Divertida Mente: os sentimentos do Oscar

O Oscar 2016 foi um marco. Primeiro, porque todo mundo (ou uma parte dele) torcia por Leonardo DiCaprio. E não é que ele levou o prêmio?! Muitos outros motivos tornaram esse Oscar memorável. Um dos motivos foi a estatueta de melhor animação ir para Divertida Mente, longa animação da Disney Pixar. O Qual é a das quintas? assistiu ao filme e comprovou que ele realmente podia muito bem ter levado o prêmio mesmo.

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Depois de fazer brinquedos terem sentimentos, insetos terem sentimentos, carros e aviões terem sentimentos, os próprios sentimentos têm sentimentos. O que acontece na cabeça de uma pessoa? Nós não entendemos nem o que acontece na nossa cabeça! Imagina na das pessoas. Mas Divertida Mente esclarece de forma lúdica como seria o funcionamento dos nossos sentimentos em cada situação da vida.

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Alegria é a personagem que luta para que a pequena Riley seja feliz. Ela não entende muito bem qual a função dos outros sentimentos e quer controlar a Sala de Comando. A Tristeza é a que menos é compreendida nessa história toda. Para a Alegria, a Tristeza só está aí para atrapalhar. E os demais: Medo, Raiva e Nojinho são usados apenas em certas ocasiões.

Entretanto, por um descuido, Alegria e Tristeza são arrancadas da Sala de Comando com as Memórias-Base de Riley. Elas precisam a todo custo retornar para que a menina não sofra sem a Alegria e a Tristeza.

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Em Divertida Mente vemos que a Alegria também chora e que a Tristeza é fundamental para que existam momentos felizes. Ou seja, o filme é divertido, alegre, mas você chora com a Riley e chora com a Alegria. Contraditório? Um pouco. Mas faz todo o sentido quando você assiste ao filme.

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Bom para crianças, bom para adultos, a animação é bem feita, a trilha sonora é ótima e a emoção… Bom, todos os sentimentos se afloram quando vemos esse filme. Imagina o que os nossos sentimentos sentem quando estamos assistindo. Que loucura! Prêmio bem dado? Talvez a Glória Pires não saiba, mas esse filme realmente mereceu.

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Aline Gomes

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Os Goonies – 30 anos de aventura

O Qual é a das quintas? já falou várias vezes sobre livros que viraram filmes e filmes que viraram livros. O que trazemos neste post é pura nostalgia para quem viveu os anos 80. Mas, como tem muita gente que nem sonhava em nascer (o filme tem mais de 30 anos) e, por incrível que pareça, nunca ouviu falar em Os Goonies. O filme virou livro recentemente e eu li. Se você não viu ou leu nada sobre o filme, sua chance de conhecer o clássico é agora. E se você já viu ou leu ou os dois, relembre essa história fantástica.

A pré-adolescência é uma fase bem dramática. Ainda mais se você tem um grupo de amigos, clã, gangue… essas coisas. Mikey, Dado, Bocão e o Gordo são aquele típico grupo de amigos que não se desgrudam por nada (nem pela morte à vista). Confusão é o que não falta quando esses engenhosos meninos estão juntos.

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O enredo envolve mistério, muita aventura, injustiça, quedas em buracos, assassinatos, confissões de pecados, respiração em bombinhas de asma, falas em espanhol… coisas que os clássicos da década de 80 souberam explorar muito bem.

Entre livro e filme? Pouca diferença tem. Afinal, o livro nada mais é que o roteiro adaptado para leitura. O narrador é o próprio Mikey que conta tudo de acordo com o que vê, cheio de gírias e um linguajar bem simples e fácil de entender. Das diferenças: como o livro é o roteiro adaptado, algumas cenas editadas ou cortadas do filme original estão no livro e não no filme. Tem uma cena inclusive que no filme você percebe que está faltando alguma coisa (depois que você vê o filme tipo umas 3 ou 4 ou 10 vezes).

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Sem muitos efeitos especiais, o filme encanta mesmo pela simpatia, pela simplicidade, pela comédia. Não é um filme cansativo. Muito pelo contrário, você fica em frente à tela sem nem perceber o tempo passando. Medo? Na verdade, você não sente medo. Percebe um suspense em torno do “monstro”. Mas logo desaparece quando você começa a conviver virtualmente com o Sloth.

