Tecnologia e as promessas de um futuro não esquecido

Vingadores: Era de Ultron deixou, mais uma vez, algumas ideias piscando como as casas no natal em nossas cabeças. Estamos assim tão longe de uma tecnologia tão avançada quanto a de Tony Stark?

Aparentemente, não temos uma resposta exata para essa pergunta. Desculpa estragar seus sonhos. Tem muita gente, aliás, trabalhando para que isso seja possível. Inteligência artificial, hologramas… Ah e o que dizer de todo o aparato tecnológico dos superdotados X-Men, que faz o mesmo efeito que uma dinamite pangaláctica faria?

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O próprio Walt Disney já tinha sonhado com coisas assim – muito tempo antes de o universo Marvel ser incorporado à sua empresa. Mas o parque que ele sonhou, a Walt Disney World passou a ser esse desafio tecnológico que é um misto do Walt com o Howard Stark. A prova disso é o filme que será lançado em breve, Tomorrowland. Em tradução literal: “terra do amanhã”.

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E o que dizer de tecnologias que pensamos estar no futuro e, na verdade, estão no passado? Sabres de luz, carros voadores, robôs inteligentes como humanos… Parece coisa de outro planeta. E são. A ideia de que no futuro as pessoas vão dirigir carros voadores também está presente em De volta para o futuro. Aliás, a prancha voadora que o Marty usou no segundo filme está saindo do sonho e virando realidade.

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Ah e eu não posso deixar de falar de ninguém mais, ninguém menos que o Batman. O Batman é um cara bem rico. Só não tanto quanto o Stark. O fato de ele não ter os poderes que os demais heróis da Liga não o deixou por baixo. Ele usou o poder do seu “império” para desenvolver e adquirir a tecnologia e os objetos necessários para suas empreitadas.

Agora, há pessoas que, por mais que estejam próximas à tecnologia, não se adaptam a ela. Ter um robô ao alcance das mãos, que fornece informações e entretenimento imediatos, parece coisa de outro mundo. Ainda assim, está ali e muitos preferem não se acostumar com isso.

O que nos resta é sonhar. Sonhar e esperar que o que mais nos encanta nos filmes esteja próximo de se tornar realidade.

Aline Gomes

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Especial: Maio nérdico

Maio é um mês bem nérdico. Não que os outros meses não sejam, mas há muitos motivos para considerá-lo, no mínimo, interessante. O Qual é a das quintas? mostra para você as datas comemorativas do mês da Toalha, da internet, do Star Wars

4 de maio é o Star Wars Day. O célebre trocadilho em inglês “May the fourth be with you” marca a data quando os fãs da saga do mundo inteiro tecem suas homenagens aos filmes e aos livros, carregados de nostalgia e sentimentos. Além disso, os filmes das duas primeiras trilogias de Guerra nas Estrelas chegaram às telonas estadunidenses em maio. Os demais longas da sequência principal estrearam em dezembro.

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E o que seria de nós sem a internet? O dia da internet também é em maio e, para geeks de todo o planeta, a internet é uma das maiores invenções. Não há nem o que questionar, afinal, ela possibilita essa grande troca de informações e descobertas fantásticas. E é por isso que eu estou aqui.

Além de tudo isso, o Dia da Toalha é o dia que os nerds escolheram para celebrar sua nerdice. Graças a Douglas Adams (que morreu em maio de 2001), autor da série O Mochileiro das Galáxias, o mundo pôde conhecer todas as utilidades de uma toalha. Um mochileiro que se preze não pode sair por aí sem ela.

Você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla;
Pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos;
Você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;
Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth;
Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo;
Enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);
Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro;
E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

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O mês já começa com o Dia do Trabalho. Quando se faz o que gosta, não existe trabalho. Filosofando, o trabalho acaba sendo um hobby (aquele que fazemos no momento que não estamos trabalhando, para distrair). No nosso caso, quem tem a chance de passar o seu tempo valioso lendo, escrevendo, desenvolvendo, desenhando, atuando, fazendo o que realmente gosta, é um privilegiado. Até porque, em maio também temos outras datas comemorativas que são, digamos assim, a nossa cara: Dia da Literatura Brasileira, Dia Nacional das Comunicações, Dia da Liberdade de Imprensa, Dia da Matemática, Dia do Artista Plástico, Dia do Pintor, Dia do Físico e muitas outras.

