Rebel Moon e o filme sem fogo

Sim, sou eu de novo, Jão Rosa, criador do Alfredo, O Óbvio. Vim trazer mais filmes ruins para vocês assistirem quando estiverem em um encontro com alguém que não gostam.

Assistir a Rebel Moon foi uma das melhores – piores – experiências que já tive. O diretor Zack Snyder queria escrever um filme de Star Wars, mas ganhou um sonoro “não” dos produtores, então ele resolveu se juntar com a Netflix e criar o próprio, porém faltou uma coisinha boba: MOTIVAÇÃO.

Um filme com as conexões mais desconexas, personagens cativantes que não cativam e storytelling pobre deixam claro que o antigo manda-chuva da DC não sabe o que é escrever uma boa história.

Rebel Moon

O resumo

Uma aldeia de agricultores em um pequeno planeta é invadida pelo império intergalático e recebem a incumbência de entregar a maior parte de sua colheita ou todos perecerão. Para proteger esse grupo de simples pessoas, um dos aldeões é, na verdade, uma antiga guerreira, que junta um grupo de foras da lei para defender o povo que a acolheu.

Pois bem… 

Nesse cosmos, somos apresentados à protagonista que tem um passado obscuro e misterioso, que será descoberto ao longo da história… Nah, ela vai contar tudo numa boa em dois encontros na lareira, e é isso. Passado de alguém? Deixa, os personagens vão te contar tudo da forma mais explanatória possível.

Não há uma profundidade nas relações, nem no momento em que os personagens são chamados para a missão, nem depois, quando vão vivendo as aventuras juntos.

O vilão é apenas mais um vilão malvado, que faz malvadezas sem nada de novo para acrescentar. Temos mais referências ao Naz—mo, porém sem nada que acrescente ou motive essa referência.

A fotografia é linda, porém, os maneirismos de Snyder, o fizeram priorizar tanto os momentos épicos, que uma simples areia caindo, uma briga de bar ou um cara escorregando em uma banana eram dignos de câmera lenta.

Por esse motivo, esse filme merece uma nota terça-feira à tarde.

O carisma que a Disney não achou, a Netflix aproveitou

Escrito por João Rosa

Como disse na parte 1 desta crítica, houve duas versões do filme do boneco de madeira em 2022, se você não leu, clique aqui e depois volte. Lembrando que a análise que farei a seguir se trata apenas dos filmes lançados ano passado, ou seja, as versões antigas não serão levadas em conta, já que um filme precisa ser total e não precisar de explicações póstumas, ou ele fugirá da sua proposta. Esta análise contém spoilers, nada que estrague a trama, mas tem.

Imagine perder a sua mulher e posteriormente seu filho de forma trágica, esse é o passado trágico do personagem Gepeto, porém a perdida direção de Robert Zemeckis não faz o espectador perceber que realmente houve uma perda ali e torna uma das mais belas histórias de amor e carinho em apenas mais uma aventura em que Gepeto parece ter sérios problemas com a realidade.

Na versão da Netflix, o diretor Guilhermo Del Toro focou em uma ideia mais realista, os personagens vivem os horrores e o filme começa mostrando um início trágico para o criador do Pinocchio e te faz até mesmo entender cada uma das suas decisões, até mesmo quando ele é rude com seu filho e quando cai em si.

O personagem principal sofreu também com esse problema, ele se transformou em – literalmente? – um boneco de madeira que apenas concorda com tudo, e essa passada de pano que a Disney faz para o protagonista tira totalmente o peso das suas decisões e no final a valiosa lição que ele deveria aprender nem é tão valiosa, já que ele já é bom, só “influenciável”.

Em compensação, o Pinocchio da Netflix já mostrou que de bom garoto ele não tinha – quase – nada, resmungão, reclamão e outros adjetivos que terminam em ‘ão’, ele foi aprendendo com seus erros e tentou até mesmo consertar (ok, isso criou outros problemas, porque ele é um boneco de madeira e não o Einstein) e quando ele chega ao final de sua história você vê que o personagem evoluiu em sua trajetória e é gostoso ver isso.

