Divertida Mente: os sentimentos do Oscar

O Oscar 2016 foi um marco. Primeiro, porque todo mundo (ou uma parte dele) torcia por Leonardo DiCaprio. E não é que ele levou o prêmio?! Muitos outros motivos tornaram esse Oscar memorável. Um dos motivos foi a estatueta de melhor animação ir para Divertida Mente, longa animação da Disney Pixar. O Qual é a das quintas? assistiu ao filme e comprovou que ele realmente podia muito bem ter levado o prêmio mesmo.

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Depois de fazer brinquedos terem sentimentos, insetos terem sentimentos, carros e aviões terem sentimentos, os próprios sentimentos têm sentimentos. O que acontece na cabeça de uma pessoa? Nós não entendemos nem o que acontece na nossa cabeça! Imagina na das pessoas. Mas Divertida Mente esclarece de forma lúdica como seria o funcionamento dos nossos sentimentos em cada situação da vida.

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Alegria é a personagem que luta para que a pequena Riley seja feliz. Ela não entende muito bem qual a função dos outros sentimentos e quer controlar a Sala de Comando. A Tristeza é a que menos é compreendida nessa história toda. Para a Alegria, a Tristeza só está aí para atrapalhar. E os demais: Medo, Raiva e Nojinho são usados apenas em certas ocasiões.

Entretanto, por um descuido, Alegria e Tristeza são arrancadas da Sala de Comando com as Memórias-Base de Riley. Elas precisam a todo custo retornar para que a menina não sofra sem a Alegria e a Tristeza.

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Em Divertida Mente vemos que a Alegria também chora e que a Tristeza é fundamental para que existam momentos felizes. Ou seja, o filme é divertido, alegre, mas você chora com a Riley e chora com a Alegria. Contraditório? Um pouco. Mas faz todo o sentido quando você assiste ao filme.

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Bom para crianças, bom para adultos, a animação é bem feita, a trilha sonora é ótima e a emoção… Bom, todos os sentimentos se afloram quando vemos esse filme. Imagina o que os nossos sentimentos sentem quando estamos assistindo. Que loucura! Prêmio bem dado? Talvez a Glória Pires não saiba, mas esse filme realmente mereceu.

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Aline Gomes

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O Pequeno Príncipe – A história que não tem nada de pequena

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

Permita-me mostrar neste post, caro leitor, minhas impressões sobre um filme que mostra o quanto é importante refletir sobre o que, provavelmente, muitos de nós lemos quando ainda crianças. O Pequeno Príncipe é rico em todos os aspectos, nos mínimos detalhes. Isso diz respeito tanto ao livro, de Antoine de Saint-Exupéry, quanto ao filme.

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À princípio, quando você começa a assistir, pensa se tratar da tradução fiel do livro para a tela. Até o momento quando começa-se a contar a história de uma garotinha. Aí você percebe a beleza do roteiro. Os momentos que contam a história do livro, são cenas absolutamente fiéis e que retratam a imaginação do leitor perfeitamente.

Quanto à garotinha… Não deveríamos esquecer, jamais, que crianças precisam ser crianças. Essa é a mensagem do filme, basicamente. E, o mais importante, não podemos esquecer que somos ou fomos quando crianças, mesmo quando nos tornamos adultos.

“O essencial é invisível para os olhos”.

Quando crescemos, acreditamos saber o que é essencial. Mas o filme, assim como o livro, mostra que os adultos não sabem de nada. Que deveriam continuar pensando como crianças e não obrigando crianças a ser adultas.

A animação é perfeita. As cenas que retratam o livro foram feitas em stop motion e levaram bastante tempo para serem feitas. O colorido mostra as emoções de cada cena. Muito bem feito.

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A trilha sonora… noooossa… que trilha sonora! Espetacular! – Uma particularidade: meus pais adoraram a música da raposa com o principezinho. – Primeira coisa que eu pensei: “onde consigo essas músicas?”

O filme é carregado de emoção do início até o final. Você chora? Muito. Tipo, muito mesmo. Não que seja triste, é simplesmente emocionante.

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“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar”.

Sobre os mínimos detalhes que eu falei no início, não lembro de ver créditos descendo ao invés de subir. Sério mesmo. E olha que eu assisto aos créditos (mania de quem vê muitos filmes como Piratas do Caribe ou da Marvel). Tudo é feito para você se emocionar e ficar extasiado do princípio até o final dos créditos, literalmente.

