O que aconteceu em 1899?

A série da Netflix chegou escangalhando a nossa mente de forma muito parecida com a que Dark, dos mesmos autores, fez. Estreando um novo formato aqui no Qual é a das quintas?, você vai descobrir o que comem, como dormem…. (kkkk mentirinha). Vou apenas comentar minhas impressões sobre a série.

Conta para nós o que você achou da série.

(E me conta também o que achou do vídeo e se devo continuar fazendo ou não)

Até a próxima!

Uma curiosidade sobre As Crônicas de Nárnia que você nem imaginava

Olá, eu sou João Rosa.

Você deve me conhecer por tabela caso tenha visto alguns dos quadrinhos do Alfredo, o óbvio. Eu dominei esse blog a força para falar sobre algo que amo: a sequência de livros de C.S. Lewis conhecida como As Crônicas de Nárnia.

Se você esteve fora do planeta nos últimos 72 anos, então, você nunca ouviu falar sobre esses livros, por isso vou te dar um breve – breve mesmo, pois são 8 livros – resumo.

Nárnia é um país em uma realidade paralela e lá crianças aleatórias da nossa terra, ou não, vivem diversos tipos de aventuras e um leão (Aslam, o deus de Nárnia) as ensina através dessas aventuras lições valiosas.

Entre 2005 e 2010, foram lançados 3 filmes baseados nos livros (eu, particularmente, amei cada um deles), mas, como qualquer adaptação hollywoodiana, eles não são muito fiéis. E, para quem já leu os livros, isso é meio decepcionante. Mas não se esmoreça, caro leitor, pois no próximo parágrafo sua alegria poderá retornar.

A BBC criou uma pequena série baseada em quatro livros: O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa, O Príncipe Caspian, A Viagem do Peregrino da Alvorada e A Cadeira de Prata. Eu tive a honra de assistir e achei incrível o nível de fidelidade da obra, ela foi levada a sério. O desenvolvimento dos personagens é espetacular e a trama soube adaptar bem o livro sem estragar a experiência.

Obviamente, não darei spoilers sobre a série, já que sei que você, caro leitor, está louco para saber como assistir. Todas estão disponíveis no YouTube para seu deleite.

Um grande abraço e até logo, é óbvio.

João Rosa

Saga Fronteiras do Universo é incrível! Saiba o porquê – parte 3

Para concluir nossa saga pelas Fronteiras do Universo, viemos falar neste post sobre o terceiro livro: A Luneta Âmbar. Para você que chegou agora aqui, sugerimos que leia a parte 1 e a parte 2.

O maior livro da saga começa um pouco confuso e menos empolgante que os outros dois. Claro que a história em si está em um ponto confuso, com muita coisa acontecendo, muitos personagens e cenários novos. Depois de um determinado ponto da história é que volta a dar aquela empolgação característica dos outros livros.

Como clímax da história, este livro faz tudo se chocar e também fazer sentido. E então surgem aqueles momentos em que você fecha o livro e fica pensando em tudo o que leu com aquela cara de “não acredito”.

O item fundamental do terceiro livro é a luneta, responsável por permitir que alguém veja o , ou matéria escura ou os espectros. Somente as pessoas de alguns universos são capazes de enxergar a olho nu. A dra. Mary Malone, uma cientista do mundo de Will, consegue ver por meio dessa luneta e isso ajuda a solucionar grande parte dos mistérios de toda a trama.

Em relação à saga completa, o livro é fundamental e eu simplesmente AMEI tudo e super recomendo!!

Já quanto à série His Dark Materials, eu também recomendo muitíssimo! Ela tem o mesmo tom do livro que, apesar de ter crianças como personagens principais, não é uma historinha infantil.

Olha essa abertura linda!!

Como uma adaptação, a série mostra alguns detalhes bem como eu imaginei. No entanto, também faz modificações nem tanto sutis, mas que não alteram em essência a história. O que mais me chamou a atenção foi tratar a história do mundo de Will concomitantemente ao que acontece no de Lyra, dando a ideia de que realmente acontecem ao mesmo tempo, sem a separação em Livro I e Livro II.

