A melhor fase da infância de um adulto no cinema

Já se foi o tempo quando filmes infantis tinham lotação de crianças no cinema. De uns tempos para cá, as crianças têm que dividir espaço com (muitos) adultos. Alguns fingem que estão indo ao cinema para levar o filho, o primo, o sobrinho, mas, na verdade, a criança é só um disfarce para não ir sozinho assistir a um “filme infantil”.

Vamos conceituar: desenho animado é diferente de filme infantil. A prova disso está em Shrek. Ele nunca foi um filme inteiramente infantil e, ainda assim, leva crianças ao cinema.

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Nos últimos anos, as empresas cinematográficas têm feito nossa alegria ao lançar e divulgar lançamentos de filmes que são, simplesmente, excepcionais. Recentemente vimos Jurassic World e nos envolvemos outra vez com todo o clima do parque dos dinossauros. Falta muito pouco para saltarmos a uma galáxia muito, muito distante, não para revivermos uma história, mas para revivermos um sentimento há muito tempo guardado na estante.

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Além destes filmes maravilhosos, a Disney, por exemplo, está realizando nossos sonhos de infância ao produzir Procurando Dory e Os Incríveis 2. Aliás, as novas animações que temos visto nos cinemas estão de parabéns. Fazem a criança que há em cada adulto vir à tona. As vezes eu penso que sou mais criança que qualquer criança dentro do cinema.

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O que podemos esperar? A melhor fase da nossa infância não acabou na infância. Ela está apenas começando.

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Aline Gomes

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Atlantis é finalmente encontrada em ficção científica

Reza a lenda que existia uma ilha linda, com um clima agradável e uma civilização muito avançada. Mas, pelas mais diversas teorias supostas, ela teria afundado para sempre, levando sua beleza e cultura. Cada um tem um pouquinho para explicar sobre a lenda de Atlantis (ou Atlântida). Mas o Qual é a das quintas?, neste post, vai falar tratar de uma ficção científica que mais poderia ser a versão real de tudo o que aconteceu a essa ilha.

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O autor David Gibbins é conhecido pelas suas obras de ficção científica. Sua abordagem é tão profunda e rica em detalhes que o leitor se sente parte da história e sofre e vence junto com os personagens. Em seu livro Atlantis (2005), Jack Howard é o personagem que dá vida à história. Ele é a emoção do livro e vai atrás, equipado e munido de todo suporte para sua pesquisa da misteriosa ilha desaparecida, depois de alguém descobrir uma pista sobre ela. Toda a aventura, a emoção, a paixão e o ódio vividos pelos personagem são emoções vividas pelo leitor.

Finalmente descobriram a localização da terra desaparecida. Não só descobriram a localização, mas foram até lá, num mergulho, para vivenciar uma experiência que causa inveja. Ele e dois colegas conseguem ver cada detalhe da ilha, da sua civilização e supõem teorias que nos levam a acreditar que realmente seja verdade (e por que não seria?). Além disso, Aslam (não o leão bonzinho) é um terrorista nuclear que quer acabar com todos os planos legais da galera que está na missão de desvendar o mistério atlântico.

Não posso te dar mais detalhes sobre a história. É melhor você ler. Como leitora, é um dos melhores livros que já li. Prova que só não li tão rápido porque queria saborear cada parte da história (poderia comer o livro em, no máximo, 2 dias). Nunca foi tão fácil e legal entender uma das teorias sobres a famosa ilha desaparecida de Atlântida.

Aline Gomes

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Mais uma vez o planeta foi salvo graças aos… nerds

A Terra sempre precisa ser salva de alguma coisa. De um robô, de lagartos gigantes, de ETs… E sempre temos ótimos heróis para dar conta do recado, certo? Nem sempre. Alguns heróis primeiro destroem cidades inteiras para depois salvá-las. Já estamos acostumados com isso. Parecem que eles estiveram meio ocupados discutindo alguma coisa muito importante em algum esconderijo secreto quando nossos próprios e saudosos jogos gigantes invadem a Terra. Pois não foram exatamente heróis com superpoderes que tinham o prazer e o dever de salvar a Terra, eram nerds, como eu e você.