Se você deve assistir? Com toda certeza! Você e toda a sua família! Papais e mamães, não esqueçam que seus filhos devem ser crianças e nunca esqueçam a criança que vocês foram. Eles, os seus filhos, as crianças, serão ótimos adultos!

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Aline Gomes

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Snoopy & Charlie Brown – Das tirinhas para as telonas

2016 começou trazendo (boas) estreias. O primeiro post do Qual é a das quintas? do ano é sobre uma estreia muito divertida e até nostálgica.Uma boa definição de Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, O Filme é: fofo. É um filme com mensagem para crianças, jovens e adultos, ou seja, para toda a família.

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Já falamos várias vezes aqui no Blog que as animações têm deixado para trás a ideia de que são para deleito exclusivo de crianças e seus pais. Entretanto, assim como dito acima, Snoopy & Charlie Brown é um filme que prende a atenção de todos facilmente. Por que? Porque ele é simples, lúdico.

As aventuras escritas pelo próprio Snoopy sobre o amor e sua coragem são a ação do filme. As partes engraçadas estão nos mínimos detalhes de falas e roteiro em geral. Tem emoção… Você pode até se ver a ponto de chorar, emocionado, em determinadas cenas. E Charlie Brown e sua turma transmitem uma mensagem muito legal a todos sobre aceitação e amizade.

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A trilha sonora é fantástica. Tudo está muito bem interligado, a ponto de o espectador não conseguir sentir o tempo passar. A simplicidade do enredo facilita o entendimento de todas as partes e, ao invés de parecer que isso vá prejudicar o interesse de quem assiste, o efeito é justamente o contrário. Você se empolga do início ao final. E quando acaba, você para e pergunta: “acabou?”.

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Eu não tenho crianças em idade de entender qualquer coisa de cinema na família. Porém, sinto que eu mesma era a criança cercada por várias outras de 5 a 40 anos dentro da sala. Se você puder, vá ao cinema assistir a Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, O Filme e divirta-se com um bom roteiro, boa música e velhos conhecidos dos quadrinhos.

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Aline Gomes

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Você ainda pode ver um conteúdo exclusivo e até se peanutizar no site do filme: www.snoopyecharliebrown.com.br.

Troféu de quinta

O Qual é a das quintas? perguntou e você respondeu. Qual o melhor (e pior) filme do ano? E a série, o ator, a trilha sonora? O resultado, você confere a seguir.

Melhor filme

2015 foi um ano de muitas (boas) estreias. Entendo o motivo de ter sido tão difícil escolher. Mas, antes mesmo da estreia, os fãs já estavam votando nele (o melhor filme do ano), só pela expectativa. O grande vencedor foi: Star Wars – O Despertar da Força.

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Pior filme

Como tivemos muitas estreias, também tivemos filmes ruins. E os fãs elegeram o novo Quarteto Fantástico como o pior do ano.

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Melhor ator/atriz

A atriz eleita como melhor do ano foi a indicada ao Oscar Felicity Jones.

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Pior ator/atriz

Os fãs elegeram vários como piores do ano. Ninguém ganhou a corrida. Mas nomes como Megan Fox, Chris Hemsworth e Adam Sandler fazem parte da grande lista de indicados ao título.

Melhor trilha sonora

Dos indicados, aqueles que tiveram mais de 3 votos são: Jurassic World, A Teoria de Tudo e Velozes e Furiosos. Mas, quem leva o prêmio é A Teoria de Tudo. Parece que os fãs ficaram encantados com a soundtrack da produção.

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Melhor série

Foi uma disputa acirrada. Entretanto, os fãs curtiram mais The Flash, da CW. A concorrência ficou para trás…

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Pior série

Demolidor ganhou o título por pouco. Quase perdeu para Game of Thrones.

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Nos comentários sobre o cinema em 2015, os fãs citaram outros filmes que não entraram em nenhuma lista, como Pixels. E também exaltaram Star Wars, Jurassic World, Uma Noite no Museu 3, Minions e Avengers – Age of Ultron. Mas o melhor comentário, não sei de quem foi, mas me fez refletir sobre o nosso universo cinematográfico.

