A bordo do Pérola Negra

Levantar âncora! Vamos zarpar. Para águas distantes e mágicas. O Pérola é, segundo o próprio Capitão Jack Sparrow, liberdade. Embarque no Pérola e vamos falar sobre um grande sucesso de bilheteria: Piratas do Caribe.

Se você procura ação, aventura, um pouco de suspense, romance e comédia, vai encontrar tudo isso e mais um pouco em Piratas do Caribe. À bordo do Pérola, desde o primeiro filme, o Capitão Sparrow e o Capitão Hector Barbossa aprontam todas não só no Caribe, mas por todos os mares. A série de filmes apresenta todas as lendas que giram em torno do universo pirata. Como são lendas, em que cada um aumenta um ponto, algumas pessoas acreditam que os filmes não são fiéis, mas são lendas, não são?

O romance que envolve, na primeira trilogia, Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) é atraente, aventureiro, perigoso e, como todo bom romance, emocionante. Um amor que encontra milhares de barreiras e enfrenta as mais variadas desconfianças e, ainda sim, há uma luta e uma espera.

O capitão Jack é um cara que sempre foge a uma boa luta. Mas nunca consegue fugir mesmo. Em A Maldição do Pérola Negra ele quer reaver seu navio, porém há uma maldição que atinge a todos os seus tripulantes, inclusive Barbossa, que foi o que se amotinou e tomou o lugar de capitão.

Já em O Baú da Morte, Jack tem uma dívida a pagar. Várias pessoas e seres animados querem sua cabeça. Ele faz de tudo pra livrar sua pele. Por causa do desenrolar dos fatos nesse longa, faz-se necessário embarcar em direção ao Fim do Mundo, para onde Davy Jones e todos os seus tentáculos leva as almas de pessoas que morrem no mar. Batalhas se travam, parece uma luta sem fim. Além de render boas risadas, há grande emoção.

E em Navegando em Águas Misteriosas a situação é bem diferente. O capitão do Queen Ane’s Revenge, o Barba Negra, que faz atrocidades pelos mares com os navegantes, quer chegar à Fonte da Juventude. Mais gente quer chegar à Fonte também, a corrida e todos os seres mitológicos do filme fazem a história ser bem interessante.

A História e as lendas se misturam nesses filmes e fazem os espectadores se apaixonarem por eles. A trilha sonora de Hans Zimmer é o fator que torna o filme muito mais atraente.

Uma curiosidade sobre os cenários do filme está nesse post aqui no blog: 5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Piratas do Caribe: Os Mortos não Contam Histórias estreia em 2017 e a expectativa é grande. É sempre tudo uma grande surpresa. Baixe sua âncora no cinema mais próximo quando o filme estrear. Não creio que você vá se arrepender.

Aline Gomes

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Vingadores: Era de Ultron – A espera acabou

“Nada dura para sempre!” (Viúva Negra) – Bem que podia! Parece que faz tanto tempo que falamos sobre o primeiro trailer de Vingadores: Era de Ultron. Finalmente, a espera acabou e já podemos ir aos cinemas da vida assistir ao filme quantas vezes quisermos. Sucesso de bilheteria, também não era para menos, o filme é um dos mais esperados do ano. E o Qual é a das quintas? não podia ficar sem dar sua opinião sobre o longa.
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Surpresa é algo que define bem o filme. Afinal, ele superou expectativas. O longa mostra o lado humano dos heróis, exatamente o que o próprio Stan Lee disse que seus heróis deveriam ser. Falando no Lee, você sabe que ele sempre aparece nos filmes de um jeito bem legal… Se você não viu ainda Vingadores: Era de Ultron, prepare-se!

Aliás, o bom humor é o que não falta em todo o desenvolvimento da história. A Marvel está investindo nisso, e está investindo bem, porque o resultado é positivo. Ao longo das mais de 2 horas de filme você vai rir muitas vezes. Não pense que será pouco. Até o próprio Ultron é um dos que podem arrancar boas risadas suas.

