O Grande Herói do Oscar‏

Vencedor do Oscar 2015 de melhor animação, Operação Big Hero (ou Big Hero 6) reúne características que garantem o sucesso do filme. O Qual é a das quintas? comenta um pouco sobre a animação que cativou o mundo todo.

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A história de um menino super dotado que tem a chance de chegar à faculdade com 14 anos tem grandes emoções e faz o espectador rir e chorar. O fantástico mundo nerd de criação de robôs encanta crianças e adultos. Porém, toda a inteligência do menino é direcionado para modificar um robô criado pelo irmão dele para recuperar seus mini robôs.

Baymax é um robô enfermeiro super fofo que faz de tudo para que o paciente se sinta bem. Ele só para quando o paciente está satisfeito. Isso criou uma relação de amizade e carinho com Hiro, o menino que sofreu uma perda muito grande e perdeu toda sua alegria. No seu novo projeto, ir atrás do ladrão do seu projeto, ele, Baymax e os seus amigos cientistas desenvolvem um grupo de super heróis.

Muita emoção envolve o longa que se passa numa Tóquio dentro de São Francisco. A animação envolve amor, amizade, vingança e uma lição de como aprender a lidar com perdas. Os personagens ficam marcados na nossa memória. Pode não ser uma animação com riqueza de detalhes em imagem, mas a história é fantástica.

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Extra! Extra! Tem um cara de capuz verde defendendo minha cidade!

Se você ficasse preso em uma ilha – cujo nome seja Purgatório – e tivesse de enfrentar muitos perigos até, finalmente, sair dela, o que você faria? Sem poderes especiais, o bilionário Oliver Queen volta à sua cidade para, digamos, resolver uns probleminhas. Contando com um treinamento pesado na ilha, o jovem se torna um justiceiro. O Qual é a das Quintas? traz para você neste post um pouquinho do que a série Arrow tem oferecido e como tem cativado o público.

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Com estreia em 10 de outubro de 2012, o seriado de TV Arrow, da Warner (em parceria com a DC Comics), tem alcançado muitos fãs ao redor do mundo. A história de um jovem riquinho que aprontava todas antes de sofrer um acidente (nem tão acidental assim) de barco e ficar preso em uma ilha por longos cinco anos pode parecer clichê, mas tem grandes surpresas. Quando Oliver Queen ressurge dos mortos, ou seja, é resgatado da ilha, muitas coisas mudaram, inclusive ele. Sua cidade, Starling City, porém, ainda sofre nas mãos de gente poderosa. Os nomes dessas pessoas, entretanto, faz parte de uma lista que Oliver recebeu do pai, antes que ele morresse bem na sua frente. Um caderninho com uma lista de nomes, um capuz verde e um conjunto de arco e flechas são suficientes para que o jovem Queen se aventure pela cidade tentando fazer justiça.

O herói, tido pela polícia como um assassino que está causando sérios problemas, também chamado de O Capuz, tem como uma de suas maiores características o seu lado humano. Ele não possui nenhum superpoder, apenas treinou seu corpo e sua mente enquanto estava na ilha. Além de ser o justiceiro da cidade, ele tem uma família desequilibrada por causa da morte do pai e ausência do próprio Oliver. Sua identidade secreta precisa continuar sendo secreta para proteger àqueles a quem ele ama, isso inclui sua família (sua mãe Moira e sua irmã Thea), seu melhor amigo, Tommy Merlyn, e sua ex-namorada, Laurel Lance. O senhor Queen tem à frente o desafio de resolver os problemas da cidade inteira e seus próprios problemas.

Porém, o jovem arqueiro não está sozinho nessa história. Seu segurança pessoal, John Diggle, que esteve em campo de guerra durante anos, é seu braço direito nessa empreitada. Duas cabeças pensam melhor que uma. E se tiver uma terceira cabeça pensando, fica ainda melhor. Felicity Smoak é uma profissional de TI nas Indústrias Queen e, dada sua demonstração de capacidades e sua preocupação com o padrasto de Oliver, se junta à equipe. Juntos, eles sabem o que fazer, onde e quando. Nem sempre dá certo, é claro, o que mostra outra vez a questão humana da série.

