O Dia Internacional da Música foi instituído pelo International Music Council em 1975, no dia 1º de outubro. Pensando nisso, o Qual é a das quintas?, que adora falar sobre música, resolveu fazer um post sobre a música no cinema. Sim, já falamos sobre esse assunto antes (Leia: O som das grandes histórias), mas hoje vamos falar especificamente de musicais.
Nós crescemos assistindo a musicais. Animações são, em sua maioria, musicais. Os desenhos da Disney são os mais conhecidos e fantásticos já criados no mundo. Quem não fica feliz, nostálgico e até emocionado ouvindo “Hakuna Matata”, “Um Mundo Ideal”, “Amigo, estou aqui”, “Somente o necessário”, entre tantas outras músicas, em conjunto com as imagens fantasiosas e as histórias dos nossos personagens favoritos? Depois da Disney, a Fox e a DreamWorks também entraram nesse universo, cantando “Foi no Mês de Dezembro” (Anastasia) e “Um Rango Legal” (A Era do Gelo 2).
Fora das animações, conhecemos A Noviça Rebelde e Mary Poppins, com Julie Andrews. Musicais em que aprendemos e sentimos a naturalidade como a música flui das ações e cenas. São histórias que envolvem gerações com frases cantadas (com ou sem sentido). E te desafio a cantar “Supercalifragilisticexpialidocious” energicamente, junto com os personagens. Que mundo fantástico.
Musicais que são sucesso na Broadway também se destacam nas telonas. Les Misérables (Os Miseráveis) é um exemplo inquestionável de uma grande e fabulosa adaptação de musical. Nele você pode mergulhar na história e na História. A música não é só uma aliada, ela conta e conta a história com uma emoção que mal cabe no ator/cantor.
Você tem um musical favorito? Conta para a gente. Nós adoramos musicais! Acredito que o musical tem um poder de, além de fazer a história ser muito mais atraente, ensinar e traduzir a história de uma forma naturalmente mais fácil de entender.
Aline Gomes
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