O melhor resumo do Homem-Aranha 1

A expectativa para Homem-Aranha Sem Volta para Casa tem mexido com os ânimos de todos os fãs – e dos não fãs também. Já teve briga por ingressos, sites congestionados, uma corrida até os cinemas para a compra. Sim, eu passei por isso! Talvez, você também.

Claro que o Qual é a das Quintas? precisava voltar para falar sobre o miranha. E, agora, a corrida é para fazer as maratonas e chegar ao cinema com tudo na memória para captar todas as referências possíveis e imagináveis. Para isso, vim dar uma forcinha com um resumo muito útil sobre o primeiro filme do Amigo da Vizinhança, de 2002, com Tobey Maguire.

Esse resumo é do canal Turbo Apenas JR, um parceiro que está contribuindo para que vocês, querida e querido leitores, voltem a ver os posts deste blog.

Se eu fosse você, acompanhava o canal para ver outros resumos e se preparar para a estreia. Além disso, já saiba que vai ter post do miranha (“TRAGAM FOTOS DO HOMEM-ARANHA”) na próxima quinta, porque estaremos na pré-estreia e traremos todas as nossas primeiras impressões sobre o filme.

Até a próxima!

Aline Gomes

O cinema vai acabar?

O momento que o mundo vive em 2020 traz inúmeras dúvidas sobre o que vem pela frente. Bem verdade que essas dúvidas sempre existiram com a tecnologia assumindo seu lugar na sociedade ano após ano. Entre as atividades que estávamos acostumados a realizar presencialmente, como a ida ao cinema, neste momento de distanciamento, surgiu a pergunta que foi feita a mim várias vezes nos últimos meses: o cinema como espaço físico vai acabar?

Não entre em pâncio!

Meu caro leitor, eu não tenho esta resposta. Creio que só viajando no tempo mesmo para saber. No entanto, muito vem se especulando sobre este tema. Algumas dessas pessoas que vieram a mim disseram: “eu não entro em um cinema com um monte de gente, nem que me paguem”.

Diante de toda essa preocupação, a produção cinematográfica precisou passar por uma transformação. Dezenas de filmes tiveram seus lançamentos adiados porque, no mundo todo, os cinemas estavam fechados.

As salas de cinema precisaram ser fechadas com o início da pandemia de covid-19.

Muitos espectadores recorreram, de modo crescente, aos serviços de streaming. Aqueles que já estavam lá, permaneceram consumindo (talvez até mais) e os que não estavam passaram a integrar o grupo. Algumas empresas, inclusive, resolveram lançar suas produções no streaming, ao invés de esperar pela reabertura dos cinemas. Isso permite que as pessoas estejam se acostumando, de certa forma, ao consumo cinematográfico exclusivamente online.

Quanto mais o tempo passa, menos as pessoas podem estar se lembrando do cinema físico (este não é o meu caso… saudade de ir a um cinema, né, minha filha?). O drive in ressurgiu como uma fênix e acalentou os corações dos que estavam nesta situação, apesar dos preços não facilitarem muito (no próprio cinema físico essa já era uma discussão, mas não vamos nos atentar a isso agora) e nem haverem tantas opções no país e no mundo.

Há quem acredita que o cinema passará a ser um lugar onde as pessoas irão para viver uma experiência de um passado não muito distante, como tem sido essa do drive in. Lançamentos menores estariam no streaming, mas as promessas de grandes sucessos estariam lá nas salas escuras, para que os cinéfilos pudessem viver grandes experiências e desfrutar de lembranças que ficarão marcadas em seus corações para sempre.

O mais provável é que, ao reabrirem, as salas de cinema passem por rigorosas normas de segurança e saúde para proteger os usuários.

Acredito que, quando for possível voltar a uma sala de cinema, estarei lá suspirando a cada momento do filme, independente de qual ele seja.

Você acredita que o cinema vai acabar?

Aline Gomes

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Marvel recebe sua Capitã com honra

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As expectativas para Vingadores: Ultimato só crescem e estamos diante de um novo filme de herói pré-final desta saga: Capitã Marvel. Daí tiramos que ele não poderia decepcionar. E, a mim, não decepcionou.

