Filmes que você precisa assistir – Parte 2: A origem

Para dar sequência à lista de filmes que eu não vi, compulsoriamente sugerida pelo meu melhor amigo, o post desta semana é sobre A origem (2010), disponível na HBO Max. Esse é um daqueles filmes que fazem sua cabeça explodir em mil pedacinhos e pensar “Mano do céu, que filme! Quero ver de novo!”

Foi exatamente o que eu pensei quando terminei, tanto pela história envolvente e as possibilidades que o filme cria, como o tema em si. Particularmente, o mistério do que acontece na mente humana, ainda mais em um sonho, é um assunto que sempre despertou minha curiosidade.

Isso me lembrou de alguns livros que li há um tempo, inclusive um do Doutor Estranho, escrito por Devin Grayson: Sina dos Sonhos (em breve, conto um pouquinho sobre ele por aqui).

Para situar você na história: existe uma técnica usada, através de um aparelho, para que as pessoas tenham sonhos coletivos. Cobb (Leonardo DiCarpio)e Arthur (Joseph Gordon-Levitt) utilizam essa técnica para extrair informações, sempre que solicitados. Eles fazem isso com toda uma estrutura para que a pessoa de quem eles tentam extrair a informação não perceba que está abrindo seus pensamentos mais profundos para eles. Através dos sonhos, ficaria mais fácil acessar partes mais profundas da mente. O que complica a história é que partes profundas nem sempre podem ser controladas pelos participantes conscientes no sonho.

Cobb quer voltar para casa e ver os filhos, mas ele está proibido de voltar para o seu país. Um novo serviço pode ser a chave que abrirá as portas para isso acontecer. No entanto, esse é um trabalho bem delicado, pois não se trata de extração de informações, e sim de inserção. A grande questão da inserção é como a pessoa recebe e processa as informações enquanto sonha.

A equipe, formada também por Ariadne (Elliot Page), Eames (Tom Hardy), Yusuf (Dileep Rao) e Saito (Ken Watanabe), cria um grande plano e se aventura a ir no mais profundo dos sonhos para inserir uma informação na mente de Fischer (Cillian Murphy) que pode mudar o mundo dos negócios na vida real.

Essa é uma aventura e tanto, cheia de reviravoltas e complicações previsíveis e não previsíveis. Com muito talento e atenção aos detalhes, o filme se desenvolve ao redor de dramas familiares e faz a gente se perguntar pela própria realidade conhecida.

Esse já entrou no meu top 10, com toda certeza!

Já assistiu? Conta pra mim o que achou.

Até a próxima!

Aline Gomes

Filmes que você precisa assistir – Parte 1: Rush

Meu melhor amigo me passou uma lista de filmes que nunca vi e pediu uma crítica aqui (ele disse para eu escrever isso para vocês) e, a partir de hoje, você verá alguns posts aqui no Qual é a das Quintas? sobre filmes que, provavelmente, você já viu – ou não.

O primeiro filme dessa lista (enorme) é Rush – No limite da emoção (2013), sob a direção de Ron Howard, que está disponível na Netflix (https://www.netflix.com/watch/70253165?source=35).

O filme é uma espécie de biografia de dois grandes corredores de Fórmula 1, o austríaco Niki Lauda (Daniel Brühl) e o britânico James Hunt (Chris Hemsworth). Ambientado na década de 1970, a narrativa conta a jornada dos dois da Fórmula 3 até o sucesso que ambos fazem na principal categoria de automobilismo.

Com características bem distintas um do outro, Lauda é cauteloso e inteligente, conhecendo o carro e tornando-o melhor, se orgulhando por saber que é o melhor. Enquanto isso, Hunt é bom corredor e vive a vida, curtindo, com mulheres, festas e bebidas. A rivalidade que nasce entre os dois começa ainda quando eles disputam na Fórmula 3 e, pela sua cautela, Niki Lauda perde para James Hunt.

A mudança de categoria vem quando Lauda pega um empréstimo e compra seu espaço na Fórmula 1, seguido por Hunt, que não aceitaria perder. Niki se destaca por seu desempenho justamente porque entende o que o carro precisa ter e o que ele precisa fazer dentro e fora das pistas. Por outro lado, James tem problemas com a equipe e com seu desempenho, apesar de, gradualmente, melhorar e avançar.