Chegamos, então, ao fim da nossa crítica à saga Fronteiras do Universo, uma história que vale ser visitada e revisitada por toda a fantasia, intrigas e emoções que ela proporciona.

Até a próxima!

Aline Gomes

Saga Fronteiras do Universo é incrível! Saiba o porquê – parte 1

Se você pudesse viajar entre universos, quais itens não poderia faltar na sua jornada? O box de livros Fronteiras do Universo é perfeito para você que – assim como eu – ama fantasia, aventura, mistério e ficção-científica. Vamos conversar sobre ele neste e no próximo post.

Você, possivelmente, já ouviu falar ou, até mesmo, já assistiu ao filme A Bússola de Ouro. Esse filme é uma adaptação do primeiro livro da série Fronteiras do Universo (Philip Pullman, 1995) para a sétima arte. Há também uma série da HBO inspirada nos livros: His Dark Materials, que vamos falar mais um pouco depois.

O primeiro livro – Bússola de Ouro – é uma aventura fantástica, cheia de mistério. No universo de Lyra, os humanos possuem daemons, que são a própria alma em forma de animal. Ela e Pantalaimon (ou simplesmente Pan) são incluídos em uma busca para salvar seu amigo Roger e outras crianças que desapareceram.

A orientação que eles recebem é de confiar em poucas pessoas, ou até mesmo em ninguém, e, diante de tantas informações confusas e perigos enfrentados, eles passam a entender cada vez menos o mundo dos adultos. Com a língua afiada, Lyra conta histórias para se sair bem, assim, viajando e fazendo novos amigos. Ela sonha em conhecer o Norte, os ursos de armadura e as luzes do norte (também conhecidas como aurora boreal).

Cada um dos títulos dos livros é um item importante nas histórias. A bússola de ouro é um item que mostra a verdade, é misterioso sobre seu funcionamento e extremamente importante. Todo mundo quer colocar as mãos nela e Lyra tenta guardar o item com o maior cuidado, pois é um grande companheiro.

Na próxima parte desse post, que sai semana que vem, vamos comentar o segundo e o terceiro livros e também sobre a série. Fique de olho aqui no blog Qual é a das Quintas?!

Até lá!

Aline Gomes

Maratona Star Wars – Um ano galático

Hello there!

Você já experimentou zerar a saga Star Wars com tudo o que foi produzido para cinema e TV? Resolvi fazer essa experiência desde que a Disney+ foi lançada no Brasil e conto o resultado para vocês.

Esperei, sim, até a Disney+ ser lançada no Brasil pelo simples fato de que seria mais fácil tudo estar reunido num só lugar. As desculpas se foram e iniciei, no final de 2020, uma maratona e tanto, que incluiu filmes e séries (live action e animação). Sobre os livros e jogos, a gente conversa depois 😉

Para começar, vamos à ordem cronológica que encontrei e foi meu guia para seguir nessa jornada:

  • Star Wars Episódio 1: A ameaça fantasma
  • Star Wars Episódio 2: O ataque dos clones
  • Star Wars The Clone Wars (as 6 primeiras temporadas)
  • Star Wars Episódio 3: A vingança dos Sith
  • Star Wars The Clone Wars (a 7ª temporada)
  • Star Wars The Bad Batch (1ª temporada lançada em 2021 exclusivamente na Disney+)
  • Han Solo: Uma história Star Wars
  • Star Wars Rebels (4 temporadas)
  • Rogue One: Uma história Star Wars
  • Star Wars Episódio 4: Uma nova esperança
  • Star Wars Episódio 5: O Império contra-ataca
  • Star Wars Episódio 6: O retorno de Jedi
  • The Mandalorian (2 temporadas)
  • O Livro de Boba Fett (1° episódio lançado exclusivamente na Disney+ em dezembro de 2021 e com novos lançamentos nas quartas-feiras pela plataforma)
  • Star Wars A Resistência (1ª temporada)
  • Star Wars Episódio 7: O despertar da Força
  • Star Wars Episódio 8: Os últimos Jedi
  • Star Wars A Resistência (2ª temporada)
  • Star Wars Episódio 9: A ascensão Skywalker

Ufa! Que lista! Não desanime! É possível e vale a pena (talvez não pela parte final, porque, assim como eu, você deve ter ficado um tanto chateado com o final – não sei se chateado é a palavra certa).