Como um bom filme Marvel, a produção tem seus momentos de humor, porém, não é isso o que move a trama. Ao contrário de alguns outros. Ele também não enche linguiça, por assim dizer, mas tem uma história consistente e que só vem somar ao universo.

Capitã Marvel tem aquela pegada no passado em que muitas coisas se esclarecem e começam finalmente a fazer sentido na cabeça dos expectadores que estão indo aos cinemas. Toda a construção com detalhes que nos reportam aos outros longas é fundamental para fazer sentido com o todo. Como aprendi com Dirk Gently, tudo está conectado.

Além de nos remeter a um passado não muito distante, com trilha sonora e objetos nostálgicos (o que é bem feito, muito legal), o filme conta com aquela parte ficção científica, que faz a gente ir para o espaço, lutar com armas laser e voar em naves. Nesse quesito, inclusive, me vi em um daqueles jogos de batalha e perseguição com aviões para videogames em uma cena. Se você ver e entender o que estou dizendo, parabéns! você é mais experiente do que pensa.

O longa ainda oferece um toque de emoção. Aquilo que a Capitã não é tão boa assim de controlar e nossa maior arma e faz a gente ter empatia pela história, por Lee e por cada parte do filme.

Se vale a pena? Vá ao cinema comprovar. As cenas pós-crédito estão lá e revelam situações do passado e do futuro do universo Marvel. Sem mais spoilers!

Aline Gomes

 

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Heróis incríveis retornam às telonas

[PODE CONTER SPOILER] Eu sei que estou há muito tempo sem postar aqui no Qual é a das Quintas?, mas sabe como é a vida de estudante… ou você acaba com a faculdade ou ela acaba com você. Principalmente, depois que você começa a estagiar ou a trabalhar e aí a vida fica mais cheia de coisa para fazer. Entretanto, eu não vim falar sobre mim. Vim falar sobre Os Incríveis 2, um filme incrível, desculpe a piada infame.

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Esse sofrimento todo que os filmes que temos que esperar muito tempo para assistir à continuação, refilmagem ou live-action tem sido recompensado, porque estão sendo, no geral, maravilhosos. Eu acabo indo ao cinema com aquele medo de que vão estragar minhas expectativas, porém, eles [os filmes] têm me surpreendido muito.

Pelo trailer e comentários antes da estreia, a gente sabia mais ou menos de onde ia surgir a história. Mas o que mais surpreende é a riqueza de detalhes. Apesar de a trama ser um pouco previsível e de alguns diálogos no decorrer serem maçantes, o desenvolvimento é claro, objetivo e, acima de tudo, divertido.

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Creio que a maior qualidade dos dois filmes seja os detalhes, tanto no roteiro, como na animação. O The New York Times comenta que os criadores da Disney Pixar levaram 6 meses para deixar o movimento dos cabelos da Violeta perfeitos durante a produção do primeiro longa. E eles não deixaram a peteca cair. Temos marcas de expressão, roupas, acessórios e objetos perfeitamente desenhados.

O final do primeiro filme deixou algumas pontas que esperávamos ver o desenvolvimento no segundo. É o caso do Zezé. Afinal, ele tem poderes? Quais poderes? Será que Helena e Roberto sabiam disso? Outras questões, como desdobramento da vida de todos os personagens, o encontro da Violeta com o Toninho Rodrigues, se ele agora seriam heróis e a sociedade aceitaria novamente tudo isso, que ficaram sem resposta, encheram nossos corações de expectativa.

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Vocês sabem que eu amo referências e Os Incríveis 2 é cheio delas. No primeiro filme, a animação já abusa da contextualização, a começar pelos nomes brasileiros e o sotaque do piloto de avião, na versão brasileira. No segundo, é extremamente divertido ouvir Raul Gil e Evaristo Costa dublando e fazendo comentários que estão diretamente ligados ao trabalho deles. As piadas e a própria história estão cheias de referências a quadrinhos, outros filmes, programas de televisão, movimentos sociais e até política, independente do idioma em que você assista.