A falta de carisma dos personagens, somado à falta de criatividade ao fazer mais do mesmo, se transformou numa bomba relógio que a Disney se recusou a desativar por medo de inovar. O que será dos futuros projetos da produtora?

Siga esse blog para ficar por dentro das próximas produções.

Até breve!

O que aconteceu em 1899?

A série da Netflix chegou escangalhando a nossa mente de forma muito parecida com a que Dark, dos mesmos autores, fez. Estreando um novo formato aqui no Qual é a das quintas?, você vai descobrir o que comem, como dormem…. (kkkk mentirinha). Vou apenas comentar minhas impressões sobre a série.

Conta para nós o que você achou da série.

(E me conta também o que achou do vídeo e se devo continuar fazendo ou não)

Até a próxima!

O filme Persuasão pouco persuasivo

A adaptação do clássico de Jane Austen para a Netflix passou a semana inteira nos Top 10 e, como fã de Persuasão, vou comentar minhas impressões sobre o filme.

A primeira coisa que você precisa ter em mente é que é uma adaptação. Provavelmente, o filme da BBC (1995), que também é uma adaptação, transmite ao expectador algo muito mais clássico e a cara dos livros de Jane Austen (óbvio, porque é a BBC). Já a versão da Netflix traz uma pegada mais moderna e no mesmo estilo de Enola Holmes, que parece ser uma tendência no serviço de streaming.

A quebra da quarta parede me causou estranheza, justamente porque eu esperava uma adaptação mais clássica. O filme se propõe a ser mais leve e moderno, até mesmo um pouco cômico, diante da tragédia romântica de Anne Elliot (Dakota Johnson) e Wentworth (Cosmo Jarvis). O que deixou o filme com mais cara de drama adolescente que de um clássico de Jane Austen.

Li muitas críticas falando sobre a falta de química entre o casal principal e, na verdade, acredito que ficou faltando um desenvolvimento para um clímax, algo que fizesse com que eu realmente ansiasse pelo relacionamento dos dois. Talvez, eu só tivesse ansiado por isso porque amo o livro e criei a expectativa, mas o filme não chegou lá.

Por outro lado, a fotografia do filme é excelente e os jogos de câmera induzem na percepção de questões sociais e na ambientação da sociedade da época. Além disso, em diversos momentos, percebi que havia imaginado as cenas do livro como nas locações e no desenvolvimento da cena em si.

A experiência dessa adaptação para algo menos clássico e fiel pode ser bem rica para uma noite de sábado, se você curte esse tipo de filme. Vale ressaltar que não é o melhor filme do ano, mas não é por isso que você precisa deixar de assistir.

Me deu vontade de reler o livro e ficar mais com a impressão que tenho dele.

Você é fã de Austen? Se assistiu ao filme, me conta o que achou?

Até breve!

Aline Gomes

Filmes que você precisa assistir – Parte 1: Rush

Meu melhor amigo me passou uma lista de filmes que nunca vi e pediu uma crítica aqui (ele disse para eu escrever isso para vocês) e, a partir de hoje, você verá alguns posts aqui no Qual é a das Quintas? sobre filmes que, provavelmente, você já viu – ou não.

O primeiro filme dessa lista (enorme) é Rush – No limite da emoção (2013), sob a direção de Ron Howard, que está disponível na Netflix (https://www.netflix.com/watch/70253165?source=35).

O filme é uma espécie de biografia de dois grandes corredores de Fórmula 1, o austríaco Niki Lauda (Daniel Brühl) e o britânico James Hunt (Chris Hemsworth). Ambientado na década de 1970, a narrativa conta a jornada dos dois da Fórmula 3 até o sucesso que ambos fazem na principal categoria de automobilismo.

Com características bem distintas um do outro, Lauda é cauteloso e inteligente, conhecendo o carro e tornando-o melhor, se orgulhando por saber que é o melhor. Enquanto isso, Hunt é bom corredor e vive a vida, curtindo, com mulheres, festas e bebidas. A rivalidade que nasce entre os dois começa ainda quando eles disputam na Fórmula 3 e, pela sua cautela, Niki Lauda perde para James Hunt.

