Por que eu não tenho um filme favorito

Você tem algum filme favorito? Existe uma ideia que está na cabeça de muita gente que trata de te dizer que você precisa ter coisas favoritas. Filmes, livros, séries, cantores/bandas… Mas com tanto livro, filme, série, e tanta música boa no mundo, será que você realmente precisa ser super fanático por algo?

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Um exemplo para entender melhor o caso: tinha amigas na pré-adolescência que eram enlouquecidamente apaixonadas por Jonas Brothers (no auge da carreira deles). Eu até ouvia umas músicas, podia curtir ou não, mas não conseguia de forma alguma ser igual às meninas.

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Você já se pegou agindo como alguém que não é você mesmo só porque você colocou na sua cabeça que precisava ter um ator favorito? Do tipo de gritar no cinema quando a criatura aparece sem nem saber exatamente o motivo? Bem-vindo ao clube! Há um grupo de pessoas no mundo que só vê filmes e séries pelo prazer de ver, assim como lê livros de diferentes autores e gêneros porque gosta de ler todos eles sem precisar eleger um melhor que o outro.

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Sim, eu já gritei pelo Johnny Depp e imitei um pirata inúmeras vezes. E não me senti eu. As vezes, a gente entra em brigas idiotas porque não sabemos qual a cor favorita da prima do ator do filme que a gente gosta. Isso é bizarro, não acha?

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Assistir a um filme ou a uma série, ler um livro, ouvir música precisa ser algo prazeroso. Não se cobre ser quem você não é por achar que porque todo mundo tem uma banda favorita você também precisa ter. Fica a dica.

Esse assunto pode render muito, muito mais. Deixe seu comentário aqui ou na nossa página no Facebook e vamos trocar uma ideia sobre o assunto.

Aline Gomes

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Troféu de quinta

O Qual é a das quintas? perguntou e você respondeu. Qual o melhor (e pior) filme do ano? E a série, o ator, a trilha sonora? O resultado, você confere a seguir.

Melhor filme

2015 foi um ano de muitas (boas) estreias. Entendo o motivo de ter sido tão difícil escolher. Mas, antes mesmo da estreia, os fãs já estavam votando nele (o melhor filme do ano), só pela expectativa. O grande vencedor foi: Star Wars – O Despertar da Força.

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Pior filme

Como tivemos muitas estreias, também tivemos filmes ruins. E os fãs elegeram o novo Quarteto Fantástico como o pior do ano.

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Melhor ator/atriz

A atriz eleita como melhor do ano foi a indicada ao Oscar Felicity Jones.

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Pior ator/atriz

Os fãs elegeram vários como piores do ano. Ninguém ganhou a corrida. Mas nomes como Megan Fox, Chris Hemsworth e Adam Sandler fazem parte da grande lista de indicados ao título.

Melhor trilha sonora

Dos indicados, aqueles que tiveram mais de 3 votos são: Jurassic World, A Teoria de Tudo e Velozes e Furiosos. Mas, quem leva o prêmio é A Teoria de Tudo. Parece que os fãs ficaram encantados com a soundtrack da produção.

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Melhor série

Foi uma disputa acirrada. Entretanto, os fãs curtiram mais The Flash, da CW. A concorrência ficou para trás…

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Pior série

Demolidor ganhou o título por pouco. Quase perdeu para Game of Thrones.

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Nos comentários sobre o cinema em 2015, os fãs citaram outros filmes que não entraram em nenhuma lista, como Pixels. E também exaltaram Star Wars, Jurassic World, Uma Noite no Museu 3, Minions e Avengers – Age of Ultron. Mas o melhor comentário, não sei de quem foi, mas me fez refletir sobre o nosso universo cinematográfico.

“Eu adorei ver o filme ‘tal’ porque ele retratou os ETs de forma fiel…” Ainda não vi um filme que retratasse os ETs de forma fiel, aguardo ansiosamente pelo filme: “Egito os Originais”

O Qual é a das quintas? não tem dinheiro para dar troféus de verdade. Porém, ficamos muito felizes por poder presentear simbolicamente esses que deram um show no ano de 2015. Que venha 2016 com muito mais coisa boa para todos nós. E muito dinheiro para conseguir ir ao cinema… Feliz 2016!

Aline Gomes

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Dia Internacional da Música – Nós adoramos musicais!

O Dia Internacional da Música foi instituído pelo International Music Council em 1975, no dia 1º de outubro. Pensando nisso, o Qual é a das quintas?, que adora falar sobre música, resolveu fazer um post sobre a música no cinema. Sim, já falamos sobre esse assunto antes (Leia: O som das grandes histórias), mas hoje vamos falar especificamente de musicais.