O filme já começa com muita ação, batalha, aquilo que a gente espera ver numa produção como essa. E eles, mais uma vez destruíram uma cidade. Ficou bem claro que as ações de cada membro da equipe têm a ver e reflexos em todos. As escolhas não são apenas individuais. O próprio Capitão América fala que tudo que eles fizessem, seja lutar, seja morrer, eles fariam juntos.
Muita gente criou expectativas por causa do primeiro filme. Alguns acreditam que o primeiro tenha sido melhor que o segundo, outros que o segundo está bem melhor que o primeiro. A opinião da autora aqui, no caso, eu, é que o segundo filme está melhor que o primeiro. Mesmo sem o Loki. Desculpa, meninas, o Loki não aparece nesse filme.

No Brasil, só na primeira semana de exibição, a super produção Vingadores: Era de Ultron já tinha sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores. Tem gente que já assistiu mais de uma vez (mais de duas… de três… quatro…). O longa tem classificação indicativa de 12 anos. Então não se esqueça de, ao levar crianças, ter em mãos a identificação e a segurança de que há um responsável por elas na sessão. Vá ao cinema! Leve a família, reúna os amigos, chame o(a) namorado(a) ou vá sozinho mesmo e delicie-se com uma produção que você não vai querer perder um segundo sequer.

Aline Gomes

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The Boxtrolls – uma animação fora da caixinha

Foi-se o tempo em que animações se destinavam unicamente ao público infantil. Na verdade, por meio da simplicidade que os desenhos transmitem, as mensagens atingem a todas as faixas etárias. The Boxtrolls é uma dessas animações capazes de mexer com as nossas emoções de forma simples e trazer mensagens e lições grandiosas.

Todas as noites, os boxtrolls saem dos bueiros para as ruas, a fim de encontrar peças que ninguém mais quer ou não usa. São relógios, engrenagens, lâmpadas, geralmente encontrados nos becos de Cheesebridge. Porém, suas atividades no “mundo do alto” estão ameaçadas, quando um homem, dominado pela ambição de poder sentar-se à mesa dos comedores de queijo (os de chapéu branco), resolve exterminar da cidade todos os boxtrolls.

As caixinhas são suas roupas. Sua casa é no subterrâneo. Sua linguagem é bem particular. Entretanto, há, entre eles, um menino. Um menino que tentará com todas as forças defender sua família, os boxtrolls.

O filme traz conceitos altamente relevantes para os indivíduos e toda a sociedade. A defesa da família, do carinho, do cuidado com quem se ama. Assim como em Scooby-Doo, há a ideia de que os monstros, na verdade, são os humanos, Eggs (Ovo, o menino) fala claramente isso quando defende os boxtrolls, chamados até então de monstros. Eles nunca foram monstros, só tentavam sobreviver enquanto todos tentavam matá-los ou inventavam mentiras absurdas sobre eles.

Uma animação que vale a pena assistir, sem dúvida. É engraçado, é empolgante, ensina. Um trabalho muito bem feito que merece nossa atenção.

Aline Gomes

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Os contadores de histórias – Como começar uma grande história

Contar histórias é uma arte impressionante. Não é para qualquer um, mas alguns escrevem com uma inspiração… O Qual é a das quintas? traz algumas histórias de gente que conta histórias como ninguém.

Para contar uma boa história, é necessário ter alguns requisitos. Primeiro, ter personagens, cenário, um tempo. Porém, não é só disso que uma história sobrevive. Mas de onde vêm as inspirações para escrever?

Há quem escreva a partir de histórias que contavam para seus filhos, como é o caso de Rick Riordan, J.K. Rolling e muitos outros. São histórias que os pais contam para os filhos que são tão boas que seria maldade privar o mundo todo delas.

J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis tiveram outro tipo de inspiração. Tolkien, alguns dizem que sua inspiração inicial foi um poema cristão, a partir do qual ele destrinchou as histórias dos reis na Saga do Anel. Já Lewis, passou por uma mudança em sua vida que o influenciou, quase que cem por cento, suas histórias. Com muitos contos de fada, C.S. Lewis escreveu seus livros baseados na mitologia judaico-cristã. Não só isso, mas ele também escreveu diversos livros baseados em sua experiência com Cristo.

Um autor que deixa grandes incógnitas em nossa cabeça é Douglas Adams. Seu trabalho áureo, o Mochileiro das Galáxias (a Trilogia de Cinco, já tratada aqui no blog em “Meu outro carro também é um Porsche” e outras improbabilidades infinitas), ativa a imaginação do leitor e o leva a conhecer outros mundos. É o tipo de leitura que você volta ao início do parágrafo três ou quatro vezes para ter certeza que leu aquilo.

