para a gente. Nós adoramos musicais! Acredito que o musical tem um poder de, além de fazer a história ser muito mais atraente, ensinar e traduzir a história de uma forma naturalmente mais fácil de entender.

Aline Gomes

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Especial: Setembro dos Games – Jogos de batalha

No último post, o Especial: Setembro dos Games II – Jogos de tabuleiro, tratamos dos saudosos jogos que não exigem tecnologias avançadas para jogar e a galera se diverte em grupo. Neste post, queremos falar de um tipo de jogo que abre um leque de possibilidades: o de batalha. Está preparado para mais um momento nostalgia?

Quando penso em batalha, lembro de The Age of Empires. Faz sentido para você? Creio que boa parte dos jogos que jogamos, no PC ou nos videogames, em dupla ou em grupo, são uma espécie de batalha. Entretanto, quando eu era criança, apesar de só querer jogar Age of Empires só para construir coisas (The Sims pra quê?), eu via meu irmão travar batalhas imperiais nesse jogo.

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Antes dele, eu conheci batalha naval, e assim voltamos aos jogos de tabuleiro. Acho que nunca venci uma partida de batalha naval. Outro jogo legal de batalha em tabuleiro no mesmo esquema é o Combate. Ele segue a mesma linha do batalha naval, mas, ao invés de ser na água com navios, você tem que acertar os grandes do exército em terra. Particularmente, era um dos meus favoritos. Aí depois veio o War

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Com a evolução dos videogames, a coisa ficou mais emocionante. Os gráficos cada vez mais realísticos e a possibilidade de você usar um joystick com formato de arma tornaram as coisas um pouco mais interessante. A geração de jogos como Tomb Raider, CS, GTA, God of War, entre outros, possibilitou aos gamers a chance de fazer suas próprias missões sem depender de uma equipe ou exército para batalhar. E então vieram os jogos de guerra: Medal of Honor, Metal Slug (se classifica como batalha?), Battlefield, SWAT 4 e você pode listar mais todos os jogos que você já jogou e tem vontade de jogar.

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Só de escrever esse post já deu uma vontade infinita de voltar a jogar esses jogos. Por favor, traz um videogame para mim! Haha’ Aproveita essa quinta-feira e sua vida para jogar seus jogos favoritos de batalha. Esses jogos ensinam estratégia, trabalham reflexos e persistência. E depois dizem que fazem mal.

Aline Gomes

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Especial: Setembro dos Games II – Jogos de tabuleiro

Antes da revolução tecnológica alcançar os terráqueos, nós é que inventávamos os jogos. Alguns jogos são jogados ainda. É triste pensar que geralmente só jogamos esses jogos (que muito provavelmente os avós dos nossos avós inventaram) quando não temos internet. Estou falando de jogos que aproximam pessoas e estimulam a inteligência dos jogadores: Os jogos de tabuleiro, ou os jogos de grupos. No Especial: Mês da Criança, falei sobre a Hora da brincadeira, em que citei alguns dos jogos listados a seguir.

Na minha infância, minha alegria nas noites de férias não era ver novela, BBB ou qualquer outra coisa a não ser jogar partidas e mais partidas de CanCan. Um jogo de cartas muito semelhante ao Uno, que ganhou mais jogadores e admiradores alguns poucos anos atrás. É um jogo para a família e os amigos, então, a gente se juntava para passar de verdade um tempo junto.

Tudo bem, esse não era um jogo de tabuleiro. Mas jogos como Damas, Ludo, Xadrez, Trilha, Resta Um, Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Perfil, Imagem & Ação foram substituídos aos poucos por outros jogos que exigiam energia elétrica ou de bateria.