Além de tudo isso, estamos falando de uma história que tem ambientação na década de 1960 (observe os aparelhos de TV), mas com total linguagem e tecnologia contemporâneas, talvez até à frente do nosso tempo.

Houve algumas críticas, porém, à contextualização. Já falamos aqui no blog sobre filmes que, apesar de serem animações, não são filmes infantis. A associação é sempre feita, temos incontáveis exemplos, mas nem sempre é real. O lúdico existe, sim, em Os Incríveis 2, contudo, não quer dizer que uma criança entenda algumas situações e piadas e até mesmo não fique assustada com algumas expressões.

O curta da Pixar, apresentado no começo, é muito fofinho. É uma história que já mostra a questão da família (tema super relevante quando se trata de Os Incríveis), do relacionamento, da necessidade de haver amor, parece que para introduzir e ambientar o expectador, contextualizando o primeiro longa e o que vem na sequência.

O Qual é a das Quintas? recomenda Os Incríveis 2 e aguarda ansiosamente uma continuação esperando que ela realmente exista e que não leve mais 14 anos para ser lançada. É bom para assistir com a família toda, desde o mais novo, até o mais velho. Sem arrependimento!

Aline Gomes

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Os que não morreram contaram novas histórias sobre piratas

~Pode conter spoiler~ A primeira impressão que se tem no trailer de Piratas do Caribe: A vingança de Salazar é que o título era bem melhor no original (Dead men tell no tales) e que poderia, finalmente, ser aquela história. O Qual é a das quintas? conta como foi assistir ao novo filme da série.

Primeiro, se você só assiste Piratas do Caribe (carinhosamente apelidado de POTC) por causa do ~Capitão~ Jack Sparrow, sugiro que ou mude sua motivação, ou não assista. Esse filme foi feito, a partir do meu ponto de vista, para fãs que esperavam por isso há 10 anos. Sim, 10 anos. Mas se você, assim como eu, assiste à série pelo conjunto da obra vale a pena.

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Supera expectativas? Talvez não. É uma nova história, não tem o enredo fantástico da sequência triológica inicial. A esperança era que se resgatasse o prestígio e a honra de ser POTC depois do fiasco que foi o último filme. Talvez, por causa disso, muitos possam criar expectativas muito altas e se decepcionar.

Como fã, apaixonada por POTC, posso dizer que esperei 10 anos por isso (e não me decepcionei). Veria de novo, de novo e de novo. A motivação é boa, apesar de ser bem parecida com a de No fim do mundo, e poder rever nossos amados personagens principais é reconfortante. A trilha sonora passou por mudanças e, mesmo sendo muito boa, me fez refletir sobre não ficar no saudosismo e esperar que tudo seja igual a antes. Como eu disse aqui, não é.

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Jack e Barbossa estão velhos. Isso já é o suficiente pra que eles estejam mais loucos e menos respeitáveis ainda. É mais fácil não dar muito crédito a eles. Em compensação, os novos personagens principais levam bem a história e trazem de volta a magia à trama. Apesar da previsibilidade do filme, ainda é possível se surpreender.

Cheio de referências internas, a produção é uma continuação mais inteligente. É menos comédia e mais outras coisas, ao contrário do filme anterior. Apesar de a sequência ter perdido um pouco o brilho da trilogia, se você esperou por isso como eu, vá assistir. Mesmo que você não ache que valha a pena ir ao cinema, embarque na Netflix, quando for pra lá.

Aline Gomes

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Muita emoção na nova versão de A Bela e a Fera

Sabe aquele medo de estragarem o filme em uma nova versão/adaptação, como falamos anteriormente no post Recordações vs. novas versões? Então… Eu tinha antes de ouvir as críticas de A Bela e a Fera. Mas tudo caiu por terra quando eu assisti ao filme e vou dizer porquê.