Star Wars teve origem em um livro, você sabia? George Lucas conta que o primeiro livro foi escrito a partir do roteiro dele do filme, por Alan Dean Foster, ghost-writer. Para Lucas, escrever as histórias da saga é retornar ao princípio. A saga no cinema superou as expectativas, de modo que ele se sentiu ainda mais empolgado para escrever.

Esses são apenas alguns exemplos de autores que fizeram e fazem diferença. As inspirações podem vir de qualquer lugar. Gostar de escrever é apenas o começo. O próximo grande autor de livros pode ser você. Que tal começar uma história ou voltar a escrever aquela que você deixou guardada, empoeirada em um caderno qualquer? O Qual é a das quintas? te dá, agora, algumas dicas de como começar uma boa história.

: Tenha uma ideia. A ideia é a inspiração. As vezes essa ideia vem de um livro que você leu, do vento batendo na janela, do cachorro latindo. A ideia pode vir de qualquer lugar.

: Pense os personagens. Um personagem principal e um vilão são essenciais para a história. Ainda que o vilão não seja aquele cara totalmente mau, que só faça o protagonista sofrer, como a madrasta da Cinderela, existe sempre alguém que não curte muito o que o personagem principal faz.

: Imagine uma linha que essa história pode seguir. Se a sua ideia é o início ou o final da história, você pode, a partir daí, pensar todo o resto. Assim, você cria um tema e imagina como a história começa e como ela acaba. Claro que conforme você for escrevendo, muitas ideias vão surgir e aquilo que você pensou no começo pode se modificar.

Feito isso, deixe sua imaginação fluir. Leia outros livros, tire novas inspirações, converse. As ideias vêm de lugares que você nem imagina. Escreva, conte. Não deixe que algo brilhante fique apenas na sua cabeça e prive todo o mundo de conhecer sua história.

O Egito nunca mais será o mesmo com os Kane

Rick Riordan é um cara que gosta muito mesmo de escrever sobre mitologia. O Qual é a das quintas? já escreveu sobre alguns de seus livros anteriormente em Direto do Olimpo – Percy Jackson e as aventuras de um semideus adolescente. Neste post, porém, vamos tratar de uma trilogia bem menos conhecida que os dez livros de Percy Jackson: As Crônicas dos Kane.
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A mitologia egípcia, em um primeiro momento, causa estranhamento em quem está acostumado com a graga. Nos livros de Riordan, não há simplesmente uma ascendência divina de uma das partes. Para os egípcios, os faraós e os magos eram seres sagrados e míticos. Alguns acreditam que os faraós seriam os próprios deuses encarnados, seres que compartilhavam a natureza, digamos, divina e a natureza carnal. Alguns, porém, não souberam alinhar as duas partes e tiveram grandes problemas. Riordan, inclusive, justifica as crises históricas do Egito aos problemas de identidade dos governantes e magos com os deuses. Era uma relação bem conturbada.

Mas os Kane são bem especiais. À princípio, como Rick gosta de fazer, os irmãos, Sadie e Carter, estão bem confusos. Primeiro, porque o pai deles, Julius Kane, age de forma não natural com eles na noite de Natal, único dia que ele tem a oportunidade de estar com a filha. As crianças foram separadas na infância depois que a mãe deles morreu em um terrível acidente. De repente, as crianças se vêem imersas em um mundo cheio de magia e gente perigosa, e deuses perigosos e maus.

De forma bem humorada, Rick Riordan transcreve uma gravação enviada pelas crianças de todas as suas aventuras e desventuras pelo Maat. É uma chance única de entender um pouco mais sobre a mitologia egípcia de um jeito nunca antes visto. Em três livros, as crianças vão se desenvolvendo, passando por crises de identidade e próprias a crianças e adolescentes normais. Após os três livros, ainda há outros acessíveis apenas por eBook que são uma espécie de crossover entre Sadie, Carter e todos os deuses egípcios e Percy, Annabeth e todos os deuses gregos, além dos guias de sobrevivência que todo mago deve ter.

A Pirâmide Vermelha, O Trono de Fogo e A Sombra da Serpente são histórias fantásticas, cheias de aventuras que, em nenhum momento, te deixa cansado ou enjoado da história. Atraente e simples, as histórias falam com crianças, adolescentes, jovens e adultos que estão abertos a viver tais aventuras e a conhecer uma nova cultura, totalmente diferente até então.