Você ainda tem dúvidas de que maio é um mês bem legal?

Aline Gomes

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5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema – parte 2

A segunda parte do post 5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema traz curiosidades muito legais sobre as locações dos nossos filmes favoritos. A prova de que é possível conhecer os lugares e se sentir dentro da história está aqui.

Star Wars – Tatooine

O filme foi gravado no sul da Tunísia e, a não ser pelo Estado Islâmico ter tomado o espaço, a cidade cenográfica, se podemos chamar assim, era aberta a visitação e praticamente intocada. Só não tem 2 sóis.

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Êxodo: Deuses e reis

A superprodução, ao contrário do que deveríamos supor, não foi gravada no Egito. O longa foi gravado na Espanha. Uma big estátua de Ramsés em plena Espanha. As cenas de área interna foram feitas em estúdio em Londres e a cena do Mar Vermelho se abrindo foi nas Ilhas Canárias.

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O Espetacular Homem-Aranha 2

Se você pensa que as cenas do filme foram todas feitas em estúdio, você se engana feio. Nova Iorque foi um personagem tão importante como o próprio Peter Parker, afinal, o filme foi rodado em locações como Times Square, Chinatown e a Ponte do Brooklyn. Além dos estúdios, é claro.

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Percy Jackson e o ladrão de raios

Além das locações que já sabemos que foram usadas nos EUA, a cena do Covil da Medusa, Loja da Tia Em, na verdade foi filmada em Vancouver, Canadá. Era uma estufa que eles deram vida colocando centenas de plantas mortas, cedidas depois de uma geada de época.

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Jurassic World

Ao invés de ser filmado em Los Angeles, a produção está sendo rodada em Nova Orleans, no antigo parque Six Flags. Outro lugar onde as cenas são filmadas é em uma propriedade da NASA na mesma. A empresa cedeu um espaço para gravações de filmes. Dizem que isso tudo não passa de especulação, mas…

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Já pensou? Um filme de dinossauros gravado na NASA? Essas são apenas algumas curiosidades sobre grandes produções do cinema. Talvez você possa colocar na sua lista de lugares para conhecer alguns desses cenários que marcam nossa vida no cinema.

Aline Gomes

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A bordo do Pérola Negra

Levantar âncora! Vamos zarpar. Para águas distantes e mágicas. O Pérola é, segundo o próprio Capitão Jack Sparrow, liberdade. Embarque no Pérola e vamos falar sobre um grande sucesso de bilheteria: Piratas do Caribe.

Se você procura ação, aventura, um pouco de suspense, romance e comédia, vai encontrar tudo isso e mais um pouco em Piratas do Caribe. À bordo do Pérola, desde o primeiro filme, o Capitão Sparrow e o Capitão Hector Barbossa aprontam todas não só no Caribe, mas por todos os mares. A série de filmes apresenta todas as lendas que giram em torno do universo pirata. Como são lendas, em que cada um aumenta um ponto, algumas pessoas acreditam que os filmes não são fiéis, mas são lendas, não são?

O romance que envolve, na primeira trilogia, Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) é atraente, aventureiro, perigoso e, como todo bom romance, emocionante. Um amor que encontra milhares de barreiras e enfrenta as mais variadas desconfianças e, ainda sim, há uma luta e uma espera.

O capitão Jack é um cara que sempre foge a uma boa luta. Mas nunca consegue fugir mesmo. Em A Maldição do Pérola Negra ele quer reaver seu navio, porém há uma maldição que atinge a todos os seus tripulantes, inclusive Barbossa, que foi o que se amotinou e tomou o lugar de capitão.

Já em O Baú da Morte, Jack tem uma dívida a pagar. Várias pessoas e seres animados querem sua cabeça. Ele faz de tudo pra livrar sua pele. Por causa do desenrolar dos fatos nesse longa, faz-se necessário embarcar em direção ao Fim do Mundo, para onde Davy Jones e todos os seus tentáculos leva as almas de pessoas que morrem no mar. Batalhas se travam, parece uma luta sem fim. Além de render boas risadas, há grande emoção.