Apesar de estar cumprindo com o combinado de assistir aos filmes da lista, esse me chama a atenção para a emoção da corrida em si, que eu sou fã desde criança. Meus jogos favoritos sempre envolviam corridas de carros e, até hoje, amo assistir a diversas modalidades automobilísticas.

O filme fala sobre superação e visão. O constraste do estilo de vida dos corredores e a força que cada um tem para perseguir sonhos e se desafiar no dia a dia impulsionam a narrativa para que você salte de um “será que esse filme é legal?” para “uau preciso de um lencinho”.

São 2 horas empolgantes, que parecem passar a mais de 200km/h. Há cenas um pouco pesadas que, admito, não consegui ver. Mas também apresenta uma realidade um pouco distante do glamour que pensamos ter nos campeonatos de Fórmula 1, principalmente em relação a quão inseguro é o esporte – estamos falando da década de 1970, quando aconteciam acidentes graves em praticamente todas as corridas.

Primeiro filme da lista: check! Só eu que não havia visto ou você também está nessa?

Até a próxima!

Aline Gomes

5 filmes sobre viagens no tempo

Mas que não têm como ponto central a viagem no tempo. O Qual é a das Quintas? preparou uma lista de filmes (que, particularmente, eu amo) que narram suas histórias com a viagem no tempo como plano de fundo.

Você já deve ter percebido aqui no blog o quanto esse tema é recorrente, mas não podemos deixar essas belezuras passarem sem comentar. Então, vamos a elas – cuidado com os possíveis spoilers!

Questão de tempo

Questão de tempo (2013)

Um dos meus filmes favoritos, super fofo e emocionante. A trama principal é que na família de Tim Lake (Domhnall Gleeson) os homens podem viajar no tempo (para o passado). Ele experimenta corrigir alguns erros que ele mesmo comete e deixar sua vida mais interessante. Se vê em situações que o fazem refletir sobre as questões da própria vida e precisa seguir as regras do jogo ou terá consequências complicadas.

Faz de tudo para conquistar Mary (Rachel McAdams) e para ter momentos felizes e memoráveis com sua família, desfrutando de tudo de melhor que a vida que ele sempre sonhou pode oferecer. Os momentos tristes e ruins, comuns a todas as pessoas, ele faz questão de viver apenas uma vez.

Projeto Adam

Projeto Adam (2022)

Lançado recentemente na Netflix, o filme conta a história de Adam (Ryan Reynolds) que encontra seu eu 30 anos no passado (Walker Soobell), enquanto foge de uma perseguição ao tentar procurar por sua esposa, Laura (Zoe Saldaña).

O Adam de 12 anos acabou de perder o pai e, um tanto revoltado com a vida, tem algumas dificuldades para se relacionar com a mãe, Ellie (Jennifer Garner). Adams das duas linhas temporais se envolvem nessa aventura divertida e repleta de emoção sobre relações familiares.

Alice através do espelho

Alice através do espelho (2016)

Tempo é o grande vilão para Alice (Mia Wasikowska), enquanto ela tenta ajudar o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e, também, o grande sonho de seu pai. Ela provoca uma grande confusão ao viajar no mar do Tempo (Sacha Baron Cohen), em direção ao passado, tentando mudar situações para que outras não aconteçam.

O alerta sobre as consequências de se tentar o mudar o passado, na verdade, dá lugar à ideia de que o tempo anda para frente e que não é possível mudar algo que já aconteceu, só a forma como acontece, talvez.

Meia-noite em Paris

Meia-noite em Paris (2011)

O romance sobre o escritor que sonha em ter vivido na Paris dos anos 1920, em meio à toda a proliferação da arte europeia, traz um dilema para Gil (Owen Wilson) sobre querer viver no passado e deixar sua vida no presente, com sua noiva, Inez (Rachel McAdams).