A próxima aventura de Riordan trata outra mitologia, a nórdica. Ainda não sabemos muito o que podemos esperar dela, mas se seguir o ritmo das coleções já existentes, com certeza será muito bem recebida por todos. Percy Jackson e os deuses gregos é um livro recém-lançado que eu ainda não tive a oportunidade de ler. Mas espero, em breve, completar toda a minha coleção.

Seriados antigos – bom humor e nostalgia

Muitos de nós não lembramos dos seriados de alguns anos atrás, que enchiam as programações das tevês e os olhos de todos com muita fantasia e imaginação. Alguns sequer eram nascidos. Mas os seriados sempre foram muito populares. O Qual é a das quintas? traz para você um pouco desses seriados para você recordar ou até mesmo saber o que foram.

Grandes histórias premiaram as telinhas. Entre elas, Adventures of Superman, que estreou em setembro de 1952 nos EUA. Foram 6 temporadas e mais de cem episódios. “Mais rápido que uma bala! Mais poderoso que uma locomotiva! Capaz de pular edifícios altos em um único salto! (“Olha! Lá no céu!” “É um pássaro!” “É um avião!” “É o Super-Homem!”) Sim, é o Super-Homem… estranho visitante de outro planeta, que veio à Terra com poderes e habilidades muito além dos homens mortais! Super-homem… que pode mudar o curso de rios caudalosos, dobrar o aço em suas mãos, e que, disfarçado de Clark Kent, o repórter bem-educado de um grande jornal metropolitano, luta uma batalha interminável pela justiça, verdade e o jeito americano! E agora, mais um episódio emocionante, em “The Adventures of Superman!”” era a abertura da série que tinha como ator principal George Reeves. A série, infelizmente, teve seu fim com a morte do ator em 1959.

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Um pouco antes ainda de Adventures of Superman, Dick Tracy chegava às telonas estadunidenses em 1937. Sim, telonas. Os seriados eram exibidos nos cinemas. Foram 15 episódios estrelados por Ralph Byrd, baseados nos quadrinhos Dick Tracy (criados por Chester Gould). A série teve duas sequências em 1939 e em 1941.

A Mulher Biônica teve seu brilho nas tevês entre 1976 e 1978. A jovem que sofreu implantes biônicos após um terrível acidente pode ouvir à distância sons muito baixos e tem uma força inexplicável, além de correr a uma velocidade incrível, ganhou a atenção do público por três temporadas, em mais de 50 episódios.

Outro clássico da tevê é A Feiticeira. Aquela balançadinha no nariz atraiu o público por todas as confusões que ela aprontava por ser uma feiticeira. O seriado ficou no ar entre as décadas de 1960 e 1970 e teve mais de duzentos episódios e 8 temporadas. No Brasil, fazia sucesso até pouco tempo. Esse sucesso, inclusive, deu repercussão nos filmes sobre a personagem.

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A década de 1960 também nos presenteou com Agente 86. Foram 5 temporadas cheias de humor e ação, graças às trapalhadas de um grande agente que trabalhava no C.O.N.T.R.O.L.E. Alguns filmes foram lançados para homenagear o personagem e nos prender em frente às telonas de tanto rir.

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“Santa memória, Batman!” que lembra do seriado, também da década de 1960, Batman e Robin (estrelado por Adam West e Burt Ward). Em duas partes, a série contou com 120 episódios e muitas risadas. Algumas piadinhas sobre os personagens circularam na época de exibição, o que até hoje ainda é motivo para piadas.

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Recentemente, liguei a televisão em minha casa e, passando os canais, parei em um que exibia nada mais, nada menos que A Mulher Maravilha. A telessérie baseada nas HQs da personagem (DC Comics) estreou em 1975, contou com 3 temporadas e era estrelada por Lynda Carter. Recentemente, a Warner, em parceria com a DC, anunciou um novo projeto em desenvolvimento sobre a heroína.

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Nostalgia? Quando tiver um tempinho, que tal procurar algum desses seriados para assistir? Tenho certeza de que não vai se arrepender. Algumas emissoras de televisão ainda exibem muitos deles, alguns são vendidos em lojas e outros são encontrados facilmente na internet (que não é o meio mais legal de assistir, mas talvez hoje seja o único). Esse post deixou um gostinho de saudade e de vontade de iniciar outra série.