Damas, Trilha e Resta Um exigem concentração, assim como Xadrez, apesar de que xadrez é um jogo que lida mais com a parte matemática da cabeça. Ludo já é um pouco de sorte. Para quem não conhece, Ludo é um jogo que você tem que colocar os bonequinhos ou torres todas no centro do tabuleiro, depois de dar uma volta nele e tentar ser esmagado por alguém. (Eu adoro esse jogo.) Ah o Pega-Varetas. Motivo de discórdia sempre. Assim como CanCan e Uno, esse não é um jogo de tabuleiro, é um jogo de mesa. é um passatempo ótimo para pessoas que tremem muito.
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Há também os jogos novos que fizeram a galera voltar aos tabuleiros como o War. Em meio às mais diversas versões do jogo, não elejo uma melhor, pois todas são bem viciantes. Você começa às 7 da noite e termina – uma única partida – às 5 da manhã. Você une e separa as pessoas ao mesmo tempo com o jogo. A briga já começa quando eu quero o vermelho e outra pessoa também. Assim como os demais jogos de tabuleiro, War exige que você tenha atenção, estratégias e sorte, ou você terá que voltar 10 casa… ou perder a vez (pera…?).

Um outro jogo fantástico e que você pode jogar de diversas formas é o Scrabble, que nada mais é que um Palavras Cruzadas. Só que existe a versão para mesa, com um tabuleiro, fora das revistinhas. Você tira as letras por sorteio e tem que formar palavras e somar pontos. Você pode fazer um bingo no jogo, pode fazer em idiomas diferentes, pode fazer inclusive uma espécia de adedanha. Não falta é diversão e você ainda se diverte aprendendo.
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Se você chega em um lugar com seus amigos e todos não largam o celular, é hora de repensar certas coisas. Pois, que espécie de amizade é essa que mesmo perto continua distante? O que eu quero dizer é que vale a pena largar um pouco o celular e jogar um jogo desses. Por que? Porque nós construíamos amizades muito mais sólidas brincando juntos do que hoje, quando só mexemos no celular o tempo inteiro.
Aline Gomes
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Especial: Setembro dos Games II – Desculpas de gamer

Vamos lá. Você que já jogou e joga videogame sabe o que é isso: “você só ganhou porque esse controle é ruim” ou “você tá jogando com o controle principal, só por isso ganhou”, e por aí vai. Como bom player que é, com certeza já falou ou ouviu essas e inúmeras outras desculpas.

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Não é infantilidade ou não saber perder (às vezes é… mas são exceções). Faz parte da brincadeira colocar a culpa no controle, na mosca que tá passando… olha! Isso acirra ainda mais a competição e aumenta a amizade. A pessoa deixa de ser colega… passa a ser cúmplice.

Tanto vira cúmplice, que naqueles jogos single player você pede pro seu amigo passar de fase para você. “Cara, é só passar pelo chefão”. Não há nada de errado nisso… não é desonesto.

Há uma desculpa que quem já jogou em videogames antigos vai entender muito bem: “A culpa é do videogame. Ele me enganou. Mostrou uma coisa, mas mudou, véi, não sei como aconteceu”. Ou você só errou mesmo.

A graça é continuar jogando. Não para de jogar, galera. Chama os amigos para aquela bagunça. Zoa pelas desculpas, zoa pelo controle que não funciona, zoa pelo gráfico. Mas gamer que é gamer sempre vai arranjar uma desculpa para jogar.

Aline Gomes

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Eu me apaixonei por um personagem… E agora?

Quando assistimos a Pixels, entre as coisas mais legais, improváveis e engraçadas está um causo que muitos vivem, mas simplesmente deixam guardados no baú mais profundo da alma: a paixão. Não estamos falando aqui de qualquer tipo de paixão. Estamos falando de uma paixão por pessoas que nunca existiram e nem existirão.

O ex-garoto prodígio Ludlow Lamonsoff, interpretado por Josh Gad, é um cara bem excêntrico. Ele revela algo que é natural a nós humanos. Ele nunca superou sua paixão adolescente por Lady Lisa, protagonista do Dojo Quest, seu game favorito naquela época. Você deve estar pensando que eu pirei. Posso até ter pirado mesmo porque eu já me apaixonei por alguns personagens de filmes e livros, mas claro… já superei isso. Obrigada.

