Stark vs Rogers – e todo mundo só queria ver o Homem-Aranha

A expectativa de que Capitão América: Guerra Civil superasse, de alguma forma, Batman vs Superman no cinema teve seus (bons) motivos. O que já se sabe é que um filme só foi feito porque o outro estaria em produção. Vamos às considerações do Qual é a das quintas? sobre Capitão América: Guerra Civil.

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Ao contrário do que muitos disseram, o filme não é recheado de piadinhas. Tem, sim, muitas. Mas não é uma comédia, como Homem-Formiga. Por causa dele, inclusive, é que o nível de risos na sala de cinema aumentam, dele e do Homem-Aranha. A Marvel tem essa característica de fazer mais humor, mesmo na ação. Lembre-se que são mais de 90 anos fazendo animações e live-actions musicais e humorísticas. E se você quer comparar a Batman vs Superman, piada é o que não falta nos dois filmes.

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A trilha sonora é muito boa, condiz com as situações, com as cenas. O roteiro que deixou um pouco a desejar. As motivações para tanta briga e luta não eram tão fortes assim, da mesma forma como no filme concorrente. As cenas de batalha são boas, os erros não são perceptíveis à primeira vista.

Apesar de ter me surpreendido, essa não é a produção da série que mais me chamou a atenção ou que me fez sair do cinema achando que foi o melhor filme do mundo. O filme é ótimo! Tem o Homem-Aranha, gente! E ele é um personagem chave para o que a Marvel vem preparando para o futuro.

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Cada personagem tem suas características mais acentuadas. Principalmente, os recrutas. Mas não podemos esquecer que Tony Stark está muito mais sombrio nessa produção. Suas questões mal resolvidas e toda a culpa que ele carrega (por todas as burrices) são coisas que vão e voltam o tempo inteiro na trama. As atitudes que ele toma são fundamentais para desencadear todas as situações que comprometem os Vingadores.

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Capitão América: Guerra Civil é um filme com características de filme do Capitão América. Todos têm essa pegada mais dark e mais sofredora, cheias de idas e vindas da S.H.I.E.L.D. e da Hydra. Vale a pena assistir? Vale! Muito, por sinal. Afinal, você precisa desse conteúdo para entender os próximos capítulos. Creio que seja necessário que eu assista a esse filme mais vezes para tirar melhores conclusões. Por ora, é isso.

Aline Gomes

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Tecnologia e as promessas de um futuro não esquecido

Vingadores: Era de Ultron deixou, mais uma vez, algumas ideias piscando como as casas no natal em nossas cabeças. Estamos assim tão longe de uma tecnologia tão avançada quanto a de Tony Stark?

Aparentemente, não temos uma resposta exata para essa pergunta. Desculpa estragar seus sonhos. Tem muita gente, aliás, trabalhando para que isso seja possível. Inteligência artificial, hologramas… Ah e o que dizer de todo o aparato tecnológico dos superdotados X-Men, que faz o mesmo efeito que uma dinamite pangaláctica faria?

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O próprio Walt Disney já tinha sonhado com coisas assim – muito tempo antes de o universo Marvel ser incorporado à sua empresa. Mas o parque que ele sonhou, a Walt Disney World passou a ser esse desafio tecnológico que é um misto do Walt com o Howard Stark. A prova disso é o filme que será lançado em breve, Tomorrowland. Em tradução literal: “terra do amanhã”.

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E o que dizer de tecnologias que pensamos estar no futuro e, na verdade, estão no passado? Sabres de luz, carros voadores, robôs inteligentes como humanos… Parece coisa de outro planeta. E são. A ideia de que no futuro as pessoas vão dirigir carros voadores também está presente em De volta para o futuro. Aliás, a prancha voadora que o Marty usou no segundo filme está saindo do sonho e virando realidade.

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Ah e eu não posso deixar de falar de ninguém mais, ninguém menos que o Batman. O Batman é um cara bem rico. Só não tanto quanto o Stark. O fato de ele não ter os poderes que os demais heróis da Liga não o deixou por baixo. Ele usou o poder do seu “império” para desenvolver e adquirir a tecnologia e os objetos necessários para suas empreitadas.

Agora, há pessoas que, por mais que estejam próximas à tecnologia, não se adaptam a ela. Ter um robô ao alcance das mãos, que fornece informações e entretenimento imediatos, parece coisa de outro mundo. Ainda assim, está ali e muitos preferem não se acostumar com isso.

O que nos resta é sonhar. Sonhar e esperar que o que mais nos encanta nos filmes esteja próximo de se tornar realidade.

Aline Gomes

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