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Nós crescemos assistindo a musicais. Animações são, em sua maioria, musicais. Os desenhos da Disney são os mais conhecidos e fantásticos já criados no mundo. Quem não fica feliz, nostálgico e até emocionado ouvindo “Hakuna Matata”, “Um Mundo Ideal”, “Amigo, estou aqui”, “Somente o necessário”, entre tantas outras músicas, em conjunto com as imagens fantasiosas e as histórias dos nossos personagens favoritos? Depois da Disney, a Fox e a DreamWorks também entraram nesse universo, cantando “Foi no Mês de Dezembro” (Anastasia) e “Um Rango Legal” (A Era do Gelo 2).

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Fora das animações, conhecemos A Noviça Rebelde e Mary Poppins, com Julie Andrews. Musicais em que aprendemos e sentimos a naturalidade como a música flui das ações e cenas. São histórias que envolvem gerações com frases cantadas (com ou sem sentido). E te desafio a cantar “Supercalifragilisticexpialidocious” energicamente, junto com os personagens. Que mundo fantástico.

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Musicais que são sucesso na Broadway também se destacam nas telonas. Les Misérables (Os Miseráveis) é um exemplo inquestionável de uma grande e fabulosa adaptação de musical. Nele você pode mergulhar na história e na História. A música não é só uma aliada, ela conta e conta a história com uma emoção que mal cabe no ator/cantor.

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Você tem um musical favorito? Conta para a gente. Nós adoramos musicais! Acredito que o musical tem um poder de, além de fazer a história ser muito mais atraente, ensinar e traduzir a história de uma forma naturalmente mais fácil de entender.

Aline Gomes

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As grandes aventuras pedem um bom som

Imagine a cena: você liga seu videogame (Super Nintendo, MegaDrive, Playstation 1, 2, 3, 4, X-box etc.), começa a jogar e, de repente, silêncio. Cadê a musiquinha (clássica) do Mario? E se ela nunca tivesse existido? Já pensou nisso? Como o mundo dos videogames seria sem graça se não houvesse a tal da trilha sonora. É por isso que o Qual é a das quintas? dessa semana traz para você um pouquinho das soundtracks que fizeram/fazem história nos games.

Assim como no cinema, o universo gamer se torna muito mais empolgante e emocionante quando acompanhado de uma boa trilha sonora. Em um post anterior do blog (O som das grandes histórias), já falei sobre o cinema e esse desafio e beleza que é ter a associação da imagem à música.

Muitos jogos são lembrados inclusive pela trilha. Por exemplo, Need For Speed é aquele jogo que tem uma trilha bem marcante. Todas as versões de NFS têm músicas que se encaixam perfeitamente às corridas, vitórias e fugas da polícia. E as músicas, em sua maioria, são bem características, a ponto de um player estar ouvindo uma música no rádio e pensar que era muito parecida com as do jogo. Outra trilha notável é a de Tony Hawk’s. Horas e horas fazendo manobras com o som das ruas, das pistas e das rampas. Os jogos de futebol também entram nessa lista. Por trás da narração do jogo e dos menus sempre tem músicas que marcam gerações.

O que dizer, então, de Guitar Hero, Dance Dance Revolution e Just Dance? A própria música é o tema do jogo. Muitos são aqueles que aprenderam as músicas de tanto ouvir enquanto jogavam. Já sabem de cor as teclas que apertar ou os passos que dar no momento apropriado. Esses jogos apresentam e exigem aos players total senso de ritmo. Sem ele, é quase impossível ter boa pontuação na música. Fora as competições de quem joga/dança mais que são desafios sempre muito divertidos.

Trazemos dois grandes nomes da música dos videogames neste post. Um deles é Yuzo Koshiro, apaixonado por música e games desde pequeno. Compôs trilhas para jogos como Sonic, Castlevania: Portrait of Ruin, Streets of Rage, e muitos outros. O outro nome é de Yoko Shimomura, “a mais famosa compositora de videogames do mundo”. Ela é conhecida por trilhas de Kingdom Hearts, Final Fight, Street Fighter II, Mario & Luigi: Superstar Saga, entre outros. Graças a eles, alguns dos nossos jogos favoritos são muito mais emocionantes.

Há muito mais jogos com grandes trilhas. GTA e Driver, por exemplo, quem não adora ouvir as músicas? Jogos baseados em filmes, geralmente, trazem as músicas direto das telonas para os consoles.