No entanto, o que me chamou a atenção em toda essa maratona foram as séries vistas em sequência com os filmes, o que fez tudo fazer muito sentido. Antes, pelos prequels (1-3), por exemplo, muita coisa ficava vaga e só nos filmes. The Clone Wars e suas 7 temporadas deram um rumo para a história bem consistente.

Esse intervalo dos filmes preenchido pelas séries é divertido e empolgante. Cada uma delas tem suas particularidades, as animações têm seus traços específicos, mas todas são bem envolventes.

Óbvio que há sempre aqueles episódios que fazem você querer desistir e pensar: “Eu realmente preciso assistir a isso?”. Mas não desista, há vários episódios e, com certeza, os últimos das últimas temporadas são emocionantes e empolgantes.

Como a maior parte das séries foram lançadas após os filmes, há vários easter eggs espalhados, com personagens velhos conhecidos aparecendo aqui e ali, lugares marcantes, droids e animais se encontrando com personagens das outras séries e dos filmes.

Foram mais de 28 horas só de filmes e mais de 120 horas de séries, isso equivale a quase uma semana inteira assistindo à Saga Star Wars. Isso sem contar ainda os episódios de O Livro de Boba Fett porque ainda não saíram todos eles.

Além disso, em 2021, a Disney também lançou Star Wars: Visions, produzida por um grupo seleto de criadores de animes. Sim, é Star Wars e, sim, é anime. A combinação é bem boa, viu?! Nesse caminho também parei para assistir e achei bem legal. São episódios de 15 minutos com histórias isoladas e cada um é produzido de um jeito diferente. Se você curte animes, dá uma conferida também.

Em Star Wars: Galaxy of Sounds, temos cenas dos filmes sem música, somente os sons. É uma homenagem que a Disney começou a fazer com Zenimation às equipes das animações e estendeu para Star Wars. Um jeito diferente de assistir à saga, bom para relaxar, principalmente.

Você também vai encontrar alguns episódios de LEGO: Star Wars. São bem divertidos e com histórias aleatórias com os personagens da saga.

Enfim, muita coisa, não é?! Espero ter motivado você a assistir a alguns desses conteúdos Star Wars. Foi cansativo e um tanto boring em muitos momentos, mas o saldo é MUITO positivo. Vale a pena, gente!

Fiz algumas avaliações dos filmes que pude ver no cinema e, se quiser ler, estão aqui: Rogue One: a esperança é a última que morre, A força despertou… Você já pôde sentir?. Também tenho um comentário sobre livros, com Uma nova esperança nas mãos dos leitores, e o Especial Maio Nérdico. Boa leitura!

Você já fez essa maratona alguma vez? Tem vontade de começar? Deixa aqui nos comentários.

Que a Força esteja com você!

Aline Gomes

Dark e algumas reflexões que vão além do tempo

A estreia da última temporada de Dark, da Netflix, já aconteceu há algumas semanas, mas depois de assistir a ela por completo e refletir um pouco, decidi escrever sobre. Não é tão fácil voltar a escrever assim, sobre um tema tão amplo e, alguns diriam, tão complexo (talvez essa seja a melhor palavra para descrever a série), ainda mais depois de tanto tempo sem aparecer por aqui no Qual é a das Quintas?.

Minha intenção com este post não é apenas fazer uma crítica à série, até porque, você já deve ter lido muitas se gosta da produção, principalmente para entendê-la. É bem verdade que você precisa de muita concentração e, talvez, de um mapa visual para descobrir quem é quem, em que ano e (cuidado com o spoiler) em que mundo. A série foi construída para você só entender os porquês no final. Cada episódio são peças de um grande quebra-cabeça e, não necessariamente, estas peças se encaixam uma com a outra cronologicamente.