Toda vez que está frente a frente com um dos nomes da lista, usa sua famosa frase: “Você falhou com essa cidade”, com uma flecha apontada em direção ao sujeito. Sem deixar muitos rastros, coloca o detetive Lance em grande expectativa para capturar o Capuz. Entretanto, muitas vezes, o próprio herói encapuzado ajuda e é ajudado a solucionar os problemas da cidade.

A trama envolve os personagens de forma tão ajustada que torna tudo mais emocionante. Cada episódio tem uma surpresa que deixa os espectadores de queixo caído. Os flashbacks que o personagem principal tem dos cinco anos passados na ilha, entrelaçados ao presente, fazem um casamento perfeito entre quem Oliver era e quem ele se tornou. Em janeiro deste ano, foi confirmada a quarta temporada da série. Tudo isso depois de ter ficado preso numa ilha. Se você não acompanha o seriado, penso que você não deveria perder mais tempo.

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Especial: Homem-Aranha de volta ao lar

O Qual é a das Quintas? adora falar sobre heróis. Já fizemos um post exclusivo sobre esse tema no “Especial Mês da Criança: Mais uma vez o dia foi salvo graças…” e um dos grandes heróis comentados é o amigo da vizinhança, Homem-Aranha. O carismático aracnídeo, cujos fãs passaram anos esperando por um filme dentro do Universo Marvel, agora pode, finalmente, se juntar à equipe de heróis da empresa. Um acordo selado pela Sony e Marvel promete um novo filme do Homem-Aranha em julho de 2017. Que tal conhecer ou relembrar um pouquinho mais sobre a história a história do herói?

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Primeira HQ sobre o Homem-Aranha

Nosso bravo herói passou por poucas e boas. Perdeu os pais quando ainda era criança e foi morar com os tios. Foi picado por uma aranha radioativa e, de repente, começou a adquirir poderes de aranha. Isso poderia ter afastado automaticamente todos os leitores, afinal, quem gosta de aranhas? Mas, na verdade, o público ficou ainda mais empolgado com a história.

Segundo o próprio Stan Lee, criador do personagem, a ideia era fazer um herói humano, como eu e você, que vivesse problemas de seres humanos. E o Homem-Aranha consegue viver os desafios do jovem Peter Parker e do herói.

O Homem-Aranha deixa escapar um bandido de uma emissora de tevê, dizendo que não era problema dele, entretanto, o seu tio, Ben Parker, foi assassinado por esse bandido. A partir daí, o nosso herói começa a agir por justiça e defesa da sua tia May, agora viúva.

Peter, com seu uniforme azul e vermelho, tem sua identidade oculta de todos. Ele enfrenta grandes vilões, entre eles o Sexteto Sinistro, e ainda vive as dificuldades na área pessoal, com sua família, suas namoradas e seus amigos.

Curiosidade: alguns não sabem, mas há indícios de que os pais do Peter eram agentes da S.H.I.E.L.D.

Agora, o futuro do nosso herói está traçado na empresa onde ele surgiu. Homem-Aranha está de volta à Marvel no seu universo cinematográfico, depois de passar alguns (longos) anos com seus direitos na Sony Pictures Entertainment. É bom saber que o grande herói está de volta ao lar. Vamos aguardar ansiosamente esses filmes que já estão prometidos com a sua presença. Afinal, ele sabe: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.”

Os contos de fada se misturam em Caminhos da Floresta

Para todo desejo há pelo menos uma consequência. Quem vai ao cinema assistir Caminhos da Floresta se depara com essa situação. Imagine, em um único filme, vários contos de fada que se confundem e estão intimamente ligados. O Qual é a das Quintas? dessa semana comenta o musical.