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Alguém já te disse que jogar videogame não dá futuro? Ai da Terra se Adam Sandler e sua equipe não tivessem investido seu tempo e dinheiro em jogos de fliperama nos anos 80. A brilhante ideia de compartilhar o que a humanidade adorava fazer com um possível grupo de vida extraterrestre foi desastrosamente interpretado. Ao invés de a comunicação ser “Oi, somos felizes. E vocês?”, foi algo como “Queremos destruir vocês”. Então os ETs resolveram atacar. E nenhum poder militar ou superherói entenderia tão bem como acabar com o ataque de Galaga como os nerds que passaram a infância jogando fliper. Essa equipe seria melhor, inclusive, que os maiores soldados treinados para a guerra. Pois eles, só eles, saberiam como zerar o jogo.

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O filme te faz rir do início ao fim. Tem mais referências que o Capitão América conseguiria pegar (até porque, ele tava meio congelado na época dos videogames). Além de rir e encontrar referências fantásticas, se você já jogou qualquer um desses jogos, você tem aquela sensação de que está em casa. E não tem vontade de parar de jogar, digo, assistir até os créditos acabarem.

A trilha sonora também é espetacular. Tem aquela coisa de ser um filme de “vamos salvar a Terra” (de novo) e, misturando isso com as soundtracks dos próprios games, são a combinação perfeita para os gamers pirarem. É verdade que eu esperava mais sonzinhos de “1up” no decorrer do filme, mas a trilha não deixou a desejar nos demais aspectos.

Pouco mais de 1 hora e meia de pura nostalgia, risadas e uma pitada de “véi, é o Tohru Iwatani??” premiam o espectador. Não há grandes surpresas na história. Ela pode ser clichê, sim. Mas, com toda certeza, mexe com o coraçãozinho dessa galera que sempre amou jogar e quer rever tudo isso, assim como em Detona Halph, lembra?

Aline Gomes
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Como salvar o mundo do tamanho de um inseto?

Que tal um superherói do tamanho de um inseto? E se ele, na verdade, só fosse super no tamanho? Ah bom… Ele é super no coração também. Scott Lang não é lá o típico cara que nasceu para ser herói, mas o Qual é a das quintas? vai dar uma moral para ele depois de ter conferido cada detalhe no cinema do filme sobre ele.
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Com referências que fariam Steve Rogers dar cambalhotas, o Homem-Formiga é aquele filme que te faz rir (a maior parte do tempo) e até chorar. Creio que esse é um dos segredos de um bom filme. Ele já começa com saudosos personagens e também conta com tudo do mais recente na Marvel, inclusive a tecnologia que Hank Pym jamais deixaria nas mãos de um Stark.

Scott é, ou melhor era, um ladrão. Um ladrão que não queria mais ser ladrão para ser uma outra pessoa para sua família. Mesmo assim, era um ladrão dos bons. E foi isso que o garantiu em uma missão ultra secreta que coloca a segurança do mundo em questão, impedir o projeto do Doutor Cross. Com esse projeto, a Jaqueta Amarela, a humanidade entraria em colapso. Felizmente, Pym e sua filha Hope deixam que o Homem-Formiga ressurja em Scott Lang.

Muita emoção, acompanhada de uma trilha sonora fantástica, fazem os espectadores rirem até chorar. É claro que essa não é a maior produção da ano, mas foi uma excelente aposta. Os fãs do Homem-Formiga nas HQs e dos heróis da empresa, em geral, têm grandes surpresas nesse filme e, com certeza, vão entender várias referências.

Homem-Formiga é um filme para toda a família. Tem mensagens que vão além do lance de ser herói e tal. Os minutos passam e a gente não percebe. Vale a pena se aventurar entre as formigas “adestradas” que ajudam a salvar o mundo.

Aline Gomes
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Uma nova esperança nas mãos dos leitores

Se o Lorde Negro causa medo na tela do cinema ou da TV, imagina quem lê o livro escrito pelo próprio George Lucas. Há um livro (grande por sinal) que reúne os 3 episódios da primeira trilogia de Star Wars. Eu li o Episódio IV: Uma Nova Esperança e vou falar sobre ele neste post.