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Depois de anos assistindo ao desenho animado, podíamos repetir as falas e cantar as músicas junto com os personagens. As mudanças no roteiro fizeram o filme ter uma harmonia ainda maior, apesar das situações que ficamos pensando “tem algo faltando”. Alguns chegaram até a sugerir teorias para o roteiro.

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Os atores deram vida aos personagens de forma graciosa, fidedigna. Assisti ao desenho 24 horas antes de ir ao cinema para refrescar a memória e já podia imaginar como tudo ia acontecer na nova versão. Me surpreendi com tudo, com a atuação, as canções, os efeitos.

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Apaixonante, emocionante e nostálgico. É bom para todas as idades. Apesar de muitas críticas feitas às sociedades de todos os tempos, o lúdico e o amor são temas que se sobressaem e alcançam a todos. Ainda não viu? Por favor, veja. Cante junto, fale junto, ria, chore. Desperte a criança novamente em você!

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Aline Gomes

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Por que eu não tenho um filme favorito

Você tem algum filme favorito? Existe uma ideia que está na cabeça de muita gente que trata de te dizer que você precisa ter coisas favoritas. Filmes, livros, séries, cantores/bandas… Mas com tanto livro, filme, série, e tanta música boa no mundo, será que você realmente precisa ser super fanático por algo?

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Um exemplo para entender melhor o caso: tinha amigas na pré-adolescência que eram enlouquecidamente apaixonadas por Jonas Brothers (no auge da carreira deles). Eu até ouvia umas músicas, podia curtir ou não, mas não conseguia de forma alguma ser igual às meninas.

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Você já se pegou agindo como alguém que não é você mesmo só porque você colocou na sua cabeça que precisava ter um ator favorito? Do tipo de gritar no cinema quando a criatura aparece sem nem saber exatamente o motivo? Bem-vindo ao clube! Há um grupo de pessoas no mundo que só vê filmes e séries pelo prazer de ver, assim como lê livros de diferentes autores e gêneros porque gosta de ler todos eles sem precisar eleger um melhor que o outro.

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Sim, eu já gritei pelo Johnny Depp e imitei um pirata inúmeras vezes. E não me senti eu. As vezes, a gente entra em brigas idiotas porque não sabemos qual a cor favorita da prima do ator do filme que a gente gosta. Isso é bizarro, não acha?

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Assistir a um filme ou a uma série, ler um livro, ouvir música precisa ser algo prazeroso. Não se cobre ser quem você não é por achar que porque todo mundo tem uma banda favorita você também precisa ter. Fica a dica.

Esse assunto pode render muito, muito mais. Deixe seu comentário aqui ou na nossa página no Facebook e vamos trocar uma ideia sobre o assunto.

Aline Gomes

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As maiores barganhas do cinema

Há uma maneira bem comum de conseguir algo que você quer e que outro tem: a barganha. Como representação do nosso mundo real, os filmes também exploram bastante essa arte. O Qual é a das quintas? pesquisou e selecionou algumas dessas barganhas que se tornaram ícones da técnica no cinema.

1 – Piratas do Caribe
Piratas são campeões nessa arte, Jack Sparrow que o diga. Se alguém te perguntar o que foi fazer em algum lugar, diga “Jack Sparrow mandou-me saldar seu débito”.

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2 – Hércules
O ato que tornou o semideus um herói foi uma grande barganha. “Dou-lhe uma… Dou-lhe duas…” e ele trocou a vida pela de Meg no mundo inferior. Hades só não esperava que ele saísse vivo de lá.

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3 – O Hobbit
Se você já começa uma jornada sendo chamado de ladrão, faz um campeonato de adivinhações como forma de driblar o adversário e sair ileso da caverna, pode considerar ser um mestre da barganha. Mais ainda se você conseguir barganhar com um dragão! Aí, jovem… merece até troféu.

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4 – Batman vs Superman
Como você pode convencer alguém a te soltar no meio de uma briga? Basta saber se o nome da mãe dele é Martha. Mais que um nome, uma lembrança, uma memória e muita sorte: Martha é uma ótima barganha.