A mudança de categoria vem quando Lauda pega um empréstimo e compra seu espaço na Fórmula 1, seguido por Hunt, que não aceitaria perder. Niki se destaca por seu desempenho justamente porque entende o que o carro precisa ter e o que ele precisa fazer dentro e fora das pistas. Por outro lado, James tem problemas com a equipe e com seu desempenho, apesar de, gradualmente, melhorar e avançar.

Apesar de estar cumprindo com o combinado de assistir aos filmes da lista, esse me chama a atenção para a emoção da corrida em si, que eu sou fã desde criança. Meus jogos favoritos sempre envolviam corridas de carros e, até hoje, amo assistir a diversas modalidades automobilísticas.

O filme fala sobre superação e visão. O constraste do estilo de vida dos corredores e a força que cada um tem para perseguir sonhos e se desafiar no dia a dia impulsionam a narrativa para que você salte de um “será que esse filme é legal?” para “uau preciso de um lencinho”.

São 2 horas empolgantes, que parecem passar a mais de 200km/h. Há cenas um pouco pesadas que, admito, não consegui ver. Mas também apresenta uma realidade um pouco distante do glamour que pensamos ter nos campeonatos de Fórmula 1, principalmente em relação a quão inseguro é o esporte – estamos falando da década de 1970, quando aconteciam acidentes graves em praticamente todas as corridas.

Primeiro filme da lista: check! Só eu que não havia visto ou você também está nessa?

Até a próxima!

Aline Gomes

Tratamento de Realeza com um toque de realidade e fofura

O conto de fadas da Netflix que estreou no dia 20 de janeiro já entrou na minha lista dos Top 10 romances clichês. Assisti duas vezes para ter certeza de que contaria tudo muito bem para vocês (teria visto mais se tivesse tido tempo).

Seguindo o fofo do Mena Massoud nas redes sociais, descobri as gravações de The Royal Treatment. Eu achava que era uma série da Netflix e, por isso, planejei assistir tudo antes de contar para vocês minhas impressões. Aí eu descobri que era um filme. Assisti e, obviamente, adorei!

O enredo do filme é bem clichê mesmo: um romance fofo, leve e inocente, sem pretensões ou voltado para a sexualidade. Um conto de fadas nos dias atuais, que mostra a beleza da simplicidade e faz críticas interessantes às relações de poder e dinheiro.

Curiosamente, o príncipe Thomas é interpretado pelo Massoud, que foi Aladdin no live action da Disney de 2019. Ele vive, assim, o outro lado da história agora. Laura Marano é Izzy, uma cabeleireira descendente de italianos, que vive em Nova Iorque e luta bastante para sobreviver junto com a mãe, a avó e as amigas do salão que é dona. Exatamente no momento em que ela mais precisava, um engano fez com que ela tivesse a maior oportunidade da vida: cortar o cabelo do príncipe.

Ela tem uma visão aventureira e curiosa sobre o mundo, fazendo de tudo para tirar coisas boas até mesmo de situações ruins. Além disso, sua paixão pelas pessoas faz com que ela enxergue aquilo que poucas pessoas conseguem. Isso influencia o próprio príncipe a tomar uma postura de conhecer melhor seu próprio povo.

A história tem algumas pontas soltas, mas isso pode passar facilmente despercebido pelos espectadores. A vista de Lavania é espetacular, os cenários internos e da cidade são bem comuns, mas bem feitos.

As falas são estruturadas para fazerem você ir e voltar na história diversas vezes, o que traz humor e emoção à história. Sim, eu ri bastante, mas chorei em diversos momentos. Me identifiquei, inclusive: a descendente de italianos que sonha em viver mais do que tem… (só não tem a parte do príncipe).

Nessa primeira semana, o filme ficou na lista dos principais títulos da Netflix no Brasil. Com razão.

Já assistiu? Conta para nós o que achou do filme.

Até a próxima!

Aline Gomes

Dark e algumas reflexões que vão além do tempo

A estreia da última temporada de Dark, da Netflix, já aconteceu há algumas semanas, mas depois de assistir a ela por completo e refletir um pouco, decidi escrever sobre. Não é tão fácil voltar a escrever assim, sobre um tema tão amplo e, alguns diriam, tão complexo (talvez essa seja a melhor palavra para descrever a série), ainda mais depois de tanto tempo sem aparecer por aqui no Qual é a das Quintas?.

