A bordo do Pérola Negra

Levantar âncora! Vamos zarpar. Para águas distantes e mágicas. O Pérola é, segundo o próprio Capitão Jack Sparrow, liberdade. Embarque no Pérola e vamos falar sobre um grande sucesso de bilheteria: Piratas do Caribe.

Se você procura ação, aventura, um pouco de suspense, romance e comédia, vai encontrar tudo isso e mais um pouco em Piratas do Caribe. À bordo do Pérola, desde o primeiro filme, o Capitão Sparrow e o Capitão Hector Barbossa aprontam todas não só no Caribe, mas por todos os mares. A série de filmes apresenta todas as lendas que giram em torno do universo pirata. Como são lendas, em que cada um aumenta um ponto, algumas pessoas acreditam que os filmes não são fiéis, mas são lendas, não são?

O romance que envolve, na primeira trilogia, Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) é atraente, aventureiro, perigoso e, como todo bom romance, emocionante. Um amor que encontra milhares de barreiras e enfrenta as mais variadas desconfianças e, ainda sim, há uma luta e uma espera.

O capitão Jack é um cara que sempre foge a uma boa luta. Mas nunca consegue fugir mesmo. Em A Maldição do Pérola Negra ele quer reaver seu navio, porém há uma maldição que atinge a todos os seus tripulantes, inclusive Barbossa, que foi o que se amotinou e tomou o lugar de capitão.

Já em O Baú da Morte, Jack tem uma dívida a pagar. Várias pessoas e seres animados querem sua cabeça. Ele faz de tudo pra livrar sua pele. Por causa do desenrolar dos fatos nesse longa, faz-se necessário embarcar em direção ao Fim do Mundo, para onde Davy Jones e todos os seus tentáculos leva as almas de pessoas que morrem no mar. Batalhas se travam, parece uma luta sem fim. Além de render boas risadas, há grande emoção.

E em Navegando em Águas Misteriosas a situação é bem diferente. O capitão do Queen Ane’s Revenge, o Barba Negra, que faz atrocidades pelos mares com os navegantes, quer chegar à Fonte da Juventude. Mais gente quer chegar à Fonte também, a corrida e todos os seres mitológicos do filme fazem a história ser bem interessante.

A História e as lendas se misturam nesses filmes e fazem os espectadores se apaixonarem por eles. A trilha sonora de Hans Zimmer é o fator que torna o filme muito mais atraente.

Uma curiosidade sobre os cenários do filme está nesse post aqui no blog: 5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Piratas do Caribe: Os Mortos não Contam Histórias estreia em 2017 e a expectativa é grande. É sempre tudo uma grande surpresa. Baixe sua âncora no cinema mais próximo quando o filme estrear. Não creio que você vá se arrepender.

Aline Gomes

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Vingadores: Era de Ultron – A espera acabou

“Nada dura para sempre!” (Viúva Negra) – Bem que podia! Parece que faz tanto tempo que falamos sobre o primeiro trailer de Vingadores: Era de Ultron. Finalmente, a espera acabou e já podemos ir aos cinemas da vida assistir ao filme quantas vezes quisermos. Sucesso de bilheteria, também não era para menos, o filme é um dos mais esperados do ano. E o Qual é a das quintas? não podia ficar sem dar sua opinião sobre o longa.
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Surpresa é algo que define bem o filme. Afinal, ele superou expectativas. O longa mostra o lado humano dos heróis, exatamente o que o próprio Stan Lee disse que seus heróis deveriam ser. Falando no Lee, você sabe que ele sempre aparece nos filmes de um jeito bem legal… Se você não viu ainda Vingadores: Era de Ultron, prepare-se!

Aliás, o bom humor é o que não falta em todo o desenvolvimento da história. A Marvel está investindo nisso, e está investindo bem, porque o resultado é positivo. Ao longo das mais de 2 horas de filme você vai rir muitas vezes. Não pense que será pouco. Até o próprio Ultron é um dos que podem arrancar boas risadas suas.

O filme já começa com muita ação, batalha, aquilo que a gente espera ver numa produção como essa. E eles, mais uma vez destruíram uma cidade. Ficou bem claro que as ações de cada membro da equipe têm a ver e reflexos em todos. As escolhas não são apenas individuais. O próprio Capitão América fala que tudo que eles fizessem, seja lutar, seja morrer, eles fariam juntos.
Muita gente criou expectativas por causa do primeiro filme. Alguns acreditam que o primeiro tenha sido melhor que o segundo, outros que o segundo está bem melhor que o primeiro. A opinião da autora aqui, no caso, eu, é que o segundo filme está melhor que o primeiro. Mesmo sem o Loki. Desculpa, meninas, o Loki não aparece nesse filme.