Ele sonha com as inspirações que Paris pode oferecer, enquanto sua noiva não está na mesma onda. Nisso, misteriosamente, durante um passeio pela cidade, Gil é convidado por desconhecidos a ir a uma festa. Tudo normal até ele se dar conta que está com seus maiores ídolos, de volta à década dos sonhos. Será que foi tudo um sonho? Será mesmo?

Interestelar

Interestelar (2014)

A ficção-científica não é exatamente sobre viagem no tempo, mas oferece várias ideias e teorias muito interessantes sobre ele. Para salvar a humanidade das consequências de seus próprios feitos, Cooper (Matthew McConaughey) embarca rumo ao espaço desconhecido com cientistas para descobrir algum planeta que pudesse ser o novo lar da população mundial.

A esperança de Cooper é voltar e salvar os filhos, mas há uma série de complicações durante a viagem, que implicam em alterações temporais decorrentes de anomalias relacionadas à gravidade. No entanto, pode haver uma forma de salvar a todos através de uma comunicação por magnetismo com a própria filha, mesmo que o tempo para eles passe de forma diferente. O eu dele do futuro se comunica com a filha no tempo que já aconteceu para ele. Confuso? Assista para entender.

São muitos os filmes que abordam essa temática e espero, em breve, retornar para contar mais para você. E, se quiser, podemos conversar mais sobre viagens no tempo e aceito indicações de outros filmes do gênero também.

Até breve!

Aline Gomes

Tratamento de Realeza com um toque de realidade e fofura

O conto de fadas da Netflix que estreou no dia 20 de janeiro já entrou na minha lista dos Top 10 romances clichês. Assisti duas vezes para ter certeza de que contaria tudo muito bem para vocês (teria visto mais se tivesse tido tempo).

Seguindo o fofo do Mena Massoud nas redes sociais, descobri as gravações de The Royal Treatment. Eu achava que era uma série da Netflix e, por isso, planejei assistir tudo antes de contar para vocês minhas impressões. Aí eu descobri que era um filme. Assisti e, obviamente, adorei!

O enredo do filme é bem clichê mesmo: um romance fofo, leve e inocente, sem pretensões ou voltado para a sexualidade. Um conto de fadas nos dias atuais, que mostra a beleza da simplicidade e faz críticas interessantes às relações de poder e dinheiro.

Curiosamente, o príncipe Thomas é interpretado pelo Massoud, que foi Aladdin no live action da Disney de 2019. Ele vive, assim, o outro lado da história agora. Laura Marano é Izzy, uma cabeleireira descendente de italianos, que vive em Nova Iorque e luta bastante para sobreviver junto com a mãe, a avó e as amigas do salão que é dona. Exatamente no momento em que ela mais precisava, um engano fez com que ela tivesse a maior oportunidade da vida: cortar o cabelo do príncipe.

Ela tem uma visão aventureira e curiosa sobre o mundo, fazendo de tudo para tirar coisas boas até mesmo de situações ruins. Além disso, sua paixão pelas pessoas faz com que ela enxergue aquilo que poucas pessoas conseguem. Isso influencia o próprio príncipe a tomar uma postura de conhecer melhor seu próprio povo.

A história tem algumas pontas soltas, mas isso pode passar facilmente despercebido pelos espectadores. A vista de Lavania é espetacular, os cenários internos e da cidade são bem comuns, mas bem feitos.

As falas são estruturadas para fazerem você ir e voltar na história diversas vezes, o que traz humor e emoção à história. Sim, eu ri bastante, mas chorei em diversos momentos. Me identifiquei, inclusive: a descendente de italianos que sonha em viver mais do que tem… (só não tem a parte do príncipe).

Nessa primeira semana, o filme ficou na lista dos principais títulos da Netflix no Brasil. Com razão.

Já assistiu? Conta para nós o que achou do filme.

Até a próxima!

Aline Gomes

Maratona Star Wars – Um ano galático

Hello there!

Você já experimentou zerar a saga Star Wars com tudo o que foi produzido para cinema e TV? Resolvi fazer essa experiência desde que a Disney+ foi lançada no Brasil e conto o resultado para vocês.