Minha intenção com este post não é apenas fazer uma crítica à série, até porque, você já deve ter lido muitas se gosta da produção, principalmente para entendê-la. É bem verdade que você precisa de muita concentração e, talvez, de um mapa visual para descobrir quem é quem, em que ano e (cuidado com o spoiler) em que mundo. A série foi construída para você só entender os porquês no final. Cada episódio são peças de um grande quebra-cabeça e, não necessariamente, estas peças se encaixam uma com a outra cronologicamente.

Não sei se os criadores já haviam planejado tudo desde o começo, mas a história vai se construindo para os espectadores a medida que o tempo vai passando. Cada episódio é uma surpresa atrás de outra e, por vezes, você termina um com três pensamentos possíveis: “Não pode ser!”, “Ele(a) também?” e o famoso “Que?”.

Tempo, aliás, é um dos maiores ativos das pessoas e é mais sobre isso que quero falar neste post do que sobre o que eu penso da série. Trago algumas reflexões que fiz a respeito do desenvolvimento da história e dos personagens que tem, e muito, a ver com a vida real.

Não é incomum ouvirmos, ou até mesmo falarmos, que não há tempo para algo. Não tenho tempo para estudar, não tenho tempo para ir à academia, não tenho tempo nem para respirar… Não somos donos do tempo e, por isso, precisamos aprender a lidar com ele, a aproveitá-lo da melhor forma. Aproveite para ouvir as pessoas, para ler um livro, para escutar uma música, para ver um filme/série, para viver experiências, para entregar ao seu cliente a melhor experiência que ele pode ter, aproveite da melhor forma possível, pois não é possível voltar. Se você faz com o coração, inclusive, talvez nem tenha mais vontade de voltar e mudar.

Outra reflexão que faço sobre a série é que teimosia não é sinônimo de persistência. No geral, os limites entre uma e outra são tênues, mas a teimosia pode trazer consequências drásticas. Na verdade, a teimosia nasce no orgulho, no “eu estou certo”. Ela retrata bem isso: você fica sem saber quem diz a verdade e, no final das contas, ceder um pouco traria menos dor. Pode ser que muita coisa não acontecesse simplesmente se o orgulho não tivesse falado tão alto.

Pessoas diferentes possuem sentimentos e objetivos diferentes. Mesmo que você esteja vivendo no mesmo tempo, no mesmo mundo e até na mesma casa que outra pessoa, vocês vão pensar de formas diferentes, ninguém é igual. Por vezes, em nossos círculos familiares, de amigos ou do trabalho, desempenhamos atividades parecidas, mas as motivações são diferentes, o porquê muda, independente das circunstâncias.

Abrir mão de algo não é muito natural do ser humano e nem sempre estamos prontos para fazê-lo. Isso tem um pouco a ver com a parte de teimosia e orgulho. Não gostamos de perder, seja lá o que for. Essa vontade quase que selvagem que temos de tentar reaver o que perdemos nos leva a agir sem pensar, não raras vezes, prejudicando aos outros e a nós mesmos. É preciso haver um equilíbrio entre o amor próprio e o orgulho que nos cega de fazer o que pode ser o melhor.

Essas são algumas ideias que surgiram enquanto eu assistia à terceira temporada de Dark. Se você não assistiu ainda, assista! Se você parou na primeira temporada porque não entendeu nada, termine, pois você pode entender no final (ou não, mas vale a tentativa).

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Aline Gomes

A casa tá cheia e cada vez melhor

O Qual é a das quintas? comentou a primeira temporada de Fuller House, a série sequência de Full House (3 é demais), da Netflix. No início de dezembro, a série voltou para uma nova temporada mantendo o humor lá em cima. Nós, é claro, não poderíamos deixar de falar sobre ela.

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Facilmente assistível em menos de 48h. O TV Show Time me deu vários selos por assistir dentro desse prazo. Bastou estrear e estávamos lá assistindo, rindo pra caramba.