E em Navegando em Águas Misteriosas a situação é bem diferente. O capitão do Queen Ane’s Revenge, o Barba Negra, que faz atrocidades pelos mares com os navegantes, quer chegar à Fonte da Juventude. Mais gente quer chegar à Fonte também, a corrida e todos os seres mitológicos do filme fazem a história ser bem interessante.

A História e as lendas se misturam nesses filmes e fazem os espectadores se apaixonarem por eles. A trilha sonora de Hans Zimmer é o fator que torna o filme muito mais atraente.

Uma curiosidade sobre os cenários do filme está nesse post aqui no blog: 5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Piratas do Caribe: Os Mortos não Contam Histórias estreia em 2017 e a expectativa é grande. É sempre tudo uma grande surpresa. Baixe sua âncora no cinema mais próximo quando o filme estrear. Não creio que você vá se arrepender.

Aline Gomes

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Vingadores: Era de Ultron – A espera acabou

“Nada dura para sempre!” (Viúva Negra) – Bem que podia! Parece que faz tanto tempo que falamos sobre o primeiro trailer de Vingadores: Era de Ultron. Finalmente, a espera acabou e já podemos ir aos cinemas da vida assistir ao filme quantas vezes quisermos. Sucesso de bilheteria, também não era para menos, o filme é um dos mais esperados do ano. E o Qual é a das quintas? não podia ficar sem dar sua opinião sobre o longa.
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Surpresa é algo que define bem o filme. Afinal, ele superou expectativas. O longa mostra o lado humano dos heróis, exatamente o que o próprio Stan Lee disse que seus heróis deveriam ser. Falando no Lee, você sabe que ele sempre aparece nos filmes de um jeito bem legal… Se você não viu ainda Vingadores: Era de Ultron, prepare-se!

Aliás, o bom humor é o que não falta em todo o desenvolvimento da história. A Marvel está investindo nisso, e está investindo bem, porque o resultado é positivo. Ao longo das mais de 2 horas de filme você vai rir muitas vezes. Não pense que será pouco. Até o próprio Ultron é um dos que podem arrancar boas risadas suas.

O filme já começa com muita ação, batalha, aquilo que a gente espera ver numa produção como essa. E eles, mais uma vez destruíram uma cidade. Ficou bem claro que as ações de cada membro da equipe têm a ver e reflexos em todos. As escolhas não são apenas individuais. O próprio Capitão América fala que tudo que eles fizessem, seja lutar, seja morrer, eles fariam juntos.
Muita gente criou expectativas por causa do primeiro filme. Alguns acreditam que o primeiro tenha sido melhor que o segundo, outros que o segundo está bem melhor que o primeiro. A opinião da autora aqui, no caso, eu, é que o segundo filme está melhor que o primeiro. Mesmo sem o Loki. Desculpa, meninas, o Loki não aparece nesse filme.

No Brasil, só na primeira semana de exibição, a super produção Vingadores: Era de Ultron já tinha sido assistida por mais de 2 milhões de espectadores. Tem gente que já assistiu mais de uma vez (mais de duas… de três… quatro…). O longa tem classificação indicativa de 12 anos. Então não se esqueça de, ao levar crianças, ter em mãos a identificação e a segurança de que há um responsável por elas na sessão. Vá ao cinema! Leve a família, reúna os amigos, chame o(a) namorado(a) ou vá sozinho mesmo e delicie-se com uma produção que você não vai querer perder um segundo sequer.

Aline Gomes

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The Boxtrolls – uma animação fora da caixinha

Foi-se o tempo em que animações se destinavam unicamente ao público infantil. Na verdade, por meio da simplicidade que os desenhos transmitem, as mensagens atingem a todas as faixas etárias. The Boxtrolls é uma dessas animações capazes de mexer com as nossas emoções de forma simples e trazer mensagens e lições grandiosas.

Todas as noites, os boxtrolls saem dos bueiros para as ruas, a fim de encontrar peças que ninguém mais quer ou não usa. São relógios, engrenagens, lâmpadas, geralmente encontrados nos becos de Cheesebridge. Porém, suas atividades no “mundo do alto” estão ameaçadas, quando um homem, dominado pela ambição de poder sentar-se à mesa dos comedores de queijo (os de chapéu branco), resolve exterminar da cidade todos os boxtrolls.