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Acreditamos o tempo todo, quando lemos um livro, vemos uma série ou filme ou jogamos um jogo, que determinado personagem é perfeito. “É o cara que eu pedi a Deus”. A vida tem disso. Nos encantamos porque ele ou ela se encaixa perfeitamente no tipo de pessoa que sonhamos em ter. “Eu sempre amo os livros, me apaixono pelas histórias, e é difícil parar de ler. Na verdade, não me apaixono pelo protagonista, mas sim pela idealização de uma pessoa na vida real como tal pessoa do livro. Mas é mais uma esperança. Que pode não acontecer”, conta Caroline Senceita.

Há uns anos, eu conheci Luís de Franchi, criado na mente de Alexandre Dumas em “Os irmãos corsos”, mas que ganhou o meu coração por algum tempo. Ele era um corso diferente do tradicional, digamos assim. Apaixonado, faz de tudo pela amada sem que ele seja recompensado com qualquer outra coisa a não ser… não vou te dar spoiler. Leia o livro.

A mesma situação se repete, por exemplo, com Daniele Silvestre: “Me apaixono sempre por uns caras tops de filme. Inclusive, da serie Arrow e Beauty and The beast. Amo os dois protagonistas.” Ela fala de sua sua paixão pelos personagens de Oliver Queen (Stephen Amell) e Vincent Keller (Jay Ryan). “Por mim eu viveria o ‘Arrow’. Seria amiga do grupo”, Daniele comenta.

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Não sei você, mas vez ou outra você encontra alguém, seja na vida real ou nas páginas de um livro, naquele filme de tarde de domingo, que se encaixa perfeitamente naquilo que você é e precisa. Só não fique tão preso à ficção que acabe esquecendo de viver. Pode não ser o cara ou a garota mais linda, sem defeitos (só em livro mesmo para não ter defeitos), mas é alguém que te fará ter a mesma sensação que o tal personagem do livro, filme, game ou seriado. Vai que você encontra A pessoa que é O personagem… Ludlow Lamonsoff. Conte a sua história.

Aline Gomes
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A melhor fase da infância de um adulto no cinema

Já se foi o tempo quando filmes infantis tinham lotação de crianças no cinema. De uns tempos para cá, as crianças têm que dividir espaço com (muitos) adultos. Alguns fingem que estão indo ao cinema para levar o filho, o primo, o sobrinho, mas, na verdade, a criança é só um disfarce para não ir sozinho assistir a um “filme infantil”.

Vamos conceituar: desenho animado é diferente de filme infantil. A prova disso está em Shrek. Ele nunca foi um filme inteiramente infantil e, ainda assim, leva crianças ao cinema.

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Nos últimos anos, as empresas cinematográficas têm feito nossa alegria ao lançar e divulgar lançamentos de filmes que são, simplesmente, excepcionais. Recentemente vimos Jurassic World e nos envolvemos outra vez com todo o clima do parque dos dinossauros. Falta muito pouco para saltarmos a uma galáxia muito, muito distante, não para revivermos uma história, mas para revivermos um sentimento há muito tempo guardado na estante.

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Além destes filmes maravilhosos, a Disney, por exemplo, está realizando nossos sonhos de infância ao produzir Procurando Dory e Os Incríveis 2. Aliás, as novas animações que temos visto nos cinemas estão de parabéns. Fazem a criança que há em cada adulto vir à tona. As vezes eu penso que sou mais criança que qualquer criança dentro do cinema.

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O que podemos esperar? A melhor fase da nossa infância não acabou na infância. Ela está apenas começando.

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Aline Gomes

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Atlantis é finalmente encontrada em ficção científica

Reza a lenda que existia uma ilha linda, com um clima agradável e uma civilização muito avançada. Mas, pelas mais diversas teorias supostas, ela teria afundado para sempre, levando sua beleza e cultura. Cada um tem um pouquinho para explicar sobre a lenda de Atlantis (ou Atlântida). Mas o Qual é a das quintas?, neste post, vai falar tratar de uma ficção científica que mais poderia ser a versão real de tudo o que aconteceu a essa ilha.