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Primeira coisa: quem vê o filme e depois lê o livro fica naquela expectativa de sentir as mesmas emoções que o filme passa. Isso não só com Star Wars, mas com qualquer filme. A maior loucura de todas foi eu ter visto O Senhor dos Anéis antes de ter lido o livro. Mas o interessante em Star Wars: Uma Nova Esperança é que o livro é baseado justamente no roteiro do filme, o que traz uma maior fidelidade à história. Sim, o livro foi feito depois do filme.

Apesar disso, não sei se a vida agitada ou qualquer outra coisa, mas eu levei muito tempo para ler o livro. Começava a ler e dava sono. Mais uma vez, não sei se a culpa é do livro ou se eu realmente estava cansada quando começava a ler. Obs.: não leia para dormir! Leia o post que fiz sobre a leitura: Lendo melhor em 5 passos. Quando eu estava lendo, era realmente empolgante, as batalhas, os olhares apaixonados e inocentes de Luke Skywalker e o jeitão despojado de Han Solo, além da firmeza da mandachuva Leia.

Há momentos que, de fato, você se sente dentro do filme. Você sente o calor de Tatooine, sob os dois sóis. Dói ver tantos soldados abatidos na guerra. Bom, é um livro para quem gosta de aventuras do gênero e, é claro, quem é fã de Star Wars. Ainda não li os outros dois episódios da trilogia, mas assim que terminar de ler, venho dar minha opinião.

Aline Gomes

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Invasão amarela – também amamos vilões

Recorde de bilheteria, Minions agora são ainda mais reverenciados que nos dois filmes da franquia Meu malvado favorito. Apesar de muitos não aguentarem mais ouvir falar do filme, ou dos pequenos seres amarelos, o Qual é a das quintas? escreve sobre a animação que tem levado crianças, pais, tios, avós… para o cinema.

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O último post do Qual é a das quintas? tem como título Nossos malvados favoritos, em que eu falo sobre os vilões que tanto amamos. É exatamente o mesmo sentimento nutrido pelas cabecinhas amarelas. Eles adoram vilões. De verdade. Veneram. O sentido da vida para eles é ser servo de um grande vilão. Não só de um grande vilão, do maior vilão de todos.

Kevin, Bob e Stuart se aventuram mundo a dentro para terem um sentido para a vidinha desses seres milenares. Desde que o mundo é mundo eles, como alguns dos mais simples seres da Pré-História, estão ao lado de quem é mais forte. Isso dá segurança a eles. Quando, por motivos de segurança, eles se escondem do mundo, vivem uma vida depressiva e precisam de uma motivação. E esses três vão em busca do maior vilão de todos.

Eles podem até escolher, pois conhecem vários numa conferência só para vilões. Mas escolhem e são escolhidos por ninguém mais, ninguém menos que Scarlet Overkill, a mais venerada vilã de todos os tempos. E os Minions são encarregados de roubar uma coisinha, pouca coisa, a coroa da Rainha da Inglaterra. Entre muitos desafios, risadas e um quase choro, os Minions se tornam heróis. Inclusive, heróis de vilões.

Se você não aguenta mais ver bichinhos amarelos espalhados por aí, desculpa, mas sempre terão crianças (ou adultos) loucos por festas, brinquedos, pelúcias… Se você gosta deles, sinta-se feliz porque essa febre não vai acabar nem tão cedo. E se você ainda não viu o filme, não perca a oportunidade de rir.

Aline Gomes

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Nossos malvados favoritos

Pela linha natural das coisas, no eixo narrativo, os mocinhos existem para serem amados e os vilões, para serem odiados. Mas, analisando os filmes que mais amamos, podemos perceber que não é bem assim que acontece. Você já percebeu o quanto as pessoas gostam de vilões e as vezes até deixam de lado o mocinho? Você pode estar incluso nesse grupo.