“Eu adorei ver o filme ‘tal’ porque ele retratou os ETs de forma fiel…” Ainda não vi um filme que retratasse os ETs de forma fiel, aguardo ansiosamente pelo filme: “Egito os Originais”

O Qual é a das quintas? não tem dinheiro para dar troféus de verdade. Porém, ficamos muito felizes por poder presentear simbolicamente esses que deram um show no ano de 2015. Que venha 2016 com muito mais coisa boa para todos nós. E muito dinheiro para conseguir ir ao cinema… Feliz 2016!

Aline Gomes

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Dia Internacional da Música – Nós adoramos musicais!

O Dia Internacional da Música foi instituído pelo International Music Council em 1975, no dia 1º de outubro. Pensando nisso, o Qual é a das quintas?, que adora falar sobre música, resolveu fazer um post sobre a música no cinema. Sim, já falamos sobre esse assunto antes (Leia: O som das grandes histórias), mas hoje vamos falar especificamente de musicais.

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Nós crescemos assistindo a musicais. Animações são, em sua maioria, musicais. Os desenhos da Disney são os mais conhecidos e fantásticos já criados no mundo. Quem não fica feliz, nostálgico e até emocionado ouvindo “Hakuna Matata”, “Um Mundo Ideal”, “Amigo, estou aqui”, “Somente o necessário”, entre tantas outras músicas, em conjunto com as imagens fantasiosas e as histórias dos nossos personagens favoritos? Depois da Disney, a Fox e a DreamWorks também entraram nesse universo, cantando “Foi no Mês de Dezembro” (Anastasia) e “Um Rango Legal” (A Era do Gelo 2).

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Fora das animações, conhecemos A Noviça Rebelde e Mary Poppins, com Julie Andrews. Musicais em que aprendemos e sentimos a naturalidade como a música flui das ações e cenas. São histórias que envolvem gerações com frases cantadas (com ou sem sentido). E te desafio a cantar “Supercalifragilisticexpialidocious” energicamente, junto com os personagens. Que mundo fantástico.

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Musicais que são sucesso na Broadway também se destacam nas telonas. Les Misérables (Os Miseráveis) é um exemplo inquestionável de uma grande e fabulosa adaptação de musical. Nele você pode mergulhar na história e na História. A música não é só uma aliada, ela conta e conta a história com uma emoção que mal cabe no ator/cantor.

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Você tem um musical favorito? Conta para a gente. Nós adoramos musicais! Acredito que o musical tem um poder de, além de fazer a história ser muito mais atraente, ensinar e traduzir a história de uma forma naturalmente mais fácil de entender.

Aline Gomes

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Mais uma vez o planeta foi salvo graças aos… nerds

A Terra sempre precisa ser salva de alguma coisa. De um robô, de lagartos gigantes, de ETs… E sempre temos ótimos heróis para dar conta do recado, certo? Nem sempre. Alguns heróis primeiro destroem cidades inteiras para depois salvá-las. Já estamos acostumados com isso. Parecem que eles estiveram meio ocupados discutindo alguma coisa muito importante em algum esconderijo secreto quando nossos próprios e saudosos jogos gigantes invadem a Terra. Pois não foram exatamente heróis com superpoderes que tinham o prazer e o dever de salvar a Terra, eram nerds, como eu e você.

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Alguém já te disse que jogar videogame não dá futuro? Ai da Terra se Adam Sandler e sua equipe não tivessem investido seu tempo e dinheiro em jogos de fliperama nos anos 80. A brilhante ideia de compartilhar o que a humanidade adorava fazer com um possível grupo de vida extraterrestre foi desastrosamente interpretado. Ao invés de a comunicação ser “Oi, somos felizes. E vocês?”, foi algo como “Queremos destruir vocês”. Então os ETs resolveram atacar. E nenhum poder militar ou superherói entenderia tão bem como acabar com o ataque de Galaga como os nerds que passaram a infância jogando fliper. Essa equipe seria melhor, inclusive, que os maiores soldados treinados para a guerra. Pois eles, só eles, saberiam como zerar o jogo.

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O filme te faz rir do início ao fim. Tem mais referências que o Capitão América conseguiria pegar (até porque, ele tava meio congelado na época dos videogames). Além de rir e encontrar referências fantásticas, se você já jogou qualquer um desses jogos, você tem aquela sensação de que está em casa. E não tem vontade de parar de jogar, digo, assistir até os créditos acabarem.