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O autor David Gibbins é conhecido pelas suas obras de ficção científica. Sua abordagem é tão profunda e rica em detalhes que o leitor se sente parte da história e sofre e vence junto com os personagens. Em seu livro Atlantis (2005), Jack Howard é o personagem que dá vida à história. Ele é a emoção do livro e vai atrás, equipado e munido de todo suporte para sua pesquisa da misteriosa ilha desaparecida, depois de alguém descobrir uma pista sobre ela. Toda a aventura, a emoção, a paixão e o ódio vividos pelos personagem são emoções vividas pelo leitor.

Finalmente descobriram a localização da terra desaparecida. Não só descobriram a localização, mas foram até lá, num mergulho, para vivenciar uma experiência que causa inveja. Ele e dois colegas conseguem ver cada detalhe da ilha, da sua civilização e supõem teorias que nos levam a acreditar que realmente seja verdade (e por que não seria?). Além disso, Aslam (não o leão bonzinho) é um terrorista nuclear que quer acabar com todos os planos legais da galera que está na missão de desvendar o mistério atlântico.

Não posso te dar mais detalhes sobre a história. É melhor você ler. Como leitora, é um dos melhores livros que já li. Prova que só não li tão rápido porque queria saborear cada parte da história (poderia comer o livro em, no máximo, 2 dias). Nunca foi tão fácil e legal entender uma das teorias sobres a famosa ilha desaparecida de Atlântida.

Aline Gomes

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Mais uma vez o planeta foi salvo graças aos… nerds

A Terra sempre precisa ser salva de alguma coisa. De um robô, de lagartos gigantes, de ETs… E sempre temos ótimos heróis para dar conta do recado, certo? Nem sempre. Alguns heróis primeiro destroem cidades inteiras para depois salvá-las. Já estamos acostumados com isso. Parecem que eles estiveram meio ocupados discutindo alguma coisa muito importante em algum esconderijo secreto quando nossos próprios e saudosos jogos gigantes invadem a Terra. Pois não foram exatamente heróis com superpoderes que tinham o prazer e o dever de salvar a Terra, eram nerds, como eu e você.

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Alguém já te disse que jogar videogame não dá futuro? Ai da Terra se Adam Sandler e sua equipe não tivessem investido seu tempo e dinheiro em jogos de fliperama nos anos 80. A brilhante ideia de compartilhar o que a humanidade adorava fazer com um possível grupo de vida extraterrestre foi desastrosamente interpretado. Ao invés de a comunicação ser “Oi, somos felizes. E vocês?”, foi algo como “Queremos destruir vocês”. Então os ETs resolveram atacar. E nenhum poder militar ou superherói entenderia tão bem como acabar com o ataque de Galaga como os nerds que passaram a infância jogando fliper. Essa equipe seria melhor, inclusive, que os maiores soldados treinados para a guerra. Pois eles, só eles, saberiam como zerar o jogo.

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O filme te faz rir do início ao fim. Tem mais referências que o Capitão América conseguiria pegar (até porque, ele tava meio congelado na época dos videogames). Além de rir e encontrar referências fantásticas, se você já jogou qualquer um desses jogos, você tem aquela sensação de que está em casa. E não tem vontade de parar de jogar, digo, assistir até os créditos acabarem.

A trilha sonora também é espetacular. Tem aquela coisa de ser um filme de “vamos salvar a Terra” (de novo) e, misturando isso com as soundtracks dos próprios games, são a combinação perfeita para os gamers pirarem. É verdade que eu esperava mais sonzinhos de “1up” no decorrer do filme, mas a trilha não deixou a desejar nos demais aspectos.

Pouco mais de 1 hora e meia de pura nostalgia, risadas e uma pitada de “véi, é o Tohru Iwatani??” premiam o espectador. Não há grandes surpresas na história. Ela pode ser clichê, sim. Mas, com toda certeza, mexe com o coraçãozinho dessa galera que sempre amou jogar e quer rever tudo isso, assim como em Detona Halph, lembra?

Aline Gomes
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