Comecemos com um clássico: Darth Vader. O Lorde Negro que simplesmente colocou medo em (quase) todos no Império é um dos personagens mais amados no mundo inteiro. Medo? Até que pode existir um pouquinho, mas ele é um ser, digamos, carismático. Vai dizer que em uma festa à fantasia você nunca quis ir de Vader?

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Pelo título deste post, eu sei que devemos falar do Gru. Ele é vilão. Mas é o vilão mocinho. Difícil entender. A questão é que há vilões que o desafiam. Mas eles também conquistam o coração da criançada e dos adultos também, com suas trapalhadas. Mas o Gru deixou de ser vilão. Ainda assim, ele sempre foi amado.

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O meu favorito é o Loki. Sim. O vilão que tem mais fangirls que o herói. Não há como não se apaixonar por ele, por piores que sejam seus planos de dominar o mundo. Creio que ele nem seja um vilão, mas é um personagem que cativa a todos com seu poder de persuasão e depois apanha para caramba, que só quer atrapalhar e brincar com a vida das pessoas.

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Caberia aqui, também, falar de Ultron, do Barbossa, do Coringa… Sim, você pode amar o Batman, mas o Coringa conquistou seu coração também. Em um post antigo eu me referi à Malévola: entre a mocinha e a vilã, exatamente porque ela faz essa ponte entre o nosso ódio pela bruxa que amaldiçoou a princesa e se tornou a mocinha que a galera se apaixonou fácil (afinal, é a Angelina Jolie que a interpreta).

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No fundo, no fundo, não importa o quanto a gente ame o mocinho, sempre haverá espaço para um vilão. Da mesma forma que há momentos que sentimos ódio do mocinho por n motivos, o vilão também nos conquista. Entenda, mocinho, não é nada contra você… Só há muito amor envolvido.

Aline Gomes

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Os dragões estão de volta!

Berk é quase a mesma desde que Soluço começou a treinar dragões e a vila passou a não caçar mais. Dragões: Corrida até o limite se passa entre os dois filmes da série Como treinar o seu dragão (o Qual é a das quintas? fez uma publicação sobre o segundo filme: Como treinar o seu dragão 2 e fazer uma animação de sucesso). O seriado, lançado pela Netflix em parceria com a DreamWorks, já alcança fãs no mundo todo.

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Movidos pelo impulso de desbravar o mundo viking, Soluço e os Cavaleiros de dragões saem de Berk para descobrir o que significa e que mensagens pode trazer o tal Olho do Dragão, um pequeno artefato muito misterioso que os Cavaleiros descobriram em um navio encalhado. Além disso, eles também resolvem encontrar um lugar só para eles, um refúgio e um centro de treinamento. Depois de procurar em muitas ilhas, finalmente encontram o lugar perfeito.

Engraçado como nos filmes, o seriado é para todos os públicos. São 13 episódios de aventura, mistério e muita risada. A anciã aparece muito mais vezes na série e também rende risos. Claro que isso é no total. Há aqueles momentos que você prefere checar as novidades no Facebook ao invés de ver as cenas… Tem horas que fica meio chato. Mesmo assim, não tem como não se divertir assistindo. A vontade é de assistir tudo no mesmo dia.

O que aconteceu nesse intervalo de 5 anos entre o primeiro Como treinar o seu dragão e o segundo filme da série? Você descobre e entende um pouco mais da cultura viking e draconesca assistindo Dragões: Corrida até o limite.

Aline Gomes
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O Parque já está aberto

Batendo recorde de bilheteria logo no primeiro fim de semana, Jurassic World abriu suas portas. Mais uma espera que finalmente acabou, o Qual é a das quintas? não perdeu tempo e foi conhecer todas as atrações do parque de dinossauros mais famoso do mundo.

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Spielberg conseguiu surpreender. O que mais poderíamos esperar de um filme de dinossauros? Altamente tecnológica, a produção mexe com as emoções dos espectadores. As mudanças vão desde hologramas (dignos de Tony Stark) a experimentos genéticos.