As caixinhas são suas roupas. Sua casa é no subterrâneo. Sua linguagem é bem particular. Entretanto, há, entre eles, um menino. Um menino que tentará com todas as forças defender sua família, os boxtrolls.

O filme traz conceitos altamente relevantes para os indivíduos e toda a sociedade. A defesa da família, do carinho, do cuidado com quem se ama. Assim como em Scooby-Doo, há a ideia de que os monstros, na verdade, são os humanos, Eggs (Ovo, o menino) fala claramente isso quando defende os boxtrolls, chamados até então de monstros. Eles nunca foram monstros, só tentavam sobreviver enquanto todos tentavam matá-los ou inventavam mentiras absurdas sobre eles.

Uma animação que vale a pena assistir, sem dúvida. É engraçado, é empolgante, ensina. Um trabalho muito bem feito que merece nossa atenção.

Aline Gomes

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Os contadores de histórias – Como começar uma grande história

Contar histórias é uma arte impressionante. Não é para qualquer um, mas alguns escrevem com uma inspiração… O Qual é a das quintas? traz algumas histórias de gente que conta histórias como ninguém.

Para contar uma boa história, é necessário ter alguns requisitos. Primeiro, ter personagens, cenário, um tempo. Porém, não é só disso que uma história sobrevive. Mas de onde vêm as inspirações para escrever?

Há quem escreva a partir de histórias que contavam para seus filhos, como é o caso de Rick Riordan, J.K. Rolling e muitos outros. São histórias que os pais contam para os filhos que são tão boas que seria maldade privar o mundo todo delas.

J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis tiveram outro tipo de inspiração. Tolkien, alguns dizem que sua inspiração inicial foi um poema cristão, a partir do qual ele destrinchou as histórias dos reis na Saga do Anel. Já Lewis, passou por uma mudança em sua vida que o influenciou, quase que cem por cento, suas histórias. Com muitos contos de fada, C.S. Lewis escreveu seus livros baseados na mitologia judaico-cristã. Não só isso, mas ele também escreveu diversos livros baseados em sua experiência com Cristo.

Um autor que deixa grandes incógnitas em nossa cabeça é Douglas Adams. Seu trabalho áureo, o Mochileiro das Galáxias (a Trilogia de Cinco, já tratada aqui no blog em “Meu outro carro também é um Porsche” e outras improbabilidades infinitas), ativa a imaginação do leitor e o leva a conhecer outros mundos. É o tipo de leitura que você volta ao início do parágrafo três ou quatro vezes para ter certeza que leu aquilo.

Star Wars teve origem em um livro, você sabia? George Lucas conta que o primeiro livro foi escrito a partir do roteiro dele do filme, por Alan Dean Foster, ghost-writer. Para Lucas, escrever as histórias da saga é retornar ao princípio. A saga no cinema superou as expectativas, de modo que ele se sentiu ainda mais empolgado para escrever.

Esses são apenas alguns exemplos de autores que fizeram e fazem diferença. As inspirações podem vir de qualquer lugar. Gostar de escrever é apenas o começo. O próximo grande autor de livros pode ser você. Que tal começar uma história ou voltar a escrever aquela que você deixou guardada, empoeirada em um caderno qualquer? O Qual é a das quintas? te dá, agora, algumas dicas de como começar uma boa história.

: Tenha uma ideia. A ideia é a inspiração. As vezes essa ideia vem de um livro que você leu, do vento batendo na janela, do cachorro latindo. A ideia pode vir de qualquer lugar.

: Pense os personagens. Um personagem principal e um vilão são essenciais para a história. Ainda que o vilão não seja aquele cara totalmente mau, que só faça o protagonista sofrer, como a madrasta da Cinderela, existe sempre alguém que não curte muito o que o personagem principal faz.

: Imagine uma linha que essa história pode seguir. Se a sua ideia é o início ou o final da história, você pode, a partir daí, pensar todo o resto. Assim, você cria um tema e imagina como a história começa e como ela acaba. Claro que conforme você for escrevendo, muitas ideias vão surgir e aquilo que você pensou no começo pode se modificar.

Feito isso, deixe sua imaginação fluir. Leia outros livros, tire novas inspirações, converse. As ideias vêm de lugares que você nem imagina. Escreva, conte. Não deixe que algo brilhante fique apenas na sua cabeça e prive todo o mundo de conhecer sua história.