Não sei se os criadores já haviam planejado tudo desde o começo, mas a história vai se construindo para os espectadores a medida que o tempo vai passando. Cada episódio é uma surpresa atrás de outra e, por vezes, você termina um com três pensamentos possíveis: “Não pode ser!”, “Ele(a) também?” e o famoso “Que?”.

Tempo, aliás, é um dos maiores ativos das pessoas e é mais sobre isso que quero falar neste post do que sobre o que eu penso da série. Trago algumas reflexões que fiz a respeito do desenvolvimento da história e dos personagens que tem, e muito, a ver com a vida real.

Não é incomum ouvirmos, ou até mesmo falarmos, que não há tempo para algo. Não tenho tempo para estudar, não tenho tempo para ir à academia, não tenho tempo nem para respirar… Não somos donos do tempo e, por isso, precisamos aprender a lidar com ele, a aproveitá-lo da melhor forma. Aproveite para ouvir as pessoas, para ler um livro, para escutar uma música, para ver um filme/série, para viver experiências, para entregar ao seu cliente a melhor experiência que ele pode ter, aproveite da melhor forma possível, pois não é possível voltar. Se você faz com o coração, inclusive, talvez nem tenha mais vontade de voltar e mudar.

Outra reflexão que faço sobre a série é que teimosia não é sinônimo de persistência. No geral, os limites entre uma e outra são tênues, mas a teimosia pode trazer consequências drásticas. Na verdade, a teimosia nasce no orgulho, no “eu estou certo”. Ela retrata bem isso: você fica sem saber quem diz a verdade e, no final das contas, ceder um pouco traria menos dor. Pode ser que muita coisa não acontecesse simplesmente se o orgulho não tivesse falado tão alto.

Pessoas diferentes possuem sentimentos e objetivos diferentes. Mesmo que você esteja vivendo no mesmo tempo, no mesmo mundo e até na mesma casa que outra pessoa, vocês vão pensar de formas diferentes, ninguém é igual. Por vezes, em nossos círculos familiares, de amigos ou do trabalho, desempenhamos atividades parecidas, mas as motivações são diferentes, o porquê muda, independente das circunstâncias.

Abrir mão de algo não é muito natural do ser humano e nem sempre estamos prontos para fazê-lo. Isso tem um pouco a ver com a parte de teimosia e orgulho. Não gostamos de perder, seja lá o que for. Essa vontade quase que selvagem que temos de tentar reaver o que perdemos nos leva a agir sem pensar, não raras vezes, prejudicando aos outros e a nós mesmos. É preciso haver um equilíbrio entre o amor próprio e o orgulho que nos cega de fazer o que pode ser o melhor.

Essas são algumas ideias que surgiram enquanto eu assistia à terceira temporada de Dark. Se você não assistiu ainda, assista! Se você parou na primeira temporada porque não entendeu nada, termine, pois você pode entender no final (ou não, mas vale a tentativa).

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Aline Gomes

A casa tá cheia e cada vez melhor

O Qual é a das quintas? comentou a primeira temporada de Fuller House, a série sequência de Full House (3 é demais), da Netflix. No início de dezembro, a série voltou para uma nova temporada mantendo o humor lá em cima. Nós, é claro, não poderíamos deixar de falar sobre ela.

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Facilmente assistível em menos de 48h. O TV Show Time me deu vários selos por assistir dentro desse prazo. Bastou estrear e estávamos lá assistindo, rindo pra caramba.

Após as férias de verão, algumas coisas precisavam ser resolvidas na família Fuller e agregados. Eles souberam manter o nível das piadas e das referências, tornando a temporada ainda mais agradável e engraçada. Em certos momentos pensamos em como as piadas com temática um pouco mais adulta poderiam estar naquele seriado que assistíamos quando criança e que agora entendemos.

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O enredo é instigante e, como os episódios são curtos, a série te prende do primeiro ao último episódio como se fosse uma coisa só (na verdade é, né). Você fica na torcida para que os sonhos dos personagens dêem certo, até que eles dêem ou não.