A trilha sonora também é espetacular. Tem aquela coisa de ser um filme de “vamos salvar a Terra” (de novo) e, misturando isso com as soundtracks dos próprios games, são a combinação perfeita para os gamers pirarem. É verdade que eu esperava mais sonzinhos de “1up” no decorrer do filme, mas a trilha não deixou a desejar nos demais aspectos.

Pouco mais de 1 hora e meia de pura nostalgia, risadas e uma pitada de “véi, é o Tohru Iwatani??” premiam o espectador. Não há grandes surpresas na história. Ela pode ser clichê, sim. Mas, com toda certeza, mexe com o coraçãozinho dessa galera que sempre amou jogar e quer rever tudo isso, assim como em Detona Halph, lembra?

Aline Gomes
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Um último adeus? A Jornada de Bilbo Bolseiro chega ao fim em A Batalha dos Cinco Exércitos

A jornada dos anões chega ao fim nas telonas. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, terceiro filme da franquia O Hobbit, foi lançado no mês de dezembro em todo o mundo e é sucesso de bilheteria. Há quem diga tratar-se do filme mais aguardado do ano e até que é o melhor. Você concorda? O primeiro post do Qual é a das quintas? de 2015 traz nada mais, nada menos, que a experiência desse filme que, sem dúvida, arrancou muitos risos e lágrimas dos fãs.

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O filme já começa cheio de ação e emoção com o majestoso Smaug lançando sua fúria sobre a Cidade do Lago, ou seja, começa exatamente de onde parou o segundo filme (A Desolação de Smaug). Logo por essa primeira cena, o expectador se depara com a obrigatoriedade de ter visto os filmes anteriores, ou não irá entender nada do que se segue. A trilogia, baseada do livro de J.R.R. Tolkien, narra a aventura de um (ladra)hobbit pela Terra Média em uma busca dos anões pela reconquista de sua amada Erebor. Depois de enfrentarem muitos desafios e, finalmente, retomarem o reino sob a Montanha, mais desafios se colocam dentro e fora da fortaleza dos anões.

Todos têm motivos para a guerra. Elfos, homens, anões querem o que é seu por direito. Mas um inimigo em comum muda por completo a direção da batalha. Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit de Bolsão, do Condado, está no meio disso tudo. Seu papel é de fundamental importância na conciliação entre anões, homens e elfos e, principalmente, de seu amigo, o rei sob a Montanha, Thorin Escudo de Carvalho, e sua obsessão por toda a sua riqueza. Além disso, ele agora tem a posse de um anel, que não é simplesmente um anel, mas O Um Anel, que a gente conhece bem da trilogia O Senhor dos Anéis.

Criaturas míticas de todo tipo são peças chave que movimentam toda a trama. Os cenários são de tirar o fôlego e cheios de surpresas. O que deixa a desejar um pouco é a trilha sonora, que no primeiro filme (Uma Jornada Inesperada), foi praticamente baseada em uma única música, além de ser usada apenas para, digamos, intervalos entre cenas, ou seja, diversas vezes, quando as falas da cena iam começar, a música acabava. Em A Batalha dos Cinco Exércitos, a trilha é mais rica e aponta para as cenas de maior tensão, como durante a batalha, e para os momentos de grande emoção, que não são muitos.

Peter Jackson, o diretor da trilogia O Hobbit e O Senhor dos Anéis, adapta o universo descrito por Tolkien de forma que é possível mergulhar na história e, algumas vezes, perceber sua fidelidade ao livro. Enxergar detalhes nos filmes é importante. Podemos ver ao longo da obra várias ligações entre os próprios filmes de O Hobbit e os filmes de O Senhor dos Anéis. Ah! E o 3D também é um assunto interessante. Se você puder assistir nesse formato, assista! Cenas de luta e ação são ótimas para assistir em 3D.

Bom, a história chegou ao fim. Depois de todas essas aventuras, expectativas criadas, lágrimas inevitáveis e bocas abertas (se você não viu, vai ter que descobrir o que estou falando, de preferência, vendo o filme), a Terra Média fica guardada nos nossos corações. As novas gerações encontram nos longas a vontade de experimentar a literatura de Tolkien em todo o seu esplendor. A verdade é que esse misto de fantasia e realidade não vai abandonar nossa imaginação. Podemos dar um último adeus agora, mas nunca se sabe o que pode vir por aí. Os fãs que o digam.