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Vale a pena ler? Vale. É uma leitura que, assim como o filme, não cansa. Você tem vontade de ler, ler e ler… Quando percebe que está acabando você reduz a velocidade para não acabar tão rápido. Vale a pena ver? MUITO. Tipo, veja sempre, com a família toda. Convide aquela pessoa que adora filmes assim e que você ama ouvir a risada para sentar ao seu lado. Você vai se sentir muito mais feliz.

Aline Gomes

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O Pequeno Príncipe – A história que não tem nada de pequena

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

Permita-me mostrar neste post, caro leitor, minhas impressões sobre um filme que mostra o quanto é importante refletir sobre o que, provavelmente, muitos de nós lemos quando ainda crianças. O Pequeno Príncipe é rico em todos os aspectos, nos mínimos detalhes. Isso diz respeito tanto ao livro, de Antoine de Saint-Exupéry, quanto ao filme.

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À princípio, quando você começa a assistir, pensa se tratar da tradução fiel do livro para a tela. Até o momento quando começa-se a contar a história de uma garotinha. Aí você percebe a beleza do roteiro. Os momentos que contam a história do livro, são cenas absolutamente fiéis e que retratam a imaginação do leitor perfeitamente.

Quanto à garotinha… Não deveríamos esquecer, jamais, que crianças precisam ser crianças. Essa é a mensagem do filme, basicamente. E, o mais importante, não podemos esquecer que somos ou fomos quando crianças, mesmo quando nos tornamos adultos.

“O essencial é invisível para os olhos”.

Quando crescemos, acreditamos saber o que é essencial. Mas o filme, assim como o livro, mostra que os adultos não sabem de nada. Que deveriam continuar pensando como crianças e não obrigando crianças a ser adultas.

A animação é perfeita. As cenas que retratam o livro foram feitas em stop motion e levaram bastante tempo para serem feitas. O colorido mostra as emoções de cada cena. Muito bem feito.

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A trilha sonora… noooossa… que trilha sonora! Espetacular! – Uma particularidade: meus pais adoraram a música da raposa com o principezinho. – Primeira coisa que eu pensei: “onde consigo essas músicas?”

O filme é carregado de emoção do início até o final. Você chora? Muito. Tipo, muito mesmo. Não que seja triste, é simplesmente emocionante.

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“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar”.

Sobre os mínimos detalhes que eu falei no início, não lembro de ver créditos descendo ao invés de subir. Sério mesmo. E olha que eu assisto aos créditos (mania de quem vê muitos filmes como Piratas do Caribe ou da Marvel). Tudo é feito para você se emocionar e ficar extasiado do princípio até o final dos créditos, literalmente.

Se você deve assistir? Com toda certeza! Você e toda a sua família! Papais e mamães, não esqueçam que seus filhos devem ser crianças e nunca esqueçam a criança que vocês foram. Eles, os seus filhos, as crianças, serão ótimos adultos!

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Aline Gomes

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Snoopy & Charlie Brown – Das tirinhas para as telonas

2016 começou trazendo (boas) estreias. O primeiro post do Qual é a das quintas? do ano é sobre uma estreia muito divertida e até nostálgica.Uma boa definição de Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, O Filme é: fofo. É um filme com mensagem para crianças, jovens e adultos, ou seja, para toda a família.

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Já falamos várias vezes aqui no Blog que as animações têm deixado para trás a ideia de que são para deleito exclusivo de crianças e seus pais. Entretanto, assim como dito acima, Snoopy & Charlie Brown é um filme que prende a atenção de todos facilmente. Por que? Porque ele é simples, lúdico.

As aventuras escritas pelo próprio Snoopy sobre o amor e sua coragem são a ação do filme. As partes engraçadas estão nos mínimos detalhes de falas e roteiro em geral. Tem emoção… Você pode até se ver a ponto de chorar, emocionado, em determinadas cenas. E Charlie Brown e sua turma transmitem uma mensagem muito legal a todos sobre aceitação e amizade.