Não basta ter um dinossauro, um ser que há milhões de anos foi extinto, é necessário criar mais um a partir de vários outros. À princípio, essa nova atração do parque prometia conquistar a todos. Mas algo em seu temperamento não ajudou muito. A inteligência do animal associada à sua, digamos, vontade de socialização formaram uma combinação assustadora. Felizmente, o parque dispõe de um treinador de dinossauros, que conhece muito bem o comportamento dos seus bichinhos. Até um cara resolver usar isso para que o mundo tenha dinossauros como armas.

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Parece que o pessoal não aprendeu que quando se mexe com certos dinossauros, algum incidente pode acontecer. Mesmo assim, quem não quer ir ao Parque dos Dinossauros? Tem muita gente reclamando que o filme foge à realidade do que seriam os dinossauros na Pré-história. Mas, sabe como é, eles não precisam ser iguais a seres que não sabemos exatamente como eram para serem assustadores e bichos de estimação fantásticos.

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Como eu disse antes, o filme desperta as mais diversas emoções em quem assiste ao filme. Você ri, você tem medo, dá vontade de chorar. Chega, inclusive aquele momento quando as pessoas batem palmas na sala de cinema. E aquela vontade de gritar? Sim, ela também existe.

Visite o parque. Viva essa emoção. Você não vai se arrepender. Se você quiser saber um pouco mais sobre as atrações do parque, e fazer um pequeno tour virtual, basta acessar: www.jurassicworld.com.

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Aline Gomes

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Especial – Romances pouco prováveis

Há filmes românticos. Há comédias românticas. Há dramas românticos. E há aqueles filmes que não têm nada de romântico, mas no final tem beijo, abraço, muito amor e um lindo “felizes para sempre”. Bons são aqueles filmes que conseguem juntar diferentes ideias e harmonizar os gêneros que mais gostamos – inclusive o romance. Sim, no fundo todo mundo adora um romance. Isso fica claro quando vemos filmes que não têm nada de romântico até aparecer uma piscada, um beijo e coisas do gênero.

Um exemplo recente está em Vingadores: Era de Ultron. Por mais que você não queira admitir, sim, o amor está no ar nesse filme. Basta olhar nos olhos de um incrível cientista verde afetado por radiação e de uma espiã russa treinada para matar. E não foram só eles que experimentaram algo parecido no longa, ele está cheio de sutis momentos sentimentais.

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E o que dizer daquele clima nada sutil entre Peter Quill e Gamora, em Guardiões da Galáxia? Com toda aquela ação, os efeitos especiais, Quill sacrificaria a própria vida pela moça. Mas o amor não está apenas entre o casal. Com apenas 3 palavras, Groot demonstra um amor incondicional pelos amigos. Para que os outros vivessem, ele se sacrificou. Isso me lembra uma história muito importante sobre o amor que todos conhecem (ou deveriam conhecer).

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Quero destacar, agora, um filme que é romântico, mas cheio de encontros e desencontros por causa de uma palavrinha mais que polêmica quando se trata de relacionamentos amorosos: friendzone. Você não deve mais aguentar ouvir falar sobre isso, mas não poderia deixar de falar sobre Simplesmente Acontece. O fofíssimo filme que fala de dois amigos, melhores amigos, que cresceram juntos e não se permitiam se apaixonar. Se você está procurando um filme para ver com seu amor, veja esse.

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Outro filme de grandes encontros e desencontros é A Casa do Lago. Posso até ser suspeita para falar, mas quem nunca viveu um amor assim? Tudo bem, é meio impossível se corresponder com alguém que está a dois anos de diferença. Entretanto, esse filme mostra que nunca é tarde demais para amar. Uma hora tudo pode acontecer.

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Eu poderia listar um monte de filmes interessantes e apaixonantes e chorantes para assistir nesse Dia dos Namorados, porém, provavelmente você já escolheu qual, ou tem um monte de sites e blogs dizendo qual você DEVE assistir. Quando o assunto é romance, você sequer precisa procurar um bom filme do gênero, basta assistir a um bom filme do seu gênero favorito. O tal do romance pode aparecer onde você menos espera.

Aline Gomes

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