Após as férias de verão, algumas coisas precisavam ser resolvidas na família Fuller e agregados. Eles souberam manter o nível das piadas e das referências, tornando a temporada ainda mais agradável e engraçada. Em certos momentos pensamos em como as piadas com temática um pouco mais adulta poderiam estar naquele seriado que assistíamos quando criança e que agora entendemos.

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O enredo é instigante e, como os episódios são curtos, a série te prende do primeiro ao último episódio como se fosse uma coisa só (na verdade é, né). Você fica na torcida para que os sonhos dos personagens dêem certo, até que eles dêem ou não.

Se você ainda não assistiu à segunda temporada da família Fuller se aventurando na Netflix, não perca tempo. A qualidade está excelente e você não vai se arrepender. Só pode se arrepender se não ver haha’

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Aline Gomes

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A casa tá cheia… de novo!

Os Fuller e a família toda se encontraram outra vez 28 anos depois e isso foi fantástico. Não só por ter os mesmos atores, sendo os mesmos personagens, mas é incrível ver que o roteiro continua ótimo. O Qual é a das quintas? escreve neste post sobre Fuller House, uma das novas (ou talvez nem tão novas) séries Netflix.

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Em 13 episódios, a família Fuller conseguiu nos fazer rir e emocionar – rir muito mais, é claro. Nessa nova fase, os “adultos” saem de cena e as crianças agora têm que administrar uma casa. DJ, Stephanie e Kimmy são responsáveis por 4 crianças muito espertas. A família continua grande mesmo sem pai e tios por perto. As meninas já sabem se defender! (Ou não).

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Se você se pergunta sobre as gêmeas Olsen, não… elas realmente não quiseram aparecer na série (desculpa acabar com seus sonhos). Inclusive, isso gera inúmeras piadas. Piada é o que não falta, aliás. Dificilmente você ficará 5 minutos sem rir.

Um pouco de nostalgia e novidade envolve o espectador. Parece que é só uma nova temporada daquilo que vimos há 28 anos. Alguns viram há menos tempo… É possível já sentir saudade quando o 13º episódio acaba. Na verdade, a saudade começa no 1º episódio, quando você lembra a série que acabou, Full House, em 1995.

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O Qual é a das quintas? aprovou e você devia fazer o mesmo, sem brincadeira. Diversão para a família toda. Uma comédia suave que pode ser assistida e entendida por crianças e adultos. Claro que, se você assistiu a 3 é demais vai entender muito mais fácil certas coisas. Mas a série nova é completamente compreensível por qualquer um e digna de audiência.

Aline Gomes

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Os dragões estão de volta!

Berk é quase a mesma desde que Soluço começou a treinar dragões e a vila passou a não caçar mais. Dragões: Corrida até o limite se passa entre os dois filmes da série Como treinar o seu dragão (o Qual é a das quintas? fez uma publicação sobre o segundo filme: Como treinar o seu dragão 2 e fazer uma animação de sucesso). O seriado, lançado pela Netflix em parceria com a DreamWorks, já alcança fãs no mundo todo.

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Movidos pelo impulso de desbravar o mundo viking, Soluço e os Cavaleiros de dragões saem de Berk para descobrir o que significa e que mensagens pode trazer o tal Olho do Dragão, um pequeno artefato muito misterioso que os Cavaleiros descobriram em um navio encalhado. Além disso, eles também resolvem encontrar um lugar só para eles, um refúgio e um centro de treinamento. Depois de procurar em muitas ilhas, finalmente encontram o lugar perfeito.

Engraçado como nos filmes, o seriado é para todos os públicos. São 13 episódios de aventura, mistério e muita risada. A anciã aparece muito mais vezes na série e também rende risos. Claro que isso é no total. Há aqueles momentos que você prefere checar as novidades no Facebook ao invés de ver as cenas… Tem horas que fica meio chato. Mesmo assim, não tem como não se divertir assistindo. A vontade é de assistir tudo no mesmo dia.

O que aconteceu nesse intervalo de 5 anos entre o primeiro Como treinar o seu dragão e o segundo filme da série? Você descobre e entende um pouco mais da cultura viking e draconesca assistindo Dragões: Corrida até o limite.

Aline Gomes
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