No Brasil, só na primeira semana de exibição, a super produção Vingadores: Era de Ultron já tinha sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores. Tem gente que já assistiu mais de uma vez (mais de duas… de três… quatro…). O longa tem classificação indicativa de 12 anos. Então não se esqueça de, ao levar crianças, ter em mãos a identificação e a segurança de que há um responsável por elas na sessão. Vá ao cinema! Leve a família, reúna os amigos, chame o(a) namorado(a) ou vá sozinho mesmo e delicie-se com uma produção que você não vai querer perder um segundo sequer.

Aline Gomes

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The Boxtrolls – uma animação fora da caixinha

Foi-se o tempo em que animações se destinavam unicamente ao público infantil. Na verdade, por meio da simplicidade que os desenhos transmitem, as mensagens atingem a todas as faixas etárias. The Boxtrolls é uma dessas animações capazes de mexer com as nossas emoções de forma simples e trazer mensagens e lições grandiosas.

Todas as noites, os boxtrolls saem dos bueiros para as ruas, a fim de encontrar peças que ninguém mais quer ou não usa. São relógios, engrenagens, lâmpadas, geralmente encontrados nos becos de Cheesebridge. Porém, suas atividades no “mundo do alto” estão ameaçadas, quando um homem, dominado pela ambição de poder sentar-se à mesa dos comedores de queijo (os de chapéu branco), resolve exterminar da cidade todos os boxtrolls.

As caixinhas são suas roupas. Sua casa é no subterrâneo. Sua linguagem é bem particular. Entretanto, há, entre eles, um menino. Um menino que tentará com todas as forças defender sua família, os boxtrolls.

O filme traz conceitos altamente relevantes para os indivíduos e toda a sociedade. A defesa da família, do carinho, do cuidado com quem se ama. Assim como em Scooby-Doo, há a ideia de que os monstros, na verdade, são os humanos, Eggs (Ovo, o menino) fala claramente isso quando defende os boxtrolls, chamados até então de monstros. Eles nunca foram monstros, só tentavam sobreviver enquanto todos tentavam matá-los ou inventavam mentiras absurdas sobre eles.

Uma animação que vale a pena assistir, sem dúvida. É engraçado, é empolgante, ensina. Um trabalho muito bem feito que merece nossa atenção.

Aline Gomes

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5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Você, provavelmente, se impressiona com os cenários dos filmes. Talvez, você até conheça muito sobre os filmes e suas locações. O Qual é a das quintas?, nesse post, traz algumas curiosidades sobre as locações dos filmes que tanto gostamos. Se você tiver outras informações dos mesmos filmes ou de outros aqui não citados, por favor, comente e em breve faremos a segunda edição.

1 – O Instituto Xavier para Jovens Superdotados realmente existe.

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2 – A Nova Iorque de Avengers não existe. Na verdade, ela foi feita toda em computador. TODA.

3 – O Interceptor, de Piratas do Caribe, foi uma modificação de um navio, o Lady Washington. Ele saiu dos EUA em direção à Ilha de São Vicente no Caribe com parte da equipe do filme. A viagem durou 40 dias. Eles saíram em 2 de dezembro de 2002 e chegaram em 12 de janeiro de 2003.

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4 – Sabe as tocas dos hobbits? O Condado? Ele realmente existe e fica na região norte da Nova Zelândia. Construída em 1998, as gravações da trilogia “O Senhor dos Anéis” foram realizadas na Vila de Hobbiton.

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5 – Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, como muitos perceberam, não tem muitas cenas no Rio. Muitas das cenas do longa foram rodadas em Porto Rico, como a cena da favela, e em Atlanta.

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Ainda há muita coisa para se descobrir sobre o universo cinematográfico e os seus cenários precisam ser desvendados. Em breve, o Qual é a das quintas? trará mais curiosidades como essas para você.

Aline Gomes

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Golpe duplo: uma aula de trapaça

Não é qualquer filme que surpreende o espectador. Nem qualquer um que te prende até o final. Mas há aqueles que te levam a se aventurar, mesmo com situações absolutamente clichês. Sabe aquele filme para ver com os amigos ou com seu amor? Esse filme pode ser Golpe Duplo, ou Focus, que o Qual é a das quintas? fez questão de conferir e dar sua opinião.

