A Força Despertou… Você já pôde sentir?

É até difícil escrever sobre Star Wars: O Despertar da Força. Como eu costumo escrever aqui no Qual é a das quintas? sobre os filmes, já fico pensando, no decorrer do filme, as palavras que vou usar nos meus textos. E Star Wars não foi diferente. Mas conforme as letrinhas foram subindo (e o cinema que eu fui fez todo mundo ver até o final dos créditos), as palavras foram sumindo. Vamos tentar…

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Pra começar, surpresa. Um monte de onomatopeias, tipo “uau”, definiriam bem esse filme. Como os trailers deixaram um monte de incógnitas e coisas que faziam nossa mente divagar, tudo o que aconteceu no longa é surpreendente. Inclusive, naquela cena… Brincadeira! NADA DE SPOILERS AQUI! Se você vai com a visão de que vai ser bom, eu te digo: é melhor.

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Eu quase chorei já logo que apareceu a primeira tela. Cara, sente só a emoção percorrer todo o seu corpo e quase explodir sua cabeça. Aplausos e gritos estiveram presentes em toda a sessão (acho que em todas as sessões – pelo menos no Brasil). Não tem como não vibrar em cada cena.

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O filme é cheio de referências. Mas antes que você imagine isso, apesar de ser da Disney, não… não é a Marvel. Estamos diante de um clássico, com uma história boa e com efeitos especiais infinitamente melhores que na década de 1990.

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Dá pra chorar? Dá. Flui quase tão naturalmente quanto rir nas (muitas) cenas engraçadas. Dá pra fazer “awnt” também, em vários momentos. Você entra na trama de um jeito que não parece que você é um mero espectador.

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Sobre a trilha sonora… Bom, você sabe. A emoção da coisa está nela. Afinal, John Williams sabe como ninguém como fazer você viver a história só pela música. Se você fechar os olhos, você já se imagina dentro de um caça atirando nas naves da Primeira Ordem. Não se trata só de música, todos os efeitos sonoros criam uma atmosfera intransponível, ou seja, nem que você queria, sua mãe fale, seu cachorro lata, você conseguirá se desvencilhar do filme.

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Quero ver de novo, e de novo e de novo. É uma experiência que eu super indico. Se você não assistiu aos últimos episódios, pode não entender muito (na verdade, quase nada). Mas veja! Veja todos! Veja a evolução de cada personagem. De gente que não precisa falar uma única palavra quando aparece e ser aplaudido de pé. Que a força esteja com você!

Aline Gomes

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Vingadores: Era de Ultron – A espera acabou

“Nada dura para sempre!” (Viúva Negra) – Bem que podia! Parece que faz tanto tempo que falamos sobre o primeiro trailer de Vingadores: Era de Ultron. Finalmente, a espera acabou e já podemos ir aos cinemas da vida assistir ao filme quantas vezes quisermos. Sucesso de bilheteria, também não era para menos, o filme é um dos mais esperados do ano. E o Qual é a das quintas? não podia ficar sem dar sua opinião sobre o longa.
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Surpresa é algo que define bem o filme. Afinal, ele superou expectativas. O longa mostra o lado humano dos heróis, exatamente o que o próprio Stan Lee disse que seus heróis deveriam ser. Falando no Lee, você sabe que ele sempre aparece nos filmes de um jeito bem legal… Se você não viu ainda Vingadores: Era de Ultron, prepare-se!

Aliás, o bom humor é o que não falta em todo o desenvolvimento da história. A Marvel está investindo nisso, e está investindo bem, porque o resultado é positivo. Ao longo das mais de 2 horas de filme você vai rir muitas vezes. Não pense que será pouco. Até o próprio Ultron é um dos que podem arrancar boas risadas suas.

O filme já começa com muita ação, batalha, aquilo que a gente espera ver numa produção como essa. E eles, mais uma vez destruíram uma cidade. Ficou bem claro que as ações de cada membro da equipe têm a ver e reflexos em todos. As escolhas não são apenas individuais. O próprio Capitão América fala que tudo que eles fizessem, seja lutar, seja morrer, eles fariam juntos.
Muita gente criou expectativas por causa do primeiro filme. Alguns acreditam que o primeiro tenha sido melhor que o segundo, outros que o segundo está bem melhor que o primeiro. A opinião da autora aqui, no caso, eu, é que o segundo filme está melhor que o primeiro. Mesmo sem o Loki. Desculpa, meninas, o Loki não aparece nesse filme.

No Brasil, só na primeira semana de exibição, a super produção Vingadores: Era de Ultron já tinha sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores. Tem gente que já assistiu mais de uma vez (mais de duas… de três… quatro…). O longa tem classificação indicativa de 12 anos. Então não se esqueça de, ao levar crianças, ter em mãos a identificação e a segurança de que há um responsável por elas na sessão. Vá ao cinema! Leve a família, reúna os amigos, chame o(a) namorado(a) ou vá sozinho mesmo e delicie-se com uma produção que você não vai querer perder um segundo sequer.

Aline Gomes

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Golpe duplo: uma aula de trapaça

Não é qualquer filme que surpreende o espectador. Nem qualquer um que te prende até o final. Mas há aqueles que te levam a se aventurar, mesmo com situações absolutamente clichês. Sabe aquele filme para ver com os amigos ou com seu amor? Esse filme pode ser Golpe Duplo, ou Focus, que o Qual é a das quintas? fez questão de conferir e dar sua opinião.

Os personagens principais do filme são ladrões. Mas não qualquer tipo deles. São ladrões profissionais, que ganham mesmo a vida com o que conseguem roubando com classe e elegância – e por que não dizer, tamanha naturalidade? Will Smith é Nick. Ele e sua equipe se reúnem de tempos em tempos para, digamos, uns servicinhos. Quando uma garota, Jess (Margot Robbie), se junta à equipe, as coisas parecem mudar um pouco para o golpista.

O enredo é absolutamente sensual e até mesmo romântico. Apesar de fazer apologia ao crime, com os roubos imperceptíveis pelas vítimas, não há uso de armamento. As histórias que eles (os personagens) acabam inventando para se dar bem são as mais cabeludas possíveis. Principalmente quando há muita grana envolvida (o que é normalmente sempre).

Além de a história ser um pouco clichê, outra questão me fez levantar as sobrancelhas: a dublagem do personagem de Rodrigo Santoro, Garriga. A atuação me surpreendeu, mas a dublagem é falha e não natural, parece realmente que nem é o personagem que está falando em alguns momentos.

O filme, com direção de John Requa e Glenn Ficarra e que bateu outras estreias logo na primeira semana, merece, sim, elogios. É uma ótima produção e os números da bilheteria estão aí para comprovar. É comédia, é romance, é drama e, claro, muita trapaça.

Aline Gomes

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