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A trilha sonora é fantástica. Tudo está muito bem interligado, a ponto de o espectador não conseguir sentir o tempo passar. A simplicidade do enredo facilita o entendimento de todas as partes e, ao invés de parecer que isso vá prejudicar o interesse de quem assiste, o efeito é justamente o contrário. Você se empolga do início ao final. E quando acaba, você para e pergunta: “acabou?”.

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Eu não tenho crianças em idade de entender qualquer coisa de cinema na família. Porém, sinto que eu mesma era a criança cercada por várias outras de 5 a 40 anos dentro da sala. Se você puder, vá ao cinema assistir a Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, O Filme e divirta-se com um bom roteiro, boa música e velhos conhecidos dos quadrinhos.

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Aline Gomes

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Você ainda pode ver um conteúdo exclusivo e até se peanutizar no site do filme: www.snoopyecharliebrown.com.br.

Troféu de quinta

O Qual é a das quintas? perguntou e você respondeu. Qual o melhor (e pior) filme do ano? E a série, o ator, a trilha sonora? O resultado, você confere a seguir.

Melhor filme

2015 foi um ano de muitas (boas) estreias. Entendo o motivo de ter sido tão difícil escolher. Mas, antes mesmo da estreia, os fãs já estavam votando nele (o melhor filme do ano), só pela expectativa. O grande vencedor foi: Star Wars – O Despertar da Força.

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Pior filme

Como tivemos muitas estreias, também tivemos filmes ruins. E os fãs elegeram o novo Quarteto Fantástico como o pior do ano.

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Melhor ator/atriz

A atriz eleita como melhor do ano foi a indicada ao Oscar Felicity Jones.

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Pior ator/atriz

Os fãs elegeram vários como piores do ano. Ninguém ganhou a corrida. Mas nomes como Megan Fox, Chris Hemsworth e Adam Sandler fazem parte da grande lista de indicados ao título.

Melhor trilha sonora

Dos indicados, aqueles que tiveram mais de 3 votos são: Jurassic World, A Teoria de Tudo e Velozes e Furiosos. Mas, quem leva o prêmio é A Teoria de Tudo. Parece que os fãs ficaram encantados com a soundtrack da produção.

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Melhor série

Foi uma disputa acirrada. Entretanto, os fãs curtiram mais The Flash, da CW. A concorrência ficou para trás…

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Pior série

Demolidor ganhou o título por pouco. Quase perdeu para Game of Thrones.

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Nos comentários sobre o cinema em 2015, os fãs citaram outros filmes que não entraram em nenhuma lista, como Pixels. E também exaltaram Star Wars, Jurassic World, Uma Noite no Museu 3, Minions e Avengers – Age of Ultron. Mas o melhor comentário, não sei de quem foi, mas me fez refletir sobre o nosso universo cinematográfico.

“Eu adorei ver o filme ‘tal’ porque ele retratou os ETs de forma fiel…” Ainda não vi um filme que retratasse os ETs de forma fiel, aguardo ansiosamente pelo filme: “Egito os Originais”

O Qual é a das quintas? não tem dinheiro para dar troféus de verdade. Porém, ficamos muito felizes por poder presentear simbolicamente esses que deram um show no ano de 2015. Que venha 2016 com muito mais coisa boa para todos nós. E muito dinheiro para conseguir ir ao cinema… Feliz 2016!

Aline Gomes

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Lugares para fazer suas férias inesquecíveis

Para muitos, esse é o momento de sonhar com as férias. O Qual é a das quintas? pesquisou alguns destinos perfeitos para as férias dos leitores. Tenho certeza que você já sonhou em estar em pelo menos um destes lugares. Aproveite suas férias para viajar até lá.

Jurassic World

O Parque é lindo e o mais importante: tem dinossauros. Aquilo é a Dinolândia. Altamente equipado com tecnologias avançadas, passeios inesquecíveis e comida maravilhosa. O Parque está aberto. Corra antes que feche de novo.

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Terra do Nunca

Que tal dar um passeio pela Ilha com Peter Pan? Acampar com os índios? Ou navegar no barco pirata do Capitão Gancho? E o melhor: ser criança pra sempre! Férias inesquecíveis, com certeza.