Os personagens principais do filme são ladrões. Mas não qualquer tipo deles. São ladrões profissionais, que ganham mesmo a vida com o que conseguem roubando com classe e elegância – e por que não dizer, tamanha naturalidade? Will Smith é Nick. Ele e sua equipe se reúnem de tempos em tempos para, digamos, uns servicinhos. Quando uma garota, Jess (Margot Robbie), se junta à equipe, as coisas parecem mudar um pouco para o golpista.

O enredo é absolutamente sensual e até mesmo romântico. Apesar de fazer apologia ao crime, com os roubos imperceptíveis pelas vítimas, não há uso de armamento. As histórias que eles (os personagens) acabam inventando para se dar bem são as mais cabeludas possíveis. Principalmente quando há muita grana envolvida (o que é normalmente sempre).

Além de a história ser um pouco clichê, outra questão me fez levantar as sobrancelhas: a dublagem do personagem de Rodrigo Santoro, Garriga. A atuação me surpreendeu, mas a dublagem é falha e não natural, parece realmente que nem é o personagem que está falando em alguns momentos.

O filme, com direção de John Requa e Glenn Ficarra e que bateu outras estreias logo na primeira semana, merece, sim, elogios. É uma ótima produção e os números da bilheteria estão aí para comprovar. É comédia, é romance, é drama e, claro, muita trapaça.

Aline Gomes

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O Grande Herói do Oscar‏

Vencedor do Oscar 2015 de melhor animação, Operação Big Hero (ou Big Hero 6) reúne características que garantem o sucesso do filme. O Qual é a das quintas? comenta um pouco sobre a animação que cativou o mundo todo.

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A história de um menino super dotado que tem a chance de chegar à faculdade com 14 anos tem grandes emoções e faz o espectador rir e chorar. O fantástico mundo nerd de criação de robôs encanta crianças e adultos. Porém, toda a inteligência do menino é direcionado para modificar um robô criado pelo irmão dele para recuperar seus mini robôs.

Baymax é um robô enfermeiro super fofo que faz de tudo para que o paciente se sinta bem. Ele só para quando o paciente está satisfeito. Isso criou uma relação de amizade e carinho com Hiro, o menino que sofreu uma perda muito grande e perdeu toda sua alegria. No seu novo projeto, ir atrás do ladrão do seu projeto, ele, Baymax e os seus amigos cientistas desenvolvem um grupo de super heróis.

Muita emoção envolve o longa que se passa numa Tóquio dentro de São Francisco. A animação envolve amor, amizade, vingança e uma lição de como aprender a lidar com perdas. Os personagens ficam marcados na nossa memória. Pode não ser uma animação com riqueza de detalhes em imagem, mas a história é fantástica.

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Os contos de fada se misturam em Caminhos da Floresta

Para todo desejo há pelo menos uma consequência. Quem vai ao cinema assistir Caminhos da Floresta se depara com essa situação. Imagine, em um único filme, vários contos de fada que se confundem e estão intimamente ligados. O Qual é a das Quintas? dessa semana comenta o musical.

O filme começa apresentando os desejos dos personagens. Todos querem algo e, por um certo motivo, esse desejo não é tão fácil de ser realizado. Porém, para que, finalmente, seus desejos sejam realizados, faz-se necessário passar pela floresta. O destino de todos, primeiramente desconhecidos, se entrelaça ali dentro.

Os famosos contos de fada parecem não corresponder com as histórias que estamos acostumados a ler e ouvir. Como tudo é mágico, muita coisa não faz o menor sentido. Entretanto, algumas situações bem clichês tornam o longa, por vezes, desinteressante.

As vozes dos personagens criam a trama através da música. Suas dúvidas, seus desejos, seus diálogos se desenvolvem por meio de canções que embalam o espectador e ficam fácil na cabeça indo e voltando depois que sai da sala de cinema. Uma dessas vozes inesquecíveis é a de Meryl Streep, que interpreta a bruxa amaldiçoada.

O longa deixa a desejar em vários pontos no desenvolvimento da história. Mas é uma boa produção que, se você gosta de musicais e tem curiosidade para saber o que fizeram com os contos de fada, talvez valha a pena assistir.

Novas (e boas) aventuras no museu

Férias. Tem muita coisa que pode ser feita nessa época: viajar, ler um livro, ir ao parque, ir ao cinema, ao museu. Agora, imagina ir a um museu onde tudo ganha vida todas as noites. E se toda essa magia estivesse prestes a acabar? 2015 começou com a estreia de Uma Noite no Museu 3, uma comédia e uma aventura para toda a família e para ninguém (ou quase ninguém) colocar defeito.

