
As expectativas para Vingadores: Ultimato só crescem e estamos diante de um novo filme de herói pré-final desta saga: Capitã Marvel. Daí tiramos que ele não poderia decepcionar. E, a mim, não decepcionou.
Como um bom filme Marvel, a produção tem seus momentos de humor, porém, não é isso o que move a trama. Ao contrário de alguns outros. Ele também não enche linguiça, por assim dizer, mas tem uma história consistente e que só vem somar ao universo.
Capitã Marvel tem aquela pegada no passado em que muitas coisas se esclarecem e começam finalmente a fazer sentido na cabeça dos expectadores que estão indo aos cinemas. Toda a construção com detalhes que nos reportam aos outros longas é fundamental para fazer sentido com o todo. Como aprendi com Dirk Gently, tudo está conectado.
Além de nos remeter a um passado não muito distante, com trilha sonora e objetos nostálgicos (o que é bem feito, muito legal), o filme conta com aquela parte ficção científica, que faz a gente ir para o espaço, lutar com armas laser e voar em naves. Nesse quesito, inclusive, me vi em um daqueles jogos de batalha e perseguição com aviões para videogames em uma cena. Se você ver e entender o que estou dizendo, parabéns! você é mais experiente do que pensa.
O longa ainda oferece um toque de emoção. Aquilo que a Capitã não é tão boa assim de controlar e nossa maior arma e faz a gente ter empatia pela história, por Lee e por cada parte do filme.
Se vale a pena? Vá ao cinema comprovar. As cenas pós-crédito estão lá e revelam situações do passado e do futuro do universo Marvel. Sem mais spoilers!
Aline Gomes
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