5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Você, provavelmente, se impressiona com os cenários dos filmes. Talvez, você até conheça muito sobre os filmes e suas locações. O Qual é a das quintas?, nesse post, traz algumas curiosidades sobre as locações dos filmes que tanto gostamos. Se você tiver outras informações dos mesmos filmes ou de outros aqui não citados, por favor, comente e em breve faremos a segunda edição.

1 – O Instituto Xavier para Jovens Superdotados realmente existe.

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2 – A Nova Iorque de Avengers não existe. Na verdade, ela foi feita toda em computador. TODA.

3 – O Interceptor, de Piratas do Caribe, foi uma modificação de um navio, o Lady Washington. Ele saiu dos EUA em direção à Ilha de São Vicente no Caribe com parte da equipe do filme. A viagem durou 40 dias. Eles saíram em 2 de dezembro de 2002 e chegaram em 12 de janeiro de 2003.

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4 – Sabe as tocas dos hobbits? O Condado? Ele realmente existe e fica na região norte da Nova Zelândia. Construída em 1998, as gravações da trilogia “O Senhor dos Anéis” foram realizadas na Vila de Hobbiton.

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5 – Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, como muitos perceberam, não tem muitas cenas no Rio. Muitas das cenas do longa foram rodadas em Porto Rico, como a cena da favela, e em Atlanta.

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Ainda há muita coisa para se descobrir sobre o universo cinematográfico e os seus cenários precisam ser desvendados. Em breve, o Qual é a das quintas? trará mais curiosidades como essas para você.

Aline Gomes

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Golpe duplo: uma aula de trapaça

Não é qualquer filme que surpreende o espectador. Nem qualquer um que te prende até o final. Mas há aqueles que te levam a se aventurar, mesmo com situações absolutamente clichês. Sabe aquele filme para ver com os amigos ou com seu amor? Esse filme pode ser Golpe Duplo, ou Focus, que o Qual é a das quintas? fez questão de conferir e dar sua opinião.

Os personagens principais do filme são ladrões. Mas não qualquer tipo deles. São ladrões profissionais, que ganham mesmo a vida com o que conseguem roubando com classe e elegância – e por que não dizer, tamanha naturalidade? Will Smith é Nick. Ele e sua equipe se reúnem de tempos em tempos para, digamos, uns servicinhos. Quando uma garota, Jess (Margot Robbie), se junta à equipe, as coisas parecem mudar um pouco para o golpista.

O enredo é absolutamente sensual e até mesmo romântico. Apesar de fazer apologia ao crime, com os roubos imperceptíveis pelas vítimas, não há uso de armamento. As histórias que eles (os personagens) acabam inventando para se dar bem são as mais cabeludas possíveis. Principalmente quando há muita grana envolvida (o que é normalmente sempre).

Além de a história ser um pouco clichê, outra questão me fez levantar as sobrancelhas: a dublagem do personagem de Rodrigo Santoro, Garriga. A atuação me surpreendeu, mas a dublagem é falha e não natural, parece realmente que nem é o personagem que está falando em alguns momentos.

O filme, com direção de John Requa e Glenn Ficarra e que bateu outras estreias logo na primeira semana, merece, sim, elogios. É uma ótima produção e os números da bilheteria estão aí para comprovar. É comédia, é romance, é drama e, claro, muita trapaça.

Aline Gomes

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Os gamers comentam: jogos viciantes

“Vou jogar só mais uma partida.” E quando vê, já jogou a noite inteira. Você, meu caro leitor, já passou por uma situação dessa? Todo gamer já passou por isso. Aliás, nem precisa ser um gamer para se viciar em jogos. Com a variedade e a facilidade de acesso aos jogos, o número de viciados em jogos aumentou. O Qual é a das quintas? de hoje conversa com os gamers sobre os jogos os quais eles mais viciaram.

Videogames, jogos de computador, jogos de celular, de Facebook, de Orkut… Enquanto você não passar daquela fase, não para de jogar. E quando passa de fase, quer continuar jogando. Não importam os compromissos, você quase chega atrasado a todos. Acredite, você não é o único.