O filme começa apresentando os desejos dos personagens. Todos querem algo e, por um certo motivo, esse desejo não é tão fácil de ser realizado. Porém, para que, finalmente, seus desejos sejam realizados, faz-se necessário passar pela floresta. O destino de todos, primeiramente desconhecidos, se entrelaça ali dentro.

Os famosos contos de fada parecem não corresponder com as histórias que estamos acostumados a ler e ouvir. Como tudo é mágico, muita coisa não faz o menor sentido. Entretanto, algumas situações bem clichês tornam o longa, por vezes, desinteressante.

As vozes dos personagens criam a trama através da música. Suas dúvidas, seus desejos, seus diálogos se desenvolvem por meio de canções que embalam o espectador e ficam fácil na cabeça indo e voltando depois que sai da sala de cinema. Uma dessas vozes inesquecíveis é a de Meryl Streep, que interpreta a bruxa amaldiçoada.

O longa deixa a desejar em vários pontos no desenvolvimento da história. Mas é uma boa produção que, se você gosta de musicais e tem curiosidade para saber o que fizeram com os contos de fada, talvez valha a pena assistir.

A revolução dos jogos de simulação: o virtual que se torna real

Os jogos sempre no levam a experimentar novas sensações. A cada dia que passa, com o advento tecnológico, parece que a sensação de estar dentro do jogo é ampliada. Muitos são os jogos que nos permitem viver simulações incríveis e é sobre eles que os nossos queridos players vão comentar nesse post.

Simulador é algum tipo de equipamento que permite que o usuário simule um determinado comportamento. Já fizemos um post falando sobre simulação, mas de construção e controle de vida virtual, o The Sims. Através desse tipo de jogo, é possível desenvolver, principalmente, o lado criativo.

E os jogos que simulam e desenvolvem outras capacidades que o player pode ter? Estamos falando de jogos como Dance Dance Revolution, Guitar Hero, jogos de corrida onde é possível simular um volante e os pedais. Imagina a sensação de dirigir com quase todo o equipamento de um carro, mas sem um carro. O player Lucas Svicero comenta sobre a sensação que jogos de simulação passam ao jogador: “Cada jogo tem um modo de envolver o espectador, usando sejam narrativas ou simulação. Jogos de simulação são muito envolventes, é muito prazeroso jogá-los.

Jogos em que você pode simular a dança são excelentes para auxiliar o player melhorar sua coordenação motora. Além disso, são um excelente exercício. Dance Dance Revolution “mora no coração” de muitos players, pois alcançou uma geração que viveu aquela novidade. Conforme a tecnologia foi evoluindo, foram se desenvolvendo outros jogos em que o “dançarino” precisa se esforçar um pouco mais além de pisar em setas. Surgiram jogos como o Just Dance. A simulação em Just Dance te permite realmente dançar, com movimentos completamente novos e exigentes. O player Matheus Sant’Anna, por exemplo, é um verdadeiro fã desses jogos. Para ele o fato de poder mandar bem e sempre ganhar nesses jogos é algo emocionante. “A emoção de ser melhor do que a maioria em alguma coisa em alguma coisa, já que na vida real eu não sou, mas no simulador sim.”

Outro jogo que permite uma experiência de simulação fantástica, e que atraiu fãs pelo mundo inteiro, é Guitar Hero. A player Ane Mello curte bastante esse tipo de jogo. Ela acredita que o jogo estimula “a pessoa a procurar aprender a tocar um instrumento, o que é muito bom, visto que tocar instrumentos melhora a saúde mental e inclusive espiritual, é um meio de você expressar seus sentimentos.” Para alguns, a junção do ato de ouvir música e poder colocar isso em um jogo em que você possa fazer a música é sucesso na certa. Em contrapartida, há quem considere esse modelo de simulação muito limitada e que dificulta a capacidade de criação, apesar de ajudar a desenvolver.