Esperei, sim, até a Disney+ ser lançada no Brasil pelo simples fato de que seria mais fácil tudo estar reunido num só lugar. As desculpas se foram e iniciei, no final de 2020, uma maratona e tanto, que incluiu filmes e séries (live action e animação). Sobre os livros e jogos, a gente conversa depois 😉

Para começar, vamos à ordem cronológica que encontrei e foi meu guia para seguir nessa jornada:

  • Star Wars Episódio 1: A ameaça fantasma
  • Star Wars Episódio 2: O ataque dos clones
  • Star Wars The Clone Wars (as 6 primeiras temporadas)
  • Star Wars Episódio 3: A vingança dos Sith
  • Star Wars The Clone Wars (a 7ª temporada)
  • Star Wars The Bad Batch (1ª temporada lançada em 2021 exclusivamente na Disney+)
  • Han Solo: Uma história Star Wars
  • Star Wars Rebels (4 temporadas)
  • Rogue One: Uma história Star Wars
  • Star Wars Episódio 4: Uma nova esperança
  • Star Wars Episódio 5: O Império contra-ataca
  • Star Wars Episódio 6: O retorno de Jedi
  • The Mandalorian (2 temporadas)
  • O Livro de Boba Fett (1° episódio lançado exclusivamente na Disney+ em dezembro de 2021 e com novos lançamentos nas quartas-feiras pela plataforma)
  • Star Wars A Resistência (1ª temporada)
  • Star Wars Episódio 7: O despertar da Força
  • Star Wars Episódio 8: Os últimos Jedi
  • Star Wars A Resistência (2ª temporada)
  • Star Wars Episódio 9: A ascensão Skywalker

Ufa! Que lista! Não desanime! É possível e vale a pena (talvez não pela parte final, porque, assim como eu, você deve ter ficado um tanto chateado com o final – não sei se chateado é a palavra certa).

No entanto, o que me chamou a atenção em toda essa maratona foram as séries vistas em sequência com os filmes, o que fez tudo fazer muito sentido. Antes, pelos prequels (1-3), por exemplo, muita coisa ficava vaga e só nos filmes. The Clone Wars e suas 7 temporadas deram um rumo para a história bem consistente.

Esse intervalo dos filmes preenchido pelas séries é divertido e empolgante. Cada uma delas tem suas particularidades, as animações têm seus traços específicos, mas todas são bem envolventes.

Óbvio que há sempre aqueles episódios que fazem você querer desistir e pensar: “Eu realmente preciso assistir a isso?”. Mas não desista, há vários episódios e, com certeza, os últimos das últimas temporadas são emocionantes e empolgantes.

Como a maior parte das séries foram lançadas após os filmes, há vários easter eggs espalhados, com personagens velhos conhecidos aparecendo aqui e ali, lugares marcantes, droids e animais se encontrando com personagens das outras séries e dos filmes.

Foram mais de 28 horas só de filmes e mais de 120 horas de séries, isso equivale a quase uma semana inteira assistindo à Saga Star Wars. Isso sem contar ainda os episódios de O Livro de Boba Fett porque ainda não saíram todos eles.

Além disso, em 2021, a Disney também lançou Star Wars: Visions, produzida por um grupo seleto de criadores de animes. Sim, é Star Wars e, sim, é anime. A combinação é bem boa, viu?! Nesse caminho também parei para assistir e achei bem legal. São episódios de 15 minutos com histórias isoladas e cada um é produzido de um jeito diferente. Se você curte animes, dá uma conferida também.

Em Star Wars: Galaxy of Sounds, temos cenas dos filmes sem música, somente os sons. É uma homenagem que a Disney começou a fazer com Zenimation às equipes das animações e estendeu para Star Wars. Um jeito diferente de assistir à saga, bom para relaxar, principalmente.

Você também vai encontrar alguns episódios de LEGO: Star Wars. São bem divertidos e com histórias aleatórias com os personagens da saga.

Enfim, muita coisa, não é?! Espero ter motivado você a assistir a alguns desses conteúdos Star Wars. Foi cansativo e um tanto boring em muitos momentos, mas o saldo é MUITO positivo. Vale a pena, gente!