Se você ainda não assistiu à segunda temporada da família Fuller se aventurando na Netflix, não perca tempo. A qualidade está excelente e você não vai se arrepender. Só pode se arrepender se não ver haha’

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Aline Gomes

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O estranho mestre doutor da Baker Street

Esqueça tudo o que você já aprendeu até hoje! Para cair de cabeça nesse universo completamente novo da Marvel no cinema, você precisa aprender a alcançar ideias novas, místicas e até mágicas. O Qual é a das quintas? conta para você neste post algumas das impressões da superprodução marveliana, Doutor Estranho.

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Antes de qualquer coisa, devo dizer que nossa preocupação neste post não será com a história dos quadrinhos. As observações a seguir não estão relacionadas à história original, apenas ao filme.

Doutor Estranho – Acredito que o papel principal tenha caído como uma luva para Benedict Cumberbatch. Quem está acostumado a vê-lo interpretando o “investigador amador” da Baker Street 221b pode perceber inúmeras referências (me digam que isso não é coisa da minha cabeça), basta ter alguma atenção. Foi uma boa escolha. Cheguei a imaginar Martin Freeman entrando em cena (na verdade, acho que ele apareceu no filme errado da Marvel), ou o Mestre Doutor Strange começar a ver detalhes minuciosos de tudo à la Sherlock Holmes.

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Os efeitos especiais são magníficos,se você tem a oportunidade de ver em um 3D de boa qualidade, ou num IMAX (melhor ainda), por favor, veja. A equipe do filme explorou muito bem o que podemos chamar de psicodelismo. Tudo se encaixa muito bem, inclusive a trilha sonora que, posso dizer, é mais interessante que muitos outros filmes da Marvel (excetuando-se, é claro, Guardiões da Galáxia).

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Ainda tive o privilégio de rever algumas cenas, pois no cinema onde assisti ao filme teve queda de energia (duas vezes). Particularmente, uma delas é bem interessante, quando Strange conhece sua Capa Vermelha. A primeira impressão sobre a personagem foi: é o Tapete Mágico do Aladdin.

O filme é bom, pode não ser o melhor da série, mas, sem dúvida, é um dos melhores. Vale a pena gastar algumas horinhas (e um dinheirinho) para assistir ao filme. E não se esqueça das cenas pós-crédito! A Marvel adora (nós também). Um dia vão acabar fazendo um filme só com as cenas pós-crédito, mas isso é papo para outro post.

Aline Gomes

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Uma leitura sobre Dirk Gently, o detetive

Os livros de Douglas Adams são bem interessantes. Ele tem um jeito narrativo bem específico que faz você ler e reler até ter a certeza de que leu aquilo mesmo. O Qual é a das quintas? fez um post sobre a Trilogia de Cinco do Mochileiro das Galáxias, “Meu outro carro também é um Porshe” e outras improbabilidades infinitas, em que essa ideia também é comentada. Mas neste post vamos falar sobre outro livro igualmente peculiar de Adams: Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently.

A ideia do livro surgiu enquanto Douglas Adams roteirizava episódios para Doctor Who. Sim, se você não sabia disso, acabamos de informar que alguns episódios de uma das maiores séries já feitas foram escritos pelo próprio Adams. Ele escrevia para a série quando algumas características de Dirk Gently afloraram e ele resolveu escrever o livro.

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No começo da leitura, eu me perguntei várias vezes: “por que ele falando disso?”. Creio que improbabilidades infinitas fizeram parte da vida do autor inúmeras vezes e isso se refletiu em seus livros. Só depois de algum tempo lendo é que você faz aquele facepalm e diz “ah… era isso”, como na maior parte dos livros dele.

A seriedade como é narrada a história é uma espécie de cama para toda a ironia que Douglas Adams coloca no livro. Desde os mais ordinários costumes ingleses até a possibilidade de existência de vida fora da Terra, de máquinas do tempo e de fantasmas. Há momentos na narrativa, porém, que você, mais uma vez, se pergunta: “ele disse isso mesmo?” e daí você relê duas ou três páginas e responde: “é, ele disse isso”.