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Algo deu errado no American Museum of Natural History durante uma apresentação noturna. A explicação é que a magia da placa de Arkmen Rá falhou, ela está sendo estranhamente corroída. A partir daí, Larry e sua trupe de amigos-bonecos-de-cera se aventuram em plena Londres para descobrir o mistério. Os personagens marcantes que acompanhamos nos dois primeiros filmes da série estão ainda mais apaixonantes, além dos novos, que dão muito mais graça ao longa.

A trama tem uma característica interessante: ela é capaz de te fazer chorar de emoção ao mostrar dramas em família e a superação, através do amor e da amizade, de todas as situações criadas no filme e chorar de rir (praticamente o tempo todo). Sobrou até para o imortal Wolverine.

O clima de despedida é inevitável. O último filme de Robin Williams faz o expectador chorar ao pensar em não vê-lo mais, não só como o ícone, o Presidente Theodore Roosevelt, mas todos os seus outros grandes personagens. As próprias cenas do filme dão dicas de que, provavelmente, não veremos mais esses personagens, apesar da possibilidade de uma continuação ter sido apresentada. Mas quantos não foram os filmes que tiveram “deixas”, mas não tiveram continuação? Tudo é possível no universo hollywoodiano.

Uma Noite no Museu 3 é um filme para se divertir e se emocionar. A trilha sonora, como sempre, é sensacional. Você pode se inserir na trama de uma forma que passa a acreditar que está realmente vivendo aquilo. Uma dica: se você ainda não viu, veja! Não creio que vá se arrepender.

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Um último adeus? A Jornada de Bilbo Bolseiro chega ao fim em A Batalha dos Cinco Exércitos

A jornada dos anões chega ao fim nas telonas. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, terceiro filme da franquia O Hobbit, foi lançado no mês de dezembro em todo o mundo e é sucesso de bilheteria. Há quem diga tratar-se do filme mais aguardado do ano e até que é o melhor. Você concorda? O primeiro post do Qual é a das quintas? de 2015 traz nada mais, nada menos, que a experiência desse filme que, sem dúvida, arrancou muitos risos e lágrimas dos fãs.

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O filme já começa cheio de ação e emoção com o majestoso Smaug lançando sua fúria sobre a Cidade do Lago, ou seja, começa exatamente de onde parou o segundo filme (A Desolação de Smaug). Logo por essa primeira cena, o expectador se depara com a obrigatoriedade de ter visto os filmes anteriores, ou não irá entender nada do que se segue. A trilogia, baseada do livro de J.R.R. Tolkien, narra a aventura de um (ladra)hobbit pela Terra Média em uma busca dos anões pela reconquista de sua amada Erebor. Depois de enfrentarem muitos desafios e, finalmente, retomarem o reino sob a Montanha, mais desafios se colocam dentro e fora da fortaleza dos anões.

Todos têm motivos para a guerra. Elfos, homens, anões querem o que é seu por direito. Mas um inimigo em comum muda por completo a direção da batalha. Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit de Bolsão, do Condado, está no meio disso tudo. Seu papel é de fundamental importância na conciliação entre anões, homens e elfos e, principalmente, de seu amigo, o rei sob a Montanha, Thorin Escudo de Carvalho, e sua obsessão por toda a sua riqueza. Além disso, ele agora tem a posse de um anel, que não é simplesmente um anel, mas O Um Anel, que a gente conhece bem da trilogia O Senhor dos Anéis.

Criaturas míticas de todo tipo são peças chave que movimentam toda a trama. Os cenários são de tirar o fôlego e cheios de surpresas. O que deixa a desejar um pouco é a trilha sonora, que no primeiro filme (Uma Jornada Inesperada), foi praticamente baseada em uma única música, além de ser usada apenas para, digamos, intervalos entre cenas, ou seja, diversas vezes, quando as falas da cena iam começar, a música acabava. Em A Batalha dos Cinco Exércitos, a trilha é mais rica e aponta para as cenas de maior tensão, como durante a batalha, e para os momentos de grande emoção, que não são muitos.

Peter Jackson, o diretor da trilogia O Hobbit e O Senhor dos Anéis, adapta o universo descrito por Tolkien de forma que é possível mergulhar na história e, algumas vezes, perceber sua fidelidade ao livro. Enxergar detalhes nos filmes é importante. Podemos ver ao longo da obra várias ligações entre os próprios filmes de O Hobbit e os filmes de O Senhor dos Anéis. Ah! E o 3D também é um assunto interessante. Se você puder assistir nesse formato, assista! Cenas de luta e ação são ótimas para assistir em 3D.