Fiz algumas avaliações dos filmes que pude ver no cinema e, se quiser ler, estão aqui: Rogue One: a esperança é a última que morre, A força despertou… Você já pôde sentir?. Também tenho um comentário sobre livros, com Uma nova esperança nas mãos dos leitores, e o Especial Maio Nérdico. Boa leitura!

Você já fez essa maratona alguma vez? Tem vontade de começar? Deixa aqui nos comentários.

Que a Força esteja com você!

Aline Gomes

O que faz a Pixar ir ao infinito e além

Nos últimos meses, tenho estado um pouco encantada pela Pixar (mais do que o normal, pelo menos). Sempre fui apaixonada pelos filmes, no entanto, desde o final de 2020, comecei a buscar mais informações sobre a empresa e como ela gera tudo aquilo e me apaixonei ainda mais.

Se você, assim como eu, tem um lugar reservado para a Pixar em seu coração, esse post é para você.

Pixar Animation Studios
Pixar Animation Studios

A ideia aqui é apresentar a você, leitor, algumas dicas para que possa conhecer um pouco mais sobre a Pixar. Se você tiver mais informações sobre a empresa, enriqueça esse post com seus comentários.

Quero começar apresentando o que me fez escrever esse post: o livro Criatividade S.A., de Ed Catmull, presidente da Pixar.

Livro Criatividade S.A.
Criatividade S.A., Ed Catmull

Basicamente, o livro é sobre liderança e como o autor lidou e lida com os desafios até chegar à Pixar e no decorrer dos anos da empresa. Entremeada com as histórias de sucesso e fracasso por onde Ed passou para contextualizar seus ideais de liderança, há diversas histórias de desenvolvimento da empresa. Ele destaca vários momentos de criação das animações.

O livro é grande e me rendeu mais de 60 destaques no Kindle (quase marcando páginas inteiras). Ele é um convite a você querer conhecer ainda mais as histórias por trás dos curtas e filmes longa-metragem. Estimula a criatividade e a liderança e, no meu caso, ainda me fez chorar de emoção em determinados momentos.

Com a chegada da Disney+, diversos curtas animados da Pixar se tornaram disponíveis para os assinantes em um lugar só. Antes, a gente esperava para ver um em uma fita de vídeo (sim, eu fazia isso) ou nos DVDs.

Catmull conta no livro que os curtas são uma oportunidade de testar ideias de roteiros, mas principalmente, tecnologia. A maior parte das inovações começavam em filmes de até 7 minutos e, depois, evoluíam para filmes com mais de 70 minutos.

Os curtas também são histórias divertidas para assistir em momentos de descontração, aqueles em que você não tem muito tempo ou não está disposto a se prender a alguma história grande. São, no geral, histórias inteligentes e, até mesmo, muito emocionantes (quem nunca se emocionou com com filmes de até 7 minutos?).

Ainda não tive a oportunidade de ver todos os documentários disponíveis sobre a Pixar na Disney+, mas indico porque quero ver. São uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre a empresa, o processo de criação e desenvolvimento de filmes e como ela se relaciona com a Disney, funcionários, fornecedores e conosco, seus clientes finais.

Em algum momento, eu volto para a gente discutir sobre as inúmeras teorias que há sobre as histórias da Pixar se entrelaçarem em uma única. Imagino que você já tenha ouvido – e até desenvolvido – várias delas e eu estou louca para conversar sobre isso com você.

Apresento a você, também, minha luminária que lembra um pouquinho a original (ênfase em “pouquinho”). A paixão me fez correr atrás até achar uma parecida o suficiente (em um preço acessível) para fazer parte do meu quarto/escritório/estúdio.

Luminária Pixar

Se você tiver souber de alguma curiosidade ou já, até mesmo, esteve nos estúdios para conhecer, deixe seu comentário e eu vou ficar muito feliz por saber ainda mais sobre a Pixar.

Até a próxima!

Aline Gomes

SEM palavras para descrever Homem-Aranha: Sem Volta Pra Casa

Mentira, tem coisa para dizer, mas esse post NÃO contém spoilers! Só que você corre um sério risco de se arrepender por ainda não ter visto Homem-Aranha: Sem Volta Pra Casa, caso ainda esteja nessa situação.