Cada dia que passa temos novos jogos de simulação excelentes. Jogos de esportes, por exemplo, nos permitem simular jogos de tênis, de boliche e muitos outros. É possível viver novas experiências, conhecer cenários e situações que não vivemos no nosso dia a dia. Além de ser um ótimo motivo para reunir os amigos e jogar, esses jogos levam o player a desenvolver ainda mais sua criatividade.

Heroes: Superpoderes na sua telinha

Você já sonhou que estava voando? Ou já imaginou como seria voltar no tempo ou ir de um lugar ao outro apenas com o poder da mente? E se pudesse prever o futuro ou não se machucar quando tentasse voar e caísse no chão? O Qual é a das Quintas? traz para você um pouco de um mundo onde há heróis e vilões com poderes excepcionais. O primeiro post sobre seriados de televisão do blog é sobre Heroes.

Em 25 de setembro de 2006, a NBC lançava Heroes, de Tim Kring. A série, que se tornou um fenômeno mundial, conta as histórias de personagens aparentemente comuns, mas que possuem habilidades especiais. Conforme a sequência se desenvolve, as histórias de vida dos personagens parecem se interligar e fazer parte de um todo que faria os seres superpoderosos escolherem entre salvar o mundo ou deixá-lo ser destruído.

Foram quatro temporadas cheias de mistério e situações que fazem o expectador se sentir preso na trama. A qualquer segundo tudo pode mudar, grandes revelações deixam no ar as personalidades confusas dos personagens. A série mostra o lado humano dos nossos heróis, que nem sempre querem ser mocinhos, ou que sempre há uma escolha entre fazer o bem ou fazer o mal. Sabendo que as atitudes que são tomadas agora se refletirão em acontecimentos futuros.

O seriado não deixa a desejar na área da comédia. Um japonês que pode atravessar tempo e espaço se mete em grandes encrencas em busca de ser um verdadeiro herói. Ele e seu fiel escudeiro, se podemos chamá-lo assim, atravessam o mundo para descobrir o que está acontecendo e salvar a líder de torcida de um serial killer, por um bem maior.

Essa grande produção rendeu prêmios e indicações para Emmys, Golden Globes e People’s Choice Awards, entre outros. Além disso, devido ao seu grande sucesso, o seriado desenvolveu experiências online para os fãs e até graphic novels. Aliás, os episódios são todos formulados com um ar de live-action, como se tudo tivesse saído de histórias em quadrinhos. Inclusive, a revistinha 9th Wonders teria sido feita por um dos personagens que podia ver o futuro e é mostrada diversas vezes ao longo da série.

Entretanto, em alguns momentos, os episódios passam a perder um pouco seu brilho. Houve uma greve de roteiristas em 2007, o que deixou a história meio perdida. Alvo de muitas críticas, o seriado não teve um final. Muitos dizem que terminar de assistir a quarta temporada é quase um sacrifício.

Uma informação extra, que foi desmentida muitas vezes, é o retorno do seriado para uma 5ª temporada, denominada Heroes Reborn. Em 22 de fevereiro de 2014, no entanto, foi lançado no YouTube um trailer de 20 segundos anunciando o retorno da série. Segundo a NBC, os personagens voltariam às telas agora em 2015 (durante o verão no Hemisfério Norte), numa infindável e épica batalha entre os poderes do bem e as forças do mal. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

Informações: www.nbc.com/heroes/isaacsloft

Novas (e boas) aventuras no museu

Férias. Tem muita coisa que pode ser feita nessa época: viajar, ler um livro, ir ao parque, ir ao cinema, ao museu. Agora, imagina ir a um museu onde tudo ganha vida todas as noites. E se toda essa magia estivesse prestes a acabar? 2015 começou com a estreia de Uma Noite no Museu 3, uma comédia e uma aventura para toda a família e para ninguém (ou quase ninguém) colocar defeito.

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Algo deu errado no American Museum of Natural History durante uma apresentação noturna. A explicação é que a magia da placa de Arkmen Rá falhou, ela está sendo estranhamente corroída. A partir daí, Larry e sua trupe de amigos-bonecos-de-cera se aventuram em plena Londres para descobrir o mistério. Os personagens marcantes que acompanhamos nos dois primeiros filmes da série estão ainda mais apaixonantes, além dos novos, que dão muito mais graça ao longa.