Os jogos jamais seriam os mesmos sem suas trilhas sonoras. O player poderia até perder a vontade de jogar se não fosse pela música. A música “alimenta” a adrenalina no jogo e o jogador se sente muito mais animado e concentrado para jogar. Música, nesse caso, ajuda mais ainda na concentração do que atrapalha. Música sempre ajudando. Sejam gamers, cinéfilos, leitores, sonhadores…

Tim Maia – um filme da Jovem Guarda

O cinema brasileiro chegou ao Qual é a das quintas. Tim Maia, de Mauro Lima, conta um pouco da vida do cantor e compositor que marcou o cenário da música brasileira com seu ritmo e sua irreverência.

A história é contada por um amigo de Tião (Tim Maia), o Fábio, também músico. Desde a juventude, Tim demonstrava ser um músico de excelência. Porém, tinha um temperamento um tanto forte e não tinha papas na língua, o que não era lá uma ótima combinação. Ele queria a todo custo ser um cantor de sucesso, mas se metia em todo tipo de confusão por causa disso. Por isso, fora diversas vezes preso.

O desenrolar do filme traz um pouco da história nacional e da história da música. O jovem Tião da Tijuca queria fazer música negra e ficar famoso por isso. Por causa de seu temperamento, acabou afastando de sua vida muitas coisas, inclusive os amigos, a mulher, gravadora. Seu envolvimento com as drogas e a bebida só piorou a situação.

A videobiografia retrata a realidade da época e dos sonhos de um jovem que tinha tudo pra ser um sucesso. Traz à memória vários detalhes de quem viveu aquele momento. Não preciso dizer como é a trilha sonora, não é? As músicas da época, as músicas dele, do Roberto, e até Elvis.

Os filmes brasileiros estão ganhando espaço. E Tim Maia é um bom exemplo disso, pois é um filme bem feito. Se você se interessa pelo gênero e pela música da Jovem Guarda, é um bom filme para assistir.

O som das grandes histórias

Os filmes são capazes de atrair a atenção de muitas pessoas. As mantêm entretidas e até estáticas em frente a uma tela, seja ela pequena ou grande, com histórias de aventura, de romance, que nos fazem rir e nos fazem chorar. Conseguem transmitir ideais, sonhos, fantasias e alcançam um grande número de pessoas ao redor de todo o mundo. Contam histórias de verdade e histórias de mentira. Mas a sétima arte estaria incompleta sem a primeira.

O cinema é marcado pelo uso da música como fator de grande relevância desde a sua criação. Em toda a sua composição, o cinema mudo trazia uma trilha sonora. E as músicas eram responsáveis por toda a emoção dos filmes.

Os tão amados musicais inspiraram gerações, revelaram grandes atores e grandes músicas. Muitos filmes são lembrados mais pelas músicas que os compõem do que pelas próprias histórias. E grandes grupos foram consagrados pelas suas músicas nos filmes – e cabe também dizer que muitos filmes só fizeram sucesso porque sabia-se de sua trilha sonora.

Desde os clássicos, como os primeiros filmes de Mickey Mouse, até os mais tecnologicamente preparados, há a presença de envolventes melodias e canções cheias de significado. Por outro lado, se a trilha é ruim, as chances de o filme ser mal qualificado aumentam.

Sob regência do maestro Hans Zimmer, por exemplo, temos diversas trilhas de filmes como Piratas do Caribe e Batman – O Cavalheiro das Trevas. As músicas criam um ambiente para o desenvolvimento das cenas, fazendo com que o espectador sinta como se estivesse vivendo aquilo.

Os filmes da Marvel também possuem ótimas trilhas sonoras, sendo a maioria do gênero rock, o que combina muito com os personagens, como o célebre Homem de Ferro.

A verdade é que os filmes, sem suas consagradas trilhas, jamais seriam tão bons (ou tão ruins). Os filmes de terror, por exemplo, se fossem secos, sem música, jamais causariam tanto medo ou suspense como causam. Ou um filme romântico sem uma dança ou uma música que embale os sonhos, encontros e desencontros do casal, não faz tanto sentido.

O que dá o medo e desperta a emoção no público é a música. E isso começa a fazer parte da vida das pessoas de tal forma que as músicas que elas ouvem nas histórias se tornam as músicas dos seus próprios encontros e desencontros.

Conta pra mim uma trilha sonora que faz parte da sua vida!

Até mais!

Aline Gomes