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Gently é um sujeito bem egocêntrico, com um jeito próprio para solucionar casos misteriosos e extorquir uma bela grana de senhoras indefesas após a perda de seus gatinhos. Um caso, entretanto, chamou muito a sua atenção: a morte de um empresário, Gordon Way, e o estranho comportamento do namorado da irmã do morto. Após descobrir detalhes da história de Richard MacDuff, por meios próprios de investigação, ele parte para solucionar um caso de algo extremamente misterioso e complexo.

Agência de Investigações Holísticas Dirk Gently é uma comédia inteligente, cheia de aventura, humor, suspense e ironia. O livro ganhou um seriado de 4 episódios na BBC, entre 2010 e 2012, com o ator Stephen Mangan. A genialidade de Douglas Adams está impressa nesse livro também e vale muito a leitura. A obra é de fácil acesso, a linguagem é fácil, mas é necessária uma dose de “entender as referências” e entender das ironias marcantes de Adams.

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Aline Gomes

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Santo remédio, Batman!

Concluindo a frase do Robin, “Rir é um santo remédio!” E é mesmo. Sorrir é saudável e faz bem tanto pra quem pratica a ação quanto pra quem recebe o sorriso. E tem jeito melhor de sorrir que assistindo a alguma cena engraçada? Ou lendo um livro muito bom? O Qual é a das quintas? pesquisou sobre o sorriso e constatou que estamos muito bem servidos de filmes, séries e livros que nos fazem sorrir.

Há pesquisas que dizem que o riso auxilia no emagrecimento (MDS), melhora a autoestima, diminui o estresse e a dor e relaxa. A risada libera endorfina, o hormônio que diz “tá tudo bem”.

Eu cresci assistindo a bons seriados de comédia: Um maluco no pedaço, Eu, a patroa e as crianças, As visões da Raven, 3 é demais, Alf: o ETeimoso, Chaves, Chapolin… a lista é longa. Recentemente, o Qual é a das quintas? fez um post sobre Fuller House, a série Netflix que trouxe de volta as risadas de pessoas do mundo todo que assitiam 3 é demais na infância e juventude. Além dessas séries, há algumas um pouco mais antigas que achamos graça de tudo: roteiro, gírias da época, efeitos visuais… Tá lá em Seriados antigos – bom humor e nostalgia.

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Além dos seriados, os filmes, até os menos prováveis, têm aquela pegada de uma piadinha aqui, outra ali… Se fôssemos listar todos, seria post gigantesco. Porém, quero destacar um que realmente me surpreendeu. Batman vs Superman: a origem da justiça, apesar de toda escuridão, arranca risadas facilmente em determinadas cenas. Isso é legal, para quebrar um pouco o clima, suavizar e é um diferencial de filmes que têm piadas o tempo inteiro.

Nada contra filmes que contam piadas de 2 em 2 minutos. Alguns, porém, exageram na dose, tornando o filme sem graça. Alguns filmes da Marvel já passaram do ponto por causa disso. Entretanto, os filmes continuam sendo muito bons, pois as piadas são inteligentes e cheio de referências (adoro referências!). Como é o caso de Guardiões da Galáxia, que é um filme bem humorado e tem uma boa história.

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Os livros também sempre me fizeram sorrir. Por mínimos detalhes ou histórias realmente engraçadas. O Guia do Mochileiro das Galáxias, por exemplo, a genialidade de Douglas Adams dispensa apresentações. Os livros de Rick Riordan, principalmente para adolescentes, são um exemplo de humor leve, com uma história de fácil compreensão. Lembro (e jamais poderei esquecer) de Marley & Eu. Que livro! Você ri de gargalhar. Não leia em público, isso pode trazer algum constrangimento.

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Não há remédio melhor que sorrir! Dar boas gargalhadas é a recomendação do Qual é a das quintas? para todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Vai… pode rir em público sim. O sorriso contagia. Pode ser o que você e o que as pessoas ao seu redor precisam. Não espere para sorrir para uma câmera. Sorria mesmo sem estar sendo filmado.

Aline Gomes

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