A trama tem uma característica interessante: ela é capaz de te fazer chorar de emoção ao mostrar dramas em família e a superação, através do amor e da amizade, de todas as situações criadas no filme e chorar de rir (praticamente o tempo todo). Sobrou até para o imortal Wolverine.

O clima de despedida é inevitável. O último filme de Robin Williams faz o expectador chorar ao pensar em não vê-lo mais, não só como o ícone, o Presidente Theodore Roosevelt, mas todos os seus outros grandes personagens. As próprias cenas do filme dão dicas de que, provavelmente, não veremos mais esses personagens, apesar da possibilidade de uma continuação ter sido apresentada. Mas quantos não foram os filmes que tiveram “deixas”, mas não tiveram continuação? Tudo é possível no universo hollywoodiano.

Uma Noite no Museu 3 é um filme para se divertir e se emocionar. A trilha sonora, como sempre, é sensacional. Você pode se inserir na trama de uma forma que passa a acreditar que está realmente vivendo aquilo. Uma dica: se você ainda não viu, veja! Não creio que vá se arrepender.

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Um último adeus? A Jornada de Bilbo Bolseiro chega ao fim em A Batalha dos Cinco Exércitos

A jornada dos anões chega ao fim nas telonas. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, terceiro filme da franquia O Hobbit, foi lançado no mês de dezembro em todo o mundo e é sucesso de bilheteria. Há quem diga tratar-se do filme mais aguardado do ano e até que é o melhor. Você concorda? O primeiro post do Qual é a das quintas? de 2015 traz nada mais, nada menos, que a experiência desse filme que, sem dúvida, arrancou muitos risos e lágrimas dos fãs.

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O filme já começa cheio de ação e emoção com o majestoso Smaug lançando sua fúria sobre a Cidade do Lago, ou seja, começa exatamente de onde parou o segundo filme (A Desolação de Smaug). Logo por essa primeira cena, o expectador se depara com a obrigatoriedade de ter visto os filmes anteriores, ou não irá entender nada do que se segue. A trilogia, baseada do livro de J.R.R. Tolkien, narra a aventura de um (ladra)hobbit pela Terra Média em uma busca dos anões pela reconquista de sua amada Erebor. Depois de enfrentarem muitos desafios e, finalmente, retomarem o reino sob a Montanha, mais desafios se colocam dentro e fora da fortaleza dos anões.

Todos têm motivos para a guerra. Elfos, homens, anões querem o que é seu por direito. Mas um inimigo em comum muda por completo a direção da batalha. Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit de Bolsão, do Condado, está no meio disso tudo. Seu papel é de fundamental importância na conciliação entre anões, homens e elfos e, principalmente, de seu amigo, o rei sob a Montanha, Thorin Escudo de Carvalho, e sua obsessão por toda a sua riqueza. Além disso, ele agora tem a posse de um anel, que não é simplesmente um anel, mas O Um Anel, que a gente conhece bem da trilogia O Senhor dos Anéis.

Criaturas míticas de todo tipo são peças chave que movimentam toda a trama. Os cenários são de tirar o fôlego e cheios de surpresas. O que deixa a desejar um pouco é a trilha sonora, que no primeiro filme (Uma Jornada Inesperada), foi praticamente baseada em uma única música, além de ser usada apenas para, digamos, intervalos entre cenas, ou seja, diversas vezes, quando as falas da cena iam começar, a música acabava. Em A Batalha dos Cinco Exércitos, a trilha é mais rica e aponta para as cenas de maior tensão, como durante a batalha, e para os momentos de grande emoção, que não são muitos.