Porém, se você faz parte do grupo que correu para garantir seu ingresso, é possível que você concorde com o que eu tenho a dizer nas próximas linhas (ou não, fique à vontade).

O Qual é a das Quintas? apareceu numa pré-estreia – e não podia ser diferente com esse filme – e conta para você as impressões sem spoilers.

Este é um filme para os fãs (alguns dirão que isso é um spoiler, mas, rapaz, calma que não é!) e, como todos os outros que obedecem a essa regra, se esforça para bem servir – o que, na opinião desta humilde autora, o faz muito bem.

A história é bem encadeada, fazendo com que as falas, expressões e as referências se encaixem perfeitamente, rendendo gritos, palmas e lágrimas entre os presentes da sessão. Sim, lágrimas! Por alguns momentos, pensei nem estar assistindo a um filme da Marvel. Daí eu lembrei que era o Amigo da Vizinhança e a emoção fez total sentido.

Temos o Cabeça de Teia sendo representado, de fato, como um jovem promissor na ciência, que tem dificuldades para lidar com seus problemas de ser Peter Parker E Homem-Aranha, equilibrando a família, os amigos, a namorada, os vilões, os fãs e os haters – até aí, parece que estamos todos acostumados com isso, mas não se engane!

Boa motivação, excelentes referências, as expectativas estavam altas e elas foram superadas. Até o traje foi um destaque à parte. A participação de outros personagens do MCU, encadeando a história com os filmes anteriores (e posteriores) e as séries, recheia o filme como ingredientes necessários para gerar ainda mais expectativas.

Tem alguns furos, sim, é verdade, mas nada que atrapalhe o bom desempenho do filme (por isso, não vá achando que não tem, mas releva, vai). A não ser que você se importe demais com e não goste das tentativas da Marvel de reparação de alguns erros do passado, realmente não precisa se preocupar tanto com esses erros.

A atuação do Tom Holland está brilhante (e eu precisava de um parágrafo só para dizer isso).

Até o título do filme passa a ser mais conceitual se você assistir. Então, assista! E depois me conta o que achou.

Se você quiser mais informações sobre o filme – SEM SPOILERS –, você também pode conferir os comentários no vídeo novinho do canal Turbo Apenas JR a seguir.

Para assistir a outros vídeos, inscreva-se no canal clicando aqui.

Valeu a pena a correria para garantir o ingresso (ou os ingressos, na verdade, porque já tenho mais comprados para os próximos dias).

A galera que estava nas sessões da pré neste dia 15 também aproveitou para se caracterizar e fazer várias fotos (o sentimento que esse filme trouxe tem tudo isso embutido).

E você? Já viu? Me conta a experiência.

Até a próxima.

Aline Gomes

O melhor resumo do Homem-Aranha 1

A expectativa para Homem-Aranha Sem Volta para Casa tem mexido com os ânimos de todos os fãs – e dos não fãs também. Já teve briga por ingressos, sites congestionados, uma corrida até os cinemas para a compra. Sim, eu passei por isso! Talvez, você também.

Claro que o Qual é a das Quintas? precisava voltar para falar sobre o miranha. E, agora, a corrida é para fazer as maratonas e chegar ao cinema com tudo na memória para captar todas as referências possíveis e imagináveis. Para isso, vim dar uma forcinha com um resumo muito útil sobre o primeiro filme do Amigo da Vizinhança, de 2002, com Tobey Maguire.

Esse resumo é do canal Turbo Apenas JR, um parceiro que está contribuindo para que vocês, querida e querido leitores, voltem a ver os posts deste blog.

Se eu fosse você, acompanhava o canal para ver outros resumos e se preparar para a estreia. Além disso, já saiba que vai ter post do miranha (“TRAGAM FOTOS DO HOMEM-ARANHA”) na próxima quinta, porque estaremos na pré-estreia e traremos todas as nossas primeiras impressões sobre o filme.

Até a próxima!

Aline Gomes

O cinema vai acabar?