O Egito nunca mais será o mesmo com os Kane

Rick Riordan é um cara que gosta muito mesmo de escrever sobre mitologia. O Qual é a das quintas? já escreveu sobre alguns de seus livros anteriormente em Direto do Olimpo – Percy Jackson e as aventuras de um semideus adolescente. Neste post, porém, vamos tratar de uma trilogia bem menos conhecida que os dez livros de Percy Jackson: As Crônicas dos Kane.
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A mitologia egípcia, em um primeiro momento, causa estranhamento em quem está acostumado com a graga. Nos livros de Riordan, não há simplesmente uma ascendência divina de uma das partes. Para os egípcios, os faraós e os magos eram seres sagrados e míticos. Alguns acreditam que os faraós seriam os próprios deuses encarnados, seres que compartilhavam a natureza, digamos, divina e a natureza carnal. Alguns, porém, não souberam alinhar as duas partes e tiveram grandes problemas. Riordan, inclusive, justifica as crises históricas do Egito aos problemas de identidade dos governantes e magos com os deuses. Era uma relação bem conturbada.

Mas os Kane são bem especiais. À princípio, como Rick gosta de fazer, os irmãos, Sadie e Carter, estão bem confusos. Primeiro, porque o pai deles, Julius Kane, age de forma não natural com eles na noite de Natal, único dia que ele tem a oportunidade de estar com a filha. As crianças foram separadas na infância depois que a mãe deles morreu em um terrível acidente. De repente, as crianças se vêem imersas em um mundo cheio de magia e gente perigosa, e deuses perigosos e maus.

De forma bem humorada, Rick Riordan transcreve uma gravação enviada pelas crianças de todas as suas aventuras e desventuras pelo Maat. É uma chance única de entender um pouco mais sobre a mitologia egípcia de um jeito nunca antes visto. Em três livros, as crianças vão se desenvolvendo, passando por crises de identidade e próprias a crianças e adolescentes normais. Após os três livros, ainda há outros acessíveis apenas por eBook que são uma espécie de crossover entre Sadie, Carter e todos os deuses egípcios e Percy, Annabeth e todos os deuses gregos, além dos guias de sobrevivência que todo mago deve ter.

A Pirâmide Vermelha, O Trono de Fogo e A Sombra da Serpente são histórias fantásticas, cheias de aventuras que, em nenhum momento, te deixa cansado ou enjoado da história. Atraente e simples, as histórias falam com crianças, adolescentes, jovens e adultos que estão abertos a viver tais aventuras e a conhecer uma nova cultura, totalmente diferente até então.

A próxima aventura de Riordan trata outra mitologia, a nórdica. Ainda não sabemos muito o que podemos esperar dela, mas se seguir o ritmo das coleções já existentes, com certeza será muito bem recebida por todos. Percy Jackson e os deuses gregos é um livro recém-lançado que eu ainda não tive a oportunidade de ler. Mas espero, em breve, completar toda a minha coleção.

Seriados antigos – bom humor e nostalgia

Muitos de nós não lembramos dos seriados de alguns anos atrás, que enchiam as programações das tevês e os olhos de todos com muita fantasia e imaginação. Alguns sequer eram nascidos. Mas os seriados sempre foram muito populares. O Qual é a das quintas? traz para você um pouco desses seriados para você recordar ou até mesmo saber o que foram.

Grandes histórias premiaram as telinhas. Entre elas, Adventures of Superman, que estreou em setembro de 1952 nos EUA. Foram 6 temporadas e mais de cem episódios. “Mais rápido que uma bala! Mais poderoso que uma locomotiva! Capaz de pular edifícios altos em um único salto! (“Olha! Lá no céu!” “É um pássaro!” “É um avião!” “É o Super-Homem!”) Sim, é o Super-Homem… estranho visitante de outro planeta, que veio à Terra com poderes e habilidades muito além dos homens mortais! Super-homem… que pode mudar o curso de rios caudalosos, dobrar o aço em suas mãos, e que, disfarçado de Clark Kent, o repórter bem-educado de um grande jornal metropolitano, luta uma batalha interminável pela justiça, verdade e o jeito americano! E agora, mais um episódio emocionante, em “The Adventures of Superman!”” era a abertura da série que tinha como ator principal George Reeves. A série, infelizmente, teve seu fim com a morte do ator em 1959.