Bom, a história chegou ao fim. Depois de todas essas aventuras, expectativas criadas, lágrimas inevitáveis e bocas abertas (se você não viu, vai ter que descobrir o que estou falando, de preferência, vendo o filme), a Terra Média fica guardada nos nossos corações. As novas gerações encontram nos longas a vontade de experimentar a literatura de Tolkien em todo o seu esplendor. A verdade é que esse misto de fantasia e realidade não vai abandonar nossa imaginação. Podemos dar um último adeus agora, mas nunca se sabe o que pode vir por aí. Os fãs que o digam.

Um bom ano para ser nerd

Fim do ano chegando e há muita coisa acontecendo no universo nérdico. Muitos livros, trailers, filmes sendo lançados, e aqueles dos bons. O Qual é a das quintas? encerra suas postagens de 2014 com alguns desses destaques. E aí? 2014 foi ou não um bom ano para ser nerd?

No cinema, por exemplo, tivemos nada mais e nada menos que o até então considerado o melhor filme do ano por muitos (inclusive eu): Guardiões da Galáxia. Desde a trilha sonora fantástica até a incrível coesão da história e dos personagens, o filme encantou a todos os que assistiram. Também tivemos o novo filme dos Transformers totalmente repaginado, além de Tartarugas Ninja, Capitão América: O Soldado Invernal – que foi uma aposta muito boa, diga-se de passagem, da Marvel -, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, e muitos e muitos outros. E recentemente, acabou de sair do forno, o último filme da série O Hobbit, baseado no livro de J.R.R. Tolkien. (Possivelmente haverá um post dedicado exclusivamente ao filme em breve).

Os trailers e os anúncios de novos filmes estão matando todo mundo de curiosidade. Vingadores: A Era de Ultron, é um exemplo e tanto disso. Tudo bem que, depois de ver várias vezes o trailer, comecei a me interessar mais pelo filme, confesso que na primeira vez não pensei que fosse lá tão grande coisa. Reconheço agora que “Nada dura para sempre” (Viúva Negra). Outra espera que parece não ter fim é por Star Wars: O Despertar da Força. Cheio de novos personagens, o trailer nos faz pensar em diversas possibilidades do que pode acontecer agora. O trailer de Jurassic World deixou todo mundo de boca aberta, esperando ansiosamente pela estreia. Vamos fazer uma visita ao parque? Não podemos esquecer das especulações dos filmes Batman vs. Superman, Capitão América: Guerra Civil, Quarteto Fantástico e as polêmicas que envolvem o destino do Homem-Aranha.

Por falar em Star Wars e Jurassic Park, aconteceu no último sábado, 13 de dezembro, no Forte de Copacabana, RJ, mais uma edição do Projeto Aquarius. O Tributo a John Williams, pela Orquestra Sinfônica Brasileira, emocionou o público com os clássicos deste grande músico. O cinema tal qual o conhecemos jamais seria o mesmo sem a presença de suas trilhas. Bom, estou sempre aqui falando de trilhas sonoras e não poderia, de jeito nenhum, terminar o ano sem falar sobre isso.


Marcha Imperial – Star Wars – Projeto Aquarius 2014: Tributo a John Williams (A imagem não está lá essas coisas, mas é só para dar aquele gostinho rs’)

O que temos previsto para 2015? Uma lista gigante de filmes que não podemos perder. Outra quase infinita de livros para ler. Enquanto o Ano Novo não chega, temos o Natal ainda pela frente. O objetivo e significado não é e nunca será a compra e troca de presentes, mas a nossa tradição me permite dizer que há umas coisinhas bem legais para presentear nossos amigos e familiares esse ano. Muitos dos melhores filmes lançados esse ano já estão em DVD e Blu-ray. Os livros também, por favor, não deixe amontoar nas livrarias, dê livros de presente! As pessoas não querem mais ganhar meias, creio que um livro seja uma ótima opção.

Olhando para tudo o que passou em 2014 e o que nos aguarda, não só em 2015, mas nos próximos anos, chego à conclusão de que estamos vivendo um tempo muito bom para ser nerd. Tudo bem que tem aqueles que assistem um filme ou outro e já… né? Mas estamos aqui para acolher a todos! O Qual é a das quintas? também vem cheio de novidades ano que vem (assim espero), aguarde! Que venha 2015 cheio de coisas legais! Nós temos cookies!