O momento que o mundo vive em 2020 traz inúmeras dúvidas sobre o que vem pela frente. Bem verdade que essas dúvidas sempre existiram com a tecnologia assumindo seu lugar na sociedade ano após ano. Entre as atividades que estávamos acostumados a realizar presencialmente, como a ida ao cinema, neste momento de distanciamento, surgiu a pergunta que foi feita a mim várias vezes nos últimos meses: o cinema como espaço físico vai acabar?

Não entre em pâncio!

Meu caro leitor, eu não tenho esta resposta. Creio que só viajando no tempo mesmo para saber. No entanto, muito vem se especulando sobre este tema. Algumas dessas pessoas que vieram a mim disseram: “eu não entro em um cinema com um monte de gente, nem que me paguem”.

Diante de toda essa preocupação, a produção cinematográfica precisou passar por uma transformação. Dezenas de filmes tiveram seus lançamentos adiados porque, no mundo todo, os cinemas estavam fechados.

As salas de cinema precisaram ser fechadas com o início da pandemia de covid-19.

Muitos espectadores recorreram, de modo crescente, aos serviços de streaming. Aqueles que já estavam lá, permaneceram consumindo (talvez até mais) e os que não estavam passaram a integrar o grupo. Algumas empresas, inclusive, resolveram lançar suas produções no streaming, ao invés de esperar pela reabertura dos cinemas. Isso permite que as pessoas estejam se acostumando, de certa forma, ao consumo cinematográfico exclusivamente online.

Quanto mais o tempo passa, menos as pessoas podem estar se lembrando do cinema físico (este não é o meu caso… saudade de ir a um cinema, né, minha filha?). O drive in ressurgiu como uma fênix e acalentou os corações dos que estavam nesta situação, apesar dos preços não facilitarem muito (no próprio cinema físico essa já era uma discussão, mas não vamos nos atentar a isso agora) e nem haverem tantas opções no país e no mundo.

Há quem acredita que o cinema passará a ser um lugar onde as pessoas irão para viver uma experiência de um passado não muito distante, como tem sido essa do drive in. Lançamentos menores estariam no streaming, mas as promessas de grandes sucessos estariam lá nas salas escuras, para que os cinéfilos pudessem viver grandes experiências e desfrutar de lembranças que ficarão marcadas em seus corações para sempre.

O mais provável é que, ao reabrirem, as salas de cinema passem por rigorosas normas de segurança e saúde para proteger os usuários.

Acredito que, quando for possível voltar a uma sala de cinema, estarei lá suspirando a cada momento do filme, independente de qual ele seja.

Você acredita que o cinema vai acabar?

Aline Gomes

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Marvel recebe sua Capitã com honra

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As expectativas para Vingadores: Ultimato só crescem e estamos diante de um novo filme de herói pré-final desta saga: Capitã Marvel. Daí tiramos que ele não poderia decepcionar. E, a mim, não decepcionou.

Como um bom filme Marvel, a produção tem seus momentos de humor, porém, não é isso o que move a trama. Ao contrário de alguns outros. Ele também não enche linguiça, por assim dizer, mas tem uma história consistente e que só vem somar ao universo.

Capitã Marvel tem aquela pegada no passado em que muitas coisas se esclarecem e começam finalmente a fazer sentido na cabeça dos expectadores que estão indo aos cinemas. Toda a construção com detalhes que nos reportam aos outros longas é fundamental para fazer sentido com o todo. Como aprendi com Dirk Gently, tudo está conectado.

Além de nos remeter a um passado não muito distante, com trilha sonora e objetos nostálgicos (o que é bem feito, muito legal), o filme conta com aquela parte ficção científica, que faz a gente ir para o espaço, lutar com armas laser e voar em naves. Nesse quesito, inclusive, me vi em um daqueles jogos de batalha e perseguição com aviões para videogames em uma cena. Se você ver e entender o que estou dizendo, parabéns! você é mais experiente do que pensa.

O longa ainda oferece um toque de emoção. Aquilo que a Capitã não é tão boa assim de controlar e nossa maior arma e faz a gente ter empatia pela história, por Lee e por cada parte do filme.

Se vale a pena? Vá ao cinema comprovar. As cenas pós-crédito estão lá e revelam situações do passado e do futuro do universo Marvel. Sem mais spoilers!

Aline Gomes

 

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