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Um pouco antes ainda de Adventures of Superman, Dick Tracy chegava às telonas estadunidenses em 1937. Sim, telonas. Os seriados eram exibidos nos cinemas. Foram 15 episódios estrelados por Ralph Byrd, baseados nos quadrinhos Dick Tracy (criados por Chester Gould). A série teve duas sequências em 1939 e em 1941.

A Mulher Biônica teve seu brilho nas tevês entre 1976 e 1978. A jovem que sofreu implantes biônicos após um terrível acidente pode ouvir à distância sons muito baixos e tem uma força inexplicável, além de correr a uma velocidade incrível, ganhou a atenção do público por três temporadas, em mais de 50 episódios.

Outro clássico da tevê é A Feiticeira. Aquela balançadinha no nariz atraiu o público por todas as confusões que ela aprontava por ser uma feiticeira. O seriado ficou no ar entre as décadas de 1960 e 1970 e teve mais de duzentos episódios e 8 temporadas. No Brasil, fazia sucesso até pouco tempo. Esse sucesso, inclusive, deu repercussão nos filmes sobre a personagem.

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A década de 1960 também nos presenteou com Agente 86. Foram 5 temporadas cheias de humor e ação, graças às trapalhadas de um grande agente que trabalhava no C.O.N.T.R.O.L.E. Alguns filmes foram lançados para homenagear o personagem e nos prender em frente às telonas de tanto rir.

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“Santa memória, Batman!” que lembra do seriado, também da década de 1960, Batman e Robin (estrelado por Adam West e Burt Ward). Em duas partes, a série contou com 120 episódios e muitas risadas. Algumas piadinhas sobre os personagens circularam na época de exibição, o que até hoje ainda é motivo para piadas.

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Recentemente, liguei a televisão em minha casa e, passando os canais, parei em um que exibia nada mais, nada menos que A Mulher Maravilha. A telessérie baseada nas HQs da personagem (DC Comics) estreou em 1975, contou com 3 temporadas e era estrelada por Lynda Carter. Recentemente, a Warner, em parceria com a DC, anunciou um novo projeto em desenvolvimento sobre a heroína.

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Nostalgia? Quando tiver um tempinho, que tal procurar algum desses seriados para assistir? Tenho certeza de que não vai se arrepender. Algumas emissoras de televisão ainda exibem muitos deles, alguns são vendidos em lojas e outros são encontrados facilmente na internet (que não é o meio mais legal de assistir, mas talvez hoje seja o único). Esse post deixou um gostinho de saudade e de vontade de iniciar outra série.

5 curiosidades que você precisa saber sobre locações de cinema

Você, provavelmente, se impressiona com os cenários dos filmes. Talvez, você até conheça muito sobre os filmes e suas locações. O Qual é a das quintas?, nesse post, traz algumas curiosidades sobre as locações dos filmes que tanto gostamos. Se você tiver outras informações dos mesmos filmes ou de outros aqui não citados, por favor, comente e em breve faremos a segunda edição.

1 – O Instituto Xavier para Jovens Superdotados realmente existe.

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2 – A Nova Iorque de Avengers não existe. Na verdade, ela foi feita toda em computador. TODA.

3 – O Interceptor, de Piratas do Caribe, foi uma modificação de um navio, o Lady Washington. Ele saiu dos EUA em direção à Ilha de São Vicente no Caribe com parte da equipe do filme. A viagem durou 40 dias. Eles saíram em 2 de dezembro de 2002 e chegaram em 12 de janeiro de 2003.

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4 – Sabe as tocas dos hobbits? O Condado? Ele realmente existe e fica na região norte da Nova Zelândia. Construída em 1998, as gravações da trilogia “O Senhor dos Anéis” foram realizadas na Vila de Hobbiton.

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5 – Velozes e Furiosos 5: Operação Rio, como muitos perceberam, não tem muitas cenas no Rio. Muitas das cenas do longa foram rodadas em Porto Rico, como a cena da favela, e em Atlanta.

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Ainda há muita coisa para se descobrir sobre o universo cinematográfico e os seus cenários precisam ser desvendados. Em breve, o Qual é a das quintas? trará mais curiosidades como essas para você.

Aline Gomes

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