Um bom ano para ser nerd

Fim do ano chegando e há muita coisa acontecendo no universo nérdico. Muitos livros, trailers, filmes sendo lançados, e aqueles dos bons. O Qual é a das quintas? encerra suas postagens de 2014 com alguns desses destaques. E aí? 2014 foi ou não um bom ano para ser nerd?

No cinema, por exemplo, tivemos nada mais e nada menos que o até então considerado o melhor filme do ano por muitos (inclusive eu): Guardiões da Galáxia. Desde a trilha sonora fantástica até a incrível coesão da história e dos personagens, o filme encantou a todos os que assistiram. Também tivemos o novo filme dos Transformers totalmente repaginado, além de Tartarugas Ninja, Capitão América: O Soldado Invernal – que foi uma aposta muito boa, diga-se de passagem, da Marvel -, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, e muitos e muitos outros. E recentemente, acabou de sair do forno, o último filme da série O Hobbit, baseado no livro de J.R.R. Tolkien. (Possivelmente haverá um post dedicado exclusivamente ao filme em breve).

Os trailers e os anúncios de novos filmes estão matando todo mundo de curiosidade. Vingadores: A Era de Ultron, é um exemplo e tanto disso. Tudo bem que, depois de ver várias vezes o trailer, comecei a me interessar mais pelo filme, confesso que na primeira vez não pensei que fosse lá tão grande coisa. Reconheço agora que “Nada dura para sempre” (Viúva Negra). Outra espera que parece não ter fim é por Star Wars: O Despertar da Força. Cheio de novos personagens, o trailer nos faz pensar em diversas possibilidades do que pode acontecer agora. O trailer de Jurassic World deixou todo mundo de boca aberta, esperando ansiosamente pela estreia. Vamos fazer uma visita ao parque? Não podemos esquecer das especulações dos filmes Batman vs. Superman, Capitão América: Guerra Civil, Quarteto Fantástico e as polêmicas que envolvem o destino do Homem-Aranha.

Por falar em Star Wars e Jurassic Park, aconteceu no último sábado, 13 de dezembro, no Forte de Copacabana, RJ, mais uma edição do Projeto Aquarius. O Tributo a John Williams, pela Orquestra Sinfônica Brasileira, emocionou o público com os clássicos deste grande músico. O cinema tal qual o conhecemos jamais seria o mesmo sem a presença de suas trilhas. Bom, estou sempre aqui falando de trilhas sonoras e não poderia, de jeito nenhum, terminar o ano sem falar sobre isso.


Marcha Imperial – Star Wars – Projeto Aquarius 2014: Tributo a John Williams (A imagem não está lá essas coisas, mas é só para dar aquele gostinho rs’)

O que temos previsto para 2015? Uma lista gigante de filmes que não podemos perder. Outra quase infinita de livros para ler. Enquanto o Ano Novo não chega, temos o Natal ainda pela frente. O objetivo e significado não é e nunca será a compra e troca de presentes, mas a nossa tradição me permite dizer que há umas coisinhas bem legais para presentear nossos amigos e familiares esse ano. Muitos dos melhores filmes lançados esse ano já estão em DVD e Blu-ray. Os livros também, por favor, não deixe amontoar nas livrarias, dê livros de presente! As pessoas não querem mais ganhar meias, creio que um livro seja uma ótima opção.

Olhando para tudo o que passou em 2014 e o que nos aguarda, não só em 2015, mas nos próximos anos, chego à conclusão de que estamos vivendo um tempo muito bom para ser nerd. Tudo bem que tem aqueles que assistem um filme ou outro e já… né? Mas estamos aqui para acolher a todos! O Qual é a das quintas? também vem cheio de novidades ano que vem (assim espero), aguarde! Que venha 2015 cheio de coisas legais! Nós temos cookies!

As grandes aventuras pedem um bom som

Imagine a cena: você liga seu videogame (Super Nintendo, MegaDrive, Playstation 1, 2, 3, 4, X-box etc.), começa a jogar e, de repente, silêncio. Cadê a musiquinha (clássica) do Mario? E se ela nunca tivesse existido? Já pensou nisso? Como o mundo dos videogames seria sem graça se não houvesse a tal da trilha sonora. É por isso que o Qual é a das quintas? dessa semana traz para você um pouquinho das soundtracks que fizeram/fazem história nos games.