Jogos de simulação, por exemplo, são altamente viciantes. The Sims, SimCity, Roller Coaster Tycoon são alguns dos mais viciantes. “Joguei por muito tempo e quase fui arquiteto por conta da inspiração que o jogo me deu”, comenta Davi Silveira sobre seu vício em The Sims. O player Matheus Sant’Anna também foi viciado durante um tempo em SimCity e nos conta como foi parar de jogar: “Parei de jogar quando percebi que tava perdendo noites virando nisso”.

Há aqueles que nunca pararam de jogar, como a player Ane Mello que joga League of Legends apenas porque parecia interessante há pelo menos dois anos. Ou o Matheus Giron que joga há quatro anos Clash of Clans por ser uma variação de Age of Empires e Age of Mythology. Ou Crash Bandicoot, que ele não conseguia descansar enquanto não zerava. “Fiquei mais de um ano jogando direto”, admite. Só não joga com muita frequência por conta do trabalho.

Outra categoria de jogos é a de jogos para mobile. Desde o Snake, ou popularmente conhecido como “jogo da cobrinha”, até o tal do Candy Crush, quem nunca se viciou em algum deles. Snake é um clássico, tem gosto de infância. Depois vieram milhares de joguinhos superviciantes. Angry Birds, 2048, Apalavrados, Perguntados são apenas alguns exemplos de jogos que muitos se viciaram.

Alguns gamers também se viciaram em jogos de corrida, como Need For Speed. São jogos que você não vê a hora passar enquanto joga. Você ganha uma corrida, foge da polícia, bate com o carro, troca de carro, mas não larga o jogo.

Parece que o pessoal se viciou também nos tais jogos do Facebook. E os convites para jogar que chegam são inúmeros, principalmente, para as pessoas que não querem jogar. Fica o apelo: nem todos querem jogar.

Para você que é ou já foi um viciado em jogos, NÃO ENTRE EM PÂNICO, há cura. Há mais coisas para viver além de ficar vidrado numa tela de computador, videogame ou celular. Jogos são ótimos! Sem dúvida. Mas não se esqueça de muitas outras coisas que você pode fazer longe das telinhas.

Especial Dia da Mulher: De donzelas a heroínas‏

Essa história de que a mocinha do filme é sempre a donzela indefesa parece ter ficado de lado há algum tempo. Observando bem as animações, podemos ver, ao longo dos anos, como as nossas heroínas mudaram e se tornaram ainda mais fortes. O Especial Dia da Mulher, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, traz a evolução de princesas e mocinhas dos filmes de animação para que você possa ter um panorama de quem elas eram e quem se tornaram.

Para começar, Branca de Neve. De 1937, Branca de Neve e os Sete Anões é o primeiro longa em animação do mundo Walt Disney. A lenda da princesa que perdeu o pai e foi perseguida pela madrasta ao saber que a menina era a mais bela que existia ganhou o coração de todos. Ela não perdeu o coração, pelo menos. Entretanto, tão indefesa que era, precisou se abrigar da floresta que lhe punha medo na casa de sete anões. Ao entrar num sono profundo, somente um príncipe (que ela nunca viu) poderia salvá-la.