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5 – Doutor Estranho
A barganha que vem à nossa mente quando falamos essa palavra é a do Mestre Doutor na célebre cena que podemos classificar como a campeã das barganhas. “Dormammu, eu vim barganhar”.

 

Aprendeu? É com os mestres (e doutores) que a gente aprende essas artes maravilhosas. Se lembra de alguma outra barganha famosa? Conta pra gente.

Aline Gomes

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Rogue One: a esperança é a última que morre

A expectativa para ver o que teria acontecido entre o Episódio III e o Episódio IV de Star Wars nas telas se traduziu em uma nova experiência chamada Rogue One. O Blog Qual é a das quintas? não perdeu tempo e foi descobrir como destrincharam o enredo e por que estavam falando tanto sobre a história.

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Como a prévia de um filme da década de 80, Rogue One inspira esse ar da época, com alguns efeitos especiais a mais. Um desses efeitos acaba ficando claro quando o Governador Tarkin, interpretado por Peter Cushing, fica quase humano mesmo sendo feito em CGI.

Vimos como o Darth Vader tomava banho. Imagino que essa era uma curiosidade também. Apesar da sua participação ser pequena, é bem consistente. Sem misericórdia ou bondade, o personagem mostra quem é que manda no pedaço em cada uma das poucas cenas que aparece.

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O roteiro, pelo menos no início, deixou um pouco a desejar. Parece que o espectador fica na expectativa até metade do filme, pelo menos, para que alguma coisa aconteça. Depois, porém, somos recompensados com ação e cenas muito bem-feitas.

Podemos rir e chorar nesse filme. Há uma ideia de que os heróis da Rebelião precisam sofrer para que a esperança não morra, para que o sonho da liberdade seja garantido, ainda que a maior parte deles não possa desfrutar de nada disso. A história é sobre pessoas que querem justamente ser livres do poder do Império e de como eles lutam por isso. Não é uma história para ser feliz, mas heroica.

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Vale a pena assistir? Com certeza. Pode não ser o melhor filme do ano, mas está entre os melhores. É uma mega produção que buscou concentrar suas forças em mostrar como a luta pela liberdade é longa e importante no universo Star Wars. Agora, é esperar o Episódio VIII e os spins que podem surgir pelo caminho.

Eu sou um com a Força e a Força está comigo.

Aline Gomes

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Descobrindo a vida secreta dos nossos melhores amigos

Você sabe o que seu(s) bebê(s) de 4 patas fazem quando você não está em casa? Não só os de 4 patas, mas os que voam, os que nadam, os que pulam… Pets – A vida secreta dos bichos matou a curiosidade de muita gente e o Qual é a das quintas?, é claro, não poderia deixar de comentar. Demorou um pouquinho, mas vamos falar sobre nossos melhores amigos.

 

A fidelidade e o amor dos animais domésticos contagia os humanos. Em Pets – A vida secreta dos bichos, podemos entender um pouco do que aconteceria com um bichinho que é deixado pelo seu humano quando ele sai para trabalhar. O filme revela o pensamento dos animais, suas dúvidas, seus medos, seus desejos, nos fazendo acreditar que essas situações são as mais reais possíveis.

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Cheio de aventuras e emoção, Pets é uma animação engraçada, dócil, mas não é daqueles filmes tristes de animais. Apesar do enredo apontar situações que se parecem bastante com as dos filmes tristes, a história mostra o empoderamento animal e a gestão de problemas feita por eles próprios. Assim, nada é triste, mas é divertido e emocionante.

Pets – A vida secreta dos bichos é um filme que fala de amizade. Seja humano-animal, seja animal-animal. Nessa animação, cães são amigos de gatos, peixes, gaviões. Até os bichos que não aceitam ser domesticados e querem exterminar a raça humana se rendem ao cuidado e ao carinho dos ditos donos (humanos).

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O conjunto da produção faz um filme de sucesso. Isso é perceptível pelo tempo de exibição nas salas de cinema do Brasil, por exemplo. Mais do que isso, Pets é um filme para toda a família e para todos os animais. Não tem como se arrepender de assistir.

Aline Gomes

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