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Nárnia

Esse é um lugar que, com toda a certeza do mundo, você ia se divertir para caramba. Além de ser lindo, o lugar é misterioso, é envolvente. Vale a pena se perder no armário de casacos esse ano, hein.

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Terra Média

Assim como Nárnia oferece grandes aventuras a seus visitantes, a Terra Média não fica para traz. Mesmo tendo seu lado sombrio (não vá até lá), há lugares lindos e muito divertidos para se visitar nessas férias. Um desses lugares existe de verdade, se você quiser ir, vale a pena.

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País das Maravilhas

Pra você que gosta de um lugar exótico, o País das Maravilhas é o lugar perfeito para uma viagem. É grande e cheio de coisas diferentes.

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Tatooine e Alderaan

São bons lugares para visitar. Se você está disposto a passar um calorzinho de dois sóis, vá a Tatooine. Agora, você pode se deliciar com a beleza de Alderaan. Serão férias fantásticas. Uma viagem interplanetária vai acrescentar e muito ao seu currículo de mochileiro.

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Universo

Falando em mochileiro, prepare sua toalha e NÃO ENTRE EM PÂNICO! O Universo é bem grande e engana-se quem dia que estamos sós. Aproveite suas férias para conhecer os confins do Universo (antes que ele acabe).

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Atenção, senhores passageiros, não há mais tempo a perder. Embarque nas aventuras do seu local de destino e boas férias.

Aline Gomes

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Dia Internacional da Música – Nós adoramos musicais!

O Dia Internacional da Música foi instituído pelo International Music Council em 1975, no dia 1º de outubro. Pensando nisso, o Qual é a das quintas?, que adora falar sobre música, resolveu fazer um post sobre a música no cinema. Sim, já falamos sobre esse assunto antes (Leia: O som das grandes histórias), mas hoje vamos falar especificamente de musicais.

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Nós crescemos assistindo a musicais. Animações são, em sua maioria, musicais. Os desenhos da Disney são os mais conhecidos e fantásticos já criados no mundo. Quem não fica feliz, nostálgico e até emocionado ouvindo “Hakuna Matata”, “Um Mundo Ideal”, “Amigo, estou aqui”, “Somente o necessário”, entre tantas outras músicas, em conjunto com as imagens fantasiosas e as histórias dos nossos personagens favoritos? Depois da Disney, a Fox e a DreamWorks também entraram nesse universo, cantando “Foi no Mês de Dezembro” (Anastasia) e “Um Rango Legal” (A Era do Gelo 2).

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Fora das animações, conhecemos A Noviça Rebelde e Mary Poppins, com Julie Andrews. Musicais em que aprendemos e sentimos a naturalidade como a música flui das ações e cenas. São histórias que envolvem gerações com frases cantadas (com ou sem sentido). E te desafio a cantar “Supercalifragilisticexpialidocious” energicamente, junto com os personagens. Que mundo fantástico.

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Musicais que são sucesso na Broadway também se destacam nas telonas. Les Misérables (Os Miseráveis) é um exemplo inquestionável de uma grande e fabulosa adaptação de musical. Nele você pode mergulhar na história e na História. A música não é só uma aliada, ela conta e conta a história com uma emoção que mal cabe no ator/cantor.

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Você tem um musical favorito? Conta para a gente. Nós adoramos musicais! Acredito que o musical tem um poder de, além de fazer a história ser muito mais atraente, ensinar e traduzir a história de uma forma naturalmente mais fácil de entender.

Aline Gomes

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O Grande Herói do Oscar‏

Vencedor do Oscar 2015 de melhor animação, Operação Big Hero (ou Big Hero 6) reúne características que garantem o sucesso do filme. O Qual é a das quintas? comenta um pouco sobre a animação que cativou o mundo todo.

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A história de um menino super dotado que tem a chance de chegar à faculdade com 14 anos tem grandes emoções e faz o espectador rir e chorar. O fantástico mundo nerd de criação de robôs encanta crianças e adultos. Porém, toda a inteligência do menino é direcionado para modificar um robô criado pelo irmão dele para recuperar seus mini robôs.