Peter Jackson, o diretor da trilogia O Hobbit e O Senhor dos Anéis, adapta o universo descrito por Tolkien de forma que é possível mergulhar na história e, algumas vezes, perceber sua fidelidade ao livro. Enxergar detalhes nos filmes é importante. Podemos ver ao longo da obra várias ligações entre os próprios filmes de O Hobbit e os filmes de O Senhor dos Anéis. Ah! E o 3D também é um assunto interessante. Se você puder assistir nesse formato, assista! Cenas de luta e ação são ótimas para assistir em 3D.

Bom, a história chegou ao fim. Depois de todas essas aventuras, expectativas criadas, lágrimas inevitáveis e bocas abertas (se você não viu, vai ter que descobrir o que estou falando, de preferência, vendo o filme), a Terra Média fica guardada nos nossos corações. As novas gerações encontram nos longas a vontade de experimentar a literatura de Tolkien em todo o seu esplendor. A verdade é que esse misto de fantasia e realidade não vai abandonar nossa imaginação. Podemos dar um último adeus agora, mas nunca se sabe o que pode vir por aí. Os fãs que o digam.

Um bom ano para ser nerd

Fim do ano chegando e há muita coisa acontecendo no universo nérdico. Muitos livros, trailers, filmes sendo lançados, e aqueles dos bons. O Qual é a das quintas? encerra suas postagens de 2014 com alguns desses destaques. E aí? 2014 foi ou não um bom ano para ser nerd?

No cinema, por exemplo, tivemos nada mais e nada menos que o até então considerado o melhor filme do ano por muitos (inclusive eu): Guardiões da Galáxia. Desde a trilha sonora fantástica até a incrível coesão da história e dos personagens, o filme encantou a todos os que assistiram. Também tivemos o novo filme dos Transformers totalmente repaginado, além de Tartarugas Ninja, Capitão América: O Soldado Invernal – que foi uma aposta muito boa, diga-se de passagem, da Marvel -, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, e muitos e muitos outros. E recentemente, acabou de sair do forno, o último filme da série O Hobbit, baseado no livro de J.R.R. Tolkien. (Possivelmente haverá um post dedicado exclusivamente ao filme em breve).

Os trailers e os anúncios de novos filmes estão matando todo mundo de curiosidade. Vingadores: A Era de Ultron, é um exemplo e tanto disso. Tudo bem que, depois de ver várias vezes o trailer, comecei a me interessar mais pelo filme, confesso que na primeira vez não pensei que fosse lá tão grande coisa. Reconheço agora que “Nada dura para sempre” (Viúva Negra). Outra espera que parece não ter fim é por Star Wars: O Despertar da Força. Cheio de novos personagens, o trailer nos faz pensar em diversas possibilidades do que pode acontecer agora. O trailer de Jurassic World deixou todo mundo de boca aberta, esperando ansiosamente pela estreia. Vamos fazer uma visita ao parque? Não podemos esquecer das especulações dos filmes Batman vs. Superman, Capitão América: Guerra Civil, Quarteto Fantástico e as polêmicas que envolvem o destino do Homem-Aranha.

Por falar em Star Wars e Jurassic Park, aconteceu no último sábado, 13 de dezembro, no Forte de Copacabana, RJ, mais uma edição do Projeto Aquarius. O Tributo a John Williams, pela Orquestra Sinfônica Brasileira, emocionou o público com os clássicos deste grande músico. O cinema tal qual o conhecemos jamais seria o mesmo sem a presença de suas trilhas. Bom, estou sempre aqui falando de trilhas sonoras e não poderia, de jeito nenhum, terminar o ano sem falar sobre isso.


Marcha Imperial – Star Wars – Projeto Aquarius 2014: Tributo a John Williams (A imagem não está lá essas coisas, mas é só para dar aquele gostinho rs’)

O que temos previsto para 2015? Uma lista gigante de filmes que não podemos perder. Outra quase infinita de livros para ler. Enquanto o Ano Novo não chega, temos o Natal ainda pela frente. O objetivo e significado não é e nunca será a compra e troca de presentes, mas a nossa tradição me permite dizer que há umas coisinhas bem legais para presentear nossos amigos e familiares esse ano. Muitos dos melhores filmes lançados esse ano já estão em DVD e Blu-ray. Os livros também, por favor, não deixe amontoar nas livrarias, dê livros de presente! As pessoas não querem mais ganhar meias, creio que um livro seja uma ótima opção.