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Em 1950, Cinderela nos enchia de grande encanto e angústia. Ao se tornar empregada em sua própria casa e ter uma madrasta e duas meio-irmãs malvadas, sua vida se resume ao sonho de mudar, de sair dali. Com ajuda de seus bichinhos ela vive cantarolando, mas tudo vira um pesadelo com as ações da madrasta. Nem ir ao baile para todas as moças do reino lhe fora permitido. Até que ela é ajudada pela Fada Madrinha e o príncipe se apaixona por ela no baile. E é ele que a salva dos poderes maléficos da madrasta.
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Alice no País das Maravilhas, adaptação do livro de Lewis Carroll, de 1951, traz uma mocinha que está descobrindo um mundo de imaginação. Ela embarca sozinha em aventuras e perigos nunca vividos antes por ninguém. Isso marca para ela o crescimento, mostra que ela já pode estar preparada para sair da infância e se desenvolver.
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Em A Bela Adormecida, de 1959, Aurora é uma das princesas mais indefesas da Walt Disney. Ela é amaldiçoada, tem que ir morar com as fadas isolada do mundo, entra num sono profundo ao tocar numa simples roca e é salva por um príncipe, que canta com ela na floresta uma vez. Acho que não há mais o que dizer sobre sua indefensabilidade.
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Pulando para 1989, Ariel sai do fundo do mar em busca de uma aventura e tanto. A Pequena Sereia resolve se tornar humana para viver coisas novas e fazer seu príncipe se apaixonar por ela. Com um único detalhe, ela perdeu sua linda voz para uma bruxa. Apenas com o beijo do seu amor ela retomaria a voz. Nesse caso, ela precisou mesmo da ajuda de muita gente para continuar sequer viva.
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Em 1991, conhecemos uma garota que realmente sabia cuidar de si. E melhor, ainda sabia cuidar dos outros. Bela era uma garota completamente à frente do seu tempo. Enquanto os camponeses almejavam apenas continuar sendo camponeses, ela fez de tudo para salvar o seu pai e não se abateu ante à Fera. A Bela e a Fera é um lindo romance que exalta a beleza de uma simples camponesa que muda o coração de um monstro.
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Jasmine é uma princesa que tem pulso firme. Em 1992, o ladrão Aladdin e ela se apaixonam e ela não quer mais fazer o que é mandada fazer. Também não aceita muito bem mentiras, mas mesmo assim, dá seu coração ao príncipe Ali, que na verdade é Aladdin transformado pelo Gênio.
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Uma índia que defende seu povo e sua floresta de colonos, porém se apaixona por um deles. Essa é Pocahontas, de 1995. Sua vida é na terra, é cuidar da terra e defender seu mundo.
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Meg não sabe se trabalha em favor de Hades ou de Hércules, mas seu coração decide salvá-lo, abrindo mão da própria vida. Claro que ele teve que ir buscá-la no Mundo Inferior depois… Na animação de 1997, Hércules decide não ser um deus para viver ao lado do seu grande amor.
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Ela salvou toda a China dos hunos. Em 1998, Mulan, a heroína da China, vai no lugar do pai para o campo de treinamento e para a guerra. Em uma sociedade extremamente machista, ela quer encontrar quem realmente é. Mal sabia ela que, com a ajuda de um minidragão e um grilo, ela seria considerada uma verdadeira guerreira, o soldado das montanhas.
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Em 2001, um modelo bem diferente de princesa abre espaço na DreamWorks. Fiona é a princesa que precisa ser salva de uma torre e casar com seu amor verdadeiro para quebrar a maldição. E quem é que a salva? Um ogro. Shrek e ela são muito parecidos em comportamento, e isso sem saber que a maldição incluía ser uma ogra todas as noites. Uma garota que não volta muito atrás, mas tem seu coração roubado por um ogro, fica como ogra por amor.
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Tiana tem sonhos. Em A Princesa e o Sapo, de 2009, a princesa que beija um príncipe em forma de sapo também vira um sapo. Juntos, eles tem que correr atrás da quebra dessa maldição. É ela quem salva o príncipe. Ambos se apaixonam e acreditam que mesmo sendo sapos podem ser felizes porque têm um ao outro.
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Astrid é uma guerreira. Nasceu para combater dragões. Junto de Soluço, entretanto, ela descobre que pode ser amiga dos dragões e domá-los. A animação de 2010, Como Treinar o seu Dragão, mostra uma garota que não vê tempo ruim, mas faz de tudo por uma aventura e não tem medo do que vem por aí.
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Ainda em 2010, Rapunzel ganha os nossos corações sendo uma garota inocente que almeja liberdade em Enrolados. Com ajuda de José, ela encontra seus pais verdadeiros e tira a bruxa do mapa. E mais, ela salva o rapaz apenas com uma lágrima milagrosa.
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Para encerrar, não podíamos, em hipótese alguma, deixar de falar sobre Mérida. A jovem que chegou às telas em 2012 com Valente tem mais atitude no reino que os pretendentes que seus pais escolheram para ela. Ela salva sua mãe da maldição e sozinha convence a todos sobre o que é melhor para o reino.
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Acredito que estamos bem servidos de heroínas ao longo dos anos. Muitas mocinhas, donzelas aparentemente indefesas conquistaram seu espaço no cinema e em nossos corações. Fica aqui a homenagem do Qual é a das quintas? a todas as garotas que, assim como eu, se espelham nessas grandes heroínas para fazer diferença.

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