Assim como no cinema, o universo gamer se torna muito mais empolgante e emocionante quando acompanhado de uma boa trilha sonora. Em um post anterior do blog (O som das grandes histórias), já falei sobre o cinema e esse desafio e beleza que é ter a associação da imagem à música.

Muitos jogos são lembrados inclusive pela trilha. Por exemplo, Need For Speed é aquele jogo que tem uma trilha bem marcante. Todas as versões de NFS têm músicas que se encaixam perfeitamente às corridas, vitórias e fugas da polícia. E as músicas, em sua maioria, são bem características, a ponto de um player estar ouvindo uma música no rádio e pensar que era muito parecida com as do jogo. Outra trilha notável é a de Tony Hawk’s. Horas e horas fazendo manobras com o som das ruas, das pistas e das rampas. Os jogos de futebol também entram nessa lista. Por trás da narração do jogo e dos menus sempre tem músicas que marcam gerações.

O que dizer, então, de Guitar Hero, Dance Dance Revolution e Just Dance? A própria música é o tema do jogo. Muitos são aqueles que aprenderam as músicas de tanto ouvir enquanto jogavam. Já sabem de cor as teclas que apertar ou os passos que dar no momento apropriado. Esses jogos apresentam e exigem aos players total senso de ritmo. Sem ele, é quase impossível ter boa pontuação na música. Fora as competições de quem joga/dança mais que são desafios sempre muito divertidos.

Trazemos dois grandes nomes da música dos videogames neste post. Um deles é Yuzo Koshiro, apaixonado por música e games desde pequeno. Compôs trilhas para jogos como Sonic, Castlevania: Portrait of Ruin, Streets of Rage, e muitos outros. O outro nome é de Yoko Shimomura, “a mais famosa compositora de videogames do mundo”. Ela é conhecida por trilhas de Kingdom Hearts, Final Fight, Street Fighter II, Mario & Luigi: Superstar Saga, entre outros. Graças a eles, alguns dos nossos jogos favoritos são muito mais emocionantes.

Há muito mais jogos com grandes trilhas. GTA e Driver, por exemplo, quem não adora ouvir as músicas? Jogos baseados em filmes, geralmente, trazem as músicas direto das telonas para os consoles.

Os jogos jamais seriam os mesmos sem suas trilhas sonoras. O player poderia até perder a vontade de jogar se não fosse pela música. A música “alimenta” a adrenalina no jogo e o jogador se sente muito mais animado e concentrado para jogar. Música, nesse caso, ajuda mais ainda na concentração do que atrapalha. Música sempre ajudando. Sejam gamers, cinéfilos, leitores, sonhadores…

Tim Maia – um filme da Jovem Guarda

O cinema brasileiro chegou ao Qual é a das quintas. Tim Maia, de Mauro Lima, conta um pouco da vida do cantor e compositor que marcou o cenário da música brasileira com seu ritmo e sua irreverência.

A história é contada por um amigo de Tião (Tim Maia), o Fábio, também músico. Desde a juventude, Tim demonstrava ser um músico de excelência. Porém, tinha um temperamento um tanto forte e não tinha papas na língua, o que não era lá uma ótima combinação. Ele queria a todo custo ser um cantor de sucesso, mas se metia em todo tipo de confusão por causa disso. Por isso, fora diversas vezes preso.

O desenrolar do filme traz um pouco da história nacional e da história da música. O jovem Tião da Tijuca queria fazer música negra e ficar famoso por isso. Por causa de seu temperamento, acabou afastando de sua vida muitas coisas, inclusive os amigos, a mulher, gravadora. Seu envolvimento com as drogas e a bebida só piorou a situação.

A videobiografia retrata a realidade da época e dos sonhos de um jovem que tinha tudo pra ser um sucesso. Traz à memória vários detalhes de quem viveu aquele momento. Não preciso dizer como é a trilha sonora, não é? As músicas da época, as músicas dele, do Roberto, e até Elvis.

Os filmes brasileiros estão ganhando espaço. E Tim Maia é um bom exemplo disso, pois é um filme bem feito. Se você se interessa pelo gênero e pela música da Jovem Guarda, é um bom filme para assistir.