Olhando para tudo o que passou em 2014 e o que nos aguarda, não só em 2015, mas nos próximos anos, chego à conclusão de que estamos vivendo um tempo muito bom para ser nerd. Tudo bem que tem aqueles que assistem um filme ou outro e já… né? Mas estamos aqui para acolher a todos! O Qual é a das quintas? também vem cheio de novidades ano que vem (assim espero), aguarde! Que venha 2015 cheio de coisas legais! Nós temos cookies!

As grandes aventuras pedem um bom som

Imagine a cena: você liga seu videogame (Super Nintendo, MegaDrive, Playstation 1, 2, 3, 4, X-box etc.), começa a jogar e, de repente, silêncio. Cadê a musiquinha (clássica) do Mario? E se ela nunca tivesse existido? Já pensou nisso? Como o mundo dos videogames seria sem graça se não houvesse a tal da trilha sonora. É por isso que o Qual é a das quintas? dessa semana traz para você um pouquinho das soundtracks que fizeram/fazem história nos games.

Assim como no cinema, o universo gamer se torna muito mais empolgante e emocionante quando acompanhado de uma boa trilha sonora. Em um post anterior do blog (O som das grandes histórias), já falei sobre o cinema e esse desafio e beleza que é ter a associação da imagem à música.

Muitos jogos são lembrados inclusive pela trilha. Por exemplo, Need For Speed é aquele jogo que tem uma trilha bem marcante. Todas as versões de NFS têm músicas que se encaixam perfeitamente às corridas, vitórias e fugas da polícia. E as músicas, em sua maioria, são bem características, a ponto de um player estar ouvindo uma música no rádio e pensar que era muito parecida com as do jogo. Outra trilha notável é a de Tony Hawk’s. Horas e horas fazendo manobras com o som das ruas, das pistas e das rampas. Os jogos de futebol também entram nessa lista. Por trás da narração do jogo e dos menus sempre tem músicas que marcam gerações.

O que dizer, então, de Guitar Hero, Dance Dance Revolution e Just Dance? A própria música é o tema do jogo. Muitos são aqueles que aprenderam as músicas de tanto ouvir enquanto jogavam. Já sabem de cor as teclas que apertar ou os passos que dar no momento apropriado. Esses jogos apresentam e exigem aos players total senso de ritmo. Sem ele, é quase impossível ter boa pontuação na música. Fora as competições de quem joga/dança mais que são desafios sempre muito divertidos.

Trazemos dois grandes nomes da música dos videogames neste post. Um deles é Yuzo Koshiro, apaixonado por música e games desde pequeno. Compôs trilhas para jogos como Sonic, Castlevania: Portrait of Ruin, Streets of Rage, e muitos outros. O outro nome é de Yoko Shimomura, “a mais famosa compositora de videogames do mundo”. Ela é conhecida por trilhas de Kingdom Hearts, Final Fight, Street Fighter II, Mario & Luigi: Superstar Saga, entre outros. Graças a eles, alguns dos nossos jogos favoritos são muito mais emocionantes.

Há muito mais jogos com grandes trilhas. GTA e Driver, por exemplo, quem não adora ouvir as músicas? Jogos baseados em filmes, geralmente, trazem as músicas direto das telonas para os consoles.

Os jogos jamais seriam os mesmos sem suas trilhas sonoras. O player poderia até perder a vontade de jogar se não fosse pela música. A música “alimenta” a adrenalina no jogo e o jogador se sente muito mais animado e concentrado para jogar. Música, nesse caso, ajuda mais ainda na concentração do que atrapalha. Música sempre ajudando. Sejam gamers, cinéfilos, leitores, sonhadores…