Baymax é um robô enfermeiro super fofo que faz de tudo para que o paciente se sinta bem. Ele só para quando o paciente está satisfeito. Isso criou uma relação de amizade e carinho com Hiro, o menino que sofreu uma perda muito grande e perdeu toda sua alegria. No seu novo projeto, ir atrás do ladrão do seu projeto, ele, Baymax e os seus amigos cientistas desenvolvem um grupo de super heróis.

Muita emoção envolve o longa que se passa numa Tóquio dentro de São Francisco. A animação envolve amor, amizade, vingança e uma lição de como aprender a lidar com perdas. Os personagens ficam marcados na nossa memória. Pode não ser uma animação com riqueza de detalhes em imagem, mas a história é fantástica.

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Um último adeus? A Jornada de Bilbo Bolseiro chega ao fim em A Batalha dos Cinco Exércitos

A jornada dos anões chega ao fim nas telonas. O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, terceiro filme da franquia O Hobbit, foi lançado no mês de dezembro em todo o mundo e é sucesso de bilheteria. Há quem diga tratar-se do filme mais aguardado do ano e até que é o melhor. Você concorda? O primeiro post do Qual é a das quintas? de 2015 traz nada mais, nada menos, que a experiência desse filme que, sem dúvida, arrancou muitos risos e lágrimas dos fãs.

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O filme já começa cheio de ação e emoção com o majestoso Smaug lançando sua fúria sobre a Cidade do Lago, ou seja, começa exatamente de onde parou o segundo filme (A Desolação de Smaug). Logo por essa primeira cena, o expectador se depara com a obrigatoriedade de ter visto os filmes anteriores, ou não irá entender nada do que se segue. A trilogia, baseada do livro de J.R.R. Tolkien, narra a aventura de um (ladra)hobbit pela Terra Média em uma busca dos anões pela reconquista de sua amada Erebor. Depois de enfrentarem muitos desafios e, finalmente, retomarem o reino sob a Montanha, mais desafios se colocam dentro e fora da fortaleza dos anões.

Todos têm motivos para a guerra. Elfos, homens, anões querem o que é seu por direito. Mas um inimigo em comum muda por completo a direção da batalha. Bilbo Bolseiro, um pacato hobbit de Bolsão, do Condado, está no meio disso tudo. Seu papel é de fundamental importância na conciliação entre anões, homens e elfos e, principalmente, de seu amigo, o rei sob a Montanha, Thorin Escudo de Carvalho, e sua obsessão por toda a sua riqueza. Além disso, ele agora tem a posse de um anel, que não é simplesmente um anel, mas O Um Anel, que a gente conhece bem da trilogia O Senhor dos Anéis.

Criaturas míticas de todo tipo são peças chave que movimentam toda a trama. Os cenários são de tirar o fôlego e cheios de surpresas. O que deixa a desejar um pouco é a trilha sonora, que no primeiro filme (Uma Jornada Inesperada), foi praticamente baseada em uma única música, além de ser usada apenas para, digamos, intervalos entre cenas, ou seja, diversas vezes, quando as falas da cena iam começar, a música acabava. Em A Batalha dos Cinco Exércitos, a trilha é mais rica e aponta para as cenas de maior tensão, como durante a batalha, e para os momentos de grande emoção, que não são muitos.

Peter Jackson, o diretor da trilogia O Hobbit e O Senhor dos Anéis, adapta o universo descrito por Tolkien de forma que é possível mergulhar na história e, algumas vezes, perceber sua fidelidade ao livro. Enxergar detalhes nos filmes é importante. Podemos ver ao longo da obra várias ligações entre os próprios filmes de O Hobbit e os filmes de O Senhor dos Anéis. Ah! E o 3D também é um assunto interessante. Se você puder assistir nesse formato, assista! Cenas de luta e ação são ótimas para assistir em 3D.

Bom, a história chegou ao fim. Depois de todas essas aventuras, expectativas criadas, lágrimas inevitáveis e bocas abertas (se você não viu, vai ter que descobrir o que estou falando, de preferência, vendo o filme), a Terra Média fica guardada nos nossos corações. As novas gerações encontram nos longas a vontade de experimentar a literatura de Tolkien em todo o seu esplendor. A verdade é que esse misto de fantasia e realidade não vai abandonar nossa imaginação. Podemos dar um último adeus agora, mas nunca se sabe o que pode vir por aí. Os fãs que o digam.

Um bom ano para ser nerd

Fim do ano chegando e há muita coisa acontecendo no universo nérdico. Muitos livros, trailers, filmes sendo lançados, e aqueles dos bons. O Qual é a das quintas? encerra suas postagens de 2014 com alguns desses destaques. E aí? 2014 foi ou não um bom ano para ser nerd?

No cinema, por exemplo, tivemos nada mais e nada menos que o até então considerado o melhor filme do ano por muitos (inclusive eu): Guardiões da Galáxia. Desde a trilha sonora fantástica até a incrível coesão da história e dos personagens, o filme encantou a todos os que assistiram. Também tivemos o novo filme dos Transformers totalmente repaginado, além de Tartarugas Ninja, Capitão América: O Soldado Invernal – que foi uma aposta muito boa, diga-se de passagem, da Marvel -, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, e muitos e muitos outros. E recentemente, acabou de sair do forno, o último filme da série O Hobbit, baseado no livro de J.R.R. Tolkien. (Possivelmente haverá um post dedicado exclusivamente ao filme em breve).

Os trailers e os anúncios de novos filmes estão matando todo mundo de curiosidade. Vingadores: A Era de Ultron, é um exemplo e tanto disso. Tudo bem que, depois de ver várias vezes o trailer, comecei a me interessar mais pelo filme, confesso que na primeira vez não pensei que fosse lá tão grande coisa. Reconheço agora que “Nada dura para sempre” (Viúva Negra). Outra espera que parece não ter fim é por Star Wars: O Despertar da Força. Cheio de novos personagens, o trailer nos faz pensar em diversas possibilidades do que pode acontecer agora. O trailer de Jurassic World deixou todo mundo de boca aberta, esperando ansiosamente pela estreia. Vamos fazer uma visita ao parque? Não podemos esquecer das especulações dos filmes Batman vs. Superman, Capitão América: Guerra Civil, Quarteto Fantástico e as polêmicas que envolvem o destino do Homem-Aranha.

Por falar em Star Wars e Jurassic Park, aconteceu no último sábado, 13 de dezembro, no Forte de Copacabana, RJ, mais uma edição do Projeto Aquarius. O Tributo a John Williams, pela Orquestra Sinfônica Brasileira, emocionou o público com os clássicos deste grande músico. O cinema tal qual o conhecemos jamais seria o mesmo sem a presença de suas trilhas. Bom, estou sempre aqui falando de trilhas sonoras e não poderia, de jeito nenhum, terminar o ano sem falar sobre isso.


Marcha Imperial – Star Wars – Projeto Aquarius 2014: Tributo a John Williams (A imagem não está lá essas coisas, mas é só para dar aquele gostinho rs’)

O que temos previsto para 2015? Uma lista gigante de filmes que não podemos perder. Outra quase infinita de livros para ler. Enquanto o Ano Novo não chega, temos o Natal ainda pela frente. O objetivo e significado não é e nunca será a compra e troca de presentes, mas a nossa tradição me permite dizer que há umas coisinhas bem legais para presentear nossos amigos e familiares esse ano. Muitos dos melhores filmes lançados esse ano já estão em DVD e Blu-ray. Os livros também, por favor, não deixe amontoar nas livrarias, dê livros de presente! As pessoas não querem mais ganhar meias, creio que um livro seja uma ótima opção.

Olhando para tudo o que passou em 2014 e o que nos aguarda, não só em 2015, mas nos próximos anos, chego à conclusão de que estamos vivendo um tempo muito bom para ser nerd. Tudo bem que tem aqueles que assistem um filme ou outro e já… né? Mas estamos aqui para acolher a todos! O Qual é a das quintas? também vem cheio de novidades ano que vem (assim espero), aguarde! Que venha 2015 cheio de